<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046</id><updated>2009-12-19T04:40:37.180-02:00</updated><title type='text'>Diário do Evandro</title><subtitle type='html'>Diário do Evandro Costa de Oliveira...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>92</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-8060393808511603720</id><published>2009-12-14T10:51:00.002-02:00</published><updated>2009-12-14T11:02:53.251-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><title type='text'>Brisando na Música</title><content type='html'>Vamos dizer que tive um fim de semana mergulhado no mundo da música. No sábado, o Pedra Coral foi cantar numa igreja em Vinhedo – SP; contudo, a música deixou a desejar, não só a questão técnica, pois os tenores simplesmente esqueceram suas notas, por várias vezes seguiram os baixos indevidamente. Foi super estranho, feio, sem interpretação, para não falar da indisciplina. Bem, mas fim de ano, por mais pessimista que “os dados gráficos” demonstrem, sempre há esperança para o próximo ano. Alias, triste fiquei por não fazermos cantata este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a noite fiquei novamente entristecido por vários comentários na comunidade “Adventistas do 7º Dia” no Orkut em torno da música. Contudo, foi uma experiência totalmente diferente ouvir as discussões numa comunidade realmente séria e de alto nível sobre música: “Eu realmente acredito em Bach” (EREB). Domingo, e um cansativo ensaio das 15h30 até as 19h30 (4 horas), o bom foi que apenas nos últimos minutos comecei a sentir incomodo nos lábios; minha embocadura e resistência, cada vez melhor. E durante isso pude apreciar a Emily tocar Bach e Chopin no piano; ela havia tocado num recital de manhã em São Caetano, mas não pude ir devido a chuva. Simplesmente maravilhoso, fabuloso, apesar de alguns erros e dela ter que se atentar mais para as dinâmicas e produzir uma critica pessoal para interpretar a música. Contudo, ver uma garota que toca a 5 anos tocando tudo aquilo de cabeça, sem partitura, treinando para a prova da Fundação das Artes é um grande privilégio. E de fato, Bach te hipnotiza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida vou para o Teatro Municipal para mais uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Santo André mais o Coral de Santo André e o Coro de Câmara da UNESP, com a regência de Carlos Moreno. Houve um “pouco” de empurra-empurra na entrada, com pessoas “super educadas”, pois havia acabado os ingressos e ninguém queria ficar de fora. Eu e o Rafael ainda conseguimos pegar bons lugares para sentar-se no chão e uma mulher sentou ao meu lado a qual conversamos bastante, muito legal e parece ter um bom senso critico para música, e para a minha surpresa ela já foi regente do Pedra Coral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, foi praticamente um culto de ações de graças. Eu praticamente fiquei impressionado a ouvir música sacra composta no modernismo, porém que praticamente não tinha nada de modernista, mas sim algo mais renascentista, a lá Bach. A primeira música foi o “Psalmos” (salmos) de João Guilerme Ripper, uma poesia instrumental maravilhosa. Após tivemos a Fantasia Coral, piano, orquestra e coro de Beethoven, que dispensa comentários; ela lembra muito a nona sinfonia, e interessante que a música flui naturalmente, eu nunca havia escutado ela, mas ela era totalmente previsível de tão incrível e natural, havia momentos que eu previa naturalmente o que aconteceria a seguir, qual instrumento, qual dinâmica, foi uma experiência esplêndida. Eu nunca escutei ela mas era como se já dormia com ela há muito tempo. Depois tivemos a arrasadora de corações, um sacro que atinge lá no fundo do coração de tamanha a beleza e de sentimento sereno divino no arranjo de Gláucio Zangheri da obra “Cantique de Jean Racine” de G. Fauré; a qual a garota comparou com uma das cantatas de Bach.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após esse repertório mais sacro, damos um pulo até uma obra totalmente desconcertante e intrigante, cheia de mistério, magia, um bucolismo pantanoso e ao mesmo tempo cheio de “pássaros”, como se você fosse um passará em meio a um bundo sobrevoando uma floresta pantanosa; cheia de efeitos e sons tirado dos instrumentos que eu não imaginava ser possível. Que obra? Choros n. 10 de Heictor Villa-Lobos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, “por último”, “Noite Feliz”, com direito a canto congregacional, de F. Gruber (arranjo de Gláucio Zangheri), porém, dessa o arranjo instrumental deixou a desejar. Mas o que parecia ser a última, não foi. O Calor Moreno se empolgou, o povo pedia mais um, e nisso tivemos uma marcha de Stauss, tivemos a “Abertura – Vitória” (do próprio Moreno), porém tal estava desfalcada em alguns instrumentos essenciais de percussão, não ficou tão quente como realmente é, e, por fim, tivemos o Hino Nacional Brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Carlos Moreno comentou bastante, puxou o saco um pouco de alguns políticos e do prefeito, e todos sabem como eu “adoro que adulem políticos”. Agora temos que aguardar a próxima temporada (2010). E espero também que o Coral de Santo André melhore, ele está muito fraco, principalmente nas vozes masculinas; está sem potencia de voz e o timbre opaco, e poucos homens. Apesar que havia um que é ex-coralista do Pedra Coral, tenor, mas não consegui lembrar o nome dele. Aliás, falando em adventista, também encontrei com o Bruno e a namorada dele que, há uns meses atrás, fez alguns arranjos para nós. Também vi um garoto que já foi desbravador do Omega. E em 2 músicas havia também um sax alto, o qual parecia muito o Elcio tocando, mas sabia que não era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí vejo hoje também alguns discussões muito extraordinárias sobre as Sonatas de Beethoven, no blog &lt;a href="http://pqpbach.opensadorselvagem.org/ludwig-van-beethoven-1770-1827-sonatas-para-piano-novamente-com-deus/"&gt;P. Q. P. Bach&lt;/a&gt;., ao invés das discussões caóticas, incrédulas, ignorantes e sem respeito que normalmente há entre os adventistas. Um refugio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, voltarei essa semana que entrarei de férias para a programação de sábado, nos arranjos já feitos, e tentarei fazer alguns mais simples para os trompetes pelo menos. Aliás, saiba que está convidado para este culto de ações de graças que faremos, muito especial, com muita música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado – dia 19/12&lt;br /&gt;Local: IASD Central Santo André&lt;br /&gt;End.: Travessa Ver. Lourenço Rondinelli, 63, Centro, Santo André – SP&lt;br /&gt;CEP: 09020-120&lt;br /&gt;Horário: 8:45 – 11:45 (manhã)&lt;br /&gt;Traje: Formal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Há um estacionamento publico gratuito em frente ao local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/maps/place?cid=4542848559674678229&amp;amp;q=IASD+Central+Santo+Andr%C3%A9&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;cd=1&amp;amp;cad=src:pplink&amp;amp;ei=VDYmS_S0JJq6ywTQ_sj5Bw"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Local no Google Maps&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/maps/place?cid=4542848559674678229&amp;amp;q=IASD+Central+Santo+Andr%C3%A9&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;cd=1&amp;amp;cad=src:pplink&amp;amp;ei=VDYmS_S0JJq6ywTQ_sj5Bw"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-8060393808511603720?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/8060393808511603720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=8060393808511603720' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8060393808511603720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8060393808511603720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/12/brisando-na-musica.html' title='Brisando na Música'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-1598321275264617344</id><published>2009-11-02T22:35:00.004-02:00</published><updated>2009-11-11T16:22:36.049-02:00</updated><title type='text'>X Campori da AP - Servos do Rei</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SvIO0N9LxdI/AAAAAAAAA60/WfD_94pCGzs/s1600-h/DSCF6550.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SvIO0N9LxdI/AAAAAAAAA60/WfD_94pCGzs/s320/DSCF6550.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400395193432917458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui compartilho algumas de minhas experiências e relatos do que vivenciei dos dias 29 de outubro a 2 de novembro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quinta-feira – 29 de outubro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O dia foi ultra-corrido, havia preparado algumas coisas na noite anterior já na mochila. Mas fiquei o dia todo com o campori e a prova na cabeça. Cheguei do trabalho e não paro um segundo arrumando os últimos detalhes para a prova e para o Campori, foi muita correria, ao mesmo tempo que eu estava um pouco cansado e sonolento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A van da faculdade chega, e lá vai eu entrando com a minha mochila cargueira de 95L e com uma corneta em Bb na lateral, e o pessoal já me pergunta onde eu ia, se eu sabia tocar aquilo. Tiro uma soneca no caminho e na faculdade ao invés de ir no CEPE como de costume nas quintas-feiras para me exercitar, fico na sala de estudos estudando para a prova do Carrion de Calculo 4. E na prova, puts! Esse professor é um campeão em superar o que você pode considerar ser o limite da dificuldade numa prova; fiz o meu melhor, ao meu ver, ainda mais pelo professor, é dificil acreditar numa nota acima de 5, alias, 4; se bobiar, a P2 foi meu adeus ao Calculo nesse semestre, e mais uma DP; bem, mas tem a Rec.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termina a prova, pego a van que passou razoavelmente sedo. Mas ao chegarmos na Av. Bandeirantes, eis que pegamos mó transito, e o ponto de encontro com o ônibus do clube seria perto do aeroporto, na Pizza Hut. E uns 15 ou 20min. então chegamos lá; e quando chegamos eu vejo os ônibus já parando em frente a pizzaria do outro lado da avenida. Saio da van e atravesso correndo aquela avenida movimentada, onde direto motoqueiro é atropelado, e sinceramente, foi uma aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ônibus foi de boa; tranqüilo, conversando com a garotada e alguns amigos, como o Rafael, Willian e Davis. Aliás, mostrei um impresso para o rafa, de alguns papeis do Mercado, pois foi um dia de absurdas altas após a forte queda do dia anterior. Não esperava que demoraria tanto para chegar ao local, senão teria tirado uma soneca. Saimos ali da bandeirantes umas 11h30 quase e chegamos ao local do acampamento umas 00h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Sexta-feira  30 de outubro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao local, e eu confeço que estava cansado, mais psicologicamente, e com grande preguiça querendo um sono. Mas logo, a adrenalina correu. Quando tivemos que descarregar o ônibus e levar as coisas para a nossa área de acampamento, que era simplesmente no final da ultima rua, ou seja, o mais longo possível. Mais ou menos uns 400 metros. E então, várias viagens, indo e voltando, carregando várias caixas e coisas pesadas. (acho que umas 8x400 = 3,2km) Sem contar a mochila da Sheila que iria só no dia seguinte, ela estava levando não um armário, mas uma casa na sua mochila cargueira de uns 80L mais ou menos. E assim foi e foi, várias e várias voltas. Até que por fim terminamos; e eu estava exausto, havia acordado 6h40 para ir trabalhar, e estava indo dormir as 3h30 da manhã, depois de um dia extremamente trabalhoso e consumidor de energias tanto físicas quanto mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram 6h30 da manhã e logo acordo. E tive uma péssima noite (melhor, 3 horas) de sono; devido aquele chão irregular para dormir, cheio de “tartarugas”. Acordo, porem, acho que a adrenalina estava suprindo o resto, e estava com mutia disposição mental. Estudei um pouco minha bíblia enquanto observava alguns clubes chegando e montando a área de acampamento, e algumas pessoas do Clube Omega acordando. Depois dou uma volta, vou no banheiro que ficava a uns 150, 200 metros.   E ao voltar já eram 8 horas, o horário combinado pelo diretor Everaldo para acordar a galera, pego a corneta, e para quem ainda não havia acordado... com o Toque da Alvorada, ai me empolguei, foi a versão americana também, mais aquela do adeus. (comecei a brincar, para quem me conhece, sabe que eu me empolgo tocando; quanto mais toco, mais vontade dá de tocar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou bastante para o Guepardos Reais e muitos outros clubes chegarem, alguns só no final da tarde. E nisto, na manhã terminamos com o portal, demos uma boa melhorada. E foi muito bom, voltar a essa vida de carregar troncos de eucalipto, fazre amarras, se pendurar nas alturas numa madeira bamba, sem uma corda de segurança. Ao mesmo tempo, foi uma das montagens menos trabalhosas que tivemos, pois as unidades colaboraram mais do que eu previa, e do que vi em outros camporis; como a Gama que ajudou a Thauana e o William a fazer a cerca. E nisso também foi interessante a forma amistosa como eu vinha conversando com algumas desbravadoras que estavam com cede de um relacionamento, de uma amizade, de compartilhar idéias, conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Guepardos chegaram, aviso a eles que vi uns caras roubando alguma de suas madeiras, mas não os encontramos de novo. E depois eu ajudei eles a terminar o incrível portal deles que ficou muito legla, muito 10. E nisso tivemos algumas experiências muito interessantes; talvez principalmente em fazer aquele trabalho árduo debaixo de um sol castigador que fritava nossa pele e suor; onde por alguns momentos a dor parecia insuportável nos braços, de tantas cavas feitas na madeira e de tanto apertar sisal  nas amarras feitas com as mãos. Foram algumas horas de muito trabalho, muito suor; e nisso, o Eliezer passou por uma experiência interessante, quando teve que ficar na ponta de uma base não fixa de 6m de altura, balançando bastante, fazendo amarras; o qual teve que confiar nos meus nós e cadeirinha de bombeiro que eu fiz. E nisso, também reparamos em algumas pessoas, em especial uma garota do Clube 28 de Julho que parecia muito – pelo menos de cima do portal – com a Eliane do Elton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta das 6 horas da tarde fui tomar um banho finalmente, não pego fila, estava todo mundo ainda se ralando, construindo as coisas; e muitos ainda carregando coisas do ônibus para área de acampamento. E foi um banho gelado delicioso, para um dia em que ralei dentro de brasas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me preparo para a abertura. Fico conversando com algumas pessoas. E nisso, o Everaldo passa mal a tarde, e fica na barraca. Enquanto isso, eu, que confeço que estava muito, estranhamente cansado, pois ainda tinha forças de sobra para ficar muito tempo acordado trabalhando; foi passado a mim o comando do Clube (umas 80 pessoas). Então, após a janta (num dia que mal comi, apenas 4 fatias de pão integral, levedo de cerveja e um copo de leite de manhã; um arroz com feijão no almoço – e para quem me conhece... sabe que não vivo sem algumas frutas), janta qual mal comi também, acho que comi alguma coisa no Guepardos. Então fomos cedo para Arena. Chegamos lá, sentamos na frente, umas 19h20. Porém, a equipe ainda estavam arri,amdp as coisas e a programação de abertura foi começar apenas por volta das 21h20; todos já estavam exauridos. E ao mesmo tempo, confesso que foi a pior abertura de Campori que eu me recordo; até mesmo a mensagem do sermão, deixou a desejar, mesmo sendo do Pr. Udolcy; do que se costuma ver em Campori; e as músicas então, fiasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou por volta das 23h30 a programação. E então eu e a equipe tivemos outro grande problema, por o pessoal para dormir, a maioria por conta própria foram dormir, estava exaustos, após o dia desgastante, o pouco sono da ultima noite e o sol. Já outros, estava ali apenas por segundas intenções, e quanto a isso, eu senti um enorme peso e responsabilidade, após perceber o “desejo sexual” explicito nas entrelinhas e olhar de algumas pessoas, e somando as histórias que eu fiquei sabendo, como de uma conhecida da MPV que engravidou num Campori e não sabia quem era o pai. E nisso, tivemos grandes problemas, e talvez o pior de todos eram a garotada órfão sem conselheiro de verdade, que estavam como ovelhas desgarradas pelo Campori; e eu, que estava já um pocado sem animo de sono, e vontade de dormir; apenas lá pelas 00h30 pude então, finalmente, ser o ultimo homem a ir dormir do clube. E quando estou me ajeitando no meu saco de dormir, e naquele chão de moinhos de terra; chega o Carlão, Renato, Jeferson e Sheila (que eu já, nessa altura imaginava que só viriam de manhã). E aí lá vai eu sair da barraca, sem camisa, num vento supere frio, e indico as barracas para eles dormirem. Porem eles fazem mó barulho, o Everaldo dá umas broncas para eles irem dormir. E então, acho que por volta das 1h30 eu consigo dormir naquele chão horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Sábado – dia 31 de Outubro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acordei com alguma menina de outro clube gritando, por volta das 5h45 (4h15 de sono / total = 7h15 em 2 dias). Levanto, e então pego a corneta, e mais uma alvorada para acordar o pessoal; e depois dou uma passada no Guepardos Reais para acordar o pessoal por lá também. Logo aquele sol fervente já retornou indicando o sofrimento climático do dia. Conversei com algumas pessoas aqui e ali, Acho que comi alguma fruta no Guepardos, e acho que mal tomei café-da-manhã no Omega. Nisso o Everaldo já estava melhor. E depois fomos para a Arena, por volta das 9 horas; contudo, com o Evetaldo no comando, chegamos tarde e tivemos que sentar atrás, mas eu fui sentar em outros lugares, com outras pessoas. A programação totalmente estranha e sem espiritualidade começou, mas o sol já era um fogo consumidor naquele momento, de modo, que retirava totalmente o animo de muitas pessoas, que apenas pensavam em “água” e “sair do sol”. Eu sai e fui sentar numa sombra, acho que o Rafael foi junto. Ali encontrei o Pr. Vicente que foi visitar. E tive a surpresa de saber que a Sara se batizaria, de fato, não esperava. (depois encontrei meio tio Oscar, e fiquei sabendo que ele que deu estudos para ela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o “culto” da manhã, acabou por volta das 11h20, de volta para a área de acampamento, fiquei conversando. Enquanto que teve algo que eu não esperava, houve um bolo comemorativo de 50 anos de campori, e ai debaixo da tenda as cozinheiras haviam preparado bolos. Bem, nem preciso dizer que fiquei inconformado, pensando nas Leis de Saúde; mas eu acabei comendo alguns. Ai encontrei o Thomas do clube Tigres do Riacho e ficamos um bom tempo conversando. Depois fui no Guepardos Reais eles estavam fazendo uma meditação com a Lição da Escola Sabatina; e ai acabei ficando por lá e almoçando com eles. E enquanto isso, alguns desbravadores do meu clube ficavam brincando dizendo coisas do tipo: para eu trocar de clube; pegar minha mochila e ir pro Guepardos etc.&lt;br /&gt;Então teve a atividade da tarde, no qual comecei a acompanhar de inicio, o Everaldo ficou na area de acampamento, e eu, Renato, Rafael, Davis ficamos liderando o clube. Mas próximo a tenda, havia uma sombra de uma arvore que era perfeita, devido aquele sol infernal, e batia uma deliciosa brisa que vinha do vale para o topo daquela montanha, com uma maravilhosa vista. Eu e o rafa sentamos ali, eu estava muito cansado, como não me sentia a muito tempo, minhas coxas doiam, faltava forças para subir as ruas era como se elas estivessem sem folego; além de eu, estava acabado. Em pouco tempo me deitei ali naquele gramado que era bem confortavel, não havia aquelas tartarugas, e ainda apoiei minha cabeça num montinho; foi perfeito, e então cochilei. Devo ter  dormido entre 40min - 1hora (1h de sono / total = 8h15 em 2,5 dias), até que comecei a ser incomodado, porque as pessoas começaram a insistir em passar por aquela sombra, e 2 staffs das provas se acomodaram embaixo daquelas 2 arvores que faziam aquela sombra, então toda a galera começou a ir para lá, e esbarravam/tropeçavam muitas vezes em mim. E ao acordar o rafa falou que eu dormi pacas, que passou uma aranha enorme por cima de mim até. E aí, chegou o Eliezer (pai) e começamos a conversar sobre algumas questões, desde investimento, a familia, relacionamentos; e acabei conhecendo algumas experiências da vida dele, que certamente foram muito edificantes. E algo extraordinário foi o efeito de refrigério que aquela soneca fez. Eu foi praticamente uma transformação em mim, toda baixa estamina foi embora, me sentia já revigorado fisico e mentalmente, as pernas estavam com gás novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom tempo ali até que então resolvemos ir tomar banho visto que a maioria das pessoas estavam fazendo as provas ainda. E lá vai, mais um banho frio revigorador. Depois fiquei conversando naquele final de tarde com algumas pessoas, especialmente do Guepardos, acho, apesar que eu estava querendo fazer um pôr-do-sol mais gostoso que vi alguns clubes e unidades fazerem, mas acabei por não fazendo. Jantei no Guepardos, e, após isso fui para o Omega, pois teriamos a cerimônia de lava-pés; mas nisso encontro o Everaldo e o clube já indo para a Arena, no meio do caminho; pergunto se já tiveram o lava-pés (o que eu achava um certo absurdo ter, naquele campori, como as coisas estavam), ai ele explica que apenas explicou para eles o significado e mais algumas palavras, mas nada de prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então fomos para a arena novamente, a qual foi uma programação mais espiritual mesmo; mas que lembrou muito alguma tradição de ritual católico com os diáconos, anciãos, pastores vestidos com aquela roupa. E ficamos bem próximo, Omega, Guepardos e 28 de Julho, ai fiquei junto do Eliezer; e nisso, a Patrizia, sempre presente, ficou causando em boa parte do tempo (essa sim tem energia de sobra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E após o evento, que foi acabar umas 23h e pouco, então botar o pessoal para dormir; novamente, muitos foram dormir por conta própria devido ao desgaste fisico. E nessa altura, eu estava também querendo e precisando de um bom sono. Mas novamente, problemas com algumas mesmas pessoas, para dormir (Barbara, Tsunami, Sara e Natalha). Ai ficou eu e o Willian em frente a barraca delas, até terem de fato dormirem e atingirem o segundo estágio do sono; e nessa interpolação foi interessante ouvir algumas conversinhas de barracas - é engraçado, as pessoas acham que estão dentro de barracas com isolamento acustico, quando dá para ouvir tudo do lado de fora! - coisas do tipo "dei um fora hoje", "o flano roubou 2 beijos meu hoje.", entre outros. E nisso tambem nosso lixo foi atacado por um pastor alemão e outros 3 dogs que quase deram um infarto no William, naquela noite fria. E por fim, eram por volta da 1hora da madrugada quando fomos dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Domingo - dia 1 de novembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;6 horas (5h de sono / total = 13h15 em 3 dias) da manhã e sou acordado pelo vizinho fazendo "barulho" com uma caixa de guerra, surdo, e algum tipo de cornetão. Fiquei bravo, pois estavam era fazendo barulho, nem música era; a intenção era perturbar. Ai eu levanto e acordo quem não acordou ainda, tocando alvorada na conerta; o mesmo faço em outros clubes; e um em especial que me pediu para tocar para uma garota que estava fazendo aniversário, acho que era do clube da Danny; mas faltam notas na corneta para tocar um "Parabens para você", aí toquei uma Marcha Nupcial; o pessoal gostou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Café da manhã que mal comi. Alias, nessa altura, outro grande problema, pode parecer nojento, mas é que eu realmente previsava "fazer o numero 2", desde quinta não fazia, e eu que estou acostumado a fazer todos os dias. O motivo era a falta de fibra nos alimentos e o psicologico, não sei explicar, mas todo acampamento meu intestino dá uma travada. E isso estava me incomodando, sentia o ventre o pesado, e um pouco enfesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso eu, William e o Davis vamos atrás de algum clube com fanfarra, encontramos o nosso vizinho da rua de trás; e ai tocamos um pouco, fazendo o toque da corneta, entre outros; mostrando realmente o que é tocar ao invés de barulho; e os tambores deles estavam desafinados. E ai tambem fui com o William, ou Davis, ou rafa, lá no Clube do Órion, eu os vi fazendo o "Toque de Silêncio" na corneta nas demais noites, e queria aprender e trocar umas idéias; e lá eu vejo um clube exemplar, com as unidades fazendo cantinho da unidade, meditação, orando, fazendo o grito de guerra, logo de manhã. E fico sabendo que era um tal de Marlon o trompetista que manjava; mas estava meio ocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve café da manhã, depois arena novamente com muito sol. Sinceramente, pouco me recordo daquela manhã. Mas depois fomos para as atividades. Eu fiquei com a unidade Gama. E pegamos móohh fila na prova de 'nós', e ali na fila estava o Guepardos também, e eu com a corneta; brinquei um pouco de tocar com uns caras que estavam com alguns instrumentos da fanfarra (alias, que zona!); e foi gostoso ali, vários papos, brincadeiras, a Patrizia com toda sua energia tambem estava lá; e acho que ensinei para umas 15 pessoas o principio básico de se tocar um metal (no caso a corneta), a abelinha, e a maioria conseguiu fazer um dó1; porém, teve algumas pessoas, que na cagada, entre outros, conseguiram fazer até o mi2, de prima! - fiquei surpreso. E algumas pessoas até percebi que curtiram, talvez, futuros metaleiros. Aquela garota do 28 de julho também estava na fila junto ao clube, e nisso também fiquei analisando-a, ela de certo modo me chamou muito a atenção (depois faço meus comentários sobre). Na prova mesmo, foi uma confusão (Renan era um dos staffs); a prova não foi como estava escrito que seria (para o qual havia nos preparado), e por fim, a Gama foi mó maus. Dali, fomos para a outra prova, a do Uniforme, que tinha um pequeno rapel de uns 6m de altura. Não lembro qual foi nosso desbravador que participou, falaram para eu tocar algo para animar, motivar etc, ai eu toquei uma marcha funebre, hehe. Terminado, voltamos para area de acampamento; não me recordo muito bem os detalhes dessa hora, mas fiquei um tempinho lá no Guepardos Reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, de repente, aparece a mãe da Patrizia e o tio Marino, com um monte de troços, ajudo-a a carregar uma mala até nossa area de acampamento; e logo fiquei sabendo que ia ter bolo de aniversário para a pequena Patrizia (12 anos). Veio também a Paola, uns tios, acho que a vó, e uma prima que eu já havia conversado no orkut (alias, foto realmente engana). O mais embaçado era o calor infernal, o pessoal se acumulou nas sombras, como a que havia na minha barraca, próximo a uma arvore; foi um momento meio contraditório, pois de certo modo, ninguem queria sair da sombra e ir para o sol. Ai a Patrizia some, e depois de mó era aparece, cantamos parabens, e a pedido, começo a tocar aquele toque triste, de despedida; mas sou interrompido ainda no quarto compasso. E o bolo estava delicioso e geladinho; e como um pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguido provas da tarde novamente, e vou com a Gama para a de sinais com bandeiras. No caminho encontro um cara tocando trompete, do Órion, e ai finalmente encontro o tal do Marlon, e fico um bom tempo trocando umas idéias com ele, sobre música, grupo de metais, tanto eu convidando-o para ir na IASD Central de Santo André no dia 19 de dezembro que tocaremos uns arranjos, como ele me convidando para ir no Clube Órion nos domingos, eles ensaiam a banda todo domingo; mas ir para o Brooklin é embaçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui para a prova com as meninas, fizemos, foi fácil demais. Depois ainda tentamos participar do Cross com outro clube, mas não deu certo. Ai acho que sentei em alguma sombra, ou fiquei conversando com alguem, e fui tomar um banho; peguei um pouco de fila, houve um pouco de tumulto no banheiro, mas nada como um banho frio novamente. E quando sai, em questão de minutos, havia já uma fila enorme, uma multidão de pessoas, para tomar um banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No resto da tarde, por momentos eu desejei não ter ido pro Campori, quando observei meio-mundo em rodinhas ouvindo o jogo do Corinthians x Palmeiras no rádio. (inédito, num Campori, nas memórias de minha retina). E naquele momento, peguei minha Bíblia, subi na torre mais alta do portal do Guepardos, e fiquei ali lendo-a, estudando Isaias, como estou fazendo atualmente. Nisso também pude reparar na amiga do Jeferson que estava logo no clube ao lado. Ai passou uma nuvem, que trouxe um leve e rápido chuvisco, depois o Gordon apareceu por lá e ficou tambem ligado no jogo, e na outra torre, algumas pessoas do Guepardos também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lembro os por menores, e de noite fomos para a arena, onde teria a cerimonia de investidura em lideres, e o Fernando Fortini e o Eliezer (filho) seriam investidos em lider. O Omega demorou e sentou lá atrás, eu sai, e fui procurar melhores lugares, fiquei no final da escada com o Gordon, até que os vencedores passaram por ali; depois sentei lá nas primeiras fileiras, bem na cara mesmo, ao lado da Lais (do Tigres do Riacho) e da Micheli do Claudio; e o Lincon filmando tudo (deve ter ficado um filmão!) e a Débora tirando fotos. E a investidura foi muito boa, uma das melhores que já vi, apenas teve algumas coisas estranhas, eles fizeram uma churrasqueira ao invés de fogueira e umas amarras froxas no móvel (depois o Eliezer reclamou dos caras, que não fizeram como combinado); o Jenatas do Riacho também investiu; foi bem emocionante; o Pr. Silvestre e o Nilson estavam presentes (alias, o velinho tinha uma voz, as palavras dele soavam de um modo único, cativante, animador, cheio de poder!), nas palavras desses pioneiros do Desbravadores no Brasil, se via a imagem do Criador, eram de fato, homens de Deus.  Encerrado a investidura, fizeram um treco de acender velas (espero que não vire moda) que também ficou parecendo alguma coisa católica. Ai sai e fui cumprimentar, dar meus parabens para o Eliezer e o Fernando (que foi meu capitão, quando eu era conselheiro da Zeta), e ambos estavam fortemente emocionados, abraçando o Jonatas. Nisso também encontro o Italo (ex-Zeta, hoje cursa teologia), e conversamos um bom tempo. Depois houve um 'sermonete'. Após a cerimonia, teve uma cerimonia de investidura de desbravador no Clube Herdeiros do Reino e fui lá presenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultima noite de Campori, e eu já imaginei:"Vai dar trabalho para o pessoal dormir.", fora que eu estava com muito receio de pessoas do clube de querer "pular a cerca"; e eu estava com very very very very sono e cansado. Deu mó trabalho, depois ficou faltando a Sara e a Tsunami, por ultimo, que fui encontrar na Arena onde uma região inventou de fazer festa (cada uma!); ai rolou uns problemas com uns staffs que o Rafael e o William (ou era o Davis) começaram a bater boca; ai eu sem saco nenhum, querendo dormir logo, fui atrás de quem resolve, do Everaldo, ele estava dormindo, mas o Carlão estava por lá e se ofereceu para ir, e uns 10min. depois trouxe o pessoal. Ai depois, foi ficar ali até o pessoal ir dormir novamente; enquanto isso ouvi algumas conversas de barraca. Dei uma passada no Guepardos que estava alguns de pé, tomei uma água e fui dormir, por volta das 00h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Segunda - dia 2 de novembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;6 horas (6h de sono / total = 18h15 em 4 dias - Ideal: 8x4 = 24h, portanto dormi 76% do que deveria) e acordo com o pessoal do Orion tocando Alvorada, ai levanto e toco a Alvorada Americana para o Omega, e acordo a maior parte do Guepardos com o Alvorada brasileiro. Naquela manhã não deu mais para aguentar, tinha que cagar de qualquer modo, o banheiro estava zuado, fui lá, e privadas tudo entupido pois acabara a aguá. Ai fui no matinho mesmo. - Quuueeeeeee alivioooooo!!!!! - Fiquei bem melhor após soltar tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimo dia, e eu não estava com aquela coisa "que pena", mas sim mais satisfeito, acho que o sol colaborava para o desejo de chegar logo em casa, ficar na sombra e tomar um banho frio e dormir tranquilamente, fora que ainda tinha uma prova para estudar. A manhã foi rápida, primeiro arrumei minha mochila, pronta para ir embora. Conversei com algumas pessoas; depois fomos para arena, eu imaginava que teria AQUELE SERMÃO final, mas foi aquela coisa "tentou forçar", mas estava faltando algo, e não eram as palavras, nem o método. E o sol estava novamente, detonando pra valer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou e todos os clubes começaram a correr para arrumar as coisas e a ir para as atividades, eu e o Renato comandamos o clube nas atividades. Primeiro fomos na exposição e foi um dos momentos que eu fiquei mais intrigado e surpreso ao ver a certa disciplina e relacionamento afetivo que ele conseguiu fazer com o clube; não foi ainda aquela coisa, mas eu não esparava. Contudo não sei se outros fatores colaboraram, como o sol, o desgaste fisico deles, ou talvez, por já terem ficado de saco de cheio de ociosidade e não fazer nada com ordem; eu realmente fiquei muito surpreso. E fiquei também maravilhado com a exposição, havia tanta história, tantas experiências ali, tanto suor, tanto sangue, que fiquei com vontade de passar vários e vários minutos ali, lendo as experiências das pessoas, vendo os albuns, os quadros, coleções entre tantos outros, contudo, apenas 10 minutos. Dali divimos o clube, fiquei com a unidade da Ariane, fomos fazer a prova da fogueira e panqueca; o Henry ajudou; pelo menos, no local, houve sombra de algumas arvores; e a fila não tardou; contudo, havia um clube antes, que estavam fazendo "barulho" com uma caixa e bumbu, que realmente irritava. E na prova, o interessante, foi que na hora de jogar a panqueca pela corda, quem diria, ela caiu no chão; eu fiquei espantado quando vi aquela massa de panqueca mal cozida coberta de terra, e algumas graminhas, e as meninas com muita garra comem aquilo. Foi surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, de volta ao acampamento, e ai um monte de coisas para carregar para onibus; o fogão, barraca da cozinha, entre outros. Foram várias e várias viagens, percorrendo aqueles 200, 300m, carregando coisas pesadas, debaixo de um sol fulminante; contudo, felizmente, para a minha surpresa boa parte do clube colaboraram para carregar as coisas. Acho que por fim, todos queriam ajudar, ser útil, fazer alguma coisa, ou simplesmente, ajudar para ir embora rápido, pois o sol estava realmente nada hospitaleiro. E nessas várias idas e voltas, eu sempre via a garota lá do 28 lavando as coisas da cozinha na pia. Até que na última ida fui falar com ela, apenas um "oi", me apresentei, nada demais, se não me falha a memória (novamente) o nome dela é Rebeca. Fui até o onibus, deixo alguns quilos da ferragem da cozinha e na volta (era a ultima), ela ainda estava lá, ai conversei um pouco mais, isso, talvez fora uns 2 minutos, até que chegou na area de acampamento. Ai eu fiquei com o Guepardos, conversando um pouco com eles, vendo o que eles fariam com todas aquelas madeiras, pois pisaram na bola com eles; eles levariam tudo embora com eles, mas cancelaram o caminhão de ultima hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, tiro alguns minutos para descansar, fico numa sombra no gramado igrime da arena aguardando o encerramento. Ali, encontro com o carinha que foi investido em Lider Master Avançado, e converso com ele um pouco; é um homem muito simples e humilde, ralou 2 anos para ser investido. E nisso chega a minha corneta, ai fico brincando com ela, depois a Danny apareceu por lá e fico conversando com ela também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimonia de encerramento demora para começar, mas o sol não perdoava, cada vez mais "fritante", se via no olhar de cada um essa injúria para com o sol. Fui junto ao Omega, numa sombra, e na beira da mata, de repente começo a reparar num formato que via entre algumas folhas, camuflado, e pensei: "Parece com uma cobra." Fico observando, e estranho, pois havia tanta gente pertinho, pulando, e ela imóvel ali. Começo a chegar perto para observar melhor, e vejo várias moscas, e ai eu disse: "Vejam, tem uma cobra morta aqui." Agora não me recordo das escamas, talvez uma jibóia, ou jararáca, ou mesmo, cascavel (mais provavel). Depois percebem que só havia a pele, a cobra havia trocado de pele ali. Provavelmente de dia, ou noite, pois estava muito novo aquela pele, e dava até para ver aquela gosma que fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eis que a coisa logo começa, um pouco de puxa-saquismo; muito sol, porém ficam enrolando, no encerramento mais demorado que já vi em Campori. Ai nisso eu ficava variando, ora com o Mória, ora com o Guepardos, ora com o Omega (o mais desanimado). Mas não via a hora que acabaria aquilo para sair do sol. Encontro o trompetista lá, e reconfirmo com ele dia 19/12, talvez ele vá antes. O Guepardos pega ouro. O Mória prata. O Omega prata, mas depois o Everaldo vê que esqueceram de pontuar nossa machadinha, e levamos ouro. E ai, então para o onibus, logo, todos estavam lá, nem precisou chamar, apenas tinhamos que aguardar a liberação para ir embora. Nesse finalzinho, me despeço de algumas pessoas que encontrei por ali. Depois, é onibus, e para casa. Tiro uma pequena soneca no onibus, não pegamos transito, e 19h estava já em Santo André, descarregamos o onibus, e aí, para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Comentários e Considerações Finais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEvandro%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEvandro%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CEvandro%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt; 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O campori em si, foi o que menos me importei, não dei a mínima para o padrão que teríamos no final. No momento eu estava, sinceramente, mais por uma busca de sentido, de respostas; me veio muito em mente algumas coisas que desenvolvemos nas aulas de Psicologia da Educação com o prof. Paccheco. Logo, fiquei muito reflexivo, tentando promover um relacionamento afetivo educativo com as pessoas, tentar analisar e perceber o que realmente havia no coração das pessoas, onde eu podia ajudar; quais eram as entrelinhas, o que passava na cabeça de tais pessoas. Ao mesmo tempo, eu reparava, e muito, nos processos educativos que estavam ocorrendo, na atitude, no afeto, no relacionamento das pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Muitas das coisas observados reservo-as para mim, ou contarei para pessoas em particular. Mas em geral, muitas coisas eram contras. Por exemplo, boa parte das pessoas entre 13 – 17 anos estavam praticamente com o desejo sexual, talvez, não do ato mesmo, mas o de ficar, dar uns beijos, etc. Logo, muitas coisas, conseqüentes, ocorriam em decorrência disso, como a forma como estava o “exterior” das pessoas. Ao mesmo tempo, só houve uma única vez que eu vi uma unidade lendo a Biblia, não sei o clube, eles estavam fazendo o pôr-do-sol no sábado; foram poucos aqueles que pelos seus atos demonstraram ações voltadas para adoração e comunhão a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Quanto ao território, pouca coisa mudou do ano passado, melhoraram um pouco; contudo, chego a imaginar se não estão aproveitando de mão-de-obra barata, melhor, gratuita; usando de trabalhos voluntários para desenvolver a infra-estrutura do local. Contudo, olhando tudo, você vê e logo pensa: foram 65 reais de inscrição, se foram em torno de 2mil pessoas, logo, o crédito total foram de 130.000reais; mas onde foi parar toda essa grana? Certamente, na infra-estrutura, necessidades básicas que não foi a grande parte; acho que mais, para pagar dividas, talvez o terreno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Quanto aos eventos no palco. Espero que dessa vez tenha caído a ficha, que o pirotécnico, o sensacionlismo, é momentâneo, temporal. Depois de 3 camporis com “a mesma coisa”, diga-se de passagem: “pessoas vestidas como soldados antigos”, “fogos de artifícios”... o pessoal enjoa, fica anestesiado para aquilo; não mais impressiona. Por fim, a pessoa quer algo verdadeiro, substancial, algo que de fato faça sentido. Creio eu que era o relacionamento educativo afetivo de um verdadeiro espírito e essência do desbravadorismo o que cada um estava ansioso para ser provocado; mas quanto a isso, parece ter tido uma grande decepção, pelo menos eu o tive. Houve menos puxação de saco comparado ao de Barretos; mas mesmo assim, teve bastante. (os desbravadores não estão lá para ver pastor desfilando e ser homenageado). Os sermões tentaram ser ousados e tocar em pontos específicos que vem fazendo parte da vida da atual juventude secularizada; contudo, ao invés de atacar e de se concentrar na essência, na causa, foi focalizar em alguns aspectos superficiais das conseqüências. Não tiveram muito êxito. Normalmente, se está acostumado a ver incríveis sermões em camporis, mas nesse, por alguns momentos foi encher lingüiça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Contudo, eu vi alguns poucos exemplos, ótimos exemplos. Em destaque para o Clube Órion, eu realmente fiquei impressionado. Um clube que realmente é um clube de desbravadores e não qualquer outra coisa. E o mais curioso, é que não são poucos os que tinham ódio deles, por inveja ou alguma emoção do tipo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Foram dias onde pude simplesmente dar um OFF nas preocupações da vida da cidade, do futuro profissional, da faculdade, do trabalho, do mercado de ações e opções; respirar. E passei a refletir muito sobre o meu papel nos desbravadores. “Continuar ou não?” “Trocar de clube ou não?” Essas, foram certamente as perguntas que mais me intrigaram. Pois olhando mais friamente, parecia que o verdadeiro desbravadorismo havia morrido na AP, se não fosse ter visto o Órion. Mas e a tendência? Não gosto da palavra “liberal”, acho que ela não significa as coisas direito. Mas veja bem, agora tem até chapinha no campori, geladeira, microondas; é muita comodidade; o verdadeiro sentido do que é desbravador e unidade, em 99% do tempo não se vê, apenas às vezes são relembrados na hora de fazer os ideais e cantar o hino dos desbravadores. E o questionamento continuou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Também pensei um pouco sobre a vida no interior, o meu sonho de fugir das grandes cidades. É simplesmente espetacular, pois de fato se vive. Viver em grandes espaços abertos, com muito sol, vegetação, sons de pássaros, ar puro; silencio e tranqüilidade. Fora que podia sentar-se no alto da colina, e ter aquela visão panorâmica até a linha do horizonte, de grande beleza, por cadeias de montanhas, vales, florestas, céu estrelado a noite; sem TV, sem luz, sem rádio, sem telefone, sem computadores; é você as pessoas, a natureza e Deus. Sem contar que para tudo o que for fazer se envolve uma atividade física; desde carregar água, andar uns 350 metros até o banheiro, subir e descer a colina; o sedentarismo mesmo praticamente não ocorre. Talvez, por mais problemático que esteja o Clube de Desbravadores, os Camporis, talvez aqui há uma benção, mesmo vendo os cardápios longe do ideal, ainda assim, as pessoas estão um pouco afastadas do luxo do “seu quarto”, tendo que dividir uma barraca com outras pessoas; elas precisam andar, e andar muito, para tudo; acho que seria interessante um dia contar quanto que se anda em média num campori; mas acho que são vários quilômetros por dia; a pessoa bota o metabolismo para funcionar; fica pelo menos longe a TV e computadores (por enquanto, pois nos EUA já...), tem que se carregar algumas coisas; fisicamente, as pessoas saem melhores, perdem peso, queimam gordura, fortalecem os músculos, melhoram o aeróbico, transpiram mais, regularizam mais os horários de refeições, precisam desenvolver uma disciplina e paciência para encarar a fila do banheiro, por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Não sei direito o que aconteceu, mas depois da soneca, de sábado a tarde, na sombra da arvore, minha cabeça foi sacudida. Fui despertado, de modo que fiquei, mentalmente ativo como há anos (talvez) eu não ficava. Aliás, após o Campori, foi estranho. Pela primeira vez não tive “ressaca pós-campori”, mas pelo contrário, um extraordinário animo, disposição e vigor físico e mental; de modo que minha mente está um turbilhão de pensamentos, idéias, de animo (desenvolvi cada idéia, alguns irem colocar em futuros posts, mas do tipo, que ontem eu nem consegui dormir direito de tão inquieto que estava minha cabeça). Meu corpo com tanta energia, sem cansaço algum, mas pelo contrário, tanta disposição que hoje eu sai correndo, e para a minha surpresa, corri 14km, e forcei muito, corri pra caramba, dando vários daqueles picos de chegar no máximo de velocidade e resistir pelo máximo de tempo possível; mas com muito fôlego, minhas pernas não se cansavam, pelo contrário, eu sentia-as extremamente leves! Uma sensação única que há anos também eu não vivenciava; não perdi o fôlego, não suei muito, e não fiquei quase nada cansado após; o alongamento estava bom, principalmente nas pernas e ombros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Por fim, as duvidas com quais entrei no Campori, continuaram. O de mais proveitoso, foram relacionamentos que desenvolvi, fortaleci, criei ali; novos afetos, algumas atitudes educativas que tive e obtive; o de poder ter contemplado o Órion, mostrando o exemplo, quase como os levitas. Por poder ter dado um tempo para a rotina da cidade, no bucólico, apesar de tido dias desgastantes e exaustivos de tanta atividade, trabalho árduo, sol, pouca horas de sono. E também, pelo despertar daquela garota, que me despertou muito a curiosidade, pois parecia diferente de todos os demais, parecia haver alguma luz ali no meio, e agora há o desejo de verificar; não era como os demais, era diferente; o Jeferson me falou boas coisas a respeito dela, que realmente ela é incrível. Na segunda-feira, também tive outras impressões semelhantes, no culto pela manhã, o pastor perguntou quem queria ser pastor, ministro do evangelho (alias, será que a modinha pegou agora, de isso ser ritual de campori?), não vejo muito sentido em falar isso; visto que não precisa ser pastor para pregar o evangelho. Mas nisso, outras pessoas, inclusive algumas meninas do meu próprio clube que eu pouco conheço, de prontidão, de forma séria, se levantaram para tal desejo e propósito de vida; isso me surpreendeu muito; foi quando notei que elas também eram diferentes; no restante do dia, passei a reparar mais nelas, estou profundamente curioso para conhecê-las melhor. Contudo, por outro lado, algumas decepções eu tive, quanto para algumas pessoas, que eu já pensava o contrário, mas que ali, a mascara caiu. O grande questionamento que me assola agora, que talvez esse campori foi o passo inicial é: “Quem será o Evandro em 2010?”, quais serão as metas, planos, atividades? Haverá próximo Campori para o Evandro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Bem, até o próximo Campori.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;&lt;strong&gt;Sites com algumas fotos:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com/NeoDarshu/Campori09?authkey=Gv1sRgCMjP1LeB8uDHjAE#"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Picasa do Rafael&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(153, 51, 0);" href="http://picasaweb.google.com/synapse.overflow"&gt;Picasa do Adriano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;infra-estrutura: &lt;/span&gt;7 (faltou principalmente sombras e arvores estratégicas)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Sanitarismo: &lt;/span&gt;8 (faltou uma boa logística para os banhos, e controle dos vandalismos)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Segurança:&lt;/span&gt; 2 (houveram poucos staffs rondando as grandes dimensões do local, e deram total liberdade a desbravadores desgarrados da unidade e sem conselheiros.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Provas:&lt;/span&gt; 2 (foram mais brincadeira do que qualquer outra coisa; nem os staffs sabiam direito. Decepcionante para quem se preparou.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Área de acampamento:&lt;/span&gt; 4 (mau dividida, não arrumaram o terreno, algumas áreas eram irregulares para barraca caso chovesse, o chão irregular com aquelas tartarugas e buracos permaneceram. A logística foi mal distribuída de modo que houve clubes que sobraram muito espaço, e outros que nem mesmo conseguiram “esticar as barracas”.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Eventos no Palco/Arena: &lt;/span&gt;7 (o que salvou, foi a investituda, foi muito boa)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Musicas: &lt;/span&gt;5 (As musicas orquestradas, trilhas sonoras etc. foram muito boas, os demais, horríveis. Porém, apesar de tudo, a equalização, ajuste do som, as caixas de som, estavam péssimos, chiando, muito alto, entre outros. Foi legal a idéia de colocar o trompete. Mas a bandinha e musicas do campori, péssimas.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Jornalzinhos: &lt;/span&gt;2 (em geral, péssimo).&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Desenvolvimento mental:&lt;/span&gt; 1 (ficou a cargo mais do individualismo, o Campori em si, pouco contribuiu.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Desenvolvimento físico:&lt;/span&gt; 7 (as áreas afastadas, e formato do terreno favoreceu ao anti-sedentarismo. Porém, não fizeram um controle da alimentação)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Desenvolvimento espiritual: &lt;/span&gt; &lt; 5 (acho que já disse no post)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, até o próximo Campori.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-1598321275264617344?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/1598321275264617344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=1598321275264617344' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1598321275264617344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1598321275264617344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/11/x-campori-da-ap-servos-do-rei.html' title='X Campori da AP - Servos do Rei'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SvIO0N9LxdI/AAAAAAAAA60/WfD_94pCGzs/s72-c/DSCF6550.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-7262703501723485064</id><published>2009-09-23T14:06:00.003-03:00</published><updated>2009-09-23T14:14:14.125-03:00</updated><title type='text'>O Lado Negro da USP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acho que nunca dei muita atenção a isso no blog, mas venho a informar algumas experiências dentro da universidade (USP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembro do ano de 2005, no segundo ano de cursinho, todo empolgado, me inscrevo no vestibular da FUVEST. Sem contar aquele maravilhoso manual que falava sobre a USP, as unidades de ensino, como o IME – Instituto de Matemática e Estatística, além do guia de profissões entre tantos outros. Parecia um paraíso, um outro mundo, uma idealização total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me inscrevo e passo com grande folga no curso de Licenciatura em Matemática, optando pelo noturno, para assim poder trabalhar de dia. Pois vamos dizer que não vim de uma família com um planejamento familiar para poder se dedicar com exclusividade aos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, 2006, primeiro ano, primeiro semestre, e quando vou olhar minha grade de horário, lá estava: Geometria Analítica, com uma das aulas sendo na sexta. Converso com os responsáveis na instituição, sobre a questão do sábado, e a “solução” era conversar com o professor. Bem, a professora era mais uma das que não passava a lista de presença (então não teria problema com faltas), as provas seriam nas aulas de segunda; contudo, eu tinha que me virar com aquilo que perderia na sexta. Bem, primeiro ano, o nível da matemática universitária foi um choque para mim, achei muito difícil GA, pois tanto o professor quanto o livro que seguia, o qual a aula se baseava em copiar o livro na lousa, eram extremamente anti-didáticos. Não consegui acompanhar. E ai tive minha primeira DP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que no primeiro semestre eu já pensei em abandonar o curso, devido a todo o idealismo que eu tinha da USP que foi por água a baixo. Talvez até tivesse abandonado, senão fosse pelos excelentes professores que tive em Cálculo 1 e Laboratório de Matemática; que me deram algum sinal de esperança, e que pude ver ainda mais maravilha na matemática, de modo a dizer para mim mesmo: “Vale a pena”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a minha surpresa, no final de junho teve o período de matricula para o segundo semestre, e eu conheci um tal de Jupterweb, o sistema online ( sistemas2.usp.br/jupiterweb/ ) onde se fazia a matricula, e haviam várias opções de disciplinas e horários para se matricular. E então optei por não fazer nenhuma matéria de sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, segundo semestre e foi quando eu percebo que as disciplinas eram uma grande bagunça e que tudo dependia – talvez 100% - do professor que ministraria a disciplina. Em Gravitação, uma matéria de física, tive uma extraordinária primeira aula, que foi um resumo da História da Gravitação; mas foi só. Após isso, o professor se prendeu totalmente a fórmulas, contas, demonstrações, e exercícios, de modo que ele era anti-didático, e se usava coisas que eu apenas estudaria no Calculo 3, como devidas parciais, vetor gradiente; e não foi por menos, que eu mais várias pessoas pegaram DP. Mas novamente, “Calculo 2” e “A Matemática na Educação Básica” me motivaram a continuar no curso. E assim foi meu primeiro ano. Curioso, que em 2008, cursei novamente Gravitação, foi um outro professor, e foi TOTALMENTE diferente do anterior, pois o enfoque foi histórico, de modo a analisar muito as mudanças de paradigmas, identificar o pensamento dos períodos; e a menos parte se tratava de contas; e eu passei. Logo, os professores meio que faziam o que queriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no primeiro ano entendi porque haviam muitas e muitas pessoas, no noturno, no sexto e sétimo ano; assim como muitas não conseguiam terminar o curso em 10 anos. E porque quando chegava período de matricula, era uma verdadeira correria para “Saber como era o professor”. Era bem simples, se o professor era ruim, que ferrava o aluno, era antididático, tinha uma margem grande de reprovação, então as pessoas buscavam fugir de se inscrever em tais. E ao mesmo tempo, sempre haviam pessoas dizendo: “Olha aquele professor vai dar a matéria tal, se inscreve nela.” Pois os bons professores, aqueles que explicavam bem, ou que você tinha mais chance de passar, eram poucos. E é comum encontrar pessoas do terceiro ou quarto ano que ainda não fizeram Calculo 2. E logo eu comecei a minha lista negra de professores e a branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2007, primeiro semestre, e novamente, não pego nenhuma matéria de sexta; mas sem muitas opções dadas pelo Jupter, curso apenas 3 disciplinas (12 créditos). Pego minha primeira matéria da educação (Faculdade de Educação), e era um OUTRO MUNDO, totalmente diferente do IME. E em Calculo 3, não conhecia o professor, mas era um péssimo professor, era totalmente diferente o modo como ele apresentava o Calculo do outro; de modo que ele amava usar GA e parametrizar, não era didático quanto ao seu método; eu não entendia bulunfas, e assim como muitos outros, DP. Bem, no ano seguinte, cursei Calculo 3 com outro professor, que era excelente, excelente mesmo, e eu passei até com certa facilidade e entendo tudo muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo semestre de 2007 e eu já comecei a me ver apertado pelas disciplinas de sexta, pois algumas, pareciam que para todo o sempre, apenas seriam oferecidas com aulas na sexta. Já tive meu primeiro problema no Jupter, de “falta de opção” do que me inscrever. E cursei 3 matérias, sendo uma delas, Termodinâmica, com aula de sexta. Bem, o professor também não era muito didático, tinha a língua presa, falava para dentro e não dava para entender muito bem o que explicava; mas até que dava para ir. Conversei com ele sobre as aulas de sexta, e ele me disse que a aula de sexta eu poderia fazer no IF (Instituto de Física) com uma outra professora, numa janela que eu tinha; ele falou com a professora e acertou tudo. Bem, vou lá pro IF, e um simples problema, o conteúdo que os dois abordavam eram diferentes; no IME, ele corria com a matéria, já no IF, ia mais devagar, de modo, que no final do semestre, no IF não chegou nem a ver a metade do que se viu no IME; fora do enfoque, exercícios, entre outros, serem bem diferentes. Ou seja, acabou não valendo por nada, não deu para acompanhar, apesar de ter ralado e suado para não pegar DP, peguei. (nisso eu já peguei trauma das matérias da Física). Mas também fiz uma matéria na Educação, que foi tranqüilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro semestre de 2008, faço Estatística 1, pego um excelente professor que já havia pego uma vez; e passo, apesar de ter dado um bom trabalho, pois ele ministrou a matéria do jeito dele, de modo que não se comparava em nenhum livro de estatística, além de usar as próximas denotações e não definir nada. Também pego GA, e uma aula era de sexta, (cedo ou tarde teria que cursá-la); mas peguei um excelente professor, tão bom, que mesmo não assistindo as aulas de sexta, e dando uma acompanhada com um livro, consegui com muita tranqüilidade aprender e passar. Foi uma experiência totalmente diferente do primeiro semestre. Também, como dito, passei em Calculo 3 com um excelente professor também. Outro problema, foi o Jupter, devido a falta de opções, tive que cursar apenas 3 disciplinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, em 2007 aconteceu um fato muito chato. Fizeram mudanças no currículo do curso para quem ingressou a partir de 2006. De modo que no segundo semestre de 2007, me matriculei em Geometria e Desenho Geométrico I, com um excelente professor (parecia professor de cursinho), um dos mais badalados do IME. Mas devido a essa mudança, 2 semanas depois, fui automaticamente excluindo da disciplina pelo Jupter, como muitos outros, o que me forçou à apenas fazer 3 disciplinas no semestre. E nessa mudança, também tiraram do currículo uma matéria de computação que havia cursado, logo, ela não prestou para nada, perdi créditos, e tal foi computada como Extra-Curricular, e não obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo semestre de 2008, nem preciso dizer o quanto já estava com raiva da perseguição do Jupter. Pego gravitação novamente, que passei, como já disse; Calculo 4, porem com um péssimo professor, não só eu, como muitos não entendiam quase nada – e outro que vinha com aquela história de parametrizar tudo – eu, e muitos outros não foram aprovados. E uma das piores coisas aconteceram em tal semestre, Estatística 2 e Geometria e Desenho Geométrico I (aquela que havia sido excluído) tinham aula de sexta. Conversei com os dois professores. O de estatística era bom até, contudo tratou de forma bem fria meu caso, dizendo que eu poderia fazer as “provinhas” (que seriam dadas de sexta) na outra turma (mas teria q matar a outra aula de geometria para isso); além, de ser muito diferente (inclusive as notações e método de fazer as coisas) do que eu havia aprendido em Estat. 1. A disciplina de Geometria, foi pior ainda, pois o professor não tinha muita expressão nem didática, mas era uma pessoa de um coração imenso; mas devido a perder as aulas de sexta, e metade das outras aulas por causa das provinhas de estatística; eu me perdi de modo tamanho, que houve casos em que cheguei na aula, e eram provas (e eu não sabia que teria prova em tal dia), ou mesmo aconteceu de eu perder prova de geometria, sem saber, enquanto fazia provinha. E por mais que me esforçava; foi o meu pior semestre na USP, com 3 DPs, em Estat. 2, Geometria, Calculo 4; apenas passei em Gravitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o meu pior semestre, eu fiquei muito furioso, com raiva da USP, uma raiva bem profunda. Além da burocracia que foi para aprovar o meu estágio, de modo que quase que o perco. Aliás, com tais reprovações, não seria mais possível terminar o curso de 2010 de modo algum, do mínimo, 2011. Foi um bom período no qual fiquei pensando: “O que vou fazer?” Nessa altura do campeonato, já conhecia e via no IME, muitas pessoas que estavam no sétimo e oitavo ano! Pois também entrou um tal de “Período Ideal de Matricula” no Jupter, de modo, que para quem pegou DP, ficou atrasado, entre outros, passou a se ferrar de vez na hora de fazer matricula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2009, começou com a pior mierda possível, quase sem opção nenhuma para escolher do que cursar; nada batia; fora o período ideal de matricula, que estava me amarrando. De tal modo, que fiz 2 optativas (1 FE e 1 IME) e 1 obrigatória; porém, felizmente, todas foram com excelentes professores. O da FE o melhor até então, que eu tive na história; que meu cargas novas de animo e determinação para ir até o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo semestre, e lá veio todas as DPs para se fazer de novo. Senão amarraria ainda mais o curso. Pior, jupter dessa vez me limitou de vez; de modo que apenas me matriculei em 2 matérias, outros 2 fiz requerimento, mas em POEB não foi aceito. Pois só ofereceram uma turma para Quarta a noite (o dia da Educação, para os cursos noturnos de matemática), para toda a USP; e ai se inscreveram dezenas de pessoas a mais, do que o Jupter permitiu. Fui na primeira aula, e o professor falou sobre esse constrangimento do Jupter, que deveria se chamar Era (a mulher de Jupter na mitologia, pois perseguia seus filhos), por perseguir e querer acabar com a vida dos alunos. Estatística 2 e Álgebra Linear, não tive opção, ambas tinham aula na sexta; contudo, conhecia jah o professor de Álgebra, foi com o que passei em GA. Calculo 4 então, apenas abriram uma única turma, um único professor (não tinha como fugir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de serem 3 matérias bem difíceis, o professor de Calculo dá certo medo, não há aquela afetividade com o aluno; e estranhamente marcou suas provas para os dias em que cai a primeira aula. Ou seja, essa semana tivemos a primeira prova, e um amigo meu, devido a sair tarde do trabalho e o transito que não colaborou com as chuvas em São Paulo, chegou às 20h30 na USP e perdeu a prova (começou as 19h20 – 20h45), e ele me disse que acha que vai trancar Calculo 4. Bem, interessante, é que esse amigo, é mais um que pegou DP comigo em Calculo 4 ano passado. Já Álgebra, estou até que conseguindo ir; gosto de trabalhar na linha das matrizes, e o professor é excelente; contudo, a sua P1 foi marcada para uma sexta, conversei com ele, e ele me permitiu fazer com outra turma numa terça. Contudo, para isso, eu tive que matar uma aula de Estatística; o que complica visto que só vejo as aulas de terças. Porém, felizmente, a professora de estatística tem uma excelente didática; o pior mesmo é ter que compensar no estudo do livro (é um livro que explica bem, mas muito no blábláblá, e o torna cansativo com tantos textos e páginas), e ao mesmo tempo, não ver as aulas de sexta, pois realmente ela explica muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me chama a atenção aqui é a idéia de alguns professores tem quando explico o motivo pelo qual não vou na sexta, de guardar o sábado e tals. Alguns encaram isso como “Esse aluno está arranjando desculpa para não estudar, para não vir para a USP, para não assistir aula e passar; e ficar se divertindo com a sexta a noite.” Pois de fato, conheço pessoas, inclusive adventistas que fazem isso. Fora, que mesmo na USP, há um pessoal cabular aulas de sexta, para ir em alguma festa na ECA, ou beber. Não preciso me defender sobre isso, quem me conhece sabe, não tem nada a ver, não é preguiça, não é comodidade, não é querer dar uma de espertinho. Fora que sexta, sábado e domingo, talvez sejam os dias mais atarefados que tenho; de modo, que sobra pouquíssimo tempo para eu estudar nos fins de semana, ao mesmo tempo, felizmente, é quando, consigo relaxar um pouco das atividades estressantes da semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas minha revolta em questão se está quanto a USP, se de inicio, se em 2005 naquele material para se inscrever no vestibular, informasse que no IME:&lt;br /&gt;&lt;li&gt;São poucos os professores bons (em questão de notória, didática, afetividade...);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que tirar um 5 (média) é encarado como um 10;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que dificilmente você encontrará alguém que não pegou nenhuma DP;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que no noturno, a maioria demoram mais de 5 anos para se formar;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que matemática e física são os cursos mais difíceis da USP, com maior numero de desistência e pessoas que traçam; assim, também, os que mais têm vagas remanescentes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que a metodologia de avaliação é você se sacrificar gastando horas fazendo listas e se matando para tirar uma nota nas provas; e que isso, no final, vai depender do exercício que o professor colocará na prova; de modo, que um exercício, uma Integral, uma primitiva que você já quebrou a cabeça para encontrar, mas não encontrou, pode fazer seu semestre todo ir por água abaixo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que se você sair da linha, o Jupter vai te perseguidor, cada vez mais arduamente até o final do seu curso;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A facilidade, dificuldade ou impossibilidade de passar na matéria vai depender muito do professor que você pegar;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que muitas pessoas não terminam a graduação em 10 anos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que 90% do que você vê, você nunca vai usar na vida, principalmente para lecionar aulas de matemática (a menos se for prof. universitário)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Que os serviços administrativos na USP têm uma burocracia e lerdeza que te deixa extremamente enraivecido. (“Assine aqui e volte daqui 15 dias para ver se já está pronto.”)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E as greves então...&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;Bem, talvez eu tivesse pensado 2 vezes antes. Ou então, escolhido cursar logo de manhã e tentar ficar sendo bancado pelos pais, até completar o curso em 4 anos. Se fosse isso, este ano eu já estaria me formando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso para não contar, as horas de transito e viagem, todos os dias para chegar até a USP&lt;br /&gt;Interessante que tenho um amigo no mestrado na medicina, e outro no doutorado da matemática, e que reclamam pois os tutores deles estão enrolando-os; o que era para demorar 2, 3 anos, já está no terceiro, e com cara que irá mais 1 ou 2 anos..&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, para quem reclamarei? É publico, logo, quem liga?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-7262703501723485064?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/7262703501723485064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=7262703501723485064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7262703501723485064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7262703501723485064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/09/o-lado-negro-da-usp.html' title='O Lado Negro da USP'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-1063286746550400134</id><published>2009-05-31T22:43:00.006-03:00</published><updated>2009-06-01T00:06:57.589-03:00</updated><title type='text'>Dia de Balanço</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá, meu caro(a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tenho que fazer 2 relatórios então serei breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, agradeço de forma muito especial a todos que me parabenizaram, que demonstraram que no fundo, possuem – ainda – alguma consideração para com este desprezível homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um dia inevitável na vida, ele chega, e aquelas pessoas que sabem do dia do seu aniversário, ou aquelas que de repente viram “um amigo desconhecido” no Orkut como aniversariante do dia, sempre vêm com aquelas benditas frases e mensagens:&lt;br /&gt;- “Parabens!”&lt;br /&gt;- “Felicidades!”&lt;br /&gt;- “Que Deus isso e aquilo na sua vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é uma desconsideração para a sinceridade, vontade e consideração para cada um, sobretudo de meus pais, familiares e amigos próximos. Mas tenho que admitir, essas palavras muito me ferem. Ferem porque ao olhar o histórico do último ano, NADA, NADA, NADA, vejo do que posso dizer: “É Evandro, parabéns, finalmente você fez algo de bom.” Muito pelo contrário, vejo um inútil, medíocre, que na grande maioria das vezes é um hipócrita com a própria humanidade e que tem vergonha de propor a si mesmo e os valores que acredita , os quais encontrou, para as outras pessoas; subjugando que elas não verão o sentido desses valores e que agirãoindiferentes a tais. Quase que uma pré-indisposição para um verdadeiro relacionamento educativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém me deseja felicidade, logo eu penso que isso quer dizer eu tomar as decisões certas na vida, ser ousado quando necessário. Mas toda vez, neste dia, talvez seja o dia que eu mais olho para mim mesmo, mais eu olho para o Evandro; e mais dou conta, que esse desperdiço de espaço x tempo não vale um centavo. Não é porque muitos são hipócritas, pois dizem para ser feliz mas não estão nem um pouco interessados em provocar isso; mas essencialmente, porque a felicidade individual depende exclusivamente da minha atitude individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia dizer várias coisas que alguns diriam ser conquistas que aconteceram nesse último ano; o excelente estágio, novas amizades, os x livros que eu li, novas coisas que aprendi... Mas ao meu ver, todas essas coisas são vaidade. Cedo ou tarde, essas coisas perecem, minha vida perece. E a pergunta que fica é quanto ao que deixei de bom, o que produzi de bom, o que eu plantei de bom na humanidade? E ao olhar meu histórico, vejo casos, casos os quais minha emoção clama para que sejam verdade clamando: "Evandro, aceite que isso foi algo bom."; querendo assim uma autopiedade, uma autoaprovação, um certo tipo de autoconsolo; mas que não passa de um engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de também não gostar das cadeias da formalidade nesse dia; na qual você fica prezo dentro de certas expectativas e coisas básicas que a família entre outros querem fazer nesse dia... me entristece o fato de receber crus palavras ao acaso no orkut; muitas, por pessoas que mau olham no meu rosto, mal conversam comigo, mal respondem e-mails, ou mesmo ligam. Pois aqui estou eu, no meu aniversário, sozinho em meu quarto, na frente de uma tela de computador sem vida. - Egoista, reclamando de si mesmo, enquanto pessoas sofrem ão possuem um quarto onde refugiar-se do frio. Talvez, porque tudo que meu coração mais anseia nesse dia não são essas frases, e de fato, não o é, não é receber um “parabéns”, “felicidades”, “muitos anos de vida”; nem um ‘scrap’ de 3 linhas; mas sim as palavras não ditas, cartas do fundo do coração, histórias, reconhecer o que significou para cada pessoa as experiências que passamos juntos, o que aprendemos; e talvez, nessas entrelinhas encontrar algum traço verdadeiro da minha humanidade, e de algum fato pelo qual posso dizer “Que maravilha Evandro, você foi usado para fazer isso, que algo incrível, extraordinário." "Que maravilha Evandro, alguem abriu da própria experiência, da própria vida para com você. E isso é de um valor inestimável.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aniversário do Evandro, é um dia em que este ser não espera por palavras de comodidade para o incomodo, de anestesia para a vida. Mas o dia em que o Evandro mais esperava a provocação, o dia em que o Evandro mais esperava as palavras de sinceridade, a repreensão dos sábios, os convites a sabedoria, a maior busca e expectativa de produção deste. Um dia em que o Evandro esperava rasgar o véu da cegueira e que os outros, talvez, lhe dessem esse presente; mas quando tudo o que vê, é um véu diferente, agora, com outra cor, e outro número, e a mensagem: “Parabéns, pois esse é o vigésimo terceiro véu.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao encerrar esta, agradeço a cada um que olhou, que falou, que me mandou uma mensagem, seja por onde for, comunicou-se comigo; e mesmo aqueles que no fundo do coração parabenizariam, mas não sabiam que hoje era essa data. Agradeço porque vocês estão vivos e ao olhar para essa vida, dou conta de que ainda resta alguma vida em mim, pois enquanto este coração bate, ainda se há um raio de esperança. E tais mensagens me anunciam toda essa realidade; pois fazem a ferida doer. E como fico grato, por ainda sentir dor. De modo algum, quero que olhem para o Evandro nesse dia. Mas se há um pedido de aniversário neste dia, que eu faço, e gostaria que se realizasse, é compartilhar com você esta “carta de aniversário” que eu recebi, escrita há uns 100 anos. Isso me provocou muito e mudou a forma como estava a encarar este dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/65709629/eac77df3/Uma_Carta_de_Aniversrio.html"&gt;Carta de Aniversário&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, que o dia 31 de maio, não seja o dia em que a Terra parou por causa do Evandro, mas que acelerou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-1063286746550400134?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/1063286746550400134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=1063286746550400134' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1063286746550400134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1063286746550400134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/05/meu-aniversario.html' title='Dia de Balanço'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-3515720052332623778</id><published>2009-02-26T23:07:00.002-03:00</published><updated>2009-02-26T23:11:29.598-03:00</updated><title type='text'>Acampamento de Carnaval</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sexta-feira  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na quinta já havia arrumado o principal da minha mala - melhor, mochila cargueira de 85L. De modo que pouca coisa ficou faltando para terminar pela noite. Visto que não seria um acampamento móvel (ficaríamos fixos no local, ao invés de ficar tendo que carregar as coisas para lá e para cá), não me preocupei com peso, colocando quase uns 16kgs de carga na minha. Sendo que o que mais pesou foram os sacos de dormir, cordas e rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 8h30 chego à Central, local onde sairia o ônibus e tudo mais. E logo de cara fiquei espantado com o número de crianças que iriam acampar; muitas delas, não eram desbravadoras (investidas) e muitos deles, pelo menos uns 15, eu nunca havia visto na minha vida. Praticamente tudo já estava carregado quando cheguei, de modo que só foi colocar a minha mochila, e dei o case com meu trompete para o Carlão levar de carro (ele iria à manhã seguinte, estava ainda com certo receio de levá-lo, e a segurança que o local ofereceria para tais coisas de grande valor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em torno das 10h chegamos ao local - se não me falha a memória. No local o sinal de celular não pegava ("CLARO que você não liga"), apenas Vivo pegava bem, e TIM, com um pouco de sorte. Primeiro descarregamos a cozinha, equipamento para tal, fogão, comida e suprimentos; e depois as bagagens. O Carlão e o Davis já haviam ido de manhã para montar as barracas. Ao perceber a quantidade de pessoas, em torno, de 118, e de barracas, em torno de 20 (6 pessoas), e de malas (10 Toneladas); logo pensei que ficariam muito apertado as barracas, muita gente, muita bagunça na barraca (algo que não aceito, fora da minha ordem - perder coisas, ou zuar outras). Então fui logo procurar dois troncos para amarrar a rede e ali dormir. Encontrei um ótimo lugar na pequena colina que havia atrás da área de acampamento, e ali coloquei a rede, fixando-a por meio de nós escotas mordidos e de voltas da fiel duplos nos troncos. E também improvisei para prender minha mochila na altura ali, para não ficar no chão e assim, possíveis animais e aranhas entrassem nela com facilidade. Já coloquei meu saco de dormir nela e tudo pronto para ir dormir. Mas antes fui reconhecer um pouco mais o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, realmente, se tratava de um clube (Clube de Campo São Camilo - da Universidade São Camilo). Então havia uma baita infraestrutura, ruas com concreto... muitas construções, várias enormes piscinas, cozinhas, teatro... era enorme, um lugar com muita comodidade. O que ao meu ver já era um imenso problema, pois acampamento de Desbravador deve ficar ter por direção o acampamento rústico na mata, e não o hotel 5 estrelas na cidade. A área de acampamento ficava num campo de futebol na parte mais alta, e sem iluminação local, mas que era afetado pela iluminação das demais construções. Era um local repleto de imensos aracnídeos. Logo encontrei o Elcio e o Elton no teatro arrumando a mesa e caixas de som e o telão. Ajudei-os, quando percebi que haveria necessidade de um computador ali. Então liguei para o Carlão passar em casa pela manhã e trazer meu laptop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles iriam dormir ali mesmo, tinha um local mais ao fundo do palco, era colocar o isolante no chão e dormir. Apesar do desconforto de dormir no chão duro (na terra é mais macio, ou na rede que é mais ergonômico); pensei em dormir ali também, pensando na segurança do trompete e do notebook que chegariam no dia seguinte. E sendo aquela, a primeira noite, o pessoal estaria muito eufórico, barulhento, e provavelmente eu não conseguiria dormir ali na rede, talvez ficasse bravo, irritado, e fizesse grosserias para o povo ir dormir. Então, para evitar isso, decidi pegar a minha mala, o saco de dormir e ir dormir ali mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso eu já havia encontrado o Davis e presenteado-o com o saco de dormir Natuika Viper. E depois de tudo certo, fui dormir, por volta das 00h30; após, ficarmos um bom tempo cantando quarteto em acapela, eu, Renato e o Elton. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs:&lt;br /&gt;- Ficou faltando fazer abertura.&lt;br /&gt;- Ficou faltando fazer uma reuniao geral falando das regras, normas e punições que haveriam no acampamento.&lt;br /&gt;- Ficou faltando fazer uma reuniao com os conselheiros e outra com diretoria.&lt;br /&gt;- Ficou faltando determinar a o Toque de Silêncio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sábado &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;6h30 acordo, e já noto que muitos desbravadores estavam acordados e zanzando pela rua que faz a ligação dos banheiros e da área de acampamento (e sem os conselheiros). Também percebo que meu isolante térmico estava molhado por cima, e percebo que era meu suor. Aquele saco de dormir realmente era quente, Nautika Mummy, e ele tinha aquela propriedade de jogar o suor, a água para fora, por dentro estava 100% seco. E como notei que a maior parte já estava acordado - aliás, mal durmiram - nem toquei o alvorada. Pois também o Carlão não havia chegado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 7h30 teve uma pequena reunião, de modo que alguns chamaram de abertura, mas que de fato não foi. Não houve apresentação de unidades. Não houve os ideias, não houve o hino dos desbravadores. Não houve asteamento de bandeiras. Nada. Apenas o Everaldo falou sobre o como seria o sábado; enfatizando, principalmente, que não teria piscina. Só de noite que teria quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase 8h ele[o Carlão] chega, então arrumamos o que faltava. Liguei o pc com o projetor e ajustei a tela. Mas nem eu, como o Elcio chegamos a comer; pois ficamos arrumando os detalhes do som. O culto começou então fomos comer um pouco na cozinha; um pouco de leite e pão, mais um monte de mamão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para o culto, o Jean estava fazendo o sermonete. Porém, logo percebi a dispersão que havia; a falta de espiritualidade dos desbravadores e de muitos supostos conselheiros (alguns que surgiram como de última hora, mal sabendo o que de fato o é). Muitos querendo sair do local, então fiquei mais como um staff, reagrupando as ovelhas e não deixando-as escaparem. Contudo, os indicadores e sinais, não eram nada bons, em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após, o cantinho da unidade. O Elton e eu explicamos como seria o preenchimento dos dados da planilha de controle de unidade. Sendo que muitos pareciam ter ficado perplexos e assustados, com certas informações ali, que pareciam novidades ou absurdas; sendo que, na verdade, são padrões para um Clube de Desbravadores. Porém, a forma como isso foi encarado pelas unidades - maioria - fora lamentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois então teve o almoço. Não me recordo muito bem dos detalhes desse período. Lembro que após a refeição. Fomos par ao teatro, onde ficaram algumas unidades, como a da Gama treinando a peça que fariam no JA. Eu, o Elton e Elcio inventamos um toque simples para fazer no trompete, trombone e sax tenor; que seria usual em tal apresentação. E também ficamos tocando várias músicas; ora na partitura do Hinário, ora de cabeça e ouvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, eu e o Rafael fomos até a clareira ver o local do Fogo do Conselho, recursos que haviam, e fomos ver uma trilha que havia por ali. Era uma antiga trilha para um carro pequeno, porém abandonada. Em vários pontos com troncos e árvores caídos pelo caminho, mato alto; e muita, muita, muita muita MUITA MUITA aranha e teia. A cada 1 metro havia uma camada de teia na trilha, e teias enormes aquelas do tipo (Senhor dos Anéis, na passagem para Mordor); e com aranhas também enormes; era uma maior que a outra. Não eram tarântulas, a maioria eram iguais, algumas chegavam a dar a palma da minha mão, em tamanho. Estava dificil avançar. Não levamos equipamento, nem roupa apropriada, de bermuda, camisa, eu com bota pelo menos, o rafa de chinelo. Sem facão. Pegamos algumas varas pelo caminho, e com elas fomos retirando as teias e limpando na medida do possível o mato da trilha. Ao todo foi em torno de 50min, 1 hora de trilha. O interessante é que fomos indo sem saber ao certo o caminho, onde daria e tals, mas queríamos chegar lá. Eu tinha idéia de como eram as redondezas e limites pelas imagens de satélite. Mas no meio do mato fechado, sem uma bússula, não adiantava muito. Tinha uma boa súbida, de altura, eu diria uns 250 - 300 metros, duração e dificuldade pensando na idade e experiência dos desbravadores - em maioria. Quando chegamos no fim, saímos atras do local onde eu havia colocado minha rede. Ou seja, era um local perfeito para a trilha que eu imaginava fazer com os desbravadores para chegar no local do Fogo do Conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos e o JA já havia começado. Mas ainda deu participar da peça e tocar. E sabe, foi legal. Fizemos o toque apenas 3 vezes. Na primeira, o Elcio entrou atrasado com o sax. Na segunda, o Elton fez uma nota errada na hora da harmonia, e na terceira, eu fiz no tempo errado a nota da harmonia. hehe.. mas ficou legal. Ainda mais que o teatro tinha uma acústica muito 10!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após, eu Rafa e o Davis fomos já preparar a fogueira para o fogo do conselho, depois o Renato chegou. Separamos algumas madeiras; a maioria úmida e molhada, pois havia caído uma chuva durante boa parte da tarde. Mas conseguimos fazer uma mecha seca e acender o fogo, e então, queimamos um pouco de madeira até criar uma boa brasa... colocando algumas madeiras em volta para secar, mas não queimar, que durasse até mais tarde, quando haveria o Fogo do Conselho. Isso, já era em torno das 18h40; então voltamos cantando em acapela uns quartetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um banho, alias, haviam 2 chuveiros quentes. E percebi, que parecia apenas ser o Evandro o que tomava frio. Teve uma janta questionável quanto a qualidade dos alimentos e nutrientes, dentro dos princípios. E então, dado o pôr-do-sol, e sem um culto de pôr-do-sol, até onde soube, a galera foi para as quadras jogar futebol, volei, e coisas do tipo; outros para o parquinho; outros, à toa. Demorei um pouco, mas ainda cheguei a tempo de jogar um pouco de futsal. Mesmo descalço, e há muito tempo sem praticar; ainda consegui fazer algumas coisas, e percebi que ainda tinha mais noção do que os demais... ainda bem, que não sou mais um torcedor de futebol; pois parece que as gerações estão cada vez pior. Sem dribles objetivos, mas dribles que visem zuar (mostrar-se), sem visam de jogo, sem toque de bola, sem coletivismo, sem saber tabelar e marcar; porém, digo isso, entre aqueles, que sei que jogam bastante (tempo) futebol no dia-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fogo do Conselho&lt;br /&gt;Por volta das 22h encerra o tempo para tais atividades. Rapidamente, vou até o banheiro e apenas tomo uma ducha para retirar o suor. Então o pessoal é colocado em forma, após uma boa demora, pois estavam um pocado agitados ainda; falo com os conselheiros e os capitães (quando os superiores, ausentes), dos procedimentos de como seria o Fogo do Conselho. Sendo que o Everaldo, em especial, estava muito cansado, e até mesmo me pediu para abreviar um pouco as coisas. Bem,&lt;br /&gt;a essas horas, o Rafael e Davis já haviam ido ao local para reinflamar a fogueira com as brasas que ainda deveria haver; para que ao chegar, já estivesse com uma certa intensidade de fogo. No caminho, logo que sai da rua iluminada, e começa a pegar a estradinha de terra e grama alta, mais escura, o pessoal já começa aquela agitação desnecessária de gritaria e frescuras.&lt;br /&gt;Uns 3 minutos de caminhada e dou a Primeira Ordem - em unidade, as pessoas fariam agradecimentos e orariam por tais -, porém, alguns ficaram um tanto dispersos, por falta de uma atitude de lider na unidade, ou a falta desses, ou por chegarem atrasados, ou por não entenderem ou compreenderem o sentido e propósito do fogo do conselho. É feito, e a caminhada continua, mais uns 3 minutos, e a Segunda Ordem - todos, cantariam "Um Vaso Novo" - a coisa rolou, o problema, é que houve uma certa confusão, eu, à frente, puxei uma versão e no fundo, puxaram outra; mas principalmente, nessa parada, parece que em geral, houve um maior êxito em o pessoal encaixar as coisas. Continuamos a caminhada, e inicia a subida da colina, uns 4, 5 minutos depois, soo a Terceira Ordem - em unidade, se fariam pedidos e uma oração especial de consagração pelo Fogo do Conselho. De inicio foi um momento complicado, algumas pessoas e unidades, estavam longe de levar a coisa realmente a nível de respeito e importância merecida. Mas após algumas duras direcionais, até que melhorou. E nesse momento, faço uma dupla com o Elton, no qual falamos algumas coisas; e em especial, relatei um pouco do desapontamento que havia, para o que estava ocorrendo. Então, uma pequena; e ultima subidinha; e chegamos ao local, a clareira onde estava a pequena fogueira já acesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal ficou um tanto inquieto enquanto se acomodavam em torno da fogueira, alguns sentavam nos troncos, outros no chão; mas boa parte, com receio de sentar na grama, ficaram em pé. Estavam um poucos inquietos e dispersos. Peço para o Everaldo fazer uma pequena introdução, explicar o que era um Fogo do Conselho; pois o pessoal respeitavam mais ele, e assim, haveria mais exito em controlar os animos. Para a minha surpresa, o Everaldo falou pouco, objetivo e suficiente, de modo, que atingiu perfeitamente. Em seguida, eu fiz uma oração de invocação, cantamos "Canção da Vida"; então, a Sheila deu testemunho de algo que ocorrera com ela - interessante, que o modo como ela contou, é como se já houvesse passado por muitos Fogo do Conselho na vida. A reverência era praticamente plena, a maioria do que inicialmente estavam com frescura de sentar-se na grama, a essa altura já estava sentados; outros, já até mesmo começavam a cochilar; o nível da adrenalina já havia normalizado; em 95% reinou um santo silêncio e atenção. Após a Sheila, o Elton, entrou com o sermão, baseado no livro "Caminho A Cristo"; um pouco mais longo que o que se está acostumado de se ver em tais momentos; houve umas aparentes 3 conclusões; mas em nenhum momento deixou de ser produtivo, bom, edificante. Porém, o que ficou faltando, foi realmente, haver a sequencia nos demais Fogo do Conselho (o que era o planejado). Ele fez uma daquelas ações comuns de se ver, de jogar algo na fogueira, simbolicamente. E após, uma oração final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou, mas eu, o Rafael e o Davis ficamos no local; aquela coisa do pós fogo do conselho. Iriamos ter que apagar o fogo mesmo. Mas antes disso, conversamos bastante, sobre algumas coisas da vida. Falamos algumas coisas que gostariamos de compartilhar um para com o outro. Fizemos alguns pedidos e agradecimentos e depois oramos. Então, apagamos a fogueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para a área de acampamento, era em torno das 00h35. Não me recordo de ter enrolado muito para ir dormir, apenas tem aquele periodo bem desconfortavel, inicialmente, para se posicionar o corpo acostumar a ficar deitado no chão, para dormir. E enquanto isso, o Carlão estava preparando o jornalzinho do acampamento no pc. Creio que era umas 00h30 quando fui dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota:&lt;br /&gt;- No dia, o que de fato ficou faltando foi o enfoque espiritual&lt;br /&gt;- Se viu claramente os alicerces moles da maioria das unidades&lt;br /&gt;- Pude identificar melhor os intuitos de muitos ali, especialmente dos novos&lt;br /&gt;- Problemas especialmente quanto a modestia no vestir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Domingo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Confeço que acordei várias vezes durante a noite, até mesmo para passar repelente devido aos mosquitos; e para proteger-me da luz. E outras vezes, olhava, para fora e via que ainda era noite e voltava a dormir. E assim, acabei acordando um pouco mais cedo, 6h50. Depois de notar que dormi ao lado de um aracnideo enorme, a poucos centimetros da minha cabeça, e brincar um pouco com ele. Fui lá tocar o Alvorada; sendo que, diria eu, 30 - 39% do pessoal já estava acordado aquelas alturas. Mas mandei ver, pro pessoal acordar. E logo em seguida, o Elcio soltou o Carmina Burana no som; com tudo... mas o volume ficou tão forte onde ele estava que ele diminuiu, aí no acampamento, de repente o som sumiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Elton havia voltado para a cidade, tinha que ir na USP ver os ratos do seu mestrado. E passou-se uma manhã sem haver meditação. Nem 9 horas, e lá vai o Evandro jogar futebol na areia com a galera. Depois de um bom tempo no gol, vou para linha, e num maravilhoso lance, quando cortei limpando dois jogadores ficando numa ótima posição de chute, na hora que desço o pé, instantaneamente um carinha do outro time coloca o pé na frente da bola, e eu acerto o meu dedão em cheio o pé dele; com tal força, que fez um alto barulho do meu dedo se torcendo e estralando fazendo "Plac!", o golpe foi tamanho, que foi quase como uma rasteira, fazendo-o cair de costas; mas evitando o gol. rs Logo pensei: "Lá se foi meu dedo!" Dei uma olhada para ver se não havia quebrado, e quando notei a gravidade do meu pé (o outro apenas reclamou um pouco de dor)... eu quase não senti dor - ainda mais quente - mas o dedo ficou duro e um pocado inflexível... logo corri até a cozinha, peguei gelo e fiquei uma meia-hora passando-o no dedo, o qual inchou; e doia para dobrar. Nisso, deu 10h - ora de piscina. Pouco liguei para o pé... dava para andar mancando... e fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma deliciosa ducha fria, água... dentro da água pude perceber melhor como estava dolorido o dedo. De modo que nem conseguia usar a perna direita como de apoio; mas pouco liguei para isso, usei pouco as pernas e mais os braços. Notei também como fazia tempo que eu não nadava (1 ano exatamente); e estava sem ritmo, sem folego e sem musculatura no braço, para conseguir fazer 100m na piscina olimpica. Mas foi indo e indo; com o tempo fui pegando melhor o folego. Num certo momento, o pessoal pegaram os colchões infláveis, e usaram de bóias... então montamos equipes (4, 4 bóias), de 3 pessoas cada; na qual iamos remando com os braços e o ultimo ia na perna... apostando corrida para fazer de uma margem a outra. NA primeira e segunda fui no braço... já na terceira, com eu atrás na perna, Elton Silvia e Elcio na frente no braço; hum, fomos com tudo; no final teve até uma disputa mas ultrapassamos e vencemos. Mesmo sendo o bote mais pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um almoço. E eu no jeito como devagar... quando terminei faltava pouco para a piscina. Sendo que antes disso, fiz algumas coisas no som; fui ver as meninas jogando handball. Além de conversar com algumas pessoas, como a Patricia. E depois, mais piscina. A qual por volta das 16h saímos, para ir preparar a fogueira. E sem poder andar muito bem, fiquei mais na clareira... mas não deixei de ir até a trilha onde haviam uns pinheiros tombados e coletar uns gravetos e isca para uma boa mecha. Com a ajuda do Rafael e do Davis, logo conseguimos uma quantia bem legal de madeira para a fogueira. Tentei acender o fogo com a técnica do Prumo, usei uma casca grossa e larga de palmeira seca, joguei algumas brasas, e comecei a fazer o atrito girando um pequeno pausinho que na noite passada estava sendo queimado; o problema é que era torto e pequeno, mas foi o melhor que consegui na hora. 10 minutos tentando, e consegui aquecer o negócio para uns 50, 60 graus talvez. O ideal, para formar uma brasa é por volta dos 270, 300 graus. Faltou eu arranjar um pedaço de madeira maior, que desse para girar melhor e mais regular, pois toda hora ao girar, ele escapava do orificio original. Desisti, precisava de fato de uma madeira maior e mais regular; e provavelmente de um arco, podendo usar a tecnica do Arco e Prumo, que tornaria muito mas fácil e rápido. Acendemos o fogo para fazer uma brasa novamente, já por volta das 18h. Aí, então pensei em aproveitar para montar uma boa estrutura em piramide em torno da brasa, para esquentar as madeiras; pois ameaçava chover, e elas não estavam tão secas assim. Então deixamos lá para secar. Aï, após feita a estrutura, como tinha uma palha, grama e chumaços pela clareira; formos pegando-os; e tampando lateralmente a estrutura da fogueira, apenas deixando uma abertura em cima para a fumaça sair, e embaixo para entrar o vento que alimentava a brasa; e conservar o calor interno, e também proteger o máximo possível da chuva. Ficou muito 10, era a primeira vez que havia feito algo do tipo, mesmo fazendo fogueiras desde criança, os 7, 8 anos. Faltou tirar uma foto. Já por volta dás 18h15, haviamos encontrando uns troncos de eucalipto grande e de bambu. E então, tive a idéia de aproveitar e fazer uns bancos a mais ali para o pessoal do clube, a noite. Encontramos um mastro feito pelos Escoteiros jogado num canto da clareira, com bastante sisal velho; reaproveitamos, e com um pouco de criatividade, fizemos 2 bancos, para umas 15 pessoas; também pegamos várias toras de troncos largos, e posicionamos em volta, de modo, que no total, aumentou pelo menos 25 lugares; mais o que havia, 45, 55 pessoas podiam ficar sentadas, sem que fosse na grama. Nos últimos minutos, já estava bem escuro, e sem lanterna, a claridade da noite era o que tinhamos para ver, além da luta contra os mosquitos que estavam esfomeados. Foi uma luta, para ser criativo e conseguir aproveitar o que tinhamos em mão (apenas uma faca e um canivete), e alguns pedaços de madeira, um pouco de sisal velho que não aguentava muita tensão; e amarras feitas de forma bem economica. E ainda fazendo alguns testes para ver "se aguentava".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela foi uma atividade sim, bem tipica de desbravadores, espirito de desbravadores. Até mesmo quando disse para o Davis: "Nunca ouviu o ditado dos desbravadores: 'Deixar o local melhor que quando encontrou.'?" Ali, na pioneiria, com poucos recursos, improvisando; usando da criatividade. Nada feito para "mostrar" para alguem, nada feito por reconhecimento, por glória, por honra. Apenas para que fosse um bom fogo do conselho, para que os desbravadores pudessem sentar ali. E outros futuramente, usar o local. Aquilo foi uma grande lição para todos nós. Quando já de noite, mal enxergando, e sendo devorados por mosquitos, continuavamos; até finalmente pudermos dizer: "Fizemos tudo o que podíamos fazer, o melhor que pudemos." O que me fez recordar um pouco do sermão do Elton, no último fogo do conselho, falando sobre o que é servir com amor: "Se te pedirem para andar uma milha, ande duas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos, já por volta das 19h15. Fomos direto jantar. E após, teve o Acampamento News, que o Carlão fez, no teatro, que ficou muiiitoooo 10 mesmo. Parabens Carlão! Excelentes filmagens, produção e edição de vídeo. Passado tal, um banho frio, para refrigerar. Então, mais um daqueles momentos de quadra, futebol e tals. Mas que eu não fui - Lembra do pé? - Fiquei comendo, conversando; e não me recordo mais muito bem o quê. Então, 22 horas, e hora de mais um fogo do conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, meio que fora do script inicial, seria o Fernando Ávila que traria a mensagem, e pediu para que tentasse fosse mais rápido, por causa dos filhos dele e tal. Então, após reunir o pessoal na quadra, de lá partirmos por um caminho alternativo, que também passava pela estradinha de terra com grama alta, pouco iluminada. Para ir mais rápido, fomos logo para o Terceiro Momento. De certa forma, houve um grande contraste com o dia anterior, em geral, o pessoal já estava mais ciente do momento, e tals; porém, aqueles que não estavam dando uma bola, estavam dando menos ainda. Mas assim foi. E logo estavamos na área de fogueira. O pessoal, se acomodou mais rapidamente, e de certa forma, entraram em "silencio" mais rapido do que no dia anterior. E pude observar as pessoas sentarem mais rapidamente, poucos ficaram, a principio, em pé; logo, os novos bancos estavam ocupados. Seguimos a mesma sequencia, o Everaldo fez aquela introdução; depois, fiz uma oração de invocação. Aí o momento do testemunho. Havia pedido para o Renato fazer. Então, naquela hora me dei conta que ele não estava, que ele havia ficado para fazer a ronda na área de acampamento. Então, sem questionar ou pensar: "Evandro, você faz."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por alguns segundos pensei: O que conto? Sobre alguns livramentos de acidentes de bicicleta, do vestibular, disso daquilo... ou da transformação da minha vida? Uma analogia, foi como se eu estivesse num corredor e olhassa para várias portas fechadas, mas no fundo do corredor estava a porta (testemunho da mudança de vida) aberta, e uma forte luz clara saia por ela, quase que ofuscando a minha vida, e cobrindo todas as demais; e até mesmo uma voz ambiente dizendo: "Entre nessa!". Então, decidi. E então comecei: "Olá, para quem não me conhece, meu nome é Evandro, tenho 22 anos, ..." E assim foi indo, tentei usar palavras de impacto e de peso, creio que Deus ali me inspirou nas palavras, no que falar, no que ocultar, no que deixar de lado, no que falar, no modo como falar. Pois eu percebi um clima tão forte de atenção nas pessoas ali; que depois algumas pessoas vieram me comentar sobre o meu testemunho; que foi muito abençoado, prendeu totalmente a atenção das pessoas, quase que não piscaram os olhos, vamos assim dizer; e que foi praticamente um sermão, coisas que elas precisavam ouvir. E no final, eu quase que me empolguei em fazer um sermaozinho, mas deixei algumas palavras. Não lembro como exatamente terminei, mas disse algo assim: "Hoje, eu sinto claramente a presença de Deus todos os dias na minha vida. E sabe um das coisas que mais me entristece? É quando vejo que nos olhos de algumas pessoas, e até mesmo se dizem cristãs, não há aquele brilho que diz que ali Jesus reina. Pois é um tão maravilhoso, algo tão esplêndido, magnífico, que nada se compara. E o meu desejo, do fundo do coração, é poder ver em cada um de vocês esse brilho; ver que Jesus reina totalmente no seu coração, porque é bom demais! Esse é meu testemunho e meu desejo." - Não me vanglorio, ainda vejo que tropecei em algumas palavras, talvez dei uma enfase e atribui uma semantica em algumas coisas, um pouco em desacordo na balança. Mas fui humilde, ao relatar do meu passado, ao pensar em tal, era estranho, pois ao lembrar de tal, era como se uma tristeza e arrependimento eu lembrara, mas ao mesmo tempo, ali estava o perdão de Deus, e não permitia aquelas coisas me abalar; e toda a honra, toda a glória, toda a virtude, todo o mérito foi Deus... espero ter deixado isso bem claro na minha mensagem, que todo o mérito foi de Deus; eu não fiz nada além, de dizer: "Deus, me dê uma segunda chance." E então, ele transformou a minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após, o Fernando começou o sermão; numa linha diferente a do Elton - ele chega no meio do sermão - (não deu certo o esquema de seguir o roteiro do Caminho a Cristo, devido os imprevistos); ele começou contando uma experiencia do passado, de quando era desbravador, e foram fazer uma trilha a noite, no meio do mato, sem lanterna, sem nada... e ai fizeram isso e aquilo, e depois fez algumas aplicações, e umas mensagens, que creio eu ter sido sementes plantadas; só espero que em terras boas. No final, ele abriu para as pessoas fazerem pedidos e agradecimentos, muitas pessoas o fizeram; e depois, uma oração final... e então... para as camas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que era 11h30 da noite, quando fui dormir aquela noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segunda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Puts! 7h40... perdi a hora. lá sei foi o Alvorada. Foi uma manhã num ritmo mais em marcha lenta; devagar, mas com muito pique. Não me recordo se foi nessa manhã, ou na anterior, que deu um ataque de raiva de Patricia; sabe, não pelo lado ruim... mas é sempre gostoso a companhia dela, mesmo que para amolar... hehe, é sempre um prazer. Mas bem. Depois do café da manhã teve uma meditação dirigida pelo Elton. Teve uma prova em que as unidades tinham que fazer uma fogueira, preparar uma batata na brasa e comer; cheguei um pouco atrasado para o evento; tentei e tentei fazer fogo com a lupa numa mexa, mas não conseguia criar brasa; ia precisar de muito tempo e paciência, e tive que ficar ajudando algumas unidades, em especial a da Thauana, que estava apenas queimando isca, não queimando madeira, e assim não formando brasa. E encerrando ali, já pude separar algumas madeiras. Então, aquele momento de quadra, livre e tals... no qual, claro, não joguei devido ao meu pé... mas fiquei conversando e tals.. e logo já era 10 hrs, e fui para a piscina. O meu pé já estava melhor, já conseguia dobrar o dedo, sem quase dor alguma; o pior foi a aparência, devido àlguns vasos que romperam, essa hora, meu dedo já havia virado uma grande mancha vermelho escura, meio roxo. E deu para nadar legal... em destaque, a brincadeira de subir do colchão inflavel... só que disputando com mais 6 homens e vários meninas... foi bem divertido. E o legal de brincar na água, é que ao mesmo tempo que exercita, relaxa e descansa. Acho que isso é o que diferencia uma piscina dos demais esportes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo chegou o almoço, e após uma boa comida, até dizer "Chega!". (isso já era quase 2 horas). Fui ajudar a sapeca da Sheila e sua unidade, a carregar centenas de quilos de bexigas com água; algumas premiadas com farinha. (que peso!). Bem, mal dou uma volta, procurando a machadinha que o Everaldo havia pego; e quando vejo, eles já haviam estourado quase todas as bexigas; ainda sobrou uma, que a nathalia conseguiu estourar em mim, após uma tentativa de fuga e me deparar com um beco sem saída. Finalmente consegui um carrinho de mão, que seria muito útil para transportar a madeira recolhida até o local da fogueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando para a fogueira. Eu, rafa e Davis, pegamos alguns bons quilos de madeira de pinheiro - em geral seco - colocando no carrinho, junto com um tronco grande de uns 12 ou 15 kg do mesmo. Subimos até a clareira. Jogamos ali. Então, falo para eles o plano de fazer a SUPER fogueira. Pegariamos o máximo. Subi a trilha para pegar uns troncos e gravetos maiores de pinheiro e ísca, e fazer uma mecha. Logo comecei a lenhar alguns galhos grandes e notei uma das coisas que alguem nessas horas não quer notar: "estava cega!" - O dureza! Então, lá vai o braço do Evandro, embora, bolhas nas mãos, e muito suor; lenhando vários galhos e um tronco. Até mesmo depois quando chegou o Davis para ajudar, notei que perderiamos muito tempo para lenhar aquilo, e contamos que a quantidade que tínhamos estava boa. Levamos ao local da fogueira, e guardamos a enorme pilha de madeira de todos os tamanhos debaixo de um lugar coberto, cercado por teias de aracnideos (uma aranha Marrom enorme); pois estava caindo algumas gutas... e o céu estava prometendo uma grande hcuva, em meio a tantos trovões - que mais tarde, soubemos que havia desabado no ABC. Diria eu, termos acumulado mais de 70 kg de madeira fácil... era uma pilha enorme mesmo, se bobiar, mais de 100kg; haviam pelo menos umas 8 toras grandes e grossas. Dei uma arrumado nos bancos que fizemos, pois algumas amarras haviam afrouxado. Então voltamos para a piscina... já eram umas 16h50. Nadamos e nadamos, até dizer chega... meus dedos já estavam enrugando. Umas 18h30 foi quando saímos da piscina; para nunca mais entrar - naquele evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após comermos e tomar um banho e conversar legal, já por volta das 20hrs teve o Campori News, no qual o Carlão superou o dia anterior. POrém, nem tudo estava as mil maravilhosas, na piscina, no waterpool, eu havia engolido muita água; e estava meio maus por isso, uma sensação de que havia água presa na garganta, no pulmão, um pouco de desejo de vomitar, mas ao mesmo tempo não era algo lá debaixo, do ventre, do intestino, do estomago, era do esofago, no externo, mas lá dentro; se eu respirasse fundo, sentia uma certa dor interna nas costelas muito estranha. Terminou ali, vi com o Elton, e ele disse que era melhor eu ir vomitar. Fui no banheiro, forcei um pouco e consegui vomitar um pouco, o que de fato melhorou. achei que havia vomitado sangue, chamei o Elton, ele deu uma olhada e disse que não era, que podia ficar tranquilo. Um pouco de tempo depois, a sensação ruim voltou, mas continuei os afazeres.  Voltamos ao local da fogueira. MIssão agora, era preparar a fogueira. Primeiro, apenas eu e o Elcio, mais tarde, Davis, Willian e Rafael chegaram. Montamos a base verdadeira do fogueira tipo Fogo do Conselho, voltei até os pinheiros caidos junto com o Rafael e uma lanterna, na trilha, e pegamos bastante folhas de pinheiro seco; para isca e fazer uma boa mecha. Colocamos a mecha, alguns gravetos e galhos pequenos... e no segundo palito de fórforo; com um pouco de técnica, controle do fogo, e um pouco de bafo, e conseguimos acender a fogueira. Após fazer uma brasa, e manter o fogo, já era em torno das 21:15hrs. Eu tinha que estar 21h30 lá na quadra; o Pr. Venefrides (Distrital da AP) foi lá, junto ao Pr. Deilmiro da IASD Central Santo André (nossa igreja); e pediram para que fosse mais cedo o Fogo do Conselho, devido alguns compromissos deles. Fiquei ali, ajudando o pessoal a carregar os vários quilos de madeira da cobertura até próximo a fogueira, e então, fui para o a quadra. No caminho, pude ouvir o Everaldo apitando colocando os desbravadores em forma. Então, mesmo de chinelo, em meio as pedras, galhos, e um dedo ruim, fui correndo, meio que trotando, mancando; para chegar logo. Chegamos, e sem mais cerimonias, partimos para o local, sendo que fui acompanhado dos pastores e da mulher do Delmiro. Entrando pela curta trilha. Antes de chegar a clareira, fizemos aquela parada para a fogueira. E dessa vez sim, o pessoal estava disperso, as unidades chegaram com uma diferença de tempo grande, de modo, que até mesmo fui liberando para aqueles que já haviam terminando, que fossem para a clareira; até que todos foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que comecei a ultima subida, já pude perceber a fogueira estava numa boa intensidade aquela noite. Várias faiscas subindo verticalmente ao alto, e um grande clarão. O Elcio parece ter coordenado a fogueira, e haviam separado de forma bem organizada as madeiras por tamanho. Logo as pessoas se acomodaram, estavam mais dispersas de fato. Mas como nas outras noites, o Everaldo fez a abertura. Eu fiz uma oração em seguida, meio que até apelando, tendo em vista que seria o último do acampamento. E para muitos que estavam ali, talvez o último da vida; tinha isso em minhas consciência. Cantamos um hino, e depois os pastores que cuidavam. De inicio havia falando para o pastor Delmiro fazer um testemunho, mas pelo visto, esqueceu; e o Venefrides logo começou o sermão. Confesso, que esperava mais. Não era o que lembrava dos sermões do Venefrides no Fogo do Conselho do Campori de Lideres em 2005, tampouco do Campori Coragem a Toda Prova. Mas as sementes foram lançadas. No final um momento especial de oração. E, então, fim. Eu, Elcio, Rafael, Elton, Renato e o Davis; acho que o Willian também, ficamos no local, mais um tempo conversando. Até que então tivemos um trabalho legal para apagar a fogueira, pois estava muito forte, era muita madeira para separar, e tinha muita brasa para espalhar. Mas conseguimos depois de uns 10 minutos. E mesmo assim, sobrou muita madeira, que deixamos para os que posteriormente foram usar. Lembrando, que os Escoteiros, haviam deixado algumas madeiras e troncos ali, fora o sisal, e alguns troncos de eucalipto que usamos. Também fizemos a nossa parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para o acampamento, o pessoal estava muito disperso e afim de uma noite agitada. Até que começamos a conduzir o pessoal para as barracas. E então o Everaldo pediu para que eu também ajudasse o Renato e outros a por o pessoal para dormir. E com um bom tempo, e um pocado de trabalho, conseguimos. Porém, havia alguns problemas. A Sheila deu um trote numa barraca, jogando um monte de palha e grama dentro da barraca. Aquilo criou um clima nada legal. ALgumas meninas estavam doidinhas para dar umas 'cantadas', e ficar com os meninos grande, os quais também estavam com essa intenção (os novos - que sei lá donde vieram). Foi meio embaçado colocar o pessoal para as suas barracas e fazer silêncio. Até que certo momento, em geral, apenas havia a barraca do Omicron fazendo barulho, ouvindo música e com a lanterna acesa. E por um momento, tive uma reação de raiva, usei uma palavra torpe tentando ordená-los para desligar e ir dormir, fazer silêncio. Após aquilo, o Elton chegou, vendo o que ocorrera, assumiu o posto, então sai, e pensando bem, o trabalho grosso já havia sido feito, eu já podia ir para a minha descansar. E eu estava meio ruins também da sensação de água na garganta, pulmão, vontade de vomitar, e tals. Tentei vomitar mais, mas não consegui. E sem mais enrolar, já era mais de 00h30, fui dormir. Não conseguia dormir devido aquilo. Até que tive a idéia de tratar como um caso de afogamento; deixar meu corpo levemente inclinado, com a cabeça sendo a parte mais baixa. Peguei o case do trompete, e fiz de suporte para os pés, o saco de dormir, e coloquei debaixo da cintura, minha jaqueta e nivelei um pouco... de modo que fiquei até que levemente confortavel, deitado, e inclinado. E foi fazer isso, que começou a melhorar, a sensação sumiu, aos poucos sentia-me desafogando daquilo; começou a acumular muita saliva e mucosa na minha boca, de modo que tive que ir algumas vezes durante a noite no banheiro para despejá-lo. E assim fui indo dormindo... até que determinada hora da madrugada, acordei já meio que normal... e com um pouco de frio, peguei o saco de dormir, me cobri, apenas deixando as pernas elevadas em cima da caixa do trompete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terça-feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;6h30 da manhã, e lá estou eu já acordado. Enrolo um pouco. E percebo que havia pouca gente acordada. O pessoal estava mais acabado, e provavelmente foram dormir bem tarde. Tudo tranquilo, fui até a área de acampamento, apesar de estar chuviscando bem fraco, e toquei o Alvorada; e para brincar, também um "Back to Future" (De Volta pro Futuro), até me pediram biss. rs O Henry pegou meu trompete e brincou de passar em barraca em barraca, dando uma cornetada na orelha do pessoal. Depois eu, Elton e o Elcio, ficamos tocando várias músicas ali no teatro, De Volta para o Futuro, entre outros... chegou algumas meninas de umas unidades e ficaram assistindo. Até que pediram que tocassemos a Marcha Nupcial. E depois tocamos Missão Impossível. E sabe, aos poucos vou aperfeiçoando meus conhecimentos e toques de primeira e de ouvido. Foi bem 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos café da manhã já meio tarde. Depois uma meditação. Já por volta das 9h e pouco, e ameaçando uma boa chuva. O Everaldo fala que a ordem agora era levantar acampamento, e que era para eu ir com mais alguns, para ajudar e instruir o pessoal a desmontar e a guardar as barracas. A maioria das unidades foram bem devagar. Fiquei inconformado com a quantidade de malas e coisas que algumas pessoas levaram e que haviam em alguams barracas. E também, a bagunça que havia! De fato, no que é que se podia dizer que aquilo era um acampamento de desbravadores? Algumas barracas demoraram horas apenas para retirar as malas da barraca. Mas fui ajudando, depois começou a engrossas o chuvisco, talvez uma chuvinha leve. Orientei mais o pessoal do que fazer, queria ver eles pelo menos se ralando um pouco, se sujando para arrumar uma barraca - o que, a principio, é super fácil. Apenas ajudei a Sheila que estava um pouco abalada depois do ato de vandalismo que alguns garotos fizeram, que prefiro não comentar sobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminado ali, fui arrumar a minha mochila e minhas coisas. Quando percebi uma descostura na minha mochila, que me deixou um pouco revoltado com a marca, Adventeam. Meu é cordura! Uma cargueira de 85L, não foi barata. E não é a primeira falha. Deixa a desejar na impermeabilização; há alguns defeitos de acabamento e mesmo de engenharia.. e agora, a costura solta na fivela que apenas prendia as cordas... aff!! Vou ter que remendar isso agora. Poh! Mas cordura acontecer algo assim! Era para o bicho aguentar bem o tranco. Fora que por testes... ela não dá muita segurança, confiabilidade, quando cheia com mais de 18 kg; sendo que pelo porte, era para aguentar uns 40 kg de boas. Mas bem... terminado ali, quando fui ver, já havia acabado o almoço... mas tudo bem. Fui ajudar o Elcio a demonstar e arrumar as coisas do som. E transportar várias coisas para baixo, pro onibus. Ajudei a carregar o buzão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último dia foi aquele bem tipico, último dia, de quando é simplesmente, arrumar as coisas e ir embora. Sem tempo para mais nada de especial. Apenas espero que as sementes jogadas nos 3 fogos do conselho, não foram lançadas em terra ruim. Mas em solo bom e que cresçam e que dêem frutos. No onibus, na volta vim conversando e brincando um pouco no fundo, com as meninas. Chegamos na sede por volta das 14h30. Arrumamos guardamos as coisas. E por um lado, eu estava um pouco pensando, depois que fiquei sabendo que o Pedrão, um inquilino que morava com o Elcio e o Elton, havia morrido no hospital, sendo que na sexta a noite, o Elton tinha me falado que ele tinha sido entubado e tals. Cheguei em casa. Desfiz a mala, tomei um banho e dormi umas 16h30, para acordar as 6h30 do dia seguinte e ir trabalhar. (não me pergunte como dormi tanto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Observações Gerais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O acampamento em si, individualmente foi muito bom, posso dizer isso. Aproveitei ele bem na medida do possível, tanto no recreativo, tanto no espiritual. Espero ter caprichado e feito o melhor no Fogo do Conselho, para ter preservado o máximo de reverência e espiritualidade do evento. De certo modo, digo que o acampamento deve a diversão e o Fogo do Conselho; exagerando um pouco. Creio que o que faltou, foi de fazer de fato, um acampamento de Clube de Desbravadores. O que significa ser desbravador e tals. Também, pensei um pouco sobre o predominio da mente das crianças na faixa dos 13-16 anos, que havia por ali... uma cabeça bem, de quem tem assistido muita TV. E também, algumas coisas quanto a aparência, modéstia, vestimenta entre outros. Algumas coisas inadmissíveis. Entre outros, porém, são assuntos mais administrativos, que cabe discutir com a diretoria do clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitei bastante para desenvolver as amisades, desenvolver algumas habilidades, e para fortalecer o fisico. Agora estou sedento por uma trilha mesmo. Espero poder fazer logo. Vamos esperar passar essas chuvas e ver uma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-3515720052332623778?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/3515720052332623778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=3515720052332623778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3515720052332623778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3515720052332623778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/02/acampamento-de-carnaval.html' title='Acampamento de Carnaval'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-8852717269480163972</id><published>2009-02-15T10:51:00.002-03:00</published><updated>2009-02-15T13:23:58.626-03:00</updated><title type='text'>Dois Milagres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descreverei aqui duas coisas excepcionais que aconteceram recentemente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1. Atropelado por um caminhão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6 de fevereiro, sexta-feira&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por volta das 14h, sai da BASF rumo a minha casa; sendo que em tal dia, eu fora de bicicleta para trabalhar. Na volta, ao invés de pegar o caminho mais curto pela estrada do guaraciaba até minha casa, totalizando uns 3km (em torno de 9-15min pedalando), quis aproveitar para dar um volta maior, então desci até o final da Papa João XXIII, peguei a av. São Paulo, depois a Mario Toledo, até então chegar em casa; passando para um total de pouco mais de 14km (em 40min de pedalada).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, durante o caminho, após já ter avançado uns 3km na Papa, num certo momento uma van parou rapidamente na minha frente, apenas desviei para a direita, passando pela valeta e a guia baixa da calçada de um posto. Sem visão nenhuma, além da faixa da minha mão, a frente da van. Quando começo a atravessar a frente da van, tive visão do que acontecia: "Um caminhão estava entrando no posto, cruzando a pista." Por isso a van havia parado de forma estranha. O caminhão deveria estar uns 30km/h, a menos de 3 metros de mim naquele instante, e em rota aboluta de um impacto que me pegaria em cheio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não me apovorei, acho que liberei muita adrenalina... mas arregalei os olhos. E numa fração de segundos, notei que não conseguiria parar antes, e de qualquer modo seria pego em cheio (e tendo em mente o que seria uma pancada de um caminhão enorme daquele naquela velocidade); então, pensei, e percebi que a minha única chance era dar uma pedalada mais forte (sendo que eu estava na marcha mais forte/pesada/rápida/dura) e assim sair da zona de impacto. E assim, eu fiz, naqueles poucos segundos, creio que deu tempo de dar apenas 2/5 de volta no pedivela quando SENTI O IMPACTO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo havia conseguido passar da zona de impacto, menos a roda trazeira. E numa fração de segundos, minha mente pensou e instantaneamente meu corpo obedeceu, de jogar todo o peso para a roda da frente. E então ocorreu o choque no instante seguinte. No momento do choque, não deu para pensar em nada, tive que sentir, perceber os resultados do impacto; mas logo que notei a roda se deslocando, pensei: "Lá vai eu cair, ser arrastado, machucar, me ralar no chão e na bicicleta. E minha bike ficar toda torta." Mas aconteceu algo notável, o impacto apenas deslocou fortemente a parte trazeira para o lado, e assim o quadro, apenas a roda da frente permaneceu normal (eu estando em velocidade ali). Foi quase que uma manobra que eu fazia nos tempos da BMX-JNA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ter uma idéia mais ou menos de como foi. Pega a sua bicicleta, freia a roda da frente, levante a roda trazeira, deixando apenas o pneu da frente fixo no chão. Segure apenas o guidão e dê um chute na roda de tráz.. e verá todo o quadro rodar ao redor do eixo do guidão e garfo. Foi desse modo. Porém, haviam dois detalhes, o pneu de tráz estava no chão, eu estava em cima da bike, e estava em movimento, talvez uns 30km/h.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O impacto aconteceu; a parte trazeira foi bruscamente deslocada, quase que girando 90 graus, na tangente do impacto. Mas eu não cheguei a perder o equilibrio. Interessante, que com a batida, a bike simplesmente parou, toda aquela velocidade se perdeu instantaneamente; foi como uma freada busca. Porém, meu corpo não sofreu com a inércia, não teve aquele energia, e tendência com o corpo de continuar o movimento, e provavelmente, assim, sair voando para frente. Assim que o impacto aconteceu, tranquilamento, quase como se nada tivesse acontecido. Dei mais umas duas peladas para frente, já tranquilo, apenas para sair dali (de certa forma, quase pensei em continuar, sem nem mesmo parar e olhar para trás.). Nisso fiquei pensando na minha bicicleta, a qual há 2 semanas havia reformado e colocado peças novas. A roda trazeira estaria muito amaçada no minimo, um S tortão, impossibilitando de continuar girando e assim pedalando... o quadro amaçado com uma baita marca donde fora o impacto. [aliás, alguns atrás, sem querer, desviando de um cachorro, eu bati num jipe parado no farol, a nem 15 km/h e minha roda amaçou, quebrou 3 raios; tendo que soltar o freio para continuar o caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parei, quase 3 segundos após a batida, foi quando notei um certo clima de tensão no ar, como se pudesse perceber que as pessoas haviam visto aquilo com espanto; e tambem, quando notei que o caminhao deu aquela buzinada de raiva por eu ter entrado na frente. Coloquei o pé no chão, então olhei para tráz. A primeira vista, todo normal. Cético. Sai da bicleta, olhei mais minuciosamente, até levantei a roda e girei ela com a mão para notar alguma curva, ou desalinhamento, ou o freio pegando, a catraca balançando... mas não! Tudo OK!!! Normal!!! 100% normal!! Quase balançando a cabeça de tamanho espanto por estar tudo normal, fui procurar o lugar do impacto, olhei, olhei e olhei, mas não encontrei NENHUM arranhão sequer, nenhuma marquia de metal deformado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Subi na bicicleta e continuei o caminho; normalmente. Pensando naquilo. Notei, de como teria sido CHATO se eu tivesse que carregar por 6 ou 7 km aquela bike de 12kg nas costas até em casa; levando umas 2 horas para tal. E também agradecendo a Deus por mais um livramento. Também recordando de antos atrás, quando certa vez bati a quase 60km/h na guia alta, na curva da rua de casa, e sai voando enquanto a bike capotou uns 3 m de altura e uns 15 de distância; e eu não sofri nenhum arranhão. Ocasiçao qual, senti ser carregado por um anjo para fora da bicicleta, num movimento vertical, sem o efeito horizontal da inércia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto a tal evento, apenas tenho a dizer:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"Porque aos Seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guargem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos [senti isso literalmente], para não tropeçares nalguma pedra."&lt;/span&gt; - Salmos 91:11-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;2. Tocando Trompete&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;14 de fevereiro, sábado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faz um ano e meio em média que comecei a tocar trompete; todos que já passaram por isso sabe como é dificil, e lento o avanço; pois acima de tudo, tem que adaptando a musculatura da boca, da região dos lábios principalmente, e dos músculos da respiração; assiim como o controle dos lábios para fazer a abelinha, calejá-lo e também o controle da lingua.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, vamos dizer que desde novembro eu não tenho havido muitos avanços. Nesse periodo todo, e ainda não conseguia ultrapassar o "sol" (no primeiro espaço suplementar acima, da clave de Sol); era minha nota mais alta, que conseguia fazer com resistência. Porém, mesmo assim, a partir do mi, já precisava fazer um esforço notável para tais notas; e 5 minutos que tocasse nessas notas, já perdia toda a embocadura, tendo que ficar por várias horas, ou um dia (após dormir), para recuperar a embocadura e tocar novamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até certo desanimo batia, porque eu percebia que tempos atrás eu até mesmo tinha mais facilidade para fazer o mi, e tal sol, do que nos ultimos tempos. Pensando eu, havido regredido quanto a altura das notas. Apesar que havia melhorado muito minha leitura de partitura, ouvido, expressão; e resistencia, de modo ao tempo que conseguia tocar sem perder a embocadura no bocal Vicent Bach 7c que é mais dificil, mais grave... pois no Weril 9D raso, é mais facil os agudos, e tocar por mais tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das unidades de medidas que eu usava era quanto ao que tocava nos cultos de sábado na igreja. O padrão que havia vindo era de no final do primeiro culto, já começar a perder a embocadura; isso fazendo o contralto, que dificilmente passava de um dó 2 na clave de sol. Após tocar em torno de 5-7 músicas, em média de 4min. de duração cada. Depois, um mês para cá, apenas no final da primeira parte do segundo culto perdia a embocadura (umas 4 músicas a mais).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E assim veio indo. Semana passada, dia 7 de fevereiro, sábado. Foi a primeira vez que consegui tocar até o final do segundo culto, de modo que no final perdi muito pouco a embocadura. E fiquei já impressionado com isso. "A primeira vez! Que deu para ir até o final!" Isso que no final do segundo culto, toquei melodia, soprano... normalmente, notas entre lá e fá2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, ontem, dia 14 de fevereira teve uma vigilia a noite. Durante a semana, eu quase não toquei no trompete; apenas havia tocado um pouco no domingo e um pouco na quarta-feira. Várias coisas eu havia pensando em como conseguir tocar o dia todo no sábado sem perder a embocadura. Pensei em usar o bocal weril 9d no sábado pela manhã nos cultos...  talvez tocar não todas. E mesmo assim, não conseguia imaginar tocando mais do que 3 ou 4 músicas a noite, e com muito esforço. Mas no fundo, tinha uma certa confiança de que daria tudo certo e não me preocupei muito com isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No sábado de manhã, parei por uns 10 segundos pensando se pegava o bocal Weril ou o Bach. Até que escolhi ir no Bach mesmo, como de costume; também com receio de haver conflito de embocadura depois, caso trocasse de bocal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então logo ali de inicio, fui dar uma afinada, fazendo um si 2 com para afinar em função do sax tenor do Elcio. E logo de cara, ao dar a primeira nota, NOTEI algum diferente (mas muito diferente mesmo), a nota saiu MUITO LIMPA, MUITO FÁCIL, ATÉ UM POUCO MAIS AGUDA parecia de tão limpa. E isso era estranho. Fiquei pensando se havia feito a nota certa. Era lago totalmente inédito para mim. Eu nem havia me aquecido direito ainda. Até parei para olhar se não havia pego o bocal 9d. Era totalmente estranho, era como se havia mudado totalmente o som que estava acostumado a ouvir. Parecia tão aberto, alto, limpo a nota; que achei que eu estava muito fora da nota, e assim abri bastante o volta de afinação principal, sem estar muito certo ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram nas três primeiras músicas que eu fui ajustando a volta e afinando o trompete; e acostumando com aquele "novo som", aquela "nova embocadura". Estava incrivelmente diferente!!! Aquilo era um milagre!!! Eu fazia todas as notas agudas com a maior facilidade; e o estranho, que estava até tendo certa dificuldade com as graves; sendo que era o contrário até então. Eu não sentia nada de ruim no meu lábio, na abelinha, nenhuma dor, nenhum ardido, nenhuma dor na musculatura facil de tensão, cansaço e algo do tipo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo que teve uma pausa e fui para o banheiro falei para o Elcio o como estava estranho meu lábio, minha embocadura estava extraordináriamente diferente, e boa. Era uma sensação totalmente nova. A afinação estava tão clara e boa, que o som se encaixava tão bem com o sax alto do Hugo, que quando faziamos a mesma harmonia, parecia um só som, só que mais cheio. De modo que o Elton, disse não me ouvir, mas insisti para ele que era porque a estava se encaixando muito com o sax do Hugo. Algumas vezes, até eu ficava cético, pensando que estava soprando muito fraco, um meso-piano, piano, fazia mais forte notava que saia... mas, era quando eu fazia o contralto que notava claramente que realmente estava ok (o som está saindo) rs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terminou o primeiro culto e minha embocadura estava 100%, talvez até melhor do que no inicio. Sem desgaste algum. A única coisa estranha, é que a ponta do lábio superior, onde mais sofre com a abelinha, estava queimando muito. Era como se eu estive com o pé bem frio, e de repente, colocasse na água quente. Mas não doia, não ardia. Não perdia a embocadura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veio o segundo culto, e a mesma história se repetia. Estava saindo muito estranho quando eu ia para o contralto, porque não estava acostumado com aquele som diferente. Errava uma notinha o outra, mas era mais por falta de atenção, ou ter colocado um pouco fora do ponto exato o bocal; e não por falta de embocadura, cansaço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei pensando naquilo, muito admirado e maravilhado. E falava aquilo com todos, pensando obter deles, mais experientes, alguma resposta para aquilo. Era como se eu, acostumado a correr 12km nas boas... agora, havia corrido 20km, e de boas... sem ter nenhuma idéia de quanto poderia aguentar, qual era meu limite. E da noite para o dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Evandro que havia tocado na quarta-feira em casa, tocou 30min,umas musiquinhas e o metodo do Arbran's, quando perdera a embocadura: 30 minutos!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só naquela amanhã já havia tocado pelo menos 1 hora. E não perdera NADA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8 horas da noite (20horas). Começa a vigilia. Quanto a música, estariamos sempre tocando, música, palavras do pastor do Jorge Mario, oração, música, e assim foi indo. Fora no momento do lava pés, que tocamos, apenas para preencher o clima, o espaço, com aquela música reflexiva quanto ao espirito desenvolvido ali; foram umas 3 músicas seguidas. Ao todo, creio que tocamos, em torno de umas 15 músicas naquela noite, até a meia-noite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a embocadura? Não perdi. Até o final tocava. Alguns momentos dava umas na trave, até mesmo pensando ter perdido-a, ou estar perdendo-a, cansando; mas, logo, notava que era apenas o bocal mal posicionado. Para falar a verdade, eu senti mais meu braço esquerdo cansado da posição que se segura o trompete que qualquer outra coisa quanto a boca; e, pela primeira vez, senti um pouco de cansaço na musculatura diafragmática. Mas apenas para dizer que senti, não afetou nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu falava disso, do fenomeno extraordinário que estava acontecendo para o Elcio, o Elton e o Hugo; porém, eles não pareciam muito surpreendidos, visto que já estavam meio acostumado a me ver superando obstáculos entre outros de forma rapida. Aliás, o próprio fato para eu estar em 1 ano já tocando como estava, já era uma grande surpresa; e ainda lendo transposto. Raros os músicos que poderiam dizer o mesmo no mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E hoje fui conferir se tudo aquilo não passou de um sonho por um dia... e para a minha surpresa!!! Hoje notei que alcancei todas as notas básicas da clave de sol, agora, posso dizer que alcanço até o dó da linha suplementar superior... e acho que fiz uma após ainda, provavelmente um ré. E com certa facilidade. Só preciso me acostumar a fazer a embocadura para tal nota de modo rápido; tipo, não precisa pensar na nota, e pensar em como posicionar a lingua para fazer tal nota... mas de forma natural e instantanea... e acostumar o ouvido para tais notas agudas, para ficar claro qual nota é cada som. Se quiser, ter uma noção disso, gravei, rapidinho uma escalinha com essas notas... mostrando até a que eu alcançava até sexta-feira (um sol) e após o grãn milagre de ontem...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;embed src="http://dc111.4shared.com/flash/flvplayer.swf" width="280" height="20" allowscriptaccess="always" flashvars="file=http://dc111.4shared.com/img/87794416/2fbe5e78/dlink__2Fdownload_2F87794416_2F2fbe5e78_2Fnotas_5Fagudas.mp3_3Ftsid_3D20090215-111404-61dae99/preview.mp3&amp;amp;link=http://www.4shared.com/file/87794416/2fbe5e78/notas_agudas.html"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei explicar, o quão monomental foi. O quão maravilhado eu fiquei. Foi um milagre. Creio eu que apenas aqueles que tiveram a experiência de aprender a tocar trompete talvez consigam entender e ter a noção do que foi isso. E agora, estou doidinho para conhecer meus novos limites, e o que dará para fazer daqui para frente. É como se finalmente cruzei o topo enorme de uma montanha, e agora, ali de cima, posso ver um incrivel e vasto horizonte, sem conhecer um outro limite, uma montanha maior... e agora, é só descer vale abaixo, aproveitando as novas capacidades, para explorar todas essas novas terras, até encontrar uma outra montanha a ser escadala, e novos limites e capacidades a ser encontradas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num momento, de certo desanimo quanto aos estudos e progresso com o trompete, vejo que agora uma enorme barreira se rompera, e um imenso animo nascera novamente das cinzas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Creio que agora, preciso mais urgente desenvolver mais os demais conhecimentos musicais, nem tanto quanto para com a tecnica do trompete em si, mas de música... harmonias, escalas, tempo...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso aí...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Glórias a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De presente, para comemorar, gravei rapidão aqui, uma estrofe da música Canta Minh'Alma do hinário:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 8px; -webkit-border-vertical-spacing: 8px; font-family:Arial;"&gt;&lt;embed src="http://dc106.4shared.com/flash/flvplayer.swf" width="300" height="20" allowscriptaccess="always" flashvars="file=http://dc106.4shared.com/img/87793721/5661ef8/dlink__2Fdownload_2F87793721_2F5661ef8_2FCanta_5FMinhAlma.mp3_3Ftsid_3D20090215-112213-cf317436/preview.mp3&amp;amp;link=http://www.4shared.com/file/87793721/5661ef8/Canta_MinhAlma.html"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 8px; -webkit-border-vertical-spacing: 8px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 8px; -webkit-border-vertical-spacing: 8px;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/87793721/5661ef8/Canta_MinhAlma.html"&gt;Link para download&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 8px; -webkit-border-vertical-spacing: 8px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-8852717269480163972?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/8852717269480163972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=8852717269480163972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8852717269480163972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8852717269480163972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/02/dois-milagres.html' title='Dois Milagres'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-2202959140913865870</id><published>2009-01-18T23:04:00.005-02:00</published><updated>2009-02-03T10:33:11.899-02:00</updated><title type='text'>E assim começa 2009</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá pessoas, há um bom tempo que não digito nem tanto por falta de vontade, falta de pensamentos e coisas que diria poder compartilhar; mas talvez por falta de inspiração e tempo. Possuia outros planos para esta noite, de revisar um estudo sobre música escrever mais um capitulo do livro e planejar algumas coisas para o Clube de Desbravadores. Mas após ler o &lt;a href="http://fredsontorres.blogspot.com/2009/01/ola-todos-eu-sei-que-faz-um-bom-tempo.html"&gt;relato do Fred&lt;/a&gt; &lt;link&gt;em seu blog quanto a cirurgia, fiquei inspirado a escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Ano Novo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Olha só, 2008 já passou, assim como 2007, 2006... ops.. 86 eu nasci. Por um lado ficou um pouco triste por vivo ainda estar aqui nessa Terra, uma profunda decepção quanto a não ter feito mais quanto a anunciar e preparar para a volta de Jesus. Mas aí estou eu, e espero que possa chegar no final de 2009 tranqüilo da consciência quanto a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período de final de ano peguei férias coletivas, mas creio que não fora o melhor período, detesto esse finalzinho de ano quanto àlgumas coisas. Parecem que se erguem colunas enormes de barreiras a minha volta tampando todo o sol da justiça. De modo que parece não haver mais nada a contar além da determinação para conseguir se controlar [controle?]. Em geral, as pessoas ficam meio foras de si; fora a orgia alimentar. Muitos amigos e pessoas chegadas desaparecem por uns tempos, outros aparecem; mas em geral, vira um período meio obscuro sem ter muito o que fazer de útil, ou animo para tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que eu tinha a dizer mesmo? Bem, esses dias estava pensando sobre uma linha de método que havia tomado no que digito no Blog; me preocupando mais em de se fazer entendido, do que em expressar a profundidade daquilo que penso. Apesar dos acessos ter crescido bastante no ultimo ano no blog. Contudo, colocar essa limitação talvez tenha atrapalhado em alcançar um dos objetivos, o de transmitir o mais pleno possível as reflexões que faço, de sua imagem no mundo das idéias. Desde modo, passarei a tomar o antigo método que usava num passado não muito distante; esse é o Evandro. Aí está o diferencial. E seguindo já essa linha, fiz o post quanto a mensagem de Ano Novo: &lt;a href="http://ociokako.blogspot.com/2009/01/viva-2009-fim-de-que-no-haja-2010.html"&gt;“Viva 2009 a fim de que não haja 2010”&lt;/a&gt;&lt;link&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Os Últimos Tempos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foram tempos intrigantes quanto a um grande despertamento que tive, em função do ocorrido no &lt;a href="http://muitokako.blogspot.com/2008/12/ix-campori-da-ap-razes.html"&gt;Campori&lt;/a&gt;. Não comentei quanto a isso, mas o GEA em especial tivera reuniões maravilhosas no final do ano, especialmente a última, que foi no CEPE. Por certos momentos durante o dia tentações de desanimo vinham para não ir a faculdade. Mas fui. Chuva e mais chuva por todo o caminho, um transito bem forte em São Paulo. Mas lá estava eu, rumo a USP. “Será que alguém iria?” – Me perguntava durante o caminho. - “Provavelmente a Nathalia não.” “Será que o pessoal irá na praça do relógio?” “Saberão que devem ir para o CEPE?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vou eu, diretamente para o CEPE, com a cesta básica na mão. Chego lá e opa! Walter e Cabral estão na parada. Passa um tempo, e Fred, Simone e Paula também chegam. Algumas preliminares então vamos para a região coberta do lado da ferrugem. E ali fizemos a mais deliciosa reunião do GEA de todos os tempos ao meu ver, em todos os aspectos; aliás uma das mais maravilhosas experiências dos últimos tempos. Pena, que apenas o Leandro e o Rene puderam ir, além dos demais. Mesmo estando sobre uma forte chuva. E período de prova para a maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito marcante mesmo, maravilhoso; creio que todos gostaram. Em certo momento da programação que eu e a Paula tínhamos elaborado, cada um contaria aquilo que o GEA foi para ele no ano e algo do tipo. Ual!!! Foi sem palavras. Tanto é, que na minha vez, talvez, por mania de ser do contra, não falei; provavelmente minha língua me trairia para expressar o que realmente significa para mim. E depois fiz uma meditação. E aí passou. Mas a profunda marca ficou; gravada: “Em 2009 eu quero mais. E muito mais!” “Vamos ser arautos da luz na USP!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Elcio, de Maringá, regressou, terminou o curso de Letras, e agora vai dar aula no colégio que estudamos aqui em Santo André. E com ele já compartilhamos muitas coisas. Que benção é ter um amigo desses por perto. Assim como tive algumas longas conversas com Elton, sobre o planejamento do clube por exemplo. De modo que ele até leu o Manual dos Desbravadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem fui viajar... mas do dia 1 em diante a cabeça começou a funcionar melhor. E quer saber, quando dei-me conta estava pensando e me preocupando com as mesmas coisas de que estava há 1 ano atrás. Porém, desta vez pensava também na filha de Betuel. Será que dará água aos camelos? E pensei quanto a futilidade que fora 2008. Pois, em geral, os pensamentos ainda eram os mesmos. “Incendiar Laodicéia!” “Tudo entregarei.” Será que em 2010 os mesmos ocorrerão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fundo, bem profundo mesmo, bem lá no interior, mais fundo que o pâncreas mas não chega a varar a coluna. Sabe, bem lá dentro. Tão lá dentro que virá ser comprimido num buraco negro talvez, formando um fictício tubo de minhoca para regiões longínquas do universo. Bem, tentarei dizer, na melhor síntese que consigo explicar sem perder a semântica. Mas por favor, faça um esforço para tentar compreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Oh! ousadia onde posso encontrar vosso interruptor?&lt;br /&gt;Andei e encontrei, ao buscar sem pretensão alguma.&lt;br /&gt;E tive cousa - Brazão esse de príncipes e reis; de conquistadores; de bravos, humildes e incapacitados;&lt;br /&gt;que à morte os levara.&lt;br /&gt;Reclamei? Tu bem sabes. Antes regozijei.&lt;br /&gt;Na estrada da calçada à calçada da estrada.&lt;br /&gt;Do norte ao norte, do sul ao sul, do leste ao leste, do oeste ao oeste&lt;br /&gt;Ao João, ao carpinteiro, ao encanador, ao florista, à Maria, à Rebeca.&lt;br /&gt;Aos olhos, todos eram iguais, apesar de diferentes.&lt;br /&gt;Eles sangravam. Sim sangravam e a hemorragia era estancada.&lt;br /&gt;Porém, não percebiam que estavam azuis e em choque.&lt;br /&gt;Até que ao Médico os levei, ao Médico os apresentei.&lt;br /&gt;Mas na lama pisei. E depois com os dois pés. Uma mão. Oh! Sentei.&lt;br /&gt;Lambuzado, envergonhado. Niguem queria tocar, ninguém queria ver; nem eu falar.&lt;br /&gt;O chuveiro achei.&lt;br /&gt;Demorei; esperei.&lt;br /&gt;Não há fila. Não há fiscal. Não há caixa.&lt;br /&gt;Apenas duas opções: Geladissima (zero Kelvin) ao norte profético; ou&lt;br /&gt;Ao sul, fornalha ardente.&lt;br /&gt;Decisão difícil. Não havia morno. Kelvin, não. Porém, fornalha?&lt;br /&gt;Sadraque, o que me dizes? Já vi a resposta.&lt;br /&gt;Por que hesitais pés? Por que hesitais mãos? - Traidora. O mesmo fizeste para lama?&lt;br /&gt;Está escurecendo. A festa está chegando.&lt;br /&gt;A fila não anda. Não anda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Miserável. Miserável homem que sou. Esta é minha cicatriz. Há poucas semanas de um culto participei e Deus me disse: &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;“Evandro, você precisa me entregar mais um pedaço do seu coração. Abandone TODAS as preocupações terrenas. Não viva, não pense como ímpios, como aqueles que não Me conhecem. Antes entregue-Me tudo, Eu te sustentarei no presente e no futuro. Por que pouparia esforços? O que seria demasiado trabalhoso para teu Deus?”&lt;/span&gt; Porém, o tempo passou. Estando eu de vigia na torre quando de repente avisto algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 de Janeiro de 2009 vou até a USP. O atestado de matrícula peguei. Após trancos e barrancos, a ansiedade. E agora? 3º Semestre? Maldito jupter. Maldito sistema. Como pode? O que será do estágio? Mil pensamentos passam. Dois mil ocorrem. O mundo, por instantes parecia acabar, e apenas uma fubeca chamada “estágio agora” parecia haver. - &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;“Evandro, lançai sobre Mim suas ansiedades?”&lt;/span&gt; – Mas, teimoso que sou: "Vamos [eu] pensar. Tem uma solução."&lt;br /&gt;Demorou. Lembrei de Davi – oh! mais 50 para terminar o Patriarcas e Profetas. O ungido do Senhor. Prometido era a coroa. Mas ali estava ele, ora perseguido, ora acusado, ora refugiado, ora expulso do próprio pais. Até mesmo quando em suas mãos tinha “a solução”, não usou, antes esperou no Senhor. Então lembrei:&lt;br /&gt;BASF, primeira vez que ouvi seu nome estava no ônibus, voltando de uma aula particular de matemática. “Entrevista na segunda-feira? Ok.” E lá fui eu. Transito, atraso, 15 minutos atrasado. Que tragédia. Mas também, é química, quero financeira. E nem procurei. Como me encontraram? Entro na sala, dois gerentes, uns 8 candidatos, uma entrevistadora. Curriculo, cadê você? “Esqueci!” Mas sem preocupação nenhuma, quase como se não ligasse para nada daquilo. (Já foi fazer uma entrevista, sem que fizesse diferença alguma, aprovado ou não?) Ok. Faz na mão mesmo. Pela primeira vez na vida, pego uma sulfite, e numa bic escrevo meu currículo. Alguns testes; e, ao meu ver, fui maus, menos na apresentação. No teste de inglês? "Ual! Já era. Os outros que manjam bem estão dentro." Na saída, alguns papos com os demais, e comentários que fizeram com que eu desejasse menos ainda aquela vaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sertãozinho? É perto de casa. Mas, eu queria São Paulo. Mudar para São Paulo, perto da USP... Mas bem, ligação: &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;"Evandro, queria agradecer pela participação no processo seletivo da BAS&lt;/span&gt;F ["Mas no momento...", "No momento,...", "Mas o seu perfil, ..." - frases que já estava acostumado me vinha a mente] &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;e queria parabenizá-lo por ter sido aprovado na dinâmica de grupo, e gostaría de agendar uma entrevista com o gestor na segunda-feira às..."&lt;/span&gt;  Não era o que esperava. Mas també, no Santander cheguei a fazer 4 entrevistas com gestores, isso ainda não queria dizer nada; mas não era o resultado que esperava. Chegou o dia e fui. Ops, era perto da Coral? E depois de 1 hora vagando no transito da Papa João XXIII chego finalmente ao local, a BASF Poliuretanos. Ops, 1 hora atrasado. Mas ainda assim a entrevista é feita. Apesar de tudo, acho que foram com a minha cara, e o lugar até que era legal, bucólico, aparentemente tranqüilo. Faço uma entrevista particular com o Marcão e um teste de Excel, e acabei fazendo algumas lambaças no teste, fazia tempo que não mexia com filtros. Mas bem, eu realmente não esperava ser escolhido e, de certo modo, não fazia questão alguma; não queria abandonar o sonho de ir morar longe dos pais, perto da usp e trabalhar lá por São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por fim, não é que fui realmente escolhido. Aquilo trouxe um impacto tão forte em mim. Ao meu ver teve tudo para ter dado errado. Não fiz questão alguma, nem mesmo importância para a vaga. Cheguei atrasado nas duas entrevistas. E, ao meu ver, não fui bem em tais. Mas eu fui escolhido. O que o Evandro fez para merecer? Ao meu ver, tudo errado; totalmente oposto as minhas perspectivas e mesmo vontade. Não era num local próximo a USP como desejara, mas era bem próximo de casa, dava para ir tranquilamente a pé. E tudo aquilo veio fortemente em minha mente como uma providencia divina. E então dessa forma passei a encarar. Foi um presente de Deus. Como muitas outras coisas que estava acostumado a receber dEle, sem nem mesmo pedir; ou mesmo tentando evitar, desviar de receber, Ele dá um jeitinho e me coloca frende a frente com o presente. E pensando bem, todas as coisas realmente boas, as melhores, da minha vida; foi Ele que me deu, sem eu pedir, sem eu querer - a princípio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a impressão disso, a cada dia tem ficado mais forte. Especialmente o motivo disso. Mas aconteceu que recentemente fui até a USP para pegar o atestado de matricula para o recontrato de estágio. Mas um problema doidão lá; de modo que poderia complicar a situação. Talvez, até mesmo perder o estágio. Eu ainda não sei. Não por questões práticas, mas, meramente burocráticas. E ao invés de me recordar da providência de Deus, que foi Ele que me dera tal emprego, que tudo estava nas Suas mãos, que não havia com o que me preocupar; pois com o estágio ou não, Ele ainda estaria no controle; eu simplesmente fiquei preocupado, e tive até umas idéias e pensamentos malucos. Na hora da provação vacilei. Me angustiei. À toa. Me preocupei com as coisas terrenas, com as coisas aqui do mundo. E por algumas horas consumi minha mente, meus pensamentos, quase que bitolado nisso; angustiando e esvarindo de minhas forças; pois, não cri totalmente que o controle estava com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando da USP, vejo uma cena interessante no trem. No mesmo vagão, havia um rapaz sentado, com a Biblia aberta em Daniel 11, e pelo visto, estava estudando, tentando compreender, algo do tipo, pois ora abria no cap. 2 ora nas referências. Uma voz me dizia para ir até ele, puxar um assunto, talvez ele estava com uma dúvida a qual eu poderia explicar e ajudá-lo a encontrar a resposta. Mas não, eu ainda estava encucado com a matricula na cabeça, com o estágio; e perdi força moral no momento, perdendo respeito próprio, e então me eu dizia “&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Não tem vergonha não? E como agora você ousa dar uma de cristão e explicar-lhe? Achas que estás com o Espírito? Acabou de vacilar e assim continua por algo tão pequeno.”&lt;/span&gt; E por esse caminho tomei posição. Mas ao mesmo tempo também reparei, que haviam outras duas pessoas lendo livros, se não me engano, eram “Os 10 Mandamentos” e fiquei um pocado impressionado quanto a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que foi tudo isso para mim? Fazendo uma ilustração, contudo, em certos ambitos, reais... é como se a cada momento pelo qual passasse por tudo aquilo, ao olhar para o lado (e não importava qual lado) via dois seres: Deus e um anjo. Deus com uma expressão de incrivel paciência, que me enchia de temor e vergonha, já o anjo, não mostrava tristeza; mas tinha uma expressão parecida com alguem decepcionado, por ver como era grande minha teimosia de rebelião; como se houvessem lágrimas internas ao perceber o que o anjo relator estaria anotando no Diário da Vida de Evandro Costa de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Now&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o Evandro? Lá no seu âmago encontra a triste mornidão, confortável; mesmo não gostando de conforto; deplorável. Tem as chaves, estão em suas mãos; A porta à frente. Mas por qual razão? Por que rebelião? Olha lá, lá estou eu girando as chaves na mão; preso na própria tolisse; na inteperança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do que tenho controle? Da ilusão. A ilusão é o meu controle. A ilusão que me prende. Preso na ilusão do subjetivo, do eu, da minha decisão, do egocentrismo, achar o que sei, do que preciso, do que quero.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que não abrir a porta? Ao sol suar. Ao mundo correr e comunicar. Sem rédeas ilusórias; sem temores quanto ao relacionamento e ao comodo comum. Por que não soltai a corda que vem de baixo e agarrai a de cima, a da paz, da tranquilidade, da felicidade, a da morte que provém vida?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que continuar na odisséia da ilusão? Que controle? Ligar o micro? Sentar no sofá? Aumentar e abaixar o volume? Dar a partida? Frear? Tocar não tocar? Ligar ou sms? Cantar não cantar? Quanta ilusão! Quando o único verdadeiro controle é o de ser escravo da eterna justiça divina. Escravo douto como disse Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que não solto a corda? Uma vez que a razão e o espirito assim quer; mas os impulsos nervosos não ocorrem, logo a mão continua firme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o que farei agora? Por enquanto continuarei aqui sentado, o trabalho de marketing desenvolvendo, depois uma caminhada, um passeio de bicicleta, verificar o budget, checar os e-mails, um pouco de conversa aqui e ali, estudar um pouco, ler uns livros, cantar, tocar trompete, pensar, planejar... o dia passa. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Mas e a luta de Jacó?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; A decisão não ocorre? De Genesis que não saia ao presente. Os joelhos? Tão aí, assim como todo o resto. Virar a noite? Opa! comigo mesmo. A mente o quer, o espirito o quer. Mas a decisão na ilusão; pois escravo sou de minha ilusão, da vaidade que não decide. A decisão está morta. Ao som de Tchaikovsk, meus ouvidos agora repousaram; para que mesmo dentro do caixão, pela música, visões da vida, pelo menos, paisagear.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-2202959140913865870?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/2202959140913865870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=2202959140913865870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2202959140913865870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2202959140913865870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2009/01/e-assim-comeca-2009.html' title='E assim começa 2009'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-357429302625014369</id><published>2008-12-19T16:28:00.002-02:00</published><updated>2008-12-19T22:37:14.129-02:00</updated><title type='text'>IX Campori da AP - Raízes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SUw9cl709pI/AAAAAAAAAhI/yxcCssK6nns/s1600-h/ATgAAABpiqcM7byQCZCMiajilUOhQQmzY4l0EOTg3RI9enXl1H36wVekM2ZLdRB6T66jjLL-6szm30LzDGArFfll530AAJtU9VA4QE5RlHp0OWZf5N06gCo7t5-__g.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SUw9cl709pI/AAAAAAAAAhI/yxcCssK6nns/s320/ATgAAABpiqcM7byQCZCMiajilUOhQQmzY4l0EOTg3RI9enXl1H36wVekM2ZLdRB6T66jjLL-6szm30LzDGArFfll530AAJtU9VA4QE5RlHp0OWZf5N06gCo7t5-__g.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281664024427427474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dos dias 20 a 23 desse mês, ocorrera o Campori da Paulistana, num local bem próximo, ao lado, (do outro lado da rua) da Clínica Adventista (de repouso, tratamento natural, algo assim) de São Roque. E eu, fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De inicio, eu me encontrava numa dúvida tremenda se iria ou não. Pois desde 2005 que não perco um Campori; a síndrome de abstinência do tipo “Como posso passar esse ano sem ir ao Campori?”, o desejo também de ter uma oportunidade do tipo que só um Campori, ou acampamento oferece para desenvolver relacionamentos e amizades, tais quais eu queria e precisava desenvolver com alguns dos meus desbravadores. Fora, que já havia prometido para vários deles e mesmo de fazer coisas lá. E também, amigos, como o Davis que estava lá, ralando, desde domingo, construindo o portal (o que eu gostaria de fazer) e que sei que me aguardava. E outros amigos, como, ex-desbravadores da unidade Zeta (quando eu era conselheiro), como o Fernando e o Ítalo os quais pouco tenho o privilégio de conversar e passar momentos com eles durante o ano, é mais em atividades do clube, trilhas e acampamentos. Também, o desejo maluco que quase me deixava louco para eu ir me refugiar no monte, sair da cidade, ver paisagens nas quais poderia descansar minha visão, contemplar mais a Deus, a quietude do interior, ar fresco e puro, céu estrelado, sujar de terra, perder o conforto da cidade, dormir numa barraca, no meu saco de dormir e isolante térmico, fazer minha bota mexer, ouvir aqueles tocantes e penetrantes sermões de campori, poder interagir com outros clubes, ver as pessoas frescas e de “primeira vez” com nojo de lama, chuva, dormir na barraca, usar latrina, e coisas do tipo hehe. E mesmo, porque eu estava precisando ter alguns momentos para relaxar a cabeça de modo a não pensar na faculdade e no trabalho. Mas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, havia muita coisa para estudar e trabalho para fazer para a faculdade; e também, poderia descansar mais fisicamente, dormindo até tarde em tais dias; e mesmo sair com amigos. Contudo, também que garantia teria de sucesso dessas coisas? Ainda mais num feriado, onde o espírito de “fazer outras coisas” prevalece. Bem, então, após alguns telefonemas não atendidos, decidi ir para o Campori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira (A IDA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, de terça para quarta eu havia dormido pouco. Contudo, já estava bastante empolgado de ir para o Campori, a adrenalina já estava forte.  Acordei, fui para a BASF, e com certa pressa para o dia logo encerrar e ir para o Campori. Cheguei em casa, ainda toquei um pouco de trompete, jantei então fui arrumar a mochila; um pouco tarde cheguei no ônibus do clube (num dos dois) para ir para o Campori. Todos estavam me esperando, aliás, me ligaram para apressar para ir embora, quando ainda eu estava em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabia o que aquela noite nos aguardava, quando chegasse – carregar muita coisa, caminhar bastante, e praticamente, dormindo nada. Então, levei uns protetores de ouvido, no ônibus coloquei tais a fim de abafar o barulho que a garota fazia, indo para o Campori, estando eles com os ânimos à flor da pele. Mas de pouco adiantou; contudo, creio ter conseguido pelo menos ter relaxado um pouco o corpo e a mente e atingido talvez o estágio 1 ou 2 do sono algumas vezes. Ao mesmo tempo, prestava um pouco de atenção nas conversas que ocorriam, tentando reconhecer o que rolava, identificar e analisar o comportamento e pensamento de tais pessoas. E o pior, notei que mal conhecia 30% dos desbravadores do meu clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, por volta das 00h30 chegamos ao local. De noite não havia como ter muita noção das dimensões do local, mas achei o local pequeno para um Campori da Associação Paulistana. E também, percebi que ainda estavam construindo o banheiro (o que é normal). Chegamos na área de acampamento, e o portal erguido, longe do que pretendia, mas ficou de uma forma rústica que deixa um aspecto legal por mais simples que possa ser. As barracas devidamente desalinhadas, mas tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então logo começa as várias jornadas de aproximadamente 500m, não uma, nem duas, nem 20 vezes, da área de acampamento até o ônibus carregando quilos e quilos de mochilas, coisas da cozinha, entre outros. E foi triste quando de fato, tive certeza que não trouxeram a corneta. Mas também nesse caminho todo, que fora acabar por volta das 3 horas da manhã. Já notei o “espírito” de alguns desbravadores, unidades; pude já conversar e dar um abraço no Davis, entre outros. E dar algumas ordens. O engraçado é que os desbravadores já chegaram esgotados, e poucos foram aqueles que logo não dormiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, umas 4 horas da manhã pude então ir dormir. Abri o isolante térmico no chão, e um dos problemas... é que fazia pouco tempo que haviam colocado grama, assim, o chão estava ladrinhado, e cada quadrado era literalmente uma “tartaruga”... a fim de corrigir isso, coloquei o edredom como colchão, mas que não ajudou nem 15%; alias, fui burro, e ao invés de colocá-lo por debaixo do isolante, coloquei por cima, assim, perdi o isolamento, e estava perdendo calor pelo edredom, e passei um frio legal aquela noite, que chegou a 7 graus; contudo, somado com a umidade,  e multiplicado pelo fator vento, pois era crista de uma montanha, rota dos ventos que percorriam um longo vale, a sensação térmica era de 2 graus. Mas, o fator sono, fez com que após uns 30 minutos, eu conseguisse dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUINTA-FEIRA (o primeiro dia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 ou 7 horas da manhã lá estava eu de pé. Após um pobre café da manhã (ainda bem que levei leite de soja e pão integral), já cumprimentei algumas outras pessoas, como o pessoal do Guepardos Reais – Eliezer, Fernando, Vitor, Pedrão, o novato que não lembro o nome, mas chamavam-no de Finger, e o Eliezer pai. Fui com o Davis fazer o trabalho final e mais demorado no portal (nas alturas)... mas foi quando percebi um problema de logística: “sisal insuficiente”. E ainda precisava fazer móveis de acampamento, cercar área de acampamento, latrina. Fui ver com o Everaldo, e realmente, não compraram o suficiente, então, que fizesse tudo primeiro, se sobrasse, então iria para o portal. – Sim, fiquei um pouco triste, apenas pioneiros de coração, montadores de portais fanáticos conseguem entender o que foi aquela noticia. Mas bem, logo, dei a tarefa para a unidade Omicron cercar a área de acampamento, isso que demarquei os lugares das estacas, expliquei como poderiam manter o alinhamento, como fazer tudo. Mas assim que terminaram as estacas, o Carlão veio reclamar, para eu fazer aquilo direito, porque estavam fazendo tudo torto. Ai fui com o Davis, aproveitei alguns desbravadores sem ter o que fazer mas com disposição para ajudar; e certamente eles gostaram muito. Contudo, recreação que foi interrompida e conflitada quando outros em ociosidade plena e desorientados começaram a jogar futebol, queimada, ai largaram a recreação pela diversão; apenas alguns poucos continuaram, pois gostaram de meter a mão na massa, abrir buracos na lama com uma escavadeira, colocar troncos pesados e soterrar e pressionar a terra. E ficou muito bom o trabalho deles. Bem, e durante tudo isso, conheci novas pessoas no Campori, revi alguns já conhecidos de outros tempos, ou quais só vejo em Campori. O estranho é que parece que poucos tem permanecido firme no clube, grandes lideres sumiram, a família Breda sumiu, apenas, acho que vi a Natalha em alguns momentos. E também nesse período recebi algumas, diria umas 2 ou 3 “facadas” (entendes Fred?), mas tudo bem... hehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, parecia um consultor de área de acampamento, me perguntavam sobre tudo; e ora tinha que ir aqui e ali. E uma das principais, era questionamentos de “banheiro”, e sobre A LATRINA. Hehe. A qual demorou para ficar pronta. E mesmo após pronta, ainda havia uns detalhes técnicos, o qual tive que ir dar um jeito junto com o Davis, para as pessoas finalmente começarem a usar. Depois construi ainda um varal bem grande, devido ao tamanho do clube; mas em geral, usaram 40% da sua capacidade e uma lixeira que reamente não ficou boa. Só quando terminei lembrei de como era que realmente fazia tentei dar uma ajustada, mas não ficou boa, e mal  foi usada. Não a re-fiz, pois já estava sem muitos ânimos para tais atividades. Estava, de certo modo, a cada segundo lutando com pensamentos de tristeza e descontentamento devido a precariedade do clube, de como estavam desorganizados, as pessoas a toa, os desbravadores sem fazer nada, o “Espírito de Campori” que não estava presente no Clube Omega, pelo menos. E de que eu, nem o Davis estávamos ali para fazer tudo, e os outros ficar no oba-oba, o Campori era para eles, para eles se desenvolverem, fazer as coisas, aprender, e tudo mais, e não nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após tudo terminado. Contudo, nem alinhei as barracas, de modo algum faria isso, com mais de 15 barracas; já com vários quilos de roupas, colchonetes e tudo mais dentro, e centenas de espeques fincados e já amassados aquela altura. Dei meu momento relax, e fui ali para área de acampamento do Guepardos Reais, o qual fazia parte em 2006. E dei um pouco de assistência para o Eliezer, Fortine, Gustavo em alguns detalhes do portal, mas sem impor, deixando claro “o portal é todo seus, tenham o prazer de fazê-lo com as próprias mãos. Mas ainda assim, pude fazer alguns nós e amarras, e fazer parte de tudo aquilo; e com amigos muito, inexplicavelmente, queridas e amadas, sendo que o Fortini uns 4 anos atrás, era o capitão da Zeta, sendo eu, seu conselheiro. – “Deus, que privilégio. Obrigado.” – e alguns clubes ao lado estava o do São Jorge, e o Italo, também, ex-zeta, estava ali e pude ter alguns momentos curtos de conversa com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fiquei em torno de 1hora ou mais na fila do chuveiro, conversando com o pessoal do Guepardos. E depois, um delicioso banho gelado, com a água direta do poço. Contudo, os maus acostumados a banho frio, sofrerão e gritaram legal. Enquanto que foi muito revigorante e gostoso. Após dois dias tomar um banho, e depois de um dia de bastante suor, trabalho árduo, os músculos bastante exigidos; e então um banho gelado para revigorar tudo aquilo. Apesar da falta de luxo, precariedades, tais são os banhos mais gostosos e prazerosos!!! Como quando, após uma dura trilha, horas suando como um porco, você se depara com uma cachoeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então teve a abertura. E sinceramente, uma das aberturas mais estranhas, sem sal, sem Espírito de Campori que já presenciei. Contudo, um dos principais fatores, ao meu ver, era a falta de foco dos clubes, haviam muitos clubes conversando, fazendo barulho, totalmente ausentes do evento; de modo, que tudo parecia sem significado algum, mas sim, apenas um ritual que deveria ser cumprido, e as pessoas gritar de emoção. Por que? Bem, porque foram ali para isso. É o que parecia. É de modo fora, que o barulho e o som baixo, impediu que o pessoal pode apreciar e prestar atenção no culto. Contudo, começou a fazer um frio tão forte, mas muito forte e intenso mesmo, se via a névoa passando entre nossos braços e pernas, junto ao intenso e forte vento. O frio fora tamanho, que serviu de peneira, os desinteressados saíram, foram para suas barracas. Contudo, os demais ficaram. E ali ficou eu o Lincon o Lucar e a Paula se não me engano. O frio fora tamanho que nos ajuntamos forte, para aquecer um ao outro, e até mesmo, usamos a capa de chuva para dar maior isolação térmica nas pernas. E aí sim, com isso pudemos desfrutar de uma belíssima e inspiradora meditação; junto com aqueles que se atreveram a ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal ainda estava meio acabado da noite mal dormida anterior, e foram logo dormir, sem muitos problemas. Inclusive eu, que me deitei por volta das 23 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite, evitei pensar, mas a pergunta não fugia: “O que será desse Campori?” E apesar das boas expectativas, pois é amanhã que as coisas realmente começam, e eu, já sem ter muito que fazer, poderia então aproveitar do meu modo, relaxar, descansar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raiou o dia, acordei cedinho, acordei o pessoal que ainda dormiam nas barracas. E no café da manhã, bem, fui comer no Guepardos Reais. E nisso já os primeiros momentos do dia com a galera ali, conversando... porém dividido, pois ora era ali, ora era com o Omega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também pude conversar com várias pessoas naquela manhã, inclusive estava tendo gostosas conversas com a Patrícia, irmãzinha da Paula – Que legal. Então teve a meditação naquela manhã, mas eu mal pude ver, pois, fiquei junto com o Davis esticando as lonas das barracas, arrumando os espeques. E também tivemos que dar um jeito na entrada da latrina, pois havia sido destruído a entrada, de modo, que a pessoa ficaria exposta para usar tal, ou seja, praticamente ninguém usaria, sobretudo, as meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, após teve inicio então ao carrossel de atividades. Contudo, eu mais fiquei observando a prova do arco e flecha do que propriamente fazendo outra coisa, e conversando com alguns desbravadores que me acompanhavam. Até que teve o cross, ai eu acompanhei Omega e depois o Guepardos. Alias, recebi um trote do Guepardos após ter dificultado para eles numa das provas, jogando água do meu cantil para deixar uma subida escorregadia. Jogaram água em mim, mas que bom, estava um calor de fornalha, e no dia anterior já me havia queimado tudo o que podia. Nisso combinei uma brincadeira com a Sheila. Fomos até o clube, peguei um dos saquinhos da latrina, ela me deu um pacote de fubá, fui até as pias externas, coloquei uns 4 litros de água de ali, meti o fubá e mexi para ficar com uma cara “daquelas coisas”. E fui até a latrina meio que escondido, fazendo hora ali. Ai a Sheila começa a me provocar para sair logo do banheiro e chama uma unidade dos garotos pequenos para ir até ali para ficar mexendo comigo, tentando levá-los por perto. Ai ela começa a falar: “Evandro, vai logo. Sai da latrina!” – “Poh! Não pode mais nem minjar em paz.” – “Vai! Sai logo!” – “Calma ae, já estou saindo.” Aí quando saio com aquela sacola enorme e falo “estava apertado” – já indo na direção deles – um deles me questiona “Até parece que tudo isso é xixi.” Então, eu disse: “Aé!? Então veja.” E logo peguei e comecei a jogar, neles, só que tive problemas técnicos quanto a isso, e não saiu quase que nada; mas consegui que caísse algumas gotas neles. Nisso a Sheila meio que tenta atrair a atenção do pessoal, ai eu começo a correr atrás dela para molhar ela – já que o plano não saiu como planejado – ela se esconde atrás de uma desbravadora falando “me ajude, me ajude”. Ela, bem inocente, vira e fala “Não é xixi é água.” Ai eu pego aquilo e quase que viro tudo na duas, ai ela vê aquele negócio amarelo e com umas pelotinhas, e pensa que não. Ai foi a diversão que só. Depois tomaram de mim, sai correndo, mas conseguiram me molhar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou a brincadeira, ai seria horário do almoço, aí fui almoçar com os Guepardos. Alias, que comida maravilhosa fizeram lá, Taco! Então, de tarde mais atividades. Contudo, a maior parte fiquei na fila da prova do Arco-flecha. E na fila pude conversar com várias pessoas que ficaram ali também, normalmente que participariam. Até que participei, bem, dei um tiro. Hehe.. não deu nem para tentar direito, pegar as manhãs. Já o Eliezer, na primeira tentativa, acertou no alvo, no vermelho, o primeiro do dia! Contudo, outras suas ou três pessoas repetiriam a façanha, o Vinicios (Omega), a Débora (Guepardos). Contudo, uma das coisas mais aproveitáveis ali fora a conversa que tive com o Mendes, sobre várias coisas, em especial o Banco de Dados do Desbravador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali tudo, hehe, nem tomei banho, já emendei , pois no sábado iria embora mesmo, e a fila do banheiro estava enorme. Já estava meio que tudo atrasado e eu não queria perder a programação a noite por nada. Coloquei o uniforme mais um monte de roupa, pois já estava friozinho no inicio da noite, e se fosse como a noite anterior, a coisa prometia calafrios. O tempo também com cara de chuva me fez levar a capa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a janta com o Guepardos fui para lá com, sei junto ao Guepardos, próximo ao Omega. E a investidura, foi zuada, a mais zuada de lideres, que já vi; talvez, só a da UCB foi mais, contudo, pelo número de pessoas, não havia muito que esperar. E pior, a galera estava numa dispersão, um barulho, terrível. O Espírito de irreverência assolava toda programação. Até que então começaram a cair as primeiras gotas. O frio estava forte também, mas a roupa extra deu conta. E a capa de chuva também estava dando conta da chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva foi uma bênção, assim como no Campori da UCB. Logo as pessoas que estavam com muito frio, indispostas a ficarem, e sem capa de chuva saíram; e foram para suas barracas. No resultante, das 1500 pessoas aproximadamente, devem ter restado 500, e olha lá. Ou seja, os que realmente queriam estar ali, ouvir a mensagem. E foi uma incrível mensagem, muito boa mesmo. E até me impressionou algumas coisas, como o Junior, que emprestou sua capa de chuva, e ficou ali apenas com a sua jaqueta. Foram momentos maravilhosos. E então, logo depois, fomos para nossas respectivas áreas de acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área, encontrei o pessoal e queria conversar, já eles, nem tanto, estavam muito acabados e sonolentos para isso. Contudo, o Erick, Rafael e o Elton haviam acabado de chegar. Logo o pessoal foi dormir; apesar que deu um pouco de trabalho fazer uns irem dormir, ou pelo menos, aquietarem para os outros dormir; mas nada, que apelar a consciência não resolva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Everaldo, acabadérrimo, foi dormir, contudo nos informou que um pai estaria vindo buscar seu filho. Bem, eis que inicio umas 2, 3 horas de profundas conversas com o Elton, sobre os diversos aspectos, em especial, sobre O GRANDE DESAFIO de 2009. Também foram gostosos momentos de oração e tudo mais; no alto das montanhas – sim, essa hora já havia parado a chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma noite inesquecível. Todo o Campori já havia compensado apenas por tal noite. Então fomos dormir. Em mais uma noite naquele aconchegante mar de tartarugas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordo cedinho, cumprimento boa parte do pessoal, aquele “bom-dia”, inclusive no Guepardos. E ainda estava fortemente impressionado por tudo da última noite. O Elton assumiu mais o clube para aliviar um pouco o Everaldo que estava um pouco exausto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda estava muito impressionado mesmo com toda a conversa naquela noite. Foi meio que uma espécie de um grande chacoalhão. Como se Deus enviasse um anjo, esse me pegasse pelas mangas da camisa e me chacoalhasse forte, para frente e par atrás; como dissesse: “Evandro, está esperando mais o quê? Aqui estou eu te rogando, É AGORA!” E confesso, que por um lado me arrepiou, e ainda arrepia cada nervo do meu corpo; uma forte impressão de missão, dever, ação, responsabilidade, de uma dura batalha a travar, sem precedentes. Agora é tudo! E se não for tudo, se falhar por um milésimo, então vai ser nada, derrota total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, na mesma manhã, na hora do café da manhã, com uma alimentação destruidora; houve intrigas. Formou-se a fila. Contudo, como regra, apenas seria liberado quando TODOS, os noventa e alguma coisas, desbravadores do clube estivessem na fila, prontos, ninguém mais na barraca, ou a toa na área de acampamento. Então, os “conselheiros” Henry e Renan ficam impacientes, egoístas, fora de si (ou melhor, muito em si) pois queriam comer, independente da ordem, do clube e tudo mais. O Elton o repreendeu, tentou explicar-lhe, mostrar-lhe o sentido da coisa. Contudo, o resultado foram palavras de grosseria e raiva. Passou um tempo, e ele continuou a resmungar aos demais. E eu vendo aquela cena, de “um conselheiro” manifestando tal testemunho aos demais desbravadores que o contemplavam; aquele desejo aumentava cada vez mais: “Evandro, você tem que fazer alguma coisa.” Então, num momento ele falou:&lt;br /&gt;- Parece que não me respeitam mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que tristeza, quando é que irei aprender as palavras do sábio Salomão: “Repreenda o tolo e será amaldiçoado.”&lt;br /&gt;- Renan, você fala que os outros não te respeitam. Mas o que você tem feito para conquistar o respeito das pessoas? Respeito não se impõe, se conquista. E tudo isso que tem feito, apenas diz para as pessoas não te respeitarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. E não deu outra, sem preliminares. Ali se desenrolou uma pequena discussão. Da minha parte, eu tentando fazer com que ele entendesse; o que, naqueles alguns minutos, toda a estrutura de pensamento, ideologia de vida, crenças, expectativas, visão do mundo e de si, a forma como pensava, o seu caráter e tudo mais... que tudo mudasse; naqueles minutos, que ele entendesse, arrependesse, convertesse do mal caminho e passasse a ser um líder, um conselheiro exemplar, que pelo menos entendesse o que significava união e espírito de equipe. Mas, não deu outro, ouvi as mais diversas palavras de raiva, ódio, magoa, egoísmo e tudo mais, que podia ouvir. E mais, ainda ameaçou de me arrebentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa hora, confesso que uma tentação a qual a muito tempo não tinha apareceu. Quando falou em brigar. Todo meu desanimo e decepção já fizera com que o nível racional diminuísse e as emoções aumentasse. Como que uma memória em cada célula, pude sentir meu batimento cardíaco diferenciar, o meu organismo agira de tal modo, que era idêntico, exato, o que me fez lembrar, de quando mais jovem, lá para os meus 14, 16 anos, era uma briga de rua, briga de gangue, ou mesmo quando subia no tatami para um komite de karate num campeonato da Meibocan. A voz da tentação assolou fortemente minha mente: “Vá lá, dê um murro nele.” “Bata nele até ele não ter mais energia para se levantar e falar mais nenhuma abobrinha.” “Ele acha que pode com você? Vai lá e mostre que você realmente sabe lutar.” “Mostra pro estomago dele o que é um ‘guiaco-zuki’ [um soco poderoso, muito usado pelo agente Smith no filme do Matrix] bem aplicado. Ou um ‘mauache’ [um tipo de chute para nocautear o oponente]  na orelha dele para ele mandar ele pro chão.” E, sinceramente, meus músculos encheram de adrenalina, já estavam preparados, prontos, e pedindo, clamando, para aquilo acontecer. Era como dois carros no farol acelerando no porto-morto, aguardando o farol dar verde, para o racha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ao mesmo tempo, a voz do Espírito Santo falou fortemente clamando, para não fazer, que não deveria fazer isso. Ele estava com a mente ‘apimentada’ não havia nada o que pudesse fazer. Aquilo seria uma reação egoísta. Que em pensamento, eu matei, pequei. Todas aquelas fortes impressões juntaram-se a isso. E graças a Deus, me contive, nem fiz qualquer movimento; mas em minha mente, travou-se uma dura luta. Dura. Posso ter havido vitória quanto a manifestação. Mas na mente, por um bom tempo, eu pequei, pois o desejo de agredir, de raiva havia no meu coração. E demoraram vários minutos de luta para ele totalmente sumir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, uma profunda tristeza me assolou. Pensei em toda a missão que agora havia. E o ocorrido me deu uma percepção mais clara, de como será difícil a luta. De modo, que parecia como se fosse um médico em meio a um campo de batalha da segunda GM, revirando os corpos em meio a praia, procurando algum soldado vivo e que demonstrava qualquer sinal de esperança que sobrevivesse caso o ajudasse. Ao mesmo tempo, triste em pensar em todo o Campori, o sermão que teve na ultima noite, e tudo mais, contudo, como muitos desbravadores não apreciaram aquilo, como todo o Campori não estava fazendo sentido. – Tudo errado. O que estamos fazendo aqui? Tudo isso foi vão? – Martelava minha mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim fui para o culto. Junto ao clube, com o Davis e o Rafael. O Omega chegou meio tarde e fez questão de sentar bem no fundão, onde não dava para ouvir a mensagem, as pessoas estavam dispersas, desconcentradas e com muito barulho. Então fui com o Davis e Rafael sentar mais a frente, junto com os Guepardos Reais. Então, presenciei uma das mais solenes mensagens e poderosas pregações dos últimos x dias (sendo esse x, um numero grande). Eu estava profundamente impressionado, reflexivo, investigativo e pensativo naquele momento; e realmente, muito triste por muitas coisas que ocorreram, e pelos próprios pecados que cometi e que ainda acariciava. Então, foi quando o pastor fez um apelo para as pessoas irem a frente. Claro, provavelmente 99% das pessoas foram ali por emoção, sem clara consciência do que tudo aquilo realmente significava, do que quer dizer. Mas ao ver aquela cena, uma clara impressão veio a minha mente “Tudo isso não foi em vão.” Isso me impressionou tão forte, e que devido ao meu estado emotivo mais ativo; eu, uma pessoa, que para quem conhece, não chora por nada, que alguns chamam de homem de gelo, não contive as lágrimas e que demorou um bom tempo para sumir. Contudo, o ingrediente que mais as despertou foi a alegria misturada com um coração que estava quebrantado; e ao ver as pessoas que iriam e estavam sendo batizadas ali, mais lágrimas surgiram, contudo a alegria aumentou exponencialmente; sobretudo ao ver o Felipe Scardeli do meu clube, alguém que eu tinha perdido a cabeça algumas semanas atrás. Imensa gratidão tomou posse do meu coração. E aos poucos, as emoções foram sumindo, a razão retomando, e eu redobrando o controle emocional e a secar as lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após tal, estava tão revigorado espiritualmente, que me sentia até mesmo como soldado de Israel subindo a colina com seu escudeiro para infiltrar-se e derrotar o exército inimigo. E fui para o Guepardos Reais fazer a escola sabatina com eles, a qual foi muito gostosa também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, do dia e da tarde desse dia, não tenho mais muito o que dizer. Apenas, que houveram alguns deliciosos momentos, como aqueles em que o pessoal do quarteto nos reunimos para ficar cantando algumas músicas. E quem diria? Encontramos um primeiro tenor disposto e confiável!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite também aconteceu algo incrível. Durante a programação da noite, teve o “Desbravador Sabe Tudo” o qual participei ao lado do Leandro Torres, do Mendes, do Ítalo, do Jobson... hehe, perdi. Apesar de ter feito um esquema legal de chute, mas... bem, não foi um método justo. Bem, a Patrícia também havia participado alguns minutos antes. E depois de tudo, enquanto ficava ali com o clube e tudo mais; na hora que fui me despedir do pessoal - pois iria embora com o Erique e o Elton, pois eu tinha que estudar e fazer um trabalho no domingo para a faculdade – a Patrícia, que até então se despedia dando chutes na canela, veio e me deu um abraço tão gostoso e especial, mais ou menos, na altura do umbigo (ela tem apenas 10 anos). Que nossa! Por mim, só aquele abraço, já valeu apena todo o Campori. Depois de tal, fiquei até encabulado para dizer tchau, não havia o que dizer. O abraço disse tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, voltando para casa, foi um dos papos mais espirituais que já tive em viagem da minha vida. Eu, o Erique e o Elton (tudo “E”) o pensamento era só um; todos estavam com aquela mesma impressão a qual eu estava, todos sentiram o chamado, todos estavam dispostos e ansiosos por agir. E nisso, um diálogo que durou até aqui em Santo André, sem nenhum momento de silêncio, pelo que me lembro. E foi quando, fiquei mais incentivado a finalmente ouvir os sermões do Daniel Spencer, na série &lt;a href="http://estudokako.blogspot.com/2008/11/guerra-dos-sentidos.html"&gt;Guerra dos Sentidos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois, por volta da meia-noite, ai conversei um tempinho com o Elton na casa dele, até que meu pai chegou então fui para casa. E assim encerrou o Campori para mim. Contudo, fiquei sabendo que no domingo deu uma chuva tremenda na saída, uma daquelas bem típicas “chuvas de campori”. E no domingo, no final da tarde, quando fui para o culto, me deparei junto quando o clube chegou, e o ajudei a descarregar o ônibus e guardar algumas coisas na sede. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-357429302625014369?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/357429302625014369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=357429302625014369' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/357429302625014369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/357429302625014369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/12/ix-campori-da-ap-razes.html' title='IX Campori da AP - Raízes'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FX9F432c2_E/SUw9cl709pI/AAAAAAAAAhI/yxcCssK6nns/s72-c/ATgAAABpiqcM7byQCZCMiajilUOhQQmzY4l0EOTg3RI9enXl1H36wVekM2ZLdRB6T66jjLL-6szm30LzDGArFfll530AAJtU9VA4QE5RlHp0OWZf5N06gCo7t5-__g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-2279999704467868413</id><published>2008-10-31T17:13:00.000-02:00</published><updated>2008-10-31T17:14:22.698-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><title type='text'>Outubro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Olá pessoa, bem, deixei essa sessão sem atualizar durante esse mês. Mas não foi por falta de eventos. Foi um mês interessante e marcante em muitos aspectos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me recordo agora se foi no dia 4 ou 11, bem, foi um sábado muito gostoso no qual eu, Elton e Eliezer (filho) passamos um bom tempo juntos. Principalmente, ensaiando para a vigília a noite, na IASD de São Mateus. E foi um dia realmente bem agradável. O Som do Eliezer estava legal, no ensaio conseguiu fazer uma boa potencia num si b, grave; o qual às vezes é complicado para fazer, porque tem que estar com os lábios bem relaxados, e quando se vai tocando, eles enrijecem. Mas fiquei bem surpreso. Ele ta começando a associar “tocar a musica” prestar atenção nos demais e ler partitura. Vamos ver, se logo começamos a ver de ensiná-lo a ler transposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, então de noite, lá fomos nós para São Mateus (como se fosse muito longe). Chegamos ali numa igreja bem gostosa, bonitinha, e com pessoas bem simples, mas animadas para o evento que logo começaria. Bem, arrumamos as stands, partituras, instrumentos. Depois fomos para uma salinha nos fundos, onde aquecemos bastante e afinamos os instrumentos no ouvido, pois o afinador do Elton literalmente ‘empacou’. E foi nessa hora que eu notei que “minha embocadura já era”. No ensaio da tarde, fora em torno de 45 min de ensaio, e umas músicas bem fortes; e mesmo tocando o bocal da Weril que é raso e borda arredondada (exige menos esforço, e é mais suave), minha embocadura já estava muito ruim. E comecei a fazer alguns exercícios de relaxamento para o lábio, e ao mesmo tempo, percebi, que se eu evitasse de pressionar o bocal no lábio superior conseguiria até que fazer as notas agudas tranqüilo; mas para isso teria que colocar toda pressão na borda da parte inferior nos dentes inferior. Bem e assim foi, de inicio, na primeira musica principalmente, errei bastante, mas aí acostumei com a “nova embocadura” e a coisa começou a andar; contudo, nem sei dizer o quanto esforcei minhas ATMs e a musculatura facial, pois para tal proeza, eu simplesmente tinha que deixar o maxilar 1 dedo a frente do normal, com a boca aberta conforme o ideal para tocar... e era muito forçado segurar em tal posição, principalmente, nas pressões das notas mais exigentes. Foi um grande sacrifício, mas eu orei a Deus, e com Seu auxilio, eu pude tocar as 3 musicas até o final, e por fim, a última música foi a que toquei melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um bom tempo aguardando nossa parte, entramos então, tocando “Vencendo Vem Jesus”, hino 152 do Hinário Adventista. Eu no soprano, Eliezer no Contralto – ambos trompete – e o Elton no tenor e baixo com o trombone. Tocando bem forte, meio que a idéia era lembrar a cena dos anjos na Volta de Jesus, tocando as trombetas. Enquanto isso, várias crianças foram entrando pelo corredor e se posicionando à frente. Então após pararmos de tocar, elas cantaram essa música, com um arranjo diferente num playback, que ficou muito bom. Bem, pulando várias coisas, para não estender muito, depois tocamos “Há Um Dever” (333) e “Oh, Cristãos Avante!” (344 – &lt;a href="http://musicakako.blogspot.com/2008/10/oh-cristos-avante.html"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Veja o vídeo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). E a igreja cantando fortemente, com brado e alegria... foi um momento gostoso e marcante de louvor, mesmo já sendo por volta das 23h20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei em casa, por volta da 23h45, e tinha que fazer uns negócios no computador ainda. E com o horário de verão, logo era 1h. E nisso, a Nath entrou no MSN, e ficamos conversando. Até que umas 3h fui dormir. E foi embaçado, eu estava muito cansado, e acabei não indo nos Desbravadores. Ao mesmo tempo que dormi pouco, para ir passar um tempo com o Lenny e meu tio, que nos visitavam; mas que iriam embora pela tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, foi um mês também com grandes tragédias, no GEA principalmente. Intrigas entre amigos. Um mês em que o Elton ficou um pocado ausente. De provas na faculdade, e difíceis, principalmente, multiplicado pelo fator de eu ter estudado pouco esse semestre. Também realizei o exame teórico do CFC (finalmente), apesar que não tenho pressa nenhuma para possuir o CNH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por outro lado, pessoalmente, um mês que teve um bom levante de reavivamento espiritual, pessoalmente falando; mas que a reforma parece não ter caminhando junto. Aliás, esse é o questionamento. Pois parece que estou com “resistência” (como se diz no Mercado Financeiro) num determinado ponto, para romper, então subir, disparar. - Não há desculpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a última semana foi muito marcante. Pois não tive aula, praticamente nenhum dia na faculdade, então dormi bem, (cedo e 8hrs/noite) desde sexta, 24-25, até agora. Isso foi magnífico. E teve a reunião do GEA ontem, dia 30, que foi formidável; claro, no minha visão, sempre além, ainda há muito, não vou me contentar com gotas, quero um oceano. Mas foi muito bom. Pois fora totalmente diferente do que vinha sendo e ocorrendo nas últimas reuniões. Cheguei um pouco tarde. Mas houveram hinos, pedido de oração e agradecimentos, testemunho do Leandro, uma meditação sobre Amor Desinteressado, feito pelo Fred e pelo Leandro. Foi um clima gostoso... toquei “Lindo País” (571) no final da meditação (o ruim que não aqueci, ai dei na trave nos agudos).  Mas foi gostoso, ao invés de sair com certa irritação, descontentamento. Nas palavras do Fred: “Foi uma massagem.” E mesmo após, ainda tive uma grande surpresa na Internet, com um amigo que tive no primeiro colegial, (há anos não falava com ele). Vamos ver o que ocorre.  “O futuro, a Deus, pertence.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estágio agora, as coisas começaram a complicar, essa semana foi do tipo na qual já estou com várias coisas para fazer, e ganhando ao mesmo tempo mais. E alguns, estão meio travadas de se resolver, outras trabalhosas, e outras a serem analisadas. E outras, enroladas, devido a velocidade da rede, e a falta de velocidade do computador, travando com algumas macros no Excel. Mas está ficando mais legal, mais acostumado com o pessoal, agora tem até uma tradição de tomar o café da manhã na cozinha, e ficar conversando com a Rosangela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também parei de ler o livro “Jesus, O Maior Psicólogo que Já Existiu”, pois é simplesmente horrível. Vou comentar em breve no Ociokako. E passei a ler pela segunda vez o “Fuga para Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, pelo visto – e de certa forma não queria – acho que meu coração foi atingindo novamente, depois de um bom tempinho em pausa. Mas vamos ver. Por outro lado, de inicio, não estou muito a fim de acariciar a idéia, nem pensar muito nela. Para evitar possíveis decepções depois. Contudo, isso fica difícil, na cabeça de alguém, que quando se empolga com algo, que gosta de algo, vê ali uma razão, uma causa justa, e uma boa luta a ser travada, mergulha de cabeça, doando tudo de si, até a última respiração. Mas, vamos tentar controlar um pouco dessa vez, pelo menos. – Tentar [parece piada].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também fiz umas aquisições, que trouxeram certos problemas no curto-curto prazo. Foi quase uma dor de cabeça. Mas fazendo as previsões, umas estratégias, organizando e planejando a parte financeira. Tudo se encaixou, e ficou até confortável. Mas para isso será preciso de disciplina, e uma queda nas investidas, nos próximos meses.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-2279999704467868413?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/2279999704467868413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=2279999704467868413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2279999704467868413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2279999704467868413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/10/outubro.html' title='Outubro'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-7200393658204286149</id><published>2008-09-30T15:05:00.002-03:00</published><updated>2008-09-30T15:39:06.161-03:00</updated><title type='text'>Conduzido às pessoas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já ocorrera de várias coisas inesperadas, mas boas, que foram providências, e que para que tal coisa ter ocorrido muitas outras coisas já deveriam ter ocorrido, de modo que tudo encaixasse perfeitamente para que o ato tenha acontecido? Mesmo quando, de inicio, não era o que havia planejado ou desejado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo, não existem coincidências para Deus; contudo, pode haver interpretações humanas equivocadas das coisas. Mas esse meu fim de semana fora bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada foi muito correria, principalmente no âmbito trans-work. Até que na sexta-feira, cheguei em casa, peguei o trompete e uma maçã correndo e fui comendo no caminho para o ponto de ônibus, o qual demorou e cheguei uns 20 minutos atrasado para o CFC, onde, devido à um problema interno, eu deveria cumprir mais 50 minutos. Mas quando cheguei lá, na secretaria, me informaram de um outro problema. Haviam trocado o sistema há dois dias, e ninguém sabe mexer, e não tinha como eu passar a digital. Então teria que ir num outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, meu plano era depois ir para a igreja e ficar tocando e treinando trompete até iniciar o ensaio do coral. Mas, como estava cedo ainda, a igreja nem estaria aberta provavelmente. Então, eis que uma forte e convicta idéia – como sugestão – veio em mente: “Vá na praça do Ipiranguinha e toca lá.” Bem, e eu fui. Cheguei lá, já era noite, haviam poucas pessoas, e em maioria, estavam correndo na trilha para correr e fazer caminhada. Bem, então fui num ponto mais isolado e escondido, e ai comecei a aquecer e a tocar o trompete, num meso-piano ou meso-forte. Passaram uns 15 minutos, e de repente, um senhor tomou a minha direção, e pela isolação entre outros, e por eu estar tocando, a tendência seria alguém não tomar aquela direção, mas ele foi vindo, cada vez chegando mais próximo. Até que realmente, ele chegou. Antes mesmo dele chegar, parei de tocar e o cumprimentei. E começamos a conversar, ele falou que era guitarrista, já tocou em alguns grupos por aí... apesar que a sua primeira pergunta foi: “Você toca algum jazz?” E fomos conversando por uns 10 minutos. Que por fim terminou com um acordo de que ele iria numa das aulas de instrumental no conservatório da Igreja Adventista Central de Santo André; apesar, de aparentemente, não ser alguém que pertença a alguma religião. Mas foi um papo amistoso, com aquele homem, que aparentava uns 55 anos. Os frutos disso? Eu ainda não sei. Por outro lado, me arrependo de não ter dito o que realmente importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, mal passaram 5 minutos então fui para a igreja. Onde ainda pude tocar uns 20 minutos de trompete até que chegara o Eliezer e o Lincon e então começamos a passar a música do quarteto. Até que chegara o Elton para atribuir. E então sucedeu o ensaio do coral; aliás, essa cantata de natal é muito gostosa de se cantar; já, acho que não é tão gostosa assim de se ouvir e o instrumental deixa um pouco a desejar, mas é muito 10. E vai ser magnífico na apresentação mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve o sábado também muito 10. Um magnífico sermão (aliás dois) do Pr. Jorge Mário, do nível que há muito tempo não ouvia. E no instrumental, eu e o Ronald no trompete, Hugo no sax alto, Junior no violino e o piano variava. O Elton havia ido para São Paulo. Almocei na casa da minha vó, conversei um pouco com os parentes, depois fui para o ensaio do coral. Dali fui para a casa do Rafael, e então fui para o concerto da OFSBC (Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo), com ele e meus pais (levei a minha mãe como presente pelo aniversário dela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No concerto, encontro o Jobson, logo no banco da frente; o qual é um líder de desbravadores e um grande cristão da região; alguém, no mínimo, admirável; junto com um amigo. Bem, o concerto, não gostei muito como os demais, não conhecia nenhuma das músicas do repertório, apesar de tocar Tchaikovisky, mas não conhecia a quinta sinfonia. Meus pais gostaram, mas como são um pocado leigo, não puderam entender e apreciar muito. Já eu, me deliciava de alguns acordes, daquele piano cristalino, e dos metais na valsa do Tchai. Fora que fiquei impressionado com a potência que a tuba fez numas notas graves – Haja ar e pulmão! – e também os violinos fizeram um acorde, que fiquei encatado, maravilhado, quase que dei um pulo, um salto intelectual em minha poltrona. Eu e o Rafael virou ao mesmo tempo um para o outro e dissemos quase que juntos “Você ouviu isso?”, eles fizeram exatamente o som de uma gota da água se chocando com uma pequena poça de água. Como Tchaikovisky conseguiu escrever isso? De onde veio tamanha inspiração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, em casa, finalmente, às 23 horas, dou uma geral no que havia digitado durante a semana para o livro. E acabo indo dormir por volta da 1 hora da madrugada. Então, de repente eu acordo, estranhando um pouco por não ter acordado com o alarme do celular, estava já numa hora quente do dia, e meu irmão não estava em sua cama. – “Mãe, que horas são?” E fico chocado e surpreendido ao ouvir “Meio-dia e meio.” Diversas coisas passaram em minha mente, a principal, sem dúvidas foi: “Perdi o clube! E perdi metade do dia!”, naquela expectativa de aproveitar ao máximo os fins de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo acordei, minhas avós estavam em casa e logo já almocei uns pratos especiais feitos pela minha mãe. E em seguida peguei a bicicleta e fui me exercitar, dar umas voltas, tende em mente que às 17h45 haveria o instrumental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santo André estava bagunçada naquela tarde, havia vários comícios pela cidade. No centro até havia um transito bem pesado, incomum para um domingo. Aliás, próximo ao sindicato, havia uma multidão em torno do discurso de um candidato que ao mesmo tempo estava oferecendo churrasco e cerveja para as pessoas ali. [Que belo modo de conquistar o voto!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 1 hora pedalando fui até o Duque de Caxias onde fiz uma série de alongamentos, e percebi o quão o sedentarismo do trabalho está me afetando, mesmo eu ainda fazendo vários exercícios e alongamentos durante o dia. E o Duque estava estranho, havia uma presença forte de conflito [nos âmbitos espirituais], logo percebi que estava tendo uma competição de basquete, e vários jovens ali no visual do “jogador de basquete negro do gueto de NY”, ouvindo uns haps americanos. E, também vinha um forte som, meio que musica eletrônica do comício na av. industrial, o transito pesado da avenida também poluía o ar. E de repente houve uma movimentação na portaria onde há uma guarita, pois um homem ali, aparentemente alguém que vivia nas ruas, bateu com uma barra de ferro na cabeça de uma mulher. O qual me arrependo por não ter ido fazer uma pequena analise de primeiros-socorros, nem ter intervindo na discussão que ocorria. Então apareceu uma garota, muito bonita, exibindo suas belas curvas com aquelas roupas grudadas a pele, e ela começou a fazer uma caminhada no parque. Logo percebi a tentação de ficar ali, e acompanhá-la, ou apenas ficar olhando... ao mesmo tempo, que ouvia claramente a voz do Espírito Santo dizendo para sair dali e ir para casa. E foi quando que uma pequena gota de garoa caiu no meu rosto, e olhei para o céu e vi um tempo fechando; pensei que talvez choveria, e isso me motivou ainda mais para tomar a decisão de ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No calçadão da Oliveira Lima vi o Giancarlo andando, de terno, gravata, e a Bíblia grande na mão andando, bem determinado. Dei meia-volta fui até ele, e o cumprimentei. E assim iniciou uma conversa de uns 20 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, no centro vi uma cena lamentável, várias pessoas bêbadas pelas ruas (graças as cervejas do candidato). E pude ver um cara dando um gole numa lata de cerveja, do tipo, como se fosse ágüem que estava andando por dias no deserto sem água; aquilo me chocou! E depois, vejo 3 rapaz, aparentando 17 – 19 anos, com uma latinha na mão, com pinta de trombadinha e usuário de droga, jogando palavras estúpidas e deploráveis ao ar, enquanto que um deles ia pixando algumas paredes com um diz preto. E continuei meu trajeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente decidi mudar o trajeto, ao invés de ir pelo mais rápido, decidi ir ali pelo meio da Vila Pires. Quando estava fazendo a roda próximo ao clube Aramaçã, me cruzo com o carro que me deu preferência, e ao prosseguir a curva o carro vinha logo atrás... quando de repente, duas crianças afobadas, saem correndo cruzando a rua, e a menina tropeça e cai... ao ver isso, logo associei ao carro que vinha atrás e pensei num possível atropelamento, e a única coisa que pude fazer foi expressar com os lábios “Ai!”, como se sentisse a dor por ela. Mas o carro conseguiu diminuir a velocidade e desviar sem dificuldades. E fiquei pensando: “Que capote besta! Certamente aquela menina não costuma correr.” (foi do tipo, que a pessoa se tropeça na própria perna... e só vejo isso, quando pessoas que não costumam correr, de repente dão um pique forte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, ao entrar ao começar a fazer a próxima curva a direita, de repente noto 3 garotos em bicicletas pedalando forte (para o tamanho deles – apesar de estarem numa marcha leve, o que não gerava muita velocidade) no sentido oposto, e gritando: “Ei! Péra ê! Vou te pegar!” Numa fração de segundos percebi que estavam atrás dos dois garotos, logo pensei que eram amigos, estavam brincando; então me recordei da imagem da menina e percebi que ela estava arrumadinha demais, e tinha jeito de quem não brincava na rua; e então curioso, tive uma pré-conclusão de alguma encrenca. Isso, talvez em 2 segundos. E então, em 5 segundos fiquei pensando: “Continuo para casa. Ou vejo isso?” Mas algo no meu coração dizia forte e claro que eu tinha que checar aquilo. E decidi voltar, faço uma curva de 180 graus, e volto. Logo vejo, os dois garotos correndo, uns 50m após o ponto do capote, e os de bicicleta perseguindo-os, um deles mais a frente, de jaqueta vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dou apenas algumas pedaladas mais fortes e já estava na cola dele. Quando notei melhor a cena. A menina estava desesperada e chorando, e caiu de novo ao tropeçar na calçada enquanto corria. Era uma pequena subida, numa casa mais acima havia um senhor de idade, no qual o garoto falou forte “Senhor, ajude nós.” E o da bicicleta falando algumas palavras ofensivas, dizendo que ia pegar ele. Logo, então disse: “Ei garoto! – ao olhar para mim – Deixe ela em paz.” O garoto retrucou uma frase estranha ao pensar no que ele falava, “Por que deixar paz?” Então repeti de forma mais branda e séria “Deixe-os em paz.” O garoto na hora parou a bicicleta. Passei por ele, e fui até a direção dos dois garotos. E os meninos da bicicleta tomaram caminho oposto, indo devagar, mas gritando várias palavras ofensivas e obscenas, e muito sem lógica, e ameaçando do tipo: “Eu ainda vou te pegar. ... Gente se cruza nóis ainda.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui até os dois, era um garoto e uma garota, aparentavam ser irmãos, o menino com uns 10 anos, e a menina talvez com uns 11 ou 12. O menino mais calmo, mas muito preocupado e tenso, e a menina chorando tentando se recompor. Ambos bem educados. E o garoto me perguntou: “Moço, eu estava indo para Carijós (uma rua bem conhecida)... mas não sei onde ia dar essa rua. Você sabe como faço para chegar na Carijós?” Ambos me lembravam muito alguns desbravadores, ali, estava o conselheiro Evandro. Hehe. Nenhum falaram, de primeiro sobre o que acabara de ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ‘instinto’ imediato veio em mim de conduzi-los em segurança até lá. Apesar de que aquilo iria, me fazer usar uns 30, talvez 40 minutos. Então disse que os acompanharia até lá. Pois também pensei que aqueles garotos poderiam voltar, segui-los. E quem sabe bater neles. Rouba-los, algo do tipo. Pois ficou claro, que não se conheciam. Bem, tomando caminho, ao cruzar a esquina perguntei a eles: “O que eles queriam?” E o garoto disse, “Eles queriam levar minha blusa.” Dei uma olhada naquela blusa azul, parecia ser algo de marca, caro; apesar de não conhecer e não ligar para essas coisas. E continuamos o caminho, pouco falando. Os dois estavam meio emudecidos e espantados. Percebia a adrenalina e o pavor neles, pelo modo como davam os passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, no próxima esquina, surgem os garotos novamente de bicicleta, que deram a volta no quarteirão. Ao verem que eu estava com eles, ficaram afligidos por perceber que não conseguiriam roubá-los, e começaram a xingar algumas coisas. E, o mais estranho, provocavam o garoto falando coisas do tipo: “Seu covarde.”, “Seu merda.”, “Só porque o moço está aí, agora fica se achando.” E sem dizer nenhuma palavra, sem dar bola. Continuamos o caminho. Descemos e subimos duas outras ruas. Já, pelo menos uns 700m do local anterior. Os garotos realmente foram embora. E no final de uma longa subida, ali perto do Perin Instrumentos, eles então agradeceram: “Obrigado moço...”, dizendo que ali estava bom, e que estavam perto (de fato, eram apenas mais 3 quarteirões até a Carijós). Eles já estavam calmos e tranqüilos. Provavelmente, iam para alguma festa de aniversário. Então despedi deles sem mais o que dizer, pois percebi que estavam meio chocados para conversar, e de fato, eu era um estranho para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, dei meia volta e voltei. Pedalava um pouco mais forte, como se procurasse encontrar com aqueles três garotos de bicicletas. Um deles, o que ficava xingando e falando, aparentava uns 10 – 11 anos, os outros dois que ficavam mais na retaguarda uns 12 – 13 anos. Todos de calça larga e jaqueta larga, boné ou toca; bem no estilo ladrão. Procurava, como se quisesse dar uma lição neles, talvez uma surra, talvez forçá-los a ligar para os pais e falar com eles, ou mesmo, imobilizá-los e chamar a policia. Ao mesmo tempo, que a possibilidade deles estarem armados não me amedrontava; pois todo aquele instinto de lutador, karate, brigas de rua viera à memória muscular. Mas não os encontrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensava, neles, no que tinham dito. E logo conclui que eles não pensavam no que falavam. Não sabiam o que falavam. Agiam como pessoas que fazem contas com algoritmos de matemática sem saber o que estão fazendo, apenas porque foram ensinados a fazer daquele modo. Certamente, tinha algum bandido ou traficante por detrás daquilo, que os ensinou a fazer aquilo. Ou de quem eles copiaram. Para eles era um método, eles ameaçavam com tais palavras e a pessoa tinha que dar a blusa. Era isso! Não havia nenhum questionamento, e provavelmente, nem iria tentar brigar. Mas tinha que insistir no algoritmo até a pessoa dar a blusa. Ameaça verbal, com palavras ofensivas, mas que são expressas como um algoritmo, sem a que a pessoa que está falando desse a mínima para o que saia da boca. Para o que acontecia. O que estava fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei tanto nisso. Na questão da educação do pais. Nos pais dos garotos. Na vida provável desses garotos. Se aquelas bicicletas eram deles ou foram roubadas. Sobre o futuro que tendia a eles terem. No desejo de fazer algo. Nos rapazes que pixavam no centro. No candidato que parou o transito, e ficou distribuindo carne e cerveja. Pensei na sociedade. Em Satanás e o que busca fazer com as pessoas e as crianças. Alias, não é isso? Se dissermos para Satanás deixar alguém em paz, ele certamente ira questionar, como se aquilo não estivesse em si: “Por que deixá-lo em paz?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensei muito no meu papel quanto ao que ocorrera, e nas circunstâncias que me levaram a estar naquele exato lugar naquele exato momento.&lt;br /&gt;Pois veja só na série de fatos que tiveram que acontecer para eu ter passado de bicicleta naquele local naquele momento:&lt;br /&gt;1. ia chamar para sair no domingo, mas deu um desencontro... de modo que se tivesse ido, provavelmente, nem estaria em Santo André na tarde de domingo;&lt;br /&gt;2. acordei tarde no domingo, perdendo o clube de desbravadores. Caso contrário, eu teria chegado em casa por volta das 13h40, iria almoçar e não iria ir andar de bike pois já teria feito isso;&lt;br /&gt;3. Eu tive que sair do parque do Duque de Caxias naquele momento;&lt;br /&gt;4. Encontrei com o Giancarlo, e fui interceptá-lo e fiquei uns 20min conversando com ele;&lt;br /&gt;5. Mudei de rota para ir para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um desses acontecimentos e que não acontecesse exatamente como fora, e, provavelmente eu não teria evitado aquele assalto. Isso que também fora eu, outra pessoa não teria nem notado nas duas crianças afobadas; nem tão pouco tentado evitar; por medo do assalto; medo de as crianças estarem armadas e lhes ferirem seriamente ou matar. E mesmo assim, se a voz não tivesse falado para eu fazer o retorno quando passei por aquelas crianças e ido reto... ou então, se não tivesse acompanhado os garotos até um local seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na sexta-feira, que aconteceu aquilo? Se eu tivesse feito os 50min do cursinho, eu não teria ido para o parque e não teria conversado com aquele senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo que de certo modo, eu até resmunguei um pouco, nem que seja naquela idéia de “Não foi conforme eu tinha planejado. Ou que queria fazer.” Mas veja, tudo isso foi necessário. De certa forma, vários fatores na vida foram necessários, como a minha infância e adolescência na rua, karate, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo ficou tão claro para mim: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”(Rom. 8:28). E também aquele verso que diz que Deus é que controla tanto o nosso pensar quanto efetuar. Tipo, tudo isso é magnífico quando acontece. A ação ocorre. E mais vontade dá de agir. Ao mesmo tempo, se eu tivesse negligenciado ajudar, teria sido condenado “Aquele que sabe o bem e não o faz, peca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me fez recordar dos apóstolos, eles iam para as ruas, praças. Então Deus provia meios para as pessoas irem até tais, e eles, inspirados pelo Espírito Santo, agiam, falavam o que tais pessoas precisavam ouvir. Assim como o Eunuco, Deus arrebatou Felipe até ele para lhe ensinar da Palavra, Deus me conduziu até aqueles garotos. Se formos ver bem, as ruas estão cheias de pessoas necessitadas, ou de certa forma, estão na ruas porque querem interação com o exterior, seja com outras pessoas ou meramente o ambiente. Portanto, é mais tendencioso conseguirmos acesso a tais pessoas pelas ruas; do que fechados em paredes. Ou então, buscando comunicar com tais pessoas com encontros futuros num local x.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se for ver bem, fora nas ruas, em que Jesus, apóstolos entre outros, agiam, ministravam, faziam laços com as pessoas, "sem hora marcada". Por que hoje buscamos um padrão da cultura capitalista de buscarmos locais fechados (teoricamente mais confortáveis e seguros); onde as pessoas estão menos receptivas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, tive uma idéia, vou ver com o Elton e o Hugo, de combinar de irmos em alguns domingos ou sábado mesmo, na praça. E ficar tocando alguns hinos. Sem finalidade nenhuma além de tocar para Deus e abençoar os outros que ouvirem tais. Talvez isso, possa atrair pessoas, para conversar, quebrar obstáculos de preconceitos, quebrar o gelo, ou talvez até mesmo, seja um caminho, para conhecer novas pessoas, confortar outras, conduzir para ir num culto, ou estudos bíblicos, ou, simplesmente, testemunhar de Jesus e dizer: “Pois Ele vive, posso ver no amanhã...” e “Servos de Deus, a trombeta tocar, breve Jesus voltará!” – opa! Ou fazer alguns ensaios com a fanfarra do clube nesse esquema; apesar que fanfarra, dá uma semântica diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos chamados para sermos ousados, loucos pelo evangelho; isso é romper paradigmas dos confortos modernos e obstáculos da comunicação social; do isolamento e da exclusão social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aí algo para pensar... e nisso fico lembrando e refletindo em algumas passagens dos livros “Serviço Cristão” e “O Ministério do Amor”, de Ellen G. White.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, depois de fato fui na aula do instrumental. De lá fui para o culto, o coral cantou, um pastor fez um belo sermão. E até toquei trompete no final acompanhando a Edra no piano; mas minha embocadura estava já detonada, então não saiu algo muito limpo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-7200393658204286149?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/7200393658204286149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=7200393658204286149' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7200393658204286149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7200393658204286149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/09/conduzido-s-pessoas.html' title='Conduzido às pessoas'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-4775609238457967398</id><published>2008-09-17T13:55:00.000-03:00</published><updated>2008-09-17T13:59:21.230-03:00</updated><title type='text'>Uso do tempo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na última semana – da Pátria – não tive aula na universidade e com isso, até pude usufruir melhor da noite e dormindo mais cedo; aliás, que diferença brutal ocorre, quando se dorme 8 horas numa noite, indo dormir às 10h20 da noite! Contudo, já essa semana as coisas voltaram meio que a rotina, acordar bem cedinho, dormindo pouco, faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou tendo um certo problema na faculdade. Estou dando umas bolas foras sem lógica alguma, talvez por lapso de memória. Um trabalho de gravitação deixei de fazer, pois deixei para o última hora, e em tal, não encontrei a folha que continha as perguntas. Também, ralei até para fazer uma lista de exercícios de Estatística, e tinha fixo em mente que era para entrar no dia 10; e não sei o que me levou a associar tal, totalmente com essa terça-feira, dia 16. De modo que na aula, quando fui entregar para o professor – de primeiro, já achei estranho ninguém estar entregando – ele me falou que era para ter entregado na semana antes da pátria. Bem, um pouco decepcionado comigo mesmo, fui até minha carteira, abri o caderno, e conferi a dada, e realmente, era para entrar no dia 5 ou 6. E por cima, nesse aula houve uma prova de Estatística, e eu não sabia; mas felizmente, estou meio que acompanhando e entendendo bem a matéria e fui bem na prova. Já na segunda-feira tive uma prova de geometria euclidiana, e apesar de ter estudado um pouco – o problema foi que faltei em muitas aulas, devido ao GEA – na prova não tive um bom desempenho. Eram 3 exercícios, o primeiro acertei; já o segundo, eu entendi tudo perfeitamente, era um daqueles que revisava várias vezes todos os procedimentos, raciocínios e cálculos, e não encontrava erros. Mas começaram a surgir números absurdos, como raiz quadrada de 81457; e por fim, o resultado estava coerente, eram 3 variáveis, contudo, numa delas, deu 7,68 se não me engano; mas era para ter dado um valor nessa faixa, só que negativo. Bem, revisei e revisei, procurando por erros de sinais, módulos, mas nada. Coloquei um sinal de negativo no valor, como resposta. Estou realmente em dúvidas quanto se tal está correto ou não. E no último exercício, caíram duas coisas que não havia estudado, e nem tentei resolver, que era sobre um plano hiperbólico e um outro tipo de plano, e calcular uns negócios em tais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado também estou muito inquieto, mentalmente, e longe de tranqüilo, quanto ao GEA, a mim, às pessoas e aos adventistas em geral. A cada dia parece que vejo mais claramente a sociedade, as pessoas, as leis que vigora hoje, a mornidão, hipocrisia, o estado de morto no pecado, o perigo desses tempos. É triste. Outro dia, confesso que quase chorei ao pensar nisso. Pensamentos que não deveriam ocorrer, idéias equivocadas. Uma grande distância entre as pessoas, que não deveria ocorrer. Pessoas que você se comunica, cumprimenta no dia-dia, fala um oi, pergunta como está, se está tudo bem, conversa algumas coisas; mas de certo modo, não se vê muita disposição e impulso de ambas as partes de se sacrificar pelo bem do próximo... um grau de intimidade, de relacionamento, de amor ao próximo, baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, confesso que tive um fim de semana maravilhoso. Na sexta, ensaio do coral a noite, começamos a pegar as músicas da cantata de natal. E estou buscando, de certa forma – acho que ainda falta mais atitude e ação – liderar o baixo, como um capitão de unidade, incentivar e buscar o melhor de todos, para agir como uma unidade bem treinada e motivada; e de certa forma, estou tendo a colaboração do Elton; mas, ainda, há alguns imensos obstáculos a ultrapassar. E conversei um pouco com os amigos também, tudo muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sábado, acordei um pouco atrasado e, assim, cheguei um pouco tarde no Colégio Adventista de Santo André, onde ocorrerá os próximos cultos, por pelo menos 10 semanas, pois estão reformando a igreja física, unidade Central Santo André. Cheguei às pressas, correndo na subida das escadas. Ao chegar, já haviam terminado os hinos iniciais. Peguei logo o  trompete, algumas sopradas e me ajuntei a ao conjunto instrumental: {Ronald, Elton, Elcio, Hugo, Edra} = {Trompete, Trombone, Sax tenor, sax alto, piano}. E assim,  toquei a doxologia de entrada da plataforma. E realmente, foi muito 10, tocar ali com todos eles. Especialmente, com o toque especial da presença do meu humilde e grande amigo Elcio que veio de Maringá - PA para realizar uma prova na USP, para tentar um mestrado lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois nos separamos, em dois grupos, os instrumentos, não sei exatamente o motivo. E tocamos mais uma música, o hino inicial. Bom também, mas se notara que a acústica da capela era ruim; não ouvia os instrumentos do outro lado, e mal ouvia os que estavam ao meu lado, se perdia bem a noção, se a harmonia estava encaixando; não dava para saber se a congregação estava ouvindo bem, ou se estava muito alto. E, no mesmo naipe, tocamos um hino para o momento dos dízimos e ofertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o sermão do Pr. Delmiro, tocamos o hino final; só que nesse, ajuntei-me com o outro grupo, o Ronald e o Elcio. E eu, toquei em 80% do tempo, o contralto e o Ronald fez a melodia do soprano. Ficou bem mais legal, ali juntos, os dois trompetes. Até recebei alguns elogios depois, comentários do tipo: “Fica bem mais legal, bonito os dois tocando juntos.” Pois realmente, na nave da igreja, um fica de cada lado, não havia ainda tocado junto com ele. E depois, então todos se juntaram novamente num único grupo e tocamos uns 2 hinos para a introdução da Escola Sabatina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve algumas coisas interessantes na classe dos Adolescentes, que participo, juntamente com o Elton. E depois, no segundo culto, o conjunto novamente, e meio que começamos a nos entrosar, apesar que eu era o único novato ali, pois eles já haviam tocado juntos por vários anos. Ficou muito 10. O problema foi que o pessoal se acostumou a não levar hinário e ler as músicas pelo telão. Aí não teve telão, e mesmo sendo músicas mais populares do hinário, pouco, quase nada, ou nada, ouvia de canto, além do regente no microfone – Claudinei, no caso. Ah sim, o coral não cantou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após, fui para a casa do Elton. Chegando ali, não sabendo, comemorariam o aniversário da vó deles. Rapidamente, ensaiamos “Parabéns para você”, eu no trompete, Elton no trombone e o Elcio no sax. E aí fomos até o cômodo onde estavam várias pessoas reunidas em torno da mesa e a vó deles, e fomos entrando tocando a música, só que de forma bem desarmônica, o Elcio que puxou, tocou em uma escala diferente; e com ritmos variados, do tipo meio que cada um fez algo; eu só tentei acompanhar. Mas o pessoal gostou, foi legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então uma ótima refeição tivemos, ao redor de várias outras pessoas, com as quais havia um papo descontraído e bem gostoso. E também ficamos sabendo que o Pedrão – inquilino que mora com eles – disse que vai ser batizado no final do ano.  Então, depois de um tempo, só havia eu e o Elton ainda comendo, e até vieram nos perguntar se poderiam retirar a mesa. Hahaha. Algo já meio que comum, quando se come bastante, e devagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, fizemos um trio, trompete, tuba e sax tenor. Ficou muito 10. Tocamos várias músicas, meio que entrosando o feeling entre os três. Até o tio do Elton veio lá, pedindo para tocarmos de novo uma música que ouvira nós tocando, e ele que regeu a dinâmica da música. Mas logo, tivemos que ir para o ensaio do coral. E após o ensaio, ficamos um bom tempo conversando na calçado e ensaiando uma música do Arautos do Rei. Até que quase 1h30 depois fui para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã seguinte, corro de bike até o Clube de Desbravadores, no qual tivemos uma reunião desastrosa, caótica, e, fiquei estarrecido com o grau de sedentarismo e “fora de forma” do pessoal. Mas depois, eu e o Elton tivemos um longo papo com o Everaldo (diretor). Umas 15h terminei de almoçar, e fazia um trabalho, enquanto assistia alguns lances da NFL. E logo já eram 17h. Aí fui para o conservatório. Bem, lá foi 10, contudo, poucos tocamos, peguei uma lição com umas notas muito agudos, e para treinar o vibrato no trompete, embaçado por enquanto. Depois, formamos um conjunto masculino e começamos a treinar e cantar aquela música do Arautos do Rei Jesus Vem Logo. Eu, Rafael, Elton, Eliezer, Claudinei, Eliezer pai, Willian e o Lincon. Ficou muito 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, eu, Elton, Willian e o Rafael fomos pro colégio, e aí ficamos na sala dos professores ensaiando a música, pegando as notas no trombone. Eu no baixo, Rafael no barítono, William no segundo tenor e Elton no primeiro. Foi 10. No final, apenas pegamos uns 4 compassos; mas ficou muito 10 a harmonia, a coisa vai ficar muito boa. Depois, ainda dei uma tocada na tuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipo, foi realmente um fim de semana muito bom. Do tipo, que quando chegou domingo a noite, uma certa tristeza surgiu em mim, pois voltaria a rotina da semana. Dormir pouco, ir num trabalho sedentário no PC, 2h de van no transito, faculdade, 2h de van para voltar. Trabalhos, provas. Por outro lado, bom saber que tudo isso passaria num estralar de dedos que já vai ser sábado novamente, aliás, já é quarta-feira, e tudo parece que foi ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazem uns 5 dias que estou lendo o livro “Arco-Íris Sobre o Inferno” de Tsuneyuki Mohri, o qual conta a história de Saburo Arakaki; hoje um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas que foi um dos combatentes da Segunda Guerra Mundial, assassino, condenado a morte. O livro é incrível, ao todo 230 pags mais ou menos, já estou na 110. Só que tipo, até agora, apenas vem narrando o Saburo onde o Japão era sua religião; sua infância e situações de tirar o fôlego na guerra, uma mistura de aventura e drama; um livro que me fez ver um lado da guerra que nunca havia notado. E trás de certa forma uma noção muito mais real do que os filmes conseguem trazer, sobre os tiras, canhões e tantas outras coisas. E esse livro tem me feito pensar um pocado em algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, confesso, que agora, aos 22 anos, eu não me preocupo com o tempo, não fico mais ansioso quanto a ele. Pois de fato, as coisas estão passando incrivelmente rápido; mas tudo bem. Estou envelhecendo, mais tudo bem. Não me importo de logo estar com 88 anos. Minha maior preocupação é quanto ao uso desse tempo chamado presente. É algo tão profundo que penso quanto a isso que tenho muita dificuldade de expressar tal pensamento; mas a questão é “Deus me cobrará pelo uso do tempo da graça” enquanto tenho vivido de modo como, se não estivesse em falta quanto a isso. Preciso de tamanha educação e status acadêmico? Preciso ganhar bastante dimdim para cumprir minha missão? Pois olho para Jesus e o que vejo é um homem pobre mas o Senhor do Universo; dedicava o tempo para com as pessoas. Olho para Ele e me vejo em falta grave, para cartão vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior de tudo, é que amanhã estarei aqui nessa mesa no escritório, a noite estarei indo novamente a faculdade. E, às vezes, temo em pensar, que será preciso que um anjo me visite e diga claramente o que devo fazer; para eu mudar tal rotina do dia-dia. E se fosse para ir trabalhar de missionário em algum lugar remoto? Eu não me importo, gosto da simplicidade e humildade, romper com as normas e modas do mundo. Estar em meio de pessoas com as quais carecem de minha presença e ajuda; viver sem dinheiro; comer comida simples e mesmo comendo pouco; andar bastante e coisas por ai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dá no mesmo. O tempo vai continuar passando, como passa aqui. Só que o uso e utilidade em tais são bem distintos. Num viverei até quando Deus me chamar, noutro também. Por que então optar e escolher por esse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto todo esse conflito em minha mente, e a minha postura resoluta em continuar nisso. Apenas com um plano futuro, em média de 10 anos, conseguir juntar dinheiro o suficiente para iniciar uma nova vida no interior, num estilo de vida campestre, simples e bucólico.... bem, enquanto tudo isso. O tempo está passando, e os sinais ocorreram, o cenário, a condição do mundo, as dores dos partos aumentando. De inicio, dei pouca importância para essa crise financeira, pois já houveram, de fato, outras piores, e hoje há muito mais cabeça para se pensar, mais alternativas, mais modos de resolver, ou de evitar abalos e grande caos, do que há muito tempo atrás. De certo modo, até tenho uma certa perspectiva otimista para os próximos 10 anos. Mas se eu estiver errado? Por que pensar em 10 anos, ao invés de 5 anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que espero é que o Senhor esteja guiando minha vida; que tudo isso faça parte dos Seus planos. Mas será que estou entregando todos os meus caminhos ao Senhor? Que segurança há na não totalidade?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-4775609238457967398?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/4775609238457967398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=4775609238457967398' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/4775609238457967398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/4775609238457967398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/09/uso-do-tempo.html' title='Uso do tempo'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-6100872069579817939</id><published>2008-09-03T10:49:00.002-03:00</published><updated>2008-09-04T07:58:30.743-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><title type='text'>Agora, estagiando na BASF</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá, caro internalta.&lt;br /&gt;Já faz um tempo razoável que aqui não escrevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas bem, algumas mudanças e coisas ocorreram nesse período de tempo. Talvez um dos principais foi o inicio do estágio na Basf. Bem, a primeira vista, gostei muito da empresa. O estagiário é tratado como um funcionário e a bolsa-auxílio é boa; contudo, é preciso trabalhar muito. Estou com sério problema de privação de sono. Vou dormir 1h30 da manhã em média e acordo às 6:20, portanto, faça as contas. Isso mesmo, 4h50min de sono. Essa é a média! Felizmente é apenas em 3 dias da semana tal valor (seg–ter e qui–sex), os piores dias são terça e quarta. De quarta para quinta, se bobear consigo dormir de 7 – 8 horas, e nos fins de semana e sexta para sábado também. Mas já fazem 3 semanas isso e ainda não me acostumei. Minha cabeça fica meio estranha, um estado meio que presente de dor de cabeça suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o chuveiro está com problemas e ninguém arruma. E ou se toma banho muito quente ou no gelado de tudo (desligado). E como normalmente agora só estou tomando banho ao acordar; não rola um frio. E minha pele está ficando ressecada. E aos poucos percebo meu imunológico cair. Também, tenho voltado a consumir chocolate, principalmente leite com chocolate no escritório; para ficar um pouco desperto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faculdade ficou mais correria ainda. Quatro disciplinas pesadas do tipo que é necessário estudar muito. E dessa vez, peguei um professor bom, Lima, de Estatística, escreveu um ótimo livro sobre tal com o Magalhães. Já o de Cálculo, o cara tem boa vontade, mas não sabe explicar, simplesmente não sabe explicar; tem uma grande debilidade didática e metodológica; fora que não sabe selecionar exercícios didáticos. O de física, Gravitação, é interessante pois aborda bem um papo reflexivo sobre a ciência, algo mais do tipo história e filosofia da ciência; mas boa parte da galera dorme na aula; já para mim, é muito interessante. E tem a matéria de Geometria, onde estamos vendo alguns coisas incríveis e exóticas, como um plano curvo, um plano hiperbólico; como é que se define a geometria; o que realmente é uma reta, plano, ponto, segmento entre outros, que vale de forma geral, e não apenas para o plano de curvatura zero que estamos acostumados, ou que normalmente, o único que a grande maioria das pessoas pensam que apenas existe; pois realmente, curvas que são retas, é intrigante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, já tive minha primeira bomba, fui péssimo na prova de Calculo IV. Mas vamos lutar. O difícil é imaginar quando irei estudar, talvez mate umas madrugadas. Ou tente pegar uns domingos de tarde – se ninguém ficar em casa; mas vai ser complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão física diminuiu bastante. Exercícios aeróbicos só pratico de quarta a noite e domingo, que somando, daria umas 2 horas, e olha lá; o que realmente é longe do ideal. Mas tenho tentado procurar andar o máximo possível dentro da BASF. E procuro fazer, durante o dia, algumas flexões e abdominais. Creio que tenho que caprichar melhor no domingo, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa noticia é que o Congresso Nacional aprovou uma nova Lei para com os Estagiários. A qual obriga uma carga horária máxima de 30 horas semanais, isso dá em torno de 6 horas por dia – sem diminuir o valor da bolsa. Ou seja, talvez, quando ela entrar em vigor aqui na Basf, talvez diminua em 2 horas minha carga horária diária. AO invés de entrar as 7h30 e sair as 17h; talvez, consiga entrar 8h30 e sair as 16h, ou então sair as 15h. E assim, poder estudar um pouco, praticar mais atividade física; ir mais cedo para a USP, aproveitar mais o CEPE, GEA. Mas, é esperar para ver no que vai dar. Até lá será um pouco de dureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho, pois é como se tivesse num estado de estopim constante; de modo, que se eu fechar os olhos e relaxar por uns 30 segundos eu apago, durmo! Por outro lado, minha super pró-atividade e energia; é como se também estivesse super disposto a todo momento; agora mesmo, correria vários quilometro de boa. Apenas o corpo fica meio estranho, meio que indicando que há algo estranho. Dizendo: “Cara você precisa dormir.” Mas, creio que isso é apenas um período; e estou apreendendo várias lições preciosas quanto a isso, lições para a vida, para o caráter, para o autocontrole, disciplina, esforço e perseverança; assim como para valorizar as pessoas e as outras atividades que exerço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, uma das colocações interessantes que já li em alguns livros é aquela idéia, que antes de se tornar um grande rei, líder, receber uma grande benção, antes é preciso passar pela humilhação, necessidades, dureza; para, sobretudo, possuir responsabilidade, bom-senso e valor para usar dos poderes recebidos. E mesmo aquela expressão muito usada pela igreja que diz: “Antes do Pentecostes veio o Calvário”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período também voltaram as atividades do GEA, a boa noticia é que mudamos para quinta-feira e a Nath da letras pode participar agora. Mas está havendo alguns conflitos ideológicos, ou como disse o Fred, Crise de Identidade; apesar que, creio que o problema é outro. Mas ainda assim, é um benção o GEA, e tem uma extraordinária projeção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutro lado, certifico que eu o Elton temos crescido muito juntos em vários aspectos. E temos cada vez mais notado a grande responsabilidade, dever, entre outros que nos fora outorgado. E nisso, o coral enfrenta um sério problema, ora, vou ser sincero, eu avisei e avisei; há dois anos atrás, peguei no pé do coral, do Marcilio, falando sobre vários aspectos e tendências. Não deram ouvidos, e aí, a coisa aconteceu. E agora? Parece até que nos demos de cara com o vale dos ossos. E me vem em mente, aquela história de Elizeu, ou fora Elias? “É possível esses ossos voltarem a vida e combater?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clube de Desbravadores está um caos³! A diretoria está um caos, e para agravar o problema estamos com mais de 60 desbravadores. Mas, eu e o Elton já estamos tomando providências para buscar solucionar isso. Mas vamos lá, e, infelizmente, por enquanto acredito que não participarei do Campori, devido ao estágio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fazem 4 meses que estou tocando trompete oficialmente na IASD Central Santo André; de inicio meio tímido, mas agora já me soltei bastante. Apenas ainda estou pegando mais as manhãs da dinâmica com o grupo, e prestar atenção no tempo, no piano, no regente. E nesse tempo também, melhorei muito a qualidade do som, o timbre, tonalidade, volume, potência, ressonância; claro, ainda tenho muito a melhorar. É só o Ronald tocar que fica evidente meu nível inferior. Mas estou melhorando, apesar de agora só pegar o trompete 4x por semana, para treinar, estudar e tocar. Alias, desaprendi a contar tempo. Demorou um pouco para eu conseguir tornar subconsciente e involuntário olhar para os compassos, e com aquela musiquinha na mente: 1, 2, 3, 4; 1,2, 3, 4... (num compasso de 4 tempos). Parei de treinar isso, comecei a ir muito no feeling da música, e quando preciso contar, me embaraço todo, porque tenho que pensar, raciocinar; aí eu acabo desconcentrando um pouco quanto aos outros detalhes, como leitura da partitura, e diversos outros aspectos. Fora que o pior, é que desaprendi a ter a noção da duração dos tempos das colcheias e semi-colcheias. Vou pegar um método de percussão bom com o Elton e estudá-lo, para pegar melhor noção disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tenho já feito algumas coisas interessantes com o meu trompete, veja algumas músicas que gravei em &lt;a href="http://kako.4shared.com/"&gt;http://kako.4shared.com/&lt;/a&gt; . O ruim é que meu conhecimento de edição de som é muito debilitado ainda, usei um programa muito light; minha placa de som, é fraca para entrada, acho que 16bit e olha lá; e o microfone que usei, rs, é aqueles que vem no fone de ouvido, bem genérico ainda, da Clone; paguei 15 reais. Mas já pretendo lá para o final do ano, comprar uma placa de som boa, profissional, e um microfone bom, profissional ou semi. Aí sim, a coisa vai ficar legal. E quem sabe, daqui um ano ou dois, fazer um isolamento acústico no meu quarto, uns equipamentos, e montar um pequeno e modesto estúdio em casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho pensando mais e considerado como já a questão da vida adulta, independência. O pensamento, planejamento e execução para já sair de casa, desenvolver uma família, um lar; responsabilidades, imposições, ousadias necessárias; para lidar e encarar outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez, meu maior foco e pensamento hoje é quanto a questão espiritual minha, dos outros, e sobretudo, da igreja, ou seja, das pessoas que alegam ser seguidores de Cristo. Principalmente, naquelas em que mais convivo nos grupos e atividades que participo. E a questão é: “Inatividade”, “Falta de fé”, “falta de espiritualidade”, “falta de poder do Espírito Santo”. Só Deus sabe o quanto que penso nisso e estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dias ficou bem parado a digitação do livro. Mas tenho planos para logo adquirir meios para conduzir esse trabalho adiante. Quem sabe, no meio do próximo ano, já estar corrigida e editada; assim, buscando editoras...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes, fico imaginando como seria interessante, se caísse um meteoro na Grande São Paulo; e acabasse com as pessoas (inclusive eu) que fica perdendo tanto tempo com futilidades, trabalho, coisas da vida terrana; de modo, que o tempo torna-se não controlado por Deus, ou seja, tudo acaba sendo vaidade. Preocupados num carro a adquirir, ou investimento a fazer, enquanto que negligencia ou esquece totalmente dos necessitados e de ajudar o próximo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-6100872069579817939?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/6100872069579817939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=6100872069579817939' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/6100872069579817939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/6100872069579817939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/09/agora-estagiando-na-basf.html' title='Agora, estagiando na BASF'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-6002015857771755086</id><published>2008-07-17T00:33:00.006-03:00</published><updated>2008-07-22T01:03:17.302-03:00</updated><title type='text'>Eclesiastes Cotidiano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pôr-do-sol de terça-feira, estou em casa na companhia de anjos - de ambos os lados -, de Deus e do meu trompete. Porém, inútil no espaço-tempo.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acabo de retirar sons tristes, dissonantes e desafinados, como um choro. Sim, um choro. Contudo, se tratava de uma de minhas prediletas (&lt;em&gt;"Eu Achei"&lt;/em&gt;); devo até ter arranhado o metal do meu trompete de tão carregado estava o ar de culpa.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que culpa? Ora, ouço o poneiro do relógio desempenhar sua função, enquanto eu não desempnho a minha. Inútil, sim. O que fiz durante o dia? Bem, briguei com o cachorro do vizinho, pois este não me permitiu dormir além de 4 horas a noite; aumentei o som no último para vingar de meus vizinhos. Então fiquei comendo, de forma pouco suadável e assistindo filmes de drama, deitado debaixo de cobertores, enquanto fazia um planejamento de como lidraria com o tempo no próximo semestre, e os planos de investimento. E foi isso.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não era isso o que deveria estar fazendo. Por que estou vivo? Eu sei. Tenho uma missão, um papel a cumprir. Deveria sim estar levando o Reino de Deus às pessoas, ajudando os necessitados, espalhando boas sementes. Louvando de Deus, conversnado com Ele e o ouvindo através das Escrituras. Mas nada disso eu fiz, vivi morto.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não perdi "a linha", tão pouco estou deprimido. Mas pelo contrário. Como sempre, ocm claras percepções da verdade, do dever e do discernimento. Deveria estar nadando na piscina, mas apenas estou batendo os pés nas águas, sentado na margem.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem mesmo deveria estar escrevendo essas palavras. Não deveria estar sendo subjetivo. Não deveria ter abandonado sonhos e adiá-los. Não deveria ser impaciente. Não deveria duvidar. Não deveria estar sentado escrevendo. Nao deveria estar agindo como estou. Peguei a taça do tempo da graça, derramei-a na privada e apertei a descarga. E estou escolhendo isto continuar fazendo.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabe, diversas vezes eu vejo como Deus foi sábio em explicitar que suicidas não entrarão no Céu. Evita muitas mortes. Claro, para uma mente bem entendida, nem precisava estar escrito isso. Aliás, tal compreende que o "suicidio" não é meramente o ato de instantaneamente morrer, forçando a situação. Salomão dizia &lt;em&gt;"Aquele que pratica o mal corre para a morte."&lt;/em&gt; E neste momento eu, como, provavelmente, você, leitor, estmaos correndo.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, estou bravo, furioso comigo mesmo. A cada dia que passa mais torturante , hostil, mórbido, infeliz, tediosos é este mundo; como Salomão expressa em Eclesiastes. Aliás, creio que se trata do livro mais mal compreendido pelos teólogos; porque poucos são os que realmente o estudam com a interpretação do Espírito Santo e no contexto de Salomão.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;O contexto de Salomão não era os aspectos de seu estado emocional. Eke bçai escreveu aquilo porque estava triste, deprimido, longe de Deus e isso o fez a observar, análiser e escrever daquele modo. Mas sim, por algo, que meia duzia de pessoas conseguem conpreender.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Por quanto maior a sabedoria, maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto."&lt;/em&gt; Ec. 1:18&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salomão sabia, tinha claras percepções da verdade, entendia, discernia. Contudo, sabedoria é quantitativamente enorme, x. Porém, ela apenar funcioa de forma inseparavel com a perfeição de Deis; neste âmbito é a melhor coisa que há. Se não estiver revestido do Espirito Santo, essa luz, passa a ofuscar seus olhos, queimá-los. Revertis a Armadura do Cristão não apenas serve para enfrentar o Grande Conflito, mas para poder viver em harmonia com a luz, sem que ela te queime.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois então, quando se retira a armadura, a coisa torna-se sofrida. A verdade não muda. A percepção não muda. O subhetivo continua a mesma merda. VOcê olha para o mundo e continua a perceber que tudo é inútil, e nada é novidade debaixo do sol. Percebe o grau de pecado, de loucuras, de vaidade e tendências nas pessoas e a verdade, como olhos de fogo, penetram analisando o próprio caráter. Porém, tudo isso é suprido, suportado quando se veste a armadura.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ARMADURA&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Além disso, usem o escudo da fé, com a qual voc~es poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno. Orem no Espírito, em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos." Ef. 6:14-18&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, todas essas coisas estão aqui, ao meu lado. Por que não coloco-os? Não há motivo, não há razão alguma para ficar parado. A única explicação é que estou escolhendo não colocá-los. Enquanto isso, a verdade me fulmina a alma. Se quero colocar? Mas é claro, pois, segundo, quero que o sol me faça ver a primavera ao invés de dar uma cabeça no sol, como se tla fosse uma bola. POis é, essa é uma das situações claras de Grande Conflito. No qual o mau tenta de todos os modos deixar eu apenas olhando para a armadura, já o bem, querendo que eu a vista. E a cada segundo que eu exito em vestir-la, estou debochando, blasfemando de Deus, deixando o Inimigo "feliz".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tão pouco deveria estar escrevendo isto. Pois tudo é uma declarçaão que Satanás, supostamente, está tendo sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certo é que muitas coisas contribuiram para enfraquecer minha mente para eu ficar nesse estado vegetativo espiritual. E todas estão ligadas ao descuido da Reforma da Saúde.&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relógio biológico desrreugulado, tanto para dormir, como para acordar, comer.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dormir menos de 8 hrs. por noite.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sedentarismo: Não praticar exercicios diariamente. E apenas em alguns dias da semana.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comer muito. E coisas não saudáveis. Muitas vezes, não combinando corretamente os alimentos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes, tomando pouco sol e bebendo água apenas regularmente.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Raramente respirando ar puro. Isso implica no comodismo com a cidade na qual moro.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não amando a Deus com todas as forças, todo entendimento. Tão pouco o próximo. Pois aliás, estou até conseguindo andar pelas calçadas sem se importar por quem estou vendo, ou quem está sentado no onibus.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adiando os planos ideais. Como o de mudar-me para p´roximo da faucldade, no qual poderia controlar melhor o tempo.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O descuido do tempo, pois foi através da destruição do relógio biológico que todas as demais aconteceram.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não estudar a Bíblia pelo menos 2 horas por dia; quando ao acordar e quando for repousar; todos os dias. Do mesmo modo, não estar orando sem cessar.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perder a esperança de se importar com os outros, tentar conduzi-los à mudanças, de modo a evitar conflitos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amar a música, sobretudo a clássica. De modo a contemplar o horizontal e não o vertical. O criado e não o Criador.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apenas fazer a parte que me corresponde. sem buscar levar os outros a fazerrem as suas quando não fazem.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixar de exifir perfeccionismo das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostar de risadas. Humos negro. Piadas. Brincadeiras.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dar o máximo, de modo a ser perfeito, em tudo o que faço e fazendo várias coisas. De modo, que, às vezes, fico como o homem de Ec. 4:8.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficar assistindo TV. E muitas vezes, fazendo coisas desnecessárias ou não prioritárias na Net.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Etc.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Semre olho para o Evandro de 2003, 2004 e 2005, até que comecei a faculdade e a busca pela carreira profissional. Que saudades! Deus era meu fôlego literalmente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Acordava sedo, dormia sedo, dormia sempre 8hrs, de modo que nem precisava de despertadador. Me alimentava bem, melhorava com o passar do tmepo. Não comia quase que nunca alimentos nocivos. Me exercitava praticamente todos os dias, sempre omando banho frio. Estava sempre com uma garrafinha de água; facilmente bebendo mais que 2L, por dia. Praticamente, não assistia TV nem filmes, não ouvia músicas, mas somente louvava a Deus. Era bitolado em Deus, Ele não saia da minha cabeça, em tudo era Deus. Andava na rua, conversando com Ele, olhava as pessoas e pensava: &lt;em&gt;"Preciso ajudá-la. Ela precisa conhecer a Deus. Tenho que fazer algo."&lt;/em&gt; E meu coração ficava apertado se ão o fazia. Não dava lugar nem brecha para o que não fosse da vontade de Deus. Era muito ativoem todo momento em estar tentando conduzir pessoas à intimidade com Deus. Acordava, escorreva da cama e orava, estuvaca a Palavra, atrasado ou não até ficar satisfeito, com o espirito cheio de chuva temporã, então tomava o desejum para fazer as coisas do dia-dia. De niote, era 1 hora pelo menosestudando a Palavra, ou o Espirito de Profecia, para depois então orar até não ter mais o que falar para ir dormir. Às vezes, esperando todos irem dormir, para ter socego. Sempre estava lendo algo, caso houvesse fila, tinha que esperar algo, pegar onibus. E a cada dia que passaa, transbordava de felicidade, alegria, gozo, cada célula do corpo rejubilava de alegria, gratidão, querendo louvar a Deus.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Então veio a faculdade e tudo ocmeçou a zuar nas quase 4 horas dentro de uma van. Tendo que estudar a noite, chegando de madrugada em casa. Logo, o horário e quantidade de sono foram afetados; aí os horários das refeições também; ficava sem pique para esutdar a Bíblia antes de dormir, logo gradualmente fui estudando menos e menos e orando menos. E por efeito borboleta, de repente, tempestades e furacões.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sim, sem contar que no período: Nenhuma tosse! Nem um único espirro, ou corisa! Agora, aó estou eu tomando um antibiótico.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E AGORA!?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quero voltar a isso e ainda melhor. Mas em minha mente, o único modo para isso é atingir a estabilidade econômica. A qual tornou-se meu projeto prioritário, contudo, tudo, leva a indicar que levará 10 anos, algo, em torno disso, muito dificilmente, mais do que 15 anos, ou menos do que 7 anos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se é o ideal? Bem, sem a armadura é, ou parecer ser; o menos mal, ou o humanamente mais cabível. Contudo, tem que apenas contar para eu não morrer até lá; ou que eu volte a vestir a armadura até lá com alguma providência. E então isso?! Contentar de viver com esse cristianismo morno?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Contudo de modo algum defendo isso que estou fazendo. E esse meu plano, então. HUm. Um modo bem capitalista de buscar resovler as coisas. Eeee Evandro! Por que não segues o plano ideal? Que vaidade louva está!!!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sim, estou em cheque. Talvez, leve um mate. Mas até quando ficarei brincando de xadrez? Tenho que correr, o trem das onze logo passará.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-6002015857771755086?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/6002015857771755086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=6002015857771755086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/6002015857771755086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/6002015857771755086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/07/eclesiastes-contidiano.html' title='Eclesiastes Cotidiano'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-3228485096539386984</id><published>2008-04-02T20:33:00.002-03:00</published><updated>2008-04-02T21:04:17.056-03:00</updated><title type='text'>Um Deus Fiel - Testemunho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É incrível notar como Deus responde as nossas orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano, como já me expressei, estou em grande labuta profissional-acadêmica, que também envolve a insuficiência de recursos ($$$) e de tempo; tanto é que estou dormindo muito pouco, essa última noite mesmo, fiquei até as 4h da madrugada estudando Cálculo, e acordei umas 8h para ir para o Inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um fardo forte que estava sobre meus ombros era a falta de dinheiro para algumas NECESSIDADES. Como, colocar um cubo roletado na roda traseira da bike, pagar o trompete que comprei da Amanda, e ainda mais que ela estava necessitando do dinheiro para pagar umas DPs. But, I don't have money. Melhor, I didn't have money.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou dando aula particulares. Mas o que ganho é apenas suficiente para pagar o curso de Inglês e o transporte que normalmente uso para ir à igreja aos sábados e de vez em quando faculdade. E tem um programador de Minas Gerais, no qual fiz um trabalho de consultoria em Matemática para ele, desenvolvendo uns algoritmos, solucionando uns métodos dele conseguir fazer alguns processos, para um programa de banco de dados dele. Mas ele só me pagou parte, pois está esperando a prefeitura da cidade dele pagar o que lhe deve para poder me pagar o resto. E esse era o dinheiro que estava contando para pagar parte do trompete. Mas, não há muitas expectativas desse dinheiro chegar antes de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurei muitas portas, mas não fui selecionado. É frustrante naturalmente pelo não, por pensar - principalmente para alguem tão exigente de mim mesmo - "você não é tão bom ainda... deveria ter treinando mais...". Como que num campeonato. Não que desejo ser o melhor de todos, mas é inevitável minha participação, e quero ser sempre - pensando em mim mesmo - o que vence os limites. Se alguem foi melhor do que eu, bem, eu ainda posso chegar num nível acima do nível em que ele chegou. É uma idéia meio idealista, de que há uma alta norma, e qual desejo sempre alcançar; e quando você vê que outros estão mais próximos do que você, então você percebe que está longe e que deveria estar muito muito próximo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, voltando ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente ontem de manhã, a primeira coisa que fiz ao me levantar foi orar a Deus. Recordei da história de Israel, no período de Elizeu, quando a cidade ficou cercada pelos inimigos e houve grande fome. Até que certo momento um mensageiro do rei foi até Elizeu com más intenções. E nisso Elizeu profetizou falando que na mesma hora do dia seguinte, haveria abundância de alimento - para ter idéia, estavam negociando coco de passará por um preço absurdo, duas mulheres combinaram de comer seus próprios filhos - e tal mensageiro dúvidou. Mas no dia seguinte, Deus fez confusão no acampamento dos inimigos de modo que lhes perturbou com tamanho medo que eles sairam correndo deixando tudo para trás, inclusive os mantimentos. E então Israel teve novamente mantimentos. Falei para Deus de minha fé em Sua providência de poder fazer tamanhos acontecimentos. Expressei quanto ao trompete, que a Amanda necessitava do dinheiro, eles foram muito legais e  até meio que anti-capitalistas na negociação... também falei que tudo isso era para um instrumento para o qual pretendo usar para o louvor a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, não sabia qual o método Deus iria usar. Horas se passaram, mas nem mais pensei nisso. De noite, na faculdade, no meio da aula do Simon, Estatística, meu celular toca. Saio da sala, atendo. Era a mãe de aluno da oitava série que estava precisando de aulas particulares. E já combinamos para começar imediatamente, hoje pela manhã já dei uma aula; amanhã darei outra. e combinamos já um pacote de aulas. Com a qual poderia pagar já uma boa quantia do trompete; pelo menos para esse mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também, na van que faz o trajeto (ABC-USP/USP-ABC), a Luise que trabalha no Anglo. Me perguntou se o Cleiton já havia falado comigo para dar plantão lá, porque estão precisando de plantonistas de matemática. E então, há altas chances que eu também venha a dar plantão no período da tarde no Singular-Anglo; e assim, até já consiga, finalmente, dar uma leve respirada financeiramente; durante este período conturbado. E quem sabe, até possa também pagar a van da faculdade. Assim apenas dependendo dos meus pais, quanto a "moradia" e o que consumo nela. E quem sabe, sobre uns 100 reais por mês, para FINAMENTE, eu começar a investir no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é isso.&lt;br /&gt;Como Deus é maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-3228485096539386984?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/3228485096539386984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=3228485096539386984' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3228485096539386984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3228485096539386984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/04/um-deus-fiel-testemunho.html' title='Um Deus Fiel - Testemunho'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-4100939702078238739</id><published>2008-03-16T22:08:00.005-03:00</published><updated>2008-03-17T00:38:26.518-03:00</updated><title type='text'>Morre uma criança. Forma-se um homem.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;"Como é amargo pensar que precisamos matar a criança para formar o homem!"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Rei Arthur, Allan Massie, p. 47&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma das frases de impacto do Best Seller que li ano passado. Numa ótica mais cética e realista - um tanto quanto pessimista - fala da história / estória (?) do rei Arthur; contudo pouco se encontra daquela aventura muito conhecida, mas mais filosofia e episódios estranhos sem nada muito sensacional. O livro é feito como numa narração em que o narrador está contando a história para um rei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bem, logo no começo, falando um pouco sobre como surgiu Arthur e um pouco de sua infância. Merlim, um sábio mago, ensinava Arthur (como um professor). E numa autoreflexão ele expressou isso: "&lt;em&gt;Como é amargo pensar que precisamos matar a criança para formar o homem!"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma frase chave que descreve uma realidade. É isso que estou passando, ou passei recentemente. Nesse ano tomei uma nova atitude: "Matar a criança para formar o homem!" Posso não ter sido o garoto mais infantil, principalmente após os 16 anos. Mas não era um homem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado é triste ver como são os deveres da vida adulta. Confesso, estou sofrendo, não está sendo moleza (mas quem disse que seria?). Essa necessidade de busca pela independência financeira, os deveres e responsabilidades, o desprendimento para um forte individualismo sério, responsável, indesculpável. Não adianta poupar esforços, o mundo não está nem aí para mim ou para você. Ele não espera NADA de nós! De certo modo, ele não está nem aí se você vive ou não, mas se vive você tem que cumprir seu papel como mercado consumidor, para o mundo, eu e você sobreviver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Está sendo duro ultimamente, principalmente desde Fevereiro quando comecei decisivamente com essa atitude. Tenho estudado muito, buscado estágios entre outros. Algumas decepções como com o tratamento dentário particular. Tenho alguns problemas sérios (desvio da ATM), e terei que passar por umas cirurgias ortognáticas. Contudo, o preço? Maior do que um carro popular zero. Dinheiro? Não tenho nem para comprar um pão frances. Na verdade, tenho que lutar para conseguir fazer o tratamento todo na USP, mas tá embaçado, a burocracia é um 'saco'. Além disso, está complicado a faculdade, 3 professores super exigentes, aulas com o Simon, que para quem conhece, o cara pensa que somos doutores formados e há décadas somos matemáticas experientes. O Fishman, ótimo professor e bom método, contudo, a exigência é grande, e tudo é muito rápido. Em questão de livro, diria que em uma semana, são 100 - 200 páginas de avanço (contando todas as matérias); imagine estudar tudo isso! E também a corrida pelo estágio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vou ser sincero, deixei de lado o meu 'eu', até como individuo. Dormir? Só o que for possível. Quantas vezes não dormi 4hrs ou menos, para 6hrs da manhã ir lá para Zona Sul de São Paulo de trem e metro, com "aquelas multidões básica", para fazer várias entrevistas? No Santander, no HSBC, Unibanco... Sempre chegando até a praia, nas últimas etapas do processo seletivo, chegando até as entrevistas pessoais com o gestor. Mas na hora H, de "é você ou não", até agora, só tem dado não. Por que? Alguns fatores: Não sou fluente em inglês, não tenho excel avançado (VBA, macro...), não estou no penúltimo ou último ano, não moro muito perto, não tenho experiência no exterior, e por fim, não sou filhinho de papai. Mas o que vou fazer? Sentar num canto e ficar chorando? Ficar dizendo para os outros "ai de eu!" Me fazendo de vitima e coitado? De modo algum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em vista a filosofia que rege o mundo atual, eles tem até razão em me tratar assim. Eu não faria o mesmo? Escolheria eu? Por que? Por que o mundo deve fazer algo por você e por mim? Por que deve dar-lhe uma oportunidade? - principalmente em vista, o realidade que há, e não o ideal que deveria ser - Por isso, tomei uma atitude. Lutarei para desenolver-me. De modo a fazer tais, "IMPLORAREM PARA CONTRATAR-ME". Como alcançar isso? Moleza não vai ser. Noites de sonos serão perdidas. Muito esforço e abnegação. O fim da preguiça e do desperdiço de tempo. O fim da criança. É uma revolução, é um assassinato. De modo algum será fácil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tenho que melhorar minha pessoa. Desenvolver minhas capacidades e talentos e sobretudo aquelas não desenvolvidas. Melhorar meu desempenho na faculdade. Avançar na vida academica. Já peguei um curso autodidata de Excel Avançado, estou para começar, pois tenho facilidade em aprender qualquer coisa por um lado. Também iniciei um curso de inglês na Fisk. O problema é que tudo é a custa do dinheiro que não tenho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De modo maravilhoso Deus tem me concedido recursos. Mês passado conheci uma pessoa pela internet, um programador, através do meu blog de matemática; dei uma consultoria para ele e ganhei uns 500 reais. Só que de tal, já gastei praticamente tudo. Transporte, transporte principalmente. Alimentação. Curso de inglês e excel. Algumas coisas dos desbravadores. A stand para partitura. E como será no próximo mês? Bem, estou dando umas aulas particulares. Se tudo der certo, terei grana para mais 1 mês de inglês. Mas e as outras coisas? E depois?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também, agora recebi uma proposta ideológicamente irrecusável da Amanda, do trompete Weril dela por 800 reais. (um desconto acima de 50%). Preciso dele. Mas como comprá-lo? Com que dinheiro? Não sou de ficar pedindo dinheiro aos outros. Me sinto péssimo quando tenho que pedir dinheiro para meus pais para o onibus. E normalmente evito ao máximo, indo até mesmo a pé para o centro (1h10min), ou deixando de comer em algumas refeições; ou comendo algo meio pobre nutricionalmente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tem sido assim: Acordo em torno das 8 horas da manhã, ou antes. Vou para o inglês ou dar aula. Volto a pé para casa. Chego por volta da 1hora da tarde. Ai esquento a comida e como. Nisso, quando dá, treino 30min - 1h de trompete. Faço algumas flexões nos intervalos. Estudo para a facul e o ingles, além de planejar as aulas. Ai dar uma geral na net, e-mails, blogs que tenho que dar conta; buscar job. 16hrs, tomo um banho rapidão, e já JANTO. 16h45 chega a van, então é rumo a USP. Na van é onde faço normalmente a parte mais devocional, uns 40min-1hora, lendo a Biblia ou o Patriarcas e Profetas; fora as conversas (é normalmente onde mais relaxo) e virou praticamente lei, dar uma cochilada entre a Bandeirantes e a USP. 19h na USP. Ai é aula, às vezes tem o GEA, e nas janelas vou para o CEPE para praticar exercícios físicos. 23 horas de volta a van, go to my house. Aí, 1 hora da madrugada chego em casa. E com muita fome, aí como. E outro dia até passei mal por isso, acordando no meio da madrugada com dor de barriga e vomitando. E aí vou ver uma coisa ou outra, além de comer e dar um tempo para um minimo de digestão e durmo em torno das 2h - 2h30 da madrugada. Mas a noite de sono tem um rendimento muito fraca. Pelo stress, pela correria, pela alimentação noturna, os pensamentos, as mil coisas para fazerem, as coisas que se tem que fazer na manhã seguinte. E nos fins de semana? Bem, na sexta, a noite tem ensaio do coral. Aí ao chegar em casa umas quase 23 horas, vou estudar a lição da escola sabatina e acabo dormindo muito tarde, porque também é quando planejo algumas coisas para o Clube de Desbravadores. Aí é quando finalmente durmo um pouco mais, até umas 9 horas de sábado; tendo que assim, matar o primeiro culto onde o coral canta. Mas eu preciso desse sono. Volto da igreja 1h30 da tarde, almoço.. ai toco um pouco de trompete, estudo um pouco a Bíblia, algumas músicas de louvor... e aí go to igreja novamente, sempre tem algo de tarde. (isso quando o coral não vai cantar em locais distantes). Bem, 20horas estou de volta. Aí lá vai eu verificar se está tudo ok, fazer algumas coisas que sempre tem o que fazer. Aí acabo dormindo tarde de novo. E domingo? Acordo umas 8horas. Pois 9h e pouco tenho que estar nos desbravadores. E no clube é ritmo forte. e 1h - 2h estou novamente em casa. Aí de tarde, quando não tem ensaio a tarde, é quando dou uma relaxada maior (hoje até dormi umas 4 horas a tarde) mas normalmente é quando estudo inglês, toco treino trompete, estudo algumas coisas para facul. E aí acabo dormindo tarde, porque acostumei com isso, meu relógio biológico se acostumou a dormir tarde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso é caos em questão de saúde. Para quem me conhece, vai estranhar o que direi agora. Mas eu me sinto um pouco cansado meio que constantemente; como se não estivesse a todo pique, com todas as energias e forças. Uma idéia constante de querer descansar e dormir. Se mesmo que sento em algum lugar mais tranquilo há uma indução ao sono. Aliás, estou dormindo de dia!!! O que era praticamente impossivel comigo. Outro dia na fila do Semana, sentado no banco, eu acabei dormindo sem perceber, ainda bem que um rapaz me acordou quando apareceu a minha senha. Você sente uma espécie de constante tensão na cabeça. Como se estivesse com o órgão cérebro um pouco enfermo, ardendo um pouco, é uma náusea bem fraca mais constante. Isso tráz alguns agravantes espirituais sérios. Sem contar os olhos cansados, as vezes sensíveis a luz do dia, as olheiras. Pelo menos existe música clássica para relaxar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas e aí? Vou ter pena de mim? Nenhum pouco. Apesar de tudo isso. Vou dizer, estou de bom ânimo, estou empolgado, estou cheio de energias. Não me polpo. Darei o meu melhor e vou ser sincero, não conheço meu limite. Ainda não cheguei nele. Uma vez fiquei 2 dias acordado fazendo uma trilha puxada, com uns 30 kg de carga na mochila, passando por lugares bem dificeis e etc. E ainda não havia chegado no meu limite. Qual o meu limite? Eu não sei. E não imponho um, pois normalmente quando você chega numa suposição, você percebe que não era bem assim e que dá para sempre ir mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, estou colhendo aquilo que plantei e que meus pais plantaram. Se desejo subir na vida, sair de algumas fortes tendências impostas, terei que lutar fortemente para isso. E para ser sincero, "Como é amargo pensar que precisamos matar a criança para formar o homem!" Mas hoje olho para a minha infancia, e até meus 16 anos, quando Deus me despertou, retirando das trevas. Foi uma vida vã, vaidade. Perdi tempo, perdi muito tempo. Coisas que dava valor, hoje vejo que não possuem valor nenhum. Ficou muito claro para mim algo que Ellen White diz sobre Educação, falando que as crianças não sabem o que realmente é bom para elas, qual é a verdadeira felicidade. E agora tenho que lutar e sofrer mais para dar conta, pois preciso de coisas em pouco tempo no qual tive muitos anos para fazer e não fiz. Como um curso de inglês, como me esforçar nos estudos; pois tive que ficar 2 anos fazendo cursinho para entrar na faculdade. E se desde criança eu fosse alguem muito estudioso, não só em nível academico mas teológico... o que seria de mim hoje? E se desde pequeno já estudasse música? Talvez a única coisa boa é que sempre fui alguem que praticou mmmuuuito esporte e atividade física. Aliás, se desde pequeno eu fosse vegetariano e cuidasse bem da saúde? E se eu tivesse usado a perereca após o tratamento dentário que terminei aos 14 anos? E se desde pequeno tivesse economizado dinheiro, ao invés de gastar com coisas supérfulas e investido em ações, o que hoje já não teria financeiramente? Se eu lesse desde pequeno, ao invés de ficar dias inteiros jogando video-game?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que bom é saber que Deus meu perdoou. E que é poderozo e tem grandes planos para mim. E me dá forças para lutar. E pensando bem, eu fico intrigado num campo em que não ouso especular, que é quanto a questão que Deus tem um plano para mim. E que talvez tudo pelo qual passei foi para um propósito. Penso num trecho do livro:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;br /&gt;"A intenção de Merlim era forçar Artur a abrir o próprio caminho no mundo, pois dizia: &lt;strong&gt;"Aprendi que a dureza é a escola adequada para a excelência."&lt;/strong&gt; Por isso despachou Artur sozinho, montado em um robusto pônei e levando ao alforje provisões para dois dias. Assim Artur deixou para trás a infância[ele mal itnha 14 anos] e rumou para o sul; não se deve imaginar que Merlim não tenha derramado uma lágrima ao observar o menino subir o vale sinuoso e desapaeecer de vista."&lt;/span&gt; p.52&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e uma outra:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;"&lt;br /&gt;- Lembra-te - disse Merlim - que acima de tudo "todo homem tem o seu dia; todo homem tem um período de vida, curto e inalterável; mas através de atos podemos ampliar a nossa fama; esta é a tarefa da virtude e da coragem."&lt;/span&gt; p. 51&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bem, fixo na idéia de "Aprendi que a dureza é a escola adequada para a excelência." Isso me faz lembrar de José, o mimado filho de Jacó, o qual foi preciso ser escravo no Egito, ser preso injustamente, para depois ser governador, alguem de grande influência com o qual podê fazer bem para muitos, inclusive sua própria família. Assim também me vejo, estou sendo forjado. Se é ideal que eu não durma, e que fique 3 semanas com a mesma gripe, porque o imunológico não fica bom pois não durmo, entre outros? Claro que não. Mas preciso passar por isso. Para que até mesmo possa valorizar mais a saúde, e um dia agradecer a Deus de todo coração quando repousar numa cama para dormir, sabendo que muitos estão dormindo no sereno numa calçada. E também para agradecer se um dia alcançar a estabilidade financeira-academica-profissional de modo a poder todos os dias 22h, estar já repousando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também me recordo de José, que teve que trabalhar mais de 7 anos para um tio corrupto. Para conseguir a estabilidade financeira, uma "casa" - vamos assim dizer - e uma esposa. Do mesmo modo, vejo, que ainda terei que dar muito sangue, trabalhar muito, dar muito duro, noites sem dormir, para que alcanse tais bênçãos (não que conquistarei elas; mas é que certamente, preciso passar por tais situações, aprender lições, e refinar um caráter, de modo que a que esteja capacitado para Deus me abençoar devidamente com elas. Pois aliás, do que adianta jogar 5 toneladas de ouro em cima de um carrinho de mão e dizer: "Toma, é seu, carregue.").&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não reclamo da situação que estou passando. Vejo como um processo, uma etapa, uma fase da vida onde é necessário passar por ela. Se houve outras determinadas situações, como uma família mais estável e estruturada; certamente não passaria por tamanha intensidade. Mas vejo tudo isso como uma providência de Deus - &lt;span style="color:#333399;"&gt;"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."&lt;/span&gt; Rom. 8:28 - de modo a me refinar, a me dar lições, para me dar maior base, estrutura, resistência, uma mão mais calejada; para que fique robusto espiritualmente. Pois pense bem, de certo modo, todos os grandes personagens biblicos passaram por grandes labutas. Adão teve que sacrificar um cordeiro; Noé pregar aos escarnecedores e passar vários dias em meio ao mar em tormentas; Abraão, matar o próprio filho; Jacó, trabalhar para Lavão e fugir de casa e da fúria do irmão; José, ser quase morto pelos irmãos, ser escravizado, ser preso; Moisés, dispensa comentários; Josué; ...; Sansão, perdeu a visão; Davi, teve que viver se escondendo em cavernas; Elias, teve que viver isolado do mundo por anos, inimigo para sua própria nação; ...; Jesus, 40 dias no deserto, sendo tentado pessoalmente por Satanás; Paulo, perder a visão; Daniel, cova dos leões; etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas não desistir! Manter sempre bom animo. Pois eis que Cristo vive mim. Deus está comigo. Ao quê, a quem, temerei? Tenho o céu a ganhar, a vida eterna. Por que resmugar? Para que reclamar? Ser pessimista, como? Há anjos do bem comigo. Tenho amigos sinceros, amigos e pessoas que oram por mim. Tenho as preciosas promessas de Deus. Sinceramente, é até um prazer passar por tudo isso, por todas essas privações. E fora, que além disso tudo, há tantas pessoas num estado pior do que o meu, com famílias assassinadas, passando por fome, moléstias, guerras, e, principalmente, pessoas que vivem nas trevas, nos laços de Satanás, nas trevas da ignorância. Bendito seja o nome de Deus, porque até aqui nos ajudou o Senhor!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-4100939702078238739?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/4100939702078238739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=4100939702078238739' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/4100939702078238739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/4100939702078238739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/03/morre-uma-criana-forma-se-um-homem.html' title='Morre uma criança. Forma-se um homem.'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-7087101251333764437</id><published>2008-02-06T03:34:00.002-02:00</published><updated>2008-02-06T19:49:10.031-02:00</updated><title type='text'>Acampamento de Carnaval - IASD Central de SJC</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://muitokako.blogspot.com/2008/02/acampamento-de-carnaval-desbravadores.html"&gt;(veja, o contexto, o acampamento anteior que ocorreu)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Domingo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Um pouco antes das 10 horas sou acordado. Tipo, foi uma daquelas noites de sono que eu desmaiei. A posição que você deitou na cama é a que você acorda, e o sono foi tão prazeroso que você deixaria de comer uns 3 dias por um sono daquele. Só que com o corpo com um pouco de ressaca do desgaste anterior, tipo, você sente que falta algo para estar 100%. O problema é que nos meus planos, essa hora eu deveria estar já no acampamento, ou pelo menos chegando. E não, estava acordando.&lt;br /&gt;Aí depois do pessoal aqui enrolarem até, pois quiseram fazer um passeio. Ai chamaram as vós, tio, tia... rs. No fim a kombi do meu pai foi lotada, e depois de um tempinho chegamos ao sitio em Suzano.&lt;br /&gt;Bem, chegamos bem na hora do almoço, e logo de cara já encontro o Renan, Danillo, Rodrigo, Marya, Flávia jogando Uno (ou Can-Can); cumprimentei eles. Aí fui comer. Comi ali com eles enquanto jogavam, mas tipo, terminaram de jogar eu ainda comendo – para variar rs. Mas assim foi indo, talvez tenha sido o ultimo a terminar de comer. Contudo, a Flávia estava meio estranha; não parecia muito a vontade. Bem, depois o pessoal ficou ali só no blábláblá sentados com um papo nem feijão com arroz, mas estava mais para balinha de iogurte. Aí fui jogar um vôlei com um pessoal que estava na quadra.&lt;br /&gt;Então, eis que começa a chover. Chove e chove. Então, lá vai eu mais um pessoal para a piscina. Depois, eu, Rodrigo e o Rafael colocamos uma lona de plástico na descida do gramado para ficar escorregando; só que haviam poucas pessoas encarando a chuva, então estava de boas. De repente, o pessoal começou a ver aquilo e começaram a se empolgar e todo mundo ir para a chuva e a lona. Ai ficou meio zuado, então voltei para a piscina. Depois disso devo ter jogado um pouco mais de vôlei, tomado um banho, conversado um pouco, jantado... ai teve uma festinha que os homens prepararam para as mulheres.&lt;br /&gt;Bem, ai lá foi nós assistir o entretenimento. Bem, teve uma cena até mais cômica – o que me faz refletir o que é humor para a cultura hoje? O que é rir? O que é se divertir? – mas depois a coisa estava tão difícil, que estava difícil até se concentrar, ai sai de lá, fui na cozinha, tomei uma água, dei uma volta, uma respirada. Logo apareceu o Rodrigo também compartilhando do mesmo. Ai não lembro muito bem, acho que voltamos para lá até o final. Então depois teve um lanchinho, meio que um tempo livre, onde conversamos melhor com o pessoal. Nisso acho que acabei conhecendo duas lindas irmãs gêmeas, a Larissa e a Laisa.&lt;br /&gt;Então, mais tarde, umas 11h da noite teve um culto maravilhoso. O Pr. Rafael, que já foi aqui do ABC, lembro de algumas vezes que ele pregou por aqui, até mesmo no colégio quando eu era do ginásio se não me engano, foi ele que ministrou a palavra. Ele pregou com já há um tempinho não ouvia alguém pregar; um sermão forte, abrindo até o fundo da ferida; baseando-se numa das histórias mais mencionadas mas mais fugidas dos evangelhos: Marcos 4. Quando Jesus diz que deseja que “a multidão” não saiba a verdade, não se salve. (veja a história). Foi um sermão incrível, tocante mesmo; mas não de sensacionalismo, mas daquele que impacta pela mensagem, pela verdade, pela reflexão. E usou também de uma história de Sócrates que tenho que contar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sócrates, o sábio da Grécia Antiga, tinha alguns discípulos que desejavam ser como ele. Um dia tais lhe questionou de onde viera tanta sabedoria. Aí Sócrates foi andando pela praia e entrando no mar e os discípulos atrás. Quando chegou na água no peito dele. Ele virou pegou a cabeça de um dos discípulos e afundou na água, afogando-o, não permitindo que ele subisse e pegasse ar. Ele debatia-se todo. E quando ele estava começando a perder as forças, então ele soltava a cabeça dele. Assim que a pessoa voltasse ao normal, Sócrates disse: “Quando você querer sabedoria tanto quanto queria ar, então você terá toda sabedoria que quiser.” (imagine como foi a associação com o sermão). A mensagem em básico foi “os dois grupos de pessoas”, ou você pertence a um, ou ao outro; como diferenciar. E o que precisa para pertencer ao menor grupo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Segunda-feira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois do culto – acabou meia-noite – era um tempo livre até 1h30 da manhã. Mas nisso também exibiriam um filme para quem quisesse. Seria o “Desafiando Gigantes”, e já fazia um tempaço que eu queria assistir esse filme. E aí, sem pensar 2x assisti o filme, eu mais umas 30, 40 pessoas acho. E meu!!! Que filme!!! Deveriam produzir mais filmes assim!!! O primeiro filme que realmente se vê um testemunho do poder da transformação da Palavra de Deus!!! Que mostra qual é a verdadeira coisa na vida que fará a diferença. O que realmente é dar o melhor de si. O que é o nosso limite. Até onde podemos ir. O esforço próprio. O testemunho para os outros. Simplesmente incrível. Esse filme tocou em mim mas muito mesmo, principalmente na cena em que o técnico desafia e incentiva o jogador a "dar o melhor de si", carregando um jogador nas costas usando as pernas e braços (meio que tipo flexão) pelo campo. Aquela cena é muuiito forte! Muito forte mesmo!!! E nisso eu fiquei pensando: "Estou dando o meu melhor?" Pois não parece. Devido a minha apetidão física, minhas capacidades e por mais que me esforce; no final eu sempre estou convicto que ainda posso dar meu melhor, ir ainda mais longe, dar mais algums, mais muitos passos. E outra coisa seria: "Estou louvando a Deus nas minhas ações?" O que isso quer dizer? Veja o filme, aquele time. Que em tudo busca dar o seu melhor, entrega total; fazer cada coisa, de modo que louve a Deus em cada transpiração, em cada movimento, pensamento, ação, atitude... dando tão duro como jogar bravamente na linha defensiva e segurar quatro downs um ataque mais forte que você quando você já está totalmente esgotado e ainda por cima forçando um fuble. (para quem entende de Futebol Americano, entende melhor o que isso quer dizer)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois do filme, fiquei conversando com Danillo, Lucas, as gêmeas, a Vanessinha, talvez só lá perto da piscina. Enquanto uma outra turma enorme jogava Uno. Até que eram umas 3 horas da madrugada, ai o sono bateu e fui dormir na rede, pois a chuva inundou a barraca dos meus primos (que armaram de forma péssima). Aé, nisso o Renan já havia indo embora, porque teria que trabalhar na segunda, terça... Bem, a noite não foi das melhores, pois, ora acordei com o sereno caindo no meu rosto numa ventania, ora acordei para ir no banheiro; mas foi uma boa experiência; pois estou com uma idéia de desenvolver meu organismo a ficar mais resistente ao sono, seus efeitos, a vencer o sono, ter controle sobre ele, e também a toda a atividade em geral quando não se dorme bem. Não estou dizendo que farei isso pelo resto da vida, muito menos que é saudável ou aconselhável. Apenas creio que é algo que certamente enfrentarei muito na minha vida, e gostaria de estar o melhor preparado possível para isso quando acontecer. Pois por mim, todos os dias dormiria 21, 22hrs e acordaria, 5hs da manhã.&lt;br /&gt;Bem, mas 6h30 da manhã já estou de pé. O pessoal em geral não acordava, demoraram muito. Tanto é que era 8h e pouco quando serviram o café da manhã. Depois teve mais um culto, e o Pr. Rafael falou sobre o “sofrimento”, sobre a questão de que Jesus disse que traria “a paz e ao mesmo tempo aflições”. Foi um excelente sermão, e no final, ele fez tipo uma interação, um debate como foi chamado. Dividiu o pessoal em grupos de 5, e deu uma folha para cada uma com 4 passagens da Bíblia que abordavam o assunto e ai deveríamos entre nós debater e comentar. E depois no final, era repassado, questão por questão, e os grupos que quisessem comentavam. Foi muito 10 mesmo. Isso acabou quase 11hrs, ai joguei um pouco de vôlei com o pessoal, mas começou a chuviscar muito forte ai parei; fui lá com a Flávia e mais alguns que estavam jogando Can-Can, joguei 2 rudadas – aliás, como é interessante a forma como se perde o interesse e o prazer pelas as coisas, quando é colocado no seu coração que a base, a essência de tal coisa é vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal em geral estavam muito “morto”, molengas, ninguém fazia nada. Enquanto isso, eu com a cabeça nos desbrevadores; e pensando em fazer algo, e útil. Mas o que? Por fim fui assistir um filme que estavam passando, “Em Busca da Felicidade”, com Will Smith. Que filme! Triste que só. E pior que me vi muito ali no personagem. O esforço, o sacrifício. Apesar de não ter chegado a situação dele. Mas certamente foi um filme que me inspirou muito a lutar pelas coisas e não desistir nunca. Um exemplo de perseverança. Acabou, então, almoço. Só que esse almoço foi estranho, creio eu que meu estomago não aceitou muito bem a mistura do arroz com o feijão, e fiquei com uma gastrite forte (sinceramente, não lembro a ultima vez que tive algo do tipo) chata e muito incomoda a tarde inteira, apenas um pouco depois da janta começou a melhorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tarde fizeram um campeonato de ping-pong lá e eu fui participar, apesar de fazer uns 2 anos que praticamente não jogava. E por incrível que pareça, fui o campião da minha chave com 3 vitórias e 1 derrota. Só que na segunda fase, onde os campeões das chaves jogavam entre si, hum, não ganhei uma. Há se fosse aqueles tempos quando eu estava, na sexta, sétima, oitava série, que era ping-pong todo dia, em casa, no Ricardo, na escola... E isso consumiu praticamente a tarde toda. Ai depois, já que não tinha o que fazer, fui ver um evento que fizeram lá para umas equipes que fizeram, do tipo passa ou repassa... Também deram um trote no Lenny, pintaram ele de Hulk... ai ele correu atrás de mim para me sujar, mas conseguiu sujar minha blusa. Depois da janta teve finalmente um futebol (o tempo se estabilizou e a quadra estava seca) na quadra. Só que estava meio zuado o futebol, o pessoal estavam em geral com muita adrenalina rs, muita disputa, até mesmo não tratamento adequado um para com os outros. Depois do fut, fiquei conversando com a Flávia, o Danillo, o Lucas e o John que estavam sentados na balança; todos meio pensativos. Bem, de certa forma sei o que se passava pela cabeça de cada um ali, mas para resumir, em todos os casos, era um certo conflito interno, de dúvida e insatisfação. Depois teve uma festa bem a “la Zorra Total” do qual se tem o objetivo “faça o expectador cagar de rir”. E realmente, conseguiram hehe. – e lá vem aqueles pensamentos novamente quanto ao riso... é esse o tipo de riso que devemos ter?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve uma curta pausa. E depois tivemos uma cerimônia esplendida de Santa-Ceia. Com lava-pés. Depois Pr. Rafel, fez um pequeno mas poderoso sermão, cheio do Espírito Santo. Nisso, veio a tona todo aquele meu eu. Principalmente o Evandro das últimas - sobretudo da última – semana e como estava fraco. E ali foi um daqueles momentos especiais de encontro com Jesus, onde novamente olhei para meu coração e ele estava sujo, e refleti no que isso causou a Jesus, e o no Seu amor; e confesso, que depois de muitos meses – não lembro da última – viera lágrimas aos meus olhos. Arrependi de verdade. E fui perdoado. Lavado ficara eu. E uma nova aliança, um resgate de um pacto que já fizeram com Deus, acontecera. Que coisa boa! Não há palavras para explicar. Como expressar a paz que excede todo o entendimento? Foi uma festa espiritual tremenda, tremenda mesmo; contudo super serena e reverente. Todos saíram se abraçando, houve uma união tão forte entre os irmãos, por poucos minutos se pode ter flash de uma cena de uma igreja primitiva, de amor entre os irmãos, em que no coração, na mente de tais pessoas apenas havia o Jesus Crucificado e Ressurreto. A Flávia estava chorando aos baldes. E logo soubera que parece que finalmente a pedra que há no coração do Danillo (meu primo), tremeu, vacilou, trincou, rachou e tende a cair. E sinceramente, como otimista que sou – porém, sempre assaltando pelo ceticismo para com as pessoas – creio que verei esse primo sendo batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bem, simplesmente ganhei a noite.&lt;br /&gt;Nisso eu fiquei empolgado, eu queria conversar com os amigos, e como já estavam amaciados; fazer algo mais tipo uma vigília, mas não assim tão a rigor. Mas conversar, e em algum momento começar a buscar falar das coisas celestes; mesmo dar um testemunho de modo a buscar tocar, incentivar o Danillo principalmente. Mas o que aconteceu? Logo, Satanás joga uma balde de água fria. Não conseguiu esfriar tudo, mas que esfriou, há se esfriou. Logo lá estava o pessoal com a mente já totalmente focada em outra coisa, jogando Máfia, palavras e conversas tolas. E tudo, indicava mais uma noite de social, “a la balada cristã”. Quando vi isso, bem, o que fazer? Perdi totalmente o objetivo pelo qual estava disposto a varar a noite. Fui para a sala de jogos onde havíamos combinado de dormir. Estava a só ali, e após uma conversa com Deus, dormi. Apesar que, como muitas vezes, foi difícil dormir. Ainda mais com aquele barulho. Mas então dormi, acho que eram 2hrs da manhã, por aí.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;br /&gt;Terça-feira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Umas 6h30 da manhã acordo com meus primos jogando bolas de sinuca em mim. Muitos jovens ali vararam a noite se divertindo, parece que até a policia baixou por causa do barulho que devia estava afligindo a noite de sono de alguém. Ou simplesmente não fazendo nada. Nada de útil. E ali estavam eles, com uma fisionomia horrível, como se tivessem levado uma surra, olhos inchados, sem animo etc. Pelo menos estou mais acostumado do que eles para maior desgaste físico. Já alguns deles, dava até angustia de se ver. Ou seja, aquele dia estava condenado, ninguém teria animo para fazer nada. Então, foi um embromeition bárbaro até o café da manhã. Depois teve um culto. Depois do culto, eu estava doidinho para jogar bola, assim como mais umas 5 pessoas; mas não havia mais uma única pessoa se quer com pique para jogar bola. E por fim, acabamos por jogar um pouco de rebatida. Depois disso, conversei um pouco com o pessoal; aliás, o papo flui melhor desse ponto em diante – apesar de longe, daquele que estou mais acostumado. Aí teve o almoço, e mais gente parada sentada, deitada, conversando. Depois teve o encerramento. E aí, arruma as coisas para ir embora. Aí, despedida do pessoal, e “go to home”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações.&lt;br /&gt;O acampamento foi muito bom. Não foi o melhor que já tive. Longe de se comparar ao Campori Coram A Toda Prova 2005, Campori de Lideres 2005, Interunidades de 2005 com o Guardiões; um em Itirapina, acho que quando tinha uns 12 anos ou menos. Mas foi um dos camporis em que o pessoal estava mais animado, com mais energia, mais boas intenções, bom trato para com os outros; contudo, creio que ficou faltando algo mais. Talvez, que havia um enorme potencial, Deus deu uma grande benção a todos ali, energias... mas não fora usado devidamente. Parece que algo de muito especial poderia ter acontecido, mas não aconteceu. Foi uma grande festa, tive ótimos momentos sociais – talvez até demais – momentos para conversar e passar com amigos e fazer novos amigos, assim como as gêmeas, a tininha, o lucas, o saulo... Aliás, o Saulo foi um carinha especial, muito carismático ele, e a única pessoa que realmente ficou interessada de um papo mais profundo, até pude falar para ele algumas curiosidades de matemática; e eu fiquei super-chocado quando fiquei sabendo que ele é quase um pastor formado, não acreditava... talvez colocaria a mão no fogo em dizer de que ele não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, já esperava por um acampamento mais no estilo. Pois normalmente acampamento de jovem assim, muita ociosidade, muito sem ter o que fazer... ai se fica com muito passatempo e conversinhas. Diferente de um acampamento de desbravador, talvez esteja acostumado demais com o ritmo desbravador. Mas fiquei muito surpreso por algumas pessoas que conheci, e que pude ver em seu testemunho, de modo que é alegria para o coração. Apesar, que também do outro lado da balança, fui fortemente ferido por algumas decepções; uma foi pelo pessoal em geral não aproveitar o banquete espiritual, mas sim vomitando boa parte. Outra foi aquele tipo de decepção, de quando você tem aquela primeira impressão, você vê algo, confia naquilo; mas ai, de repente, você vê uma máscara cair, e então você percebe que não conhece aquilo como realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, o melhor de tudo mesmo, o que realmente valeu esse acampamento; foi a forma como Deus alcançou meu coração nele. A forma como pude me reconciliar com Deus na progressão de minha caminhada espiritual. As mensagens que Deus me revelou ali. O impacto na minha vida. Voltei muito mais edificado desse feriado de carnaval, mais maduro. Não só maduro nesse conceito responsabilidade, sensatez, idade, seriedade, bom sizo... mas mais maduro em todas as áreas da vida. Um pouco mais calejado, mas assim posso segurar uma panela quente por mais tempo, ou até mesmo uma mais quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, confesso que voltei com a cabeça muito pensativa. Muito mais do que quando fora. Despertada. Cheio de idéias e reflexões; e agora pensando no próximo passo quanto ao que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos lá. E no próximo. Se for a vontade de Deus e eu viver até lá, estarei novamente acampando; para louvar, honrar e glorificar o Deus Único, o Grande Eu Sou: num mundo de tamanha corrupção com o pecado; onde pessoas riem de humor negro; onde pessoas se tornam safadas; onde pessoas são mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus. E pior, muitas delas, têm a cara-de-pau de dizer que são amigas de Deus, que amam a Deus sobre todas as coisas.Só espero que seja um outro acampamento, mais especial, melhor produzido, e no qual, as pessoas aproveitem, usem devidamente as benções de Deus, de modo a extrair todo o poder que Ele nos concede.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-7087101251333764437?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/7087101251333764437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=7087101251333764437' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7087101251333764437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/7087101251333764437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/02/acampamento-de-carnaval-iasd-central-de.html' title='Acampamento de Carnaval - IASD Central de SJC'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-8987644653933311515</id><published>2008-02-05T23:04:00.000-02:00</published><updated>2008-02-05T23:24:19.925-02:00</updated><title type='text'>Acampamento de Carnaval - Desbravadores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Caro leitor, descreverei aqui aquilo que julgar necessário que você saiba e possa lhe ser útil; contudo, saiba que muitas coisas não falarei aqui, guardarei para mim mesmo, ou apenas contarei para pessoas mais próximas e confiáveis. Mas também para os curiosos de plantão do que acontece na vida do Evandro, lá vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, antes de tudo, eu estava numa intriga mortal. Tinha 2 acampamentos para ir, o da Central de São José que seria em Suzano e o dos Desbravadores que seria em Engenheiro Coelho no Unasp. E estava totalmente em cima do muro: “Em qual deles eu vou?” Pois em questão de acampamento em si, minha preferência é 100% desbravadores, pois não gosto muito de acampamento jovem é muito do tipo “social”, é muito parado, não sua muito rs, há muita ociosidade, muito tempo sem o que fazer na companhia de pessoas de modo que se fica meio que obrigado a dizer algo, de modo que não haja muito expressão causada por naturalidade, mas por um certo vazio do tipo “algo deve ser dito, feito... algo a chamar a atenção e satisfazer o outro”. Já desbravadores, há uma estrutura, objetivos, atividades, é do tipo “sem parar” do começo do dia até dormir (e olha lá) e no final de cada dia se está com o corpo muito cansado, principalmente as pernas; e nesse meio, envolvido com muitas atividades que tira um pouco a atenção do subjetivo, de modo que por fim, ao contrário do outro, as conversas, expressões, falas etc, acabam sendo em geral muito mais naturais. Por um lado, tinha alguns amigos de São José, especialmente a Flávia que queria rever, conversar, passar um tempo... fora meus primos, o Danillo e o Rodrigo... e o acampamento já estava pago. Já no dos Desbravadores, além da responsabilidade de ser o Diretor Associado, tinha uma participação imperativa na sexta-feira, principalmente quanto a ir, montar as barracas, falar com a administração, arrumar o local, algumas atividades, entre outros.&lt;br /&gt;A dúvida era tamanha que quase perdera uma noite de sono. E confesso que não fora uma semana muito bem-sucedida espiritualmente, pelo contrário, muito fraco. E nesse ponto, fui despreparado para os acampamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Quinta-feira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi incrível, de repente, me veio uma solução em mente, apesar de não muito cômoda, mas ‘i daí’? Foi quando minha mãe falou que meu pai estaria de folga no domingo. Então pensei: “Vou sexta para o acampamento de Desbravadores, pego uma carona para voltar no sábado. E no domingo meu pai me leva para o outro acampamento e fico até terça.” E aí, meio que me planejei e acertei as coisas para fazer isso. Mas foi um dia meio longo. Uma tarde estranha, estava precisando me aquietar-se um pouco, pensar um pouco, respirar... e aí fui fazer um caminhada e um culper até o Ipiranguinha, só uns 10km (ida-volta). E de noite, acertando uns detalhes pela net, arrumando as malas, telefonema aqui e ali, acabei indo dormir duas da madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Sexta-feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Acordei umas 7 horas (5 horas de sono). Aí fui para casa do Elcio, depois chegou o Adriano, e tomamos rumo a Engenheiro Coelho. Bem, vamos dizer que o carro estava lotado e pesado de tal modo, que não talvez não coubesse nem mais um livro. E na ida tudo bem, até chegarmos na família av. Bandeirantes em São Paulo, e aquele transito básico de 1 hora até cruzar a marginal Pinheiros. Aí pegamos estrada, tirei uma soneca, porque não tinha dormido muito bem já há algumas noites. Depois de 1 hora acordo, e mais 1 hora depois chegamos ao Unasp.&lt;br /&gt;No Unasp, primeiramente foi meio demorado encontrar a pessoa responsável por atender-nos. Até que finalmente encontramos a Juliana, a qual nos mostrou a área de acampamento e nos deu alguns toques. Então fomos almoçar, que maravilha, o Vita (pai do Elcio) levou um arroz integral, um negócio de feijão e pão integral caseiro; muito bom... apesar de frio. Mas desde que comecei a ver esses documentários de sobrevivência, tenho aprendido a cada vez ficar menos fresco quanto a alimentar-me – claro que sempre buscando ser o mais saudável; mas vamos dizer, a “não se importar com o sabor”. Mas sinceramente, estava bom.&lt;br /&gt;Depois de alguns minutos definindo onde colocaríamos e como as barracas, a cozinha etc. Começamos a montagem das mais de 10 barracas. Nada muito difícil, o problema é que elas não estavam bem guardadas. Tivemos que limpa-las. Remendar alguns furos...&lt;br /&gt;Mas antes de terminar o serviço, fomos dar um mergulho na piscina aberta, que aliás, é excelente. Acho que foi a melhor piscina em que já estive na vida, e confesso que foram muitas pelas quais passei. Ai depois saímos, começou a chegar uma chuva, e ralamos para terminar logo as barracas; aí começou a chover, e tivemos que jogar as lonas por cima, sem prender bem os expeks... e aos poucos ajeitando aqui e ali. Aí eu fui fazer uma espécie de tanque para as cozinheiras; mas como já estava dando o pôr-do-sol, não deu para fazer algo muito caprichado; mas ficou uma pioneira legal, só na madeira, sisal, amarras e criatividade.&lt;br /&gt;Bem, fizemos um culto de pôr-do-sol, eu, Elcio, Adriano e Vita. Cantamos alguns hinos. Fiz uma meditação de última hora, sem dizer nada além das palavras que dizia Paulo no livro de Efésios, sobre o viver com Cristo. Oramos. E depois ficamos um bom tempo batendo um bom papo descontraído e natural na rua; onde também apareceu algumas pessoas ali do Unasp que vieram nos conhecer e bater um papo, alguns, lideres de outros clubes. E ai depois fiz uma boa caminhada dentro do campus até o orelhão, mas em vão, não consegui falar com ninguém. E depois uma caminhada mais longa na volta, para refletir um pouco. Estava um pouco cansado, aliás, ralando o dia inteiro; e sabia que logo chegaria o clube e seria aquela zona e que também não dormiria aquela noite, mas passaria em claro ralando. Aí praticamente todos foram tirar uma soneca nas barracas. Aliás, como é bom, dormir sozinho numa barraca de 6 pessoas rs.&lt;br /&gt;Umas 2 horas depois chegou a Monique e o Erique que foram de carro. Aí ficamos conversando um tempão, muito 10. Como gosto dessas conversas com poucas pessoas, naturais; em meio ao silêncio e a natureza e de bom nível, e não aqueles bla-bla-blas inúteis tão comuns. Ainda mais que nessas eu me empolgo em falar, apesar que estava com a cabeça não muito boa, não que estava com sono, porque sou meio que 100% acordado até que tentar dormir – eu escolho quando durmo. E aí, o Erique que estava super empolgado, tomou uma iniciativa exemplar, que até mesmo que repreensiva para mim mesmo por muitas vezes exitar em tomar esse tipo de atitude. Pois vou ser sincero, muitas vezes meio que penso do tipo: “Os outros não estão interessados no que tenho a compartilhar com eles, então eles que se dane, não vou tentar.” Tipo, ele repassou a lição da escola sabatina comigo, o elcio e o adriano; fizemos alguns comentários, foi legal... pena que eu não estava com a cabeça muito boa, e como já havia dito, não havia me preparado espiritualmente na semana. Pois certamente, teria aprofundado muito mais, pois se há algo que tenho prazer é falar sobre coisas da Bíblia, vida espiritual, filosofia de vida, e essas coisas de reflexão. Aliás, como amo fazer isso. E como é triste tão poucas pessoas gostarem de fazer o mesmo.&lt;br /&gt;O melhor do dia é que ele foi realmente farto, principalmente quanto a questão de ter passado tempo e conversado muito com o Elcio, filosofado com ele, refletido com ele; ainda mais que ele é um amigo singular; principalmente quanto a compartilhar idéias, filosofias, pensamentos... E fora que ano passado mal nos vimos, pois ele ficou praticamente o ano inteiro em Maringá. E logo para lá voltará e passará mais um ano. Felizmente é o último ano dele, curso de letras na UEM, e espero que ano que vem ele estará de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Sábado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim que terminamos, o ônibus chegou, isso já era 1 hora da madrugada. A garotada estava com a corda toda. Sinceramente eu fiquei impressionado com toda aquela energia do pessoal e a diretoria. Ao todo, havia pouco mais de 60 desbravadores e diretoria. Tudo indicava que seria um incrível acampamento.&lt;br /&gt;E aí começamos a descarregar o buzão, tirar as coisas, e todo aquele peso. Logo “we have a problem”, temos que montar mais barracas que chegaram. E lá vai nós. Conseguimos montar uma, pois a outra. A qualidade da Capri era tão boa, que as varetas novinhas, em sua estréia, ao armar a barraca quebraram. E aí depois, carregar cozinha,que ficava mais ou menos, uns 150 – 200 metros do ônibus. E então carrengando muitas coisas pesadas, muitas mesmos. Fora que sobraram poucas pessoas para isso. Pois os desbravadores foram dormir, apenas a unidade maior masculina que chamei para ajudar a carregar, e alguns da diretoria. E mesmo assim foram várias voltas, talvez mais de 10, ou seja, mais de 1,5km, carregando centenas de quilos.&lt;br /&gt;Bem, eram 3 horas da madrugada quando terminamos de carregar as coisas. Então apenas ficaram alguns homens da diretoria: Eu, Rafael, Elcio, Carlão e o Cristiano para montar e arrumar a cozinha. E aí lá vai nós ralar para montar aquele quebra-cabeça de centenas de peças de alumínio. Aí, umas 4h e pouco terminamos de montar, aí carregamos todas as coisas para dentro da cozinha montada, como alimentos. E já eram quase 5 horas da manhã. Então o pessoal foi dormir, apenas eu, o Carlão e o Cristiano decidimos não dormir; pois logo teríamos que acordar, fora que eu teria que acordar as cozinheiras dali meia-hora. Mas eu estava muito cansado, até com um pouco de dor muscular – o que é difícil acontecer – com os olhos um pouco pesados, e sem energia. Estava meio exaurido. Até que tomei um banho, e depois do banho, melhorou muito, meio que a exaustão fora embora, e aos poucos retomava as energias. Aí acordei as cozinheiras e ajudei elas em organizar os alimentos na cozinha. E ainda contemplei, conversando com o Cristiano a alvorada, o nascer do sol, que fora maravilhoso em meio há um céu límpido.&lt;br /&gt;Logo os desbravadores naturalmente acordaram, poucos foram os que acordaram com meus gritos de acorda nas barracas às 7h30. Pois a grande maioria eram novatos, para muitos, o primeiro acampamento, a primeira noite em barraca; imagine a adrenalina deles. Mas apesar de já estar bem acordado e despertado, estava muito sem forças, e com a mente um tanto anuviada, com dificuldade para pensar, depois de tantas noites sem e mal dormidas.&lt;br /&gt;Logo de manhã, já brinquei um pouco com a Patrizia, caloura no clube, irmã da Paola, alguém que gosto muito, principalmente brincar. Ainda mais com aquele jeito moleque dela. Só que lá para umas 10 e pouco, depois da escola sabatina; deitei num nada ergonômico banco de concreto e tirei uma soneca; acho que dormi pouco menos de 1 hora até que a Patrizia me acordou com um copo de água no meu rosto. Eita menina difícil, quando ela se empolga, do jeito sem noção que é... ai ai. Rs&lt;br /&gt;Depois dei algumas voltas no Unasp. E acabei conhecendo duas pessoas, dois estudantes ali calouros, um de direito e outro de adm, um veio de Rondônia e outro do Pernambuco (ou era Paraíba?); batemos um papo gostoso, por uns 20 minutos. Aí teve o almoço, e um daqueles almoços únicos de muita conversa e descontração com o Elton, Elcio, Rafael, Andréa e alguns desbravadores que ficavam impressionados com os assuntos nojentos do Elcio rs. Fora que finalmente, ali havia uma companhia que acompanhava meu ritmo devagar de comer.&lt;br /&gt;Logo, mais problemas. O dia estava muito quente. E como sempre, aquelas mal projetadas e construídas barracas da Capri (fujam dessa marca), quebraram sozinhas, devido a pressão, e ao sol que provocara uma dilatação de modo que instabilizou e escedeu a capacidade daquelas varetas de baixa qualidade e quebraram. Bem, isso sobrou para o Elcio concertar. Creio que ele teve muito trabalho com isso.&lt;br /&gt;Nisso, já de tarde, eu já começando a pensar na questão de “ir embora” (tinha outro acampamento para ir). O Everaldo vem falar comigo, fala algumas coisas subjetivas como elogios, que eu faria muita falta ao acampamento; me pede uma ultima coisa para fazer: “preparar já o fogo do conselho”. E tipo, estava um sol muito forte, eu já havia me queimado bastante. Pedi ajuda para o Cristiano, procurar e carregar as madeiras até o local preparado para fogueiras. Ai em pouco mais de meia-hora consegui armar uma boa fogueira do tipo Fogo do Conselho, com isca e tudo, e deixei madeiras, gravetos, isca de reserva também para as outras que eles fariam. Aliás, nunca foi tão fácil conseguir as coisas para uma fogueira.&lt;br /&gt;Depois, chamei o Rafael e a unidade dele (já que ele era conselheiro) para ir comigo até a portaria para pedir algumas informações sobre os ônibus que iriam para São Paulo; e aproveitei para conversar com ele. E acabamos dando mó volta no campus, e o lugar era um pocado longe, e um sol muito forte. Mas foi muito bom, principalmente a conversa, trocar umas idéias, refletir um pouco, e a caminhada em si. Aliás, aquela breve soneca antes do almoço, simplesmente revigorou minhas forças. Todavia, segundo o Elton, sou uma máquina pelo meu desempenho e aptidão física rs.&lt;br /&gt;Lá me informei que o próximo ônibus seriam às 18hr. Aí voltamos, novamente naquele sol. E essa ida e volta, deve ter sido uns 5 km, quase 1 hora andando. Aí arrumei minhas coisas, me despedi do pessoal. E tive um probleminha “cadê meus R$ 50,00???”. Bem, a Lea me emprestou o dinheiro pro ônibus, contudo, apenas teria dinheiro para o buzão até a estação do Tiete, de lá me viraria para chegar em casa. Hehe. Bem, o Elcio me deu uma carona até a portaria do Campus. Onde encontramos com o nosso ex-professor Sérgio Klein, que agora residia ali perto do Unasp, conversamos rapidinho, ai despedi dele e fui para o ponto.&lt;br /&gt;Uns 5 minutos esperando o ônibus, faltando 10 minutos para as 18 hrs. Eis que aparece um Tempra e um carinha me pergunta para onde iria, e disse: Para São Paulo. E ele me ofereceu uma carona porque iria para lá. Aí aceitei. Entrei no carro e fomos. Quase que em todo o caminhamos fomos conversando, sobre várias coisas. Ele era o Marcos, adventista, também de Santo André, da região de João Ramalho, que era enfermeiro; sua peculiaridade é que trabalhava 15 horas por dia!!! Todos os dias praticamente!!! E isso já faziam 4 anos!!! A vida dele simplesmente era trabalhar e trabalhar, e o mestrado a noite. Não viajava, nunca tinha férias, pois tinha dois empregos, um de manhã ou a tarde, e nunca as férias de um coincidiam com o do outro; e certamente sofria por causa disso, e também não deveria ter uma vida social muito boa. Tanto é que gostaria muito de acampar, fazer trilhas entre outras coisas. E disse que sempre que podia ia para o interior para relaxar um pouco, tirar um stress. E ele estava indo para São Caetano na casa de um paciente porque precisava levar uns exames urgente para o Hospital. E nisso ele me deixou na estação de São Caetano. Aí peguei o trem, que rapidinho chegou em Santo André, e então tomei o ônibus T29, rumo a my hose. O interessante foi que nesse ônibus eu estava com os olhos muito pesado; várias vezes ausentando de minha cosnciência, domindo. Sabe quando você meio que perde o controle do sono? Você está acordado, pensando, e de repente, no piscar de olhos, você dorme, é como desmaiasse, e alguns minutos depois acordava e tenta manter-se acordado? Bem foi isso, fiquei uns 15min, variando entre consciência e inconsciência, até que cheguei em casa, umas 21h30. Jantei. Dei uma checada na net. Assisti o vídeo de uma reportagem do SBT sobre os adventistas e a Reforma da Saúde &lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-6383326299240638770"&gt;(assista aqui)&lt;/a&gt;. Arrumei a mochila, e então, meia-noite fui finalmente dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, era questão de tempo até acordar para um novo dia, e um novo acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral estava tudo muito bom, perfeito. Acampamento de desbrava é demais! Você rala que só. É isso o quero, gosto, ter o que fazer, de modo a suar a camisa fazendo várias coisas que exigem atividade física, criatividades, habilidades e com um propósito, e nisso, naturalmente passar tempo e conversar com o pessoal. E fora a questão dos desbravadores em si, pois quando você vê uma unidade recém formada já se unindo adquirindo aquele espírito de unidade, grupo; fazendo coisas, planejando e executando tarefas; ou como na escola sabatina que foi muito envolvente, a garotada se empolgou, começou a fazer várias perguntas, começaram a se abrir, a falar sobre a pressão de grupo; sobre esse negócio dos outros tirar sarro de você por você ser diferente, ou decidir fazer algo que eles não fariam; e de modo que você pode explicar para elas, aconselha-las, motiva-las, e eles com profunda atenção... e toda aquela energia, garra e vontade. Nossa!!! É muito bom. Não tem preço. O acampamento promete!!! O ano promete!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-8987644653933311515?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/8987644653933311515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=8987644653933311515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8987644653933311515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/8987644653933311515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/02/acampamento-de-carnaval-desbravadores.html' title='Acampamento de Carnaval - Desbravadores'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-1801463001848995129</id><published>2008-01-20T18:22:00.000-02:00</published><updated>2008-02-06T18:24:37.024-02:00</updated><title type='text'>1ª Entrevista do GEA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FX9F432c2_E/R6oT4TsLu-I/AAAAAAAAAM8/Aiy0wsAEV1Q/s1600-h/HPIM0722.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163961780812889058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FX9F432c2_E/R6oT4TsLu-I/AAAAAAAAAM8/Aiy0wsAEV1Q/s320/HPIM0722.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nos dias 18 e 19 de janeiro estive em São Paulo. Dia 18 fui cedo para a av. 9 de Julho, próximo a Faria Lima fazer uma dinâmica de grupo para um estágio no banco Santander, e passei, e agora estou aguardando uma entrevista com o gestor. Dali fui até a USP – deu uma boa caminhada – onde encontrei-me com o Fred, o primo dele e a ju – esta, fora a trilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali fui para a casa do Fred, e logo fomos para a igreja dele: IASD Jd. Bonfiglioli, que fica razoavelmente próximo da USP (sendo o P3 como referência). O Fred está ministrando aulas de música para um pessoal ali, inclusive a Simone do GEA. E após teve o ensaio do grupo; e nisso conversei bastante com o pessoal de lá, o pai do Fred um homem simplesmente 10, entre outros que estavam ali, alguns, lideres de desbravadores. Foi uma ótima noite. Uma igreja simples e em construção, que me fazia lembrar muito do Guaraciaba onde resido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, também na manhã seguinte teve o culto ali muito gostoso, principalmente porque fazia tempo que eu não assistia um culto numa igreja não central, pequena, com gente simples. Mais tarde chegou o pessoal do GEA na casa do Fred mais o Rodrigo e sua namorada. E meio que nos deu uma idéia do que falaríamos e como seria o JA. Esse Rodrigo é muito gente boa mesmo, formado em Economia lá na USP e agora parece que vai cursar matemática lá no IME. E dali partimos então rumo a São José, lá no extremo sul de São Paulo. No caminho, muito conversa no carro, Fred, Simone, Natalia e eu. Até que depois de mó role, chegamos na IASD de São José, uma igreja de porte para umas 400 – 600 pessoas imagino, mas que pelo que ouvi possuem dois cultos de tanta gente que há; contudo, JA, meio que muitas pessoas ainda viajando, dia chuvoso, a casa não estava cheia, mas deveria ter pouco mais de 100 pessoas ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles estavam fazendo uma espécie de semana de oração jovem, voltando quanto a questão da vida profissional. E ali no JA, teve uma palestra sobre escolha de profissão, a vontade de Deus, depois uma aluna da UNISA foi falar sobre entrevista, dinâmica de grupo; e por fim, teve a entrevista com o GEA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vai, Natália, Fred, Simone e eu sendo entrevistados pelas pessoas ali presentes. Respondemos algumas perguntas. E em geral as questões foram sobre a questão do cristianismo dentro de uma Universidade predominante ateu. Como é estudar em tal ambiente... como é a questão da pressão de grupo, os amigos, as baladas, festas... como é que buscamos evangelizar ali... como foi que surgiu o GEA. Em especial, houve uma pergunta que falou sobre a ciência, matemática, a fé e o evolucionismo. Mas foi muito bom mesmo. Pena que durou apenas uns 30 minutos; pois poderíamos ficar por ali horas e horas. Após encerrar a programação; ainda assim, algumas pessoas vieram até nós conversar, perguntar algumas coisas; saber sobre o curso, a faculdade, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o mais interessante de tudo é como foi que as coisas aconteceram. Estávamos com planos de ir para o 3º Simpósio Criacionista, mas acabou não dando para ir, apenas o Tatinho foi que mora consideravelmente próximo ao Unasp. Mas enquanto eu e o Fred, conversávamos enquanto assistíamos o Simpósio pela internet - graças a transmissão pelo pessoal do blog &lt;a href="http://www.eoqha.wordpress.com/"&gt;ÉOQHÁ&lt;/a&gt; – ele falou de uma idéia do Tatinho do GEA fazer JA’s nas igrejas; meio que tentar buscar motivar o pessoal ao mundo acadêmico, ao evangelismo nesse meio e suas principais barreiras, que certamente é o ambiente, o ateísmo, ceticismo, entre outros. E pouco depois, o Fred todo empolgado vem falar que o Rodrigo nos convidou para fazer parte desse JA, com a entrevista; mas tipo, não havíamos nos oferecido; simplesmente, Deus começou a abrir as portas. E estamos realmente com muitos projetos, planos e perspectivas para esse ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após essa palestra. A Natália que freqüenta a IASD Pinheiros, nos disse que o diretor JA ali já ficou sabendo de nós, e gostaria que nós fizéssemos um JA ali. Pelo visto, teremos um ano muito ativo. E que pretendemos sacudir o mundo acadêmico. Certamente, essa foi a primeira de muitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também: &lt;a href="http://ociokako.blogspot.com/2007/09/o-gea-est-de-bolta-se-prepare-usp-os.html"&gt;O GEA está de volta - se prepare o USP os adventistas estão aí&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-1801463001848995129?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/1801463001848995129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=1801463001848995129' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1801463001848995129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/1801463001848995129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/01/1-entrevista-do-gea.html' title='1ª Entrevista do GEA'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_FX9F432c2_E/R6oT4TsLu-I/AAAAAAAAAM8/Aiy0wsAEV1Q/s72-c/HPIM0722.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-658688897053883179</id><published>2008-01-05T02:07:00.001-02:00</published><updated>2008-01-05T02:07:52.325-02:00</updated><title type='text'>Uma Reflexão na Praia - 31/12/2007</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui estou eu mais uma vez perplexo com as profundezas da sabedoria e amor do Plano da Redenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, por volta das 6 – 7h da manhã fui correr na praia. E assim que reparo melhor na areia, deparo com uma cena triste: “A praia era um lixão!”. Era lixo para todos os lados, que não só apontavam o descuido das pessoas com a saúde (só tinha bobeira, bolacha, refrigerante, bebida alcoólica, salgadinho e sorvete), mas o egoísmo, comodismo e total falta de consciência ambiental: ausência de amor para com Deus. Aliás, abençoados sejam os garis que limpam as praias, deveriam receber uma homenagem. Em pleno dia 31, 7h da manhã, lá estão eles limpando o meio-ambiente da porquice dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De noite fui tomar um sorvete com alguns parentes (tios, primas...). E não só é triste ver uma grande quantidade de obesidade e “excesso de massa”, como também, cada vez mais raro são as pessoas em forma. E, ao passar por um quiosque, vejo centenas, talvez milhares, de pessoas, maioria jovem, infelizes, entediados e com a vida vazia. De modo que necessitam distrair-se e excitar-se com música, bebida, dança e “ficar” para sentir-se de algum modo não tão vazios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje de manhã, correndo novamente, vejo alguns jovens tomando uma latinha e cerveja na praia. Isso às 8 horas da manhã!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quão horrível é pensar que antes eu estivera do mesmo modo, “morto em pecado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;“Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência. Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira.”&lt;/span&gt; (Efésios 2:1-3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como Deus é maravilhoso. Como fico perplexo em saber quem era e na nova criatura que hoje sou.&lt;br /&gt;Como alguém pode ser recriado?&lt;br /&gt;Somente poder de Deus.&lt;br /&gt;E ai de eu tentar querer explicar isso; teria um “taque-cardía-cerebral”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ano Bíblico, hoje – aliás, mais uma vez atrasado, terminarei só em janeiro – fiquei muito perplexo e pensativo, especialmente com &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Efésios 2:1-10 e 3:17-20&lt;/span&gt; (dê uma lida se possível).&lt;br /&gt;Nisso, meu tio Oscar, mostrou a meditação desse ano, “Janelas para a Vida” do Alejandro Bullon. E suas duas últimas meditações são maravilhosas, mas mais tocantes ainda são os versos chave de tais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;“Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena.”&lt;/span&gt; Prov. 24:10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;“Se não fora o auxílio do Senhor, já a minha alma estaria na região do silêncio.”&lt;/span&gt; Sal. 94:17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o reconhecimento que tenho do cuidado de Deus? Quão ingrato e tolo sou a inclinar-me à ingratidão, impaciência, em achar que sou algo melhor, que mereço algo melhor; Em duvidar que algo não vai dar certo, contanto que Ele prometeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que muitas vezes não sei lidar corretamente com o meu caráter calculista e estratégico e o pensamento matemático.&lt;br /&gt;Digo que já tenho até meus 35 anos planejados. Mas o que complica é quando tenho que lidar com pessoas, em situações íntimas de alto grau de importância, quando há “poucos indicativos”, de modo que fico muito cético quanto a tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, defender meus princípios, ser diferente, contrariar a pressão do grupo, não seja meu fraco, pois gosto, e até que ocorre meio que naturalmente. Tanto é que muitos têm um estereotipo de mim: “como sendo do contra”; “a opinião contraditória”; e também por não só defender, mas viver. Mas veja um lado meu mais tendencioso a fraqueza, que poucos conhecem, pois aliás, é loucura e tolice ficar divulgando suas fraquezas, mas aqui tem um propósito objetivo e maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealizo uma maravilhosa garota, em caráter e aos olhos. E já até planejei muitas coisas para nós, caso venha a namorarmos. - Mas e aí? - Não é questão de ser tímido, pois essa palavra, que tem por origem o “medo de manifestar-se” não cabe mais a mim. O problema é “a mania estratégica”.&lt;br /&gt;- Não estou viajando na maionese? No meu idealismo? No fácil apego as pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que indicativos tenho de que tal pessoa compartilha de pensamento mutuo? Muitos poucos, e por cima, são fracos indicativos. Que “no limit”, estrategicamente, a tendência é “Evandro, você está equivocado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois um pensamento capaz de me roubar o sono é a questão do “livre-arbítrio” e “impostura intelectual”. Na ralé é fácil deduzirmos que devemos respeitar o livre-arbítrio dos outros e não impor pensamentos. Mas como é que fica, nisso a questão de “conquistar uma pessoa”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem sei que poderia usar artifícios do contato, tato, notaria, fala, até feromônios; em fim: o sensorial e seduzir seus pensamentos e corpo. Isso não é nada impossível e inacessível, principalmente para alguém em minhas condições de fácil acessibilidade de informações e ações práticas; e, também, não sou tão feio assim. Técnicas de imposição, como bem mostra o filme “Hitche – Conselheiro Amoroso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não passa de uma imposição intelectual, um anti-livre-arbitrio. Portanto, não uso dessas ferramentas tão comuns hoje. Para a grande maioria das pessoas, únicas. Mas parto de um principio totalmente impopular e revolucionário, ao mesmo tempo “não tendencioso”.&lt;br /&gt;Que método?&lt;br /&gt;É cultivar uma amizade. Um naturalmente conhecer o outro através da convivência, conversas, atividades juntas; e, o principal, orar a Deus para que Ele revele a cada um o Seus planos para com os dois. E sem segundas intenções, sem tentar impor, ou conquistar pela emoção e carisma; os dois cheguem à um pensamento e intenções mutuas. De modo que seria apenas uma questão de tempo alguém se abrir, então naturalmente o namoro ocorreria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode soar-lhe estranho, mas já disse “é impopular”. E não tem por base o egoísmo, mas o próximo. E não é tendencioso. Se você colocar na sua equação para saber se tem muita chance, o resultado será uma nítida interrogação. Fora que a coisa leva tempo. Principalmente quando a pessoa distante mora, e se pode contar as horas que os dois juntos estiveram nos últimos 3 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico fascinado por isso. Por que penso assim? Por que ajo assim? Seria tão mais fácil agir de modo contrário. Seria apenas ensaiar algumas palavras fortemente de impacto, treinar um pouco a narrativa, tocar nas regiões certas; ou se estiver muito difícil, entorpecê-la, e não é preciso de drogas para isso, bem se pode fazer com coisas materiais, fúteis, ou até mesmo que agrade o paladar, ou uma música; esses dias mesmo, num documentário do Discovery Channel, mostrou que as pessoas após comer limão, ficam em torno de 60% mais receptivas a fazer algo que lhe foi pedido e confiar nos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois se Satanás consegue fazer às pessoas viciarem em chocolates que agridem a saúde. O que seria demasiado impossível impor no desejo de alguém? Aliás, como é triste ver no Orkut, que comunidades como “Não mando no meu coração” são tão populares; o que seria uma grande glória se a causa fosse que “Jesus é quem manda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que estou dizendo isso? Para mostrar, que como tão sutilmente minha impaciência e ingratidão a Deus se revela. Por muitas vezes, ficar repetindo e repetindo a Deus “Pai, já chegamos?”, “Eu quero, eu quero.”, “Falta muito?”, “Algum indicativo?”. Agindo e pensamento como se Deus não estivesse agindo, não estivesse usando todo o seu poder, amor, conhecimento e sabedoria, ou se estivesse brincando comigo. É como na situação de Abraão e Sara, quando o anjo lhe disse que sua mulher teria um filho, e ele se demonstrou cético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que tanto ceticismo, Evandro? Por contemplar o mal.&lt;br /&gt;Observo o mundo e até a igreja, recolho os dados e analiso os indicadores. O que me faz crer que só um milagre, adquiriria alguém do meu modo. E há um grande fator multiplicativo: “Quem é que quer um homem que ame ler a Bíblia todos os dias? Quem é que quer um homem que gosta de assistir documentários apesar de não gostar de TV? Quem é que quer um homem que não gosta de muvuca, barulho, mas de isolar-se na escuridão da praia, e ao som do mar, contemplar as estrelas, o nascer e o pôr do sol, nas mais profundas reflexões? Que realmente ama a natureza, e que sente culpa quando anda num automóvel quando poderia estar de bicicleta ou a pé? Quem é que gostaria de um homem que tem desdém para a glutonaria – apesar de comer muito – e sedentarismo, e que, se possível fora, todas as manhãs se exercitaria em meio ao ar livre? Quem gostaria de um homem que prefere uma rede, uma barraca à um hotel? Que prefere estar suando, com os pés cheios de lama, corpo arranhado, mochila na costa rumo à uma cachoeira, do que festas limpas e formais? Que ao invés de uma balada gostaria de estar numa vigília com Deus e os amigos? Que prefere dizer que isso é pecado, a dar um sorriso? Destituído de posses materiais, apesar que já ter planejado e caminha para que com sacrifícios, no futuro tenha uma vida financeira estável? Uma pessoa cheia de falhas mas que busca mudar ao invés de escondê-las? Quem vai querer alguém que vai lhe dizer para amar seus inimigos? Alguém que não procura status nem aparecer? Que na maioria das vezes tem razão? Sem frescuras? Sem vaidade; sem dor de cotovelo; que ama a simplicidade? Que ame a igreja, estar indo e envolvido ativamente? Que para tudo dependa de Deus? E que devido as muitas atividades, fora as acedemicas-profissionais, não dispõe de muito tempo livre?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem que ser no mínimo alguém louco, pelo menos para os padrões desse mundo. Portanto, tenho todos os motivos para ser cético. Essa é minha pressão de grupo. A pressão que meus pensamentos, que o cálculo fazem contra mim. De modo que a solução seja:&lt;br /&gt;“Só Deus pode fazer acontecer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que complica mais quando se atribui uma outra variável: “Deus respeita o livre-arbítrio e não impõe.” Ele precisa de ferramentas e disposição das pessoas. E como fica o conjunto solução dessa variável? R: “Alguém disponível?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso novamente me intriga. Pois como pode Deus isso fazer? É então que recordo de quem eu era, e quem eu sou. Desse mistério da transformação. E meu coração enche de confiança ao reconhecer que Jesus é &lt;span style="color:#333399;"&gt;“Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamentos, de acordo com o seu poder que atua em nós.”&lt;/span&gt; (Efésios 3:20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você? Quais são as pressões de grupo que realmente você enfrenta no dia-dia? Saiba, que as principais, não são aquelas grandes e escancaradas coisas; mas como essa minha, as mais implícitas, pequenas. Pois aliás, não se tropeça numa grande rocha, ou numa Iceberg, mas sim, nas pequenas pedrinhas, nas pequenas rochas lisas num riacho; muitas vezes, borradas de lodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao você se deparar com esses problemas. Lembre-se do provérbio &lt;span style="color:#333399;"&gt;“Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena.”&lt;/span&gt; Prov. 24:10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como está a sua força?&lt;br /&gt;Pois saiba, que por mais fé que eu tenha ou aparenta ter, necessito estar sempre fortalecendo-a, assim como você. Pois nada há que seja tão bom que não precisamos aperfeiçoar.&lt;br /&gt;Encerro, essa reflexão que fiz enquanto aguardava o almoço, no dia 31, debaixo de um ventilador na praia, com abençoadas palavras que recebi num e-mail de um dos leitores agradecendo e comentando uma das mensagens postadas nesse blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Se a fé vem pelo ouvir (Romanos 10:17) ou ler – bem-aventurados aqueles que lêem, e que ouvem e guardam as palavras desta profecia (Apocalipse 1:3) – nada mais louvável do que dividir a fé através destas palavras que rompem todas as barreiras físicas e podem chegar, com certeza, até os mais recônditos lugares da Terra.”&lt;/span&gt; (Gisele Monteiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contemple a Deus, as Suas obras e maravilhas que fizera e faz. E certamente confiança nEle, transbordará.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-658688897053883179?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/658688897053883179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=658688897053883179' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/658688897053883179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/658688897053883179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2008/01/uma-reflexo-na-praia-31122007.html' title='Uma Reflexão na Praia - 31/12/2007'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-2617425961283157585</id><published>2007-12-18T23:06:00.000-02:00</published><updated>2007-12-20T14:32:20.632-02:00</updated><title type='text'>Trilha Mogi-Bertioga</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desde o Campori já estava com essa trilha em mente. Mas foi apenas quando terminaram as aulas no começo de dezembro é que realmemente corri por tal. Fiz um planejamento bem legal, focando em ter mais tempo para poder aproveitar mais em todos os sentidos: social, espiritual, esportivo. A idéia era irmos sábado de tarde - apesar de detestar viajar de sábado, não é muito saudável espiritualmente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, até 5 dias antes da trilha, havia a expectativa de 25 pessoas irem. Mas aí, a Flávia de São José dos Campos desistiu porque estava sobrecarregada com a faculdade, estágio... alguns amigos aqui de Santo André também tiveram suas desculpas; até mesmo o Renato de última hora ficou enfermo. E nem toda a galera que o Fred pretendia levar fora.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um dia antes da trilha, na sexta-feira, conversando com o Elcio, ele pede para irmos de noite que aí daria para ele ir. Bem e isso eu fiz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então no sábado a noite, 8 hrs da noite encontro com o pessoal na estação de trem aqui em Santo André. Bem, o pessoal da unidade do Maine Coons do Guepardos Reais estavam: Eliezer, Fernando, Victor e o Pedrão. Grandes amigos que pude fazer quando fui instrutor do Guepardos Reais em 2006, fora o Fernando, que já foi desbravador da minha unidade, Zeta, no Omega em 2005; aliás, a primeira vez que fazemos uma trilha juntos. O Davis e a Ariane também estavam. Só que, cade o Elcio? Bem, como de lei, o Elcio demora 30min para chegar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pegamos o trem, e na estação do Brás, demoramos um pouco para encontrar o Fred e o seu pessoal. E por fim, o Fred que esperava levar umas 7 pessoas, leva 4: 2 desbravadores e 2 garotas. Bem, ao todo, estávamos em 15 se não me engano. E então, fomos rumo a Mogi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeiro, o trem lotado até Guaianazes, e então logo fora se esvaziando até chegarmos em Mogi. E nisso o pessoal com a corda toda, mesmo sendo umas 22hrs. E nisso, como sempre, é ótimo para conversar, bater papo, conhecer melhor as pessoas, criar laços mais fortes e um elo maior de confiança e intimidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em Mogi, tranquilo, umas 23 e pouco da noite pegamos o buzão. Aliás, acabos com o troco do motorista hehe. Era até um pouco constrangedor ver o pessoal dentro do onibus impaciente para chegar logo em suas casas, e ao olhar para fora, havia mais umas 10 pessoas para entrar. No onibus fiquei mais a frente junto com o Fred e o Elcio conversando, e o papo foi indo e indo, estava realmente legal. Uma das coisas mais notáveis que aconteceu, foi que uma garota sentou-se ao lado do Fred, mas aí teve uma hora que o Fred começou com uns papos de uns videos do youtube de uns ateus que acabou espantando ela. hehe E ela foi sentar lá atrás, e não parava de olhara para agente. Comico.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois de um tempão, chegamos no bar na estrada. Ali uns ultimos preparativos antes do inicio da caminhado. Fizemos uma oração e iniciamos a caminhada. Fizemos o percurso da estrada em 50min. Dessa vez, principalmente, eu e o Eliezer estávamos com muito pique. Aliás, se percebe que o resto do estão precisando se exercitar um pouco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegamos no inicio da trilha 01:20 da madrugada. Começamos a trilha e logo percebi algumas coisas diferentes. Ali, junto a estrada, naquela clareira muito inutilizada havia um trecho que abriram e que certamente acamparam há pouco tempo, e se podia ver muitas pegadas de tennis e botas no chão, e logo imaginei que havia gente na trilha. Outro detalhe, que pouco antes de chegarmos ao bar estava garoando muito forte, e havia boas razões para imaginar que havia chuviscado durante o dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A trilha estava diferente, estávamos mais devagar do que da outra vez, pois estava tudo "muito molhado". O chão bastante umido, com poças e pequenos córregos, exigia que fossemos mais devagar. E assim demoramos quase uns 30 e poucos minutos até chegar no riacho. Ali no Riacho, enquanto alguns retiravam os calçados para atravessar o rio, alguns já deram um "olá" ao mundo selvagem, um monte de "aranhas", algumas caranguejeiras, entre outras. Claro, a água estava bem fria, mas foi ótimo para despertar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegamos na clareira, e a boa noticia que foi um grande alivio. "Não tinha ninguem". mas já eram 2hrs da madrugada. O nosso plano, cronograma estava totalmente estranho. O pessoal logo arrumou as redes (alias, poucos levaram). A maior parte dormiu no chão, com colchonete e saco de dormir; tirando o Elcio que emprestei meu isolante térmico para ele (ele não sabia que iriamos dormir lá), e o Fernando e o Victor que estavam com um espirito de "Bear Grylls", foram fazer uma abrigo. O problema é que estava tudo muuiito molhado, não só pela garoa, chuvisco, mas pela própria brisa do riacho e o orvalho; e como estava muito tarde, já de noite, se ficava meio desorientado para conseguir vizualisar o que havia no mato, então eles montaram um abrigo bem tosco. O "fogo do conselho" mio, pelo horário não havia mais pique mental para isso. Então tentei fazer uma fogueira. Madeira seca, foi impossível de encontrar. Encontrei alguns gravetos secos mas molhados e umidos, raspei vários até o interior seco. Colocamos a ísca e tudo, usamos até um desodorante do Rafael com bastante alcool, para criar aquela labareda; mas não ia, logo a ísca apagava, os gravetos não chegavam a queimar; devido a alta umidade do ar, e pelas coisas não estarem bem secas. Talvez, mais 1 hora e pouco ali e conseguia uma fogueira. mas já eram 3 horas. Aí o pessoal foi dormir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foi uma noite incrivelmente fria, muito fria mesmo, deve ter feito na casa dos 7 - 9 graus, como havia visto na previsão do tempo; fora a umidade e evento que vinha do rio. E dessa vez, por frescura, não levei o saco de dormir; achei que aquelas roupas seriam suficientes. ai! Fui dureza, não consegui dormir: 1. porque minha adrenalina sempre fica lá em cima em trilha (tenho que controlar isso) 2. o frio que vinha da rede era insuportável 3. Os mosquitos estavam um saco. E assim foi a noite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eram pouco antes das 5hrs, e já levantei da rede, sem dormir, já de saco cheio, então fui esvaziar. Voltei e há comecei a tomar meu café da manhã, arrumar umas coisinhas na mochila. O Eliezer também não dormiu; e depois tiramos umas fotos e rimos um pouco da cena dos dois "Bear Grylls" (Victor e Fernando) no abrigo improvisado que fizeram; que na verdade, não era abrigo nenhum, estava simplesmente dormindo (não sei como) deitados no chão a céu aberto. Então 5:30 acordo o pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Logo o dia amanhaceu, cada comeu o que havia levado, arrumamos as mochilas. E então, antes de partir fizemos um pequeno culto, que na verdade gostariamos de ter feito "o fogo do conselho" a noite. Mas mesmo assim foi bem gostoso, cantamos alguns hinos solentes, fiz um sermão bem mais simples e curto do que havia preparado para o "fogo..", e tivemos alguns testemunhos: da Ju, contando de como Cristo a fez sair do mundo das drogas e lhe tornar uma nova criatura; o Rafael de seu ingresso no Pedra Coral; o Fredson, do ingresso na USP e o BUM espiritual que houve esse ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então começamos a trilha, e logo eu já estava bem molhado. Pois tudo estava muito molhado, as plantas e o chão principalmente. O que acabou tornando a coisa muito mais suja, escorregadia, divertida. Logo, quando nos aquecemos, a coisa começou a ir mais depressa, mas percebi, que a turmia lá atrás, especialmente as meninas pareciam estar sem pique. Mandei alguns lá "empurrar" para apressar a galera, para não ficar muito dispersa. Enquanto eu e os que estavam mais a frente - Eliezer, Davis... - estavamos num ritmo forte, até que ao chegar nas partes mais igrimes em que as raízes faziam escadas, íamos praticamente correndo - bem Bear Grylls. Mas logo, ouço aquela coisa que qualquer guia odeia ouvir: "Para!" E esperamos então o pessoal chegar, e logo vi que alguns já não estavam aguentando, ou cansados e coisas do tipo. o que não deveria acontecer na descida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, voltamos a caminhar. E essas paradas começaram a se tornar mais frequentes, o que não deveria acontecer. Até que, já perto de completar a descida, paramos mais uma vez numa bifurcação da trilha. Mandei o Eliezer verificar o caminho da esquerda e ver se daria em algum lugar. Enquanto isso esperamos e esperamos. E... esperamos. 30 minutos! Quando gritei o nome do Elcio que acompanhava as meninas, e ouço do além, nas profundesas da selva um sinal que estavam chegando. Mas então, o Elcio chega com uma noticia absurda! "Elas desistiram." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fora inédito para mim isso. Eu nunca, em toda minha vida, ouvi alguem dizer, no meio de uma trilha "desisto". Ainda mais que tem aquela empolgação do momento, a adrenalina, e aquela esperança de logo conquistar o premio das dores, do esforço, da perseverança. Que é de chegar na cachoeira, ver aquela obra prima das mãos de Deus, que mesmo num mundo tão degradado podemos ver, na natureza, pedaços da imagem de Deus. E de poder se refrescar com ela. O ânimo simplesmente vai lá em cima. Mas elas desistiram antes de chegar até nós, pois certamente eu não permitiria isso, e tentaria animá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foi um momento nada simples. Boa parte já estavam cansados de esperar quase 40 minutos ali (iríamos bater o recorde de tempo para descer a a serra). Não poderia voltar atrás (ainda mais que ela estavam longe) para tentar convencê-las a ir; isso farianos levar muito mais tempo para chegar até a cachoeira, talvez mais 2 horas. Mas ao mesmo tempo, "e elas?" Deixá-las sozinha, pessoas sem experiência em meio a selva; e numa trilha famosa, na qual a qualquer momento poderiam chegar pessoas. Então, pensei, e contei com a logística. Meio que calculei, que elas levariam pelo menos 1 hora para voltar até a clareira, no mínimo, e que não se perderiam pois aquela trilha é muito bem definida. E que nós estávamos a menos de 30min da cachoeira. Então, se fossemos na cachoeira, e ficassemos apenas uns 40min nela, e subissemos rapidamente. Por fim, elas apenas ficariam, em média de 1h40min, afastadas de nós, na clareira lá em cima. E então decidi, por esse bem mais pensando num grupo como um tanto. Pois aliás, isso levava em conta também que eu falei para o pessoal se preparar para a trilha. Como fortalecer um pouco os músculos e a capacidade aeróbica do corpo. Alguns fizeram, como o Eliezer que me contou, durante a trilha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, então foi essa a decisão que tomei. Perguntei se algum homem se ofereceria para acompanhá-las, mas nenhum. Todos queriam a cachoeira. E eu, como guia não podia voltar. E também, confiando em Deus, que seus anjos estavam nos protegendo então até que prossegui tranquilo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Logo terminamos de descer a serra, e enfrentamos um pouco de desafio para atravessar algumas pedras ao longo do rio para chegar na cachoeira, mas logo chegamos. E a cachoeira estava simplesmente majestosa. O volume de água era muito maior do que da última vez, ao longe já estávamos sendo molhados por aquela garoa que vem da cachoeira, e numa intensidade incrivel. Até mesmo a paisagem mudou, era muito menos pedras e muito mais água em movimento. Estava simplesmente incrivel! Chegamos até próximo a base da cachoeira, para retirar aquela tradicional foto de todos ali. Mas não dava, iria estragar as máquinas digitais que não eram a prova da água. Então, o Eliezer vai num ponto mais tranquilo, embaixo de uma pedra para poder tirar a foto. Apesar de alguns ainda estavam enrolando para chegar, sei lá o motivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, depois, foi a hora de aproveitar. Banho de cachoeira. Nadar. Hidromassagem. rs. Há que delicia, delicia mesmo! Pena que estava tão fria. Depois de uns 30min, o pessoal naturalmente já sairam da água, e começaram a se secar e queriam logo começar andar para esquentar hehe. Mas foi muito bom mesmo. A recompensa que se tem, que se ganha, graças a Deus, quando se vê na fisionomia, no rosto das pessoas aquele regozijo, satisfação por ter chegado ali e aproveitar dessas maravilhas naturais da natureza, é simplesmente tão tão tão, que não há palavras que conheça para expressar a magnitude disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, umas 10h e pouco começamos a subir. Foi um pouco cansativo até o corpo, as juntos e músculos se esquentar e pegar o ritmo. Mas fomos indo. Mas logo, começou a haver paradas. E já se podeia-se ver um bom pessoal sem muito pique e que certamente iriam mais devagar. E já alguns num bom ritmo. Bem, os primeiros a chegar, na clareira, fizeram em torno de 1h35min. Eu cheguei uns 15min depois, pois fiquei um bom tempo seguindo mais o pessoal lá atrás. Já os últimos chegaram em torno de 2h35min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, já eram 13h e pouco. E o próximo oníbus seria apenas as 17h30min. Então falei para o pessoal enrolar ali na clareira e tals. Eu até nadei um pouco no riachinho, mas estava muito fria e logo desanimei. Aí o pessoal aproveitou mais para bater papo e descansar. Já de saco cheio de ficar meio que no ócio, umas 14h20min começamos a ir rumo ao bar então, ops, rumo ao ponto de onibus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, o pessoal estava super lerdo, devagar. Mas tudo bem. Tinhamos tempo de folga para chegar até o lugar. Somos mais a frente, eu, Elcio e o Davis. O Elcio conseguiu pegar uma trilha errada no caminho, de modo que demoramos pra caramba para chegar até a saída na estrada, e por um lugar inédito. Assim que saímos da mata, percebemos que estava chovendo fraquinho, mais um chuvisco bem forte. Bem, pelo menos usei minha capa de chuva. Aì foi a estrada, no qual também fomos super devagar, e meio que contra a regra, dessa vez, a "volta pareceu mais longe que a ida".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegamos lá, e ainda faltavam 1h e pouco para o buzão. Ficamos ali comendo, descansando e conversando. Alguns até jogaram um pouco de sinuca e pimbolim. Até que finalmente chegou o buzão, e depois de uns 50min, chegamos ao centro de Mogi. Pegamos o trem, e então, rumo a Sampa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Claro, na volta estávamos muito mais intimos, conversando bastantão etc. É muito bom isso. E assim, foi indo, até que chegamos no Brás. Nos despedimos do pessoal de São Paulo, então viemos para Santo André. E assim, logo que chegamos, cada um tomou seu destino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, resumidamente, assim fora a trilha, nos meus ambitos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-2617425961283157585?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/2617425961283157585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=2617425961283157585' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2617425961283157585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2617425961283157585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2007/12/trilha-mogi-bertioga.html' title='Trilha Mogi-Bertioga'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-2259467224115563179</id><published>2007-11-19T11:25:00.000-02:00</published><updated>2007-11-20T23:33:21.791-02:00</updated><title type='text'>V Campori de Desbravadores da UCB - Barretos 2007</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134996024682162818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_FX9F432c2_E/R0MrrZY5KoI/AAAAAAAAAJ8/QoginPOzkLo/s320/campori_43.png" border="0" /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Olá pessoal, relatarei o que vivenciei, observie e pensei quanto ao Campori, espero que possam desfrutar-se com essas fiéis palavras que vêm de um coração empolgado e rejubilado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O Pré-Campori&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi aquela correria e empolgação, no colégio, na faculdade, e etc. O Campori não saia da minha cabeça. Fiz contagem regressiva, me preparei além do normal. Até mesmo fiz um mapa estrelar dos dias do Campori, usando uns softwares mais avançados de astronomia, verifiquei a previsão do tempo em várias fontes; e simplesmente estava super empolgado. Mas já esperava algumas coisas não muito boas, como visto que seria um evento meio "faraônico", então as qualidades de maior virtude teriam menor foco; e que, infelizmente, haveria uma grande tendência de usarem muito de atributos externos e emocionais, que visavam coisas mais gerais e temporal. Traduzindo: showzinho no palco; eventos mais simples que buscasse mais "velocidade em atender" e "divertir"; confusão lógica, muita gente num pouco espaço, muita panelinha; dificuldade em monitorar, então ficaria muito liberal. Bem, mas vamos lá para o que realmente aconteceu no Campori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Segunda-Feira, 12 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;20h e alguma coisa; lá estava eu chegando na IADS do Bom Pastor, aqui em Santo André. Eu com minha mochilinha de 85L. Logo o pessoal todo chegará, começamos a carregar o buzão, o que claro, exige um pouco de trabalho braçal - um ótimo aquecimento para o Campori - e nisso apareceram algumas grandes pessoas, as quais muito prezo, como o Rui, o Elton, o Eliezer (pai), que também ajudaram no carregamento. Umas 22h e pouco, então saimos rumo a Barretos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A galera no buzão, o Clube Guepardos Reais (no qual eu fui instrutor ano passado), estavam com todo animo. A gritaria, ansiedade etc, em niveis altissimos. E foi uma viagem bem amistosa, conversando com muitos amigos. No caminho, em São Paulo, pegamos o regional Claudio também, uma incrivel pessoa. E assim foi indo, até que por volta das 2hrs, começou a ter o problema de que alguns queriam dormir, mas outros não; chegou um momento que eu até tive que dar uma dura na Débora Passareli. Mas finalmente, o pessoal cansou, e começou a dormir. E eu consegui dormir também. Mas umas quase 4 hrs da madru, acordamos pois fizemos uma parada naqueles restaurantes-posto de estrada, e lá, haviam dezenas de outros onibus de desbravadores indo para o Campori. E dali, em diante muitos já ficaram acordados até; vi o nascer do sol.. e até que umas 5:40 chegamos lá na Fazenda do Peão em Barretos (aliás, acho que passamos pos uns 9 pedágios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Terça-feira, 13 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Percebe que não foi uma noite que se dormiu muito, mas a adrenalina estava lá em cima, e a empolgação mais ainda; mais minha característica de que ao acordar, estar 120% elétrico até dormir de novo; em pouco tempo conseguimos descarregar o onibus. E uma das primeiras coisas que reparei era o tamanho do lugar, bem grande, e quantos clubes haviam ali; ual! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logo, fui com o pessoal que veio comigo de staff: CLaudio, Ivete e a Barbara, para o local de acampamento dos staffs. E era um péssimo lugar para acampar. Aliás, contradiz vários principios da "Arte de Acampar", e eu disse: "Na primeira chuva mais forte que der, isso daqui vai virar uma lagoa." E sabia que ia chover na quarta ou quinta. E apesar de ter insistido com a mulher que cuidava do local, acabei montando a barraca ali mesmo. Fiz centenas de furos com o spec no chão para a terra absorver mais rapidamente a água, elevei um pouco o nivel nas partes mais depressivas com cascas e galhos de arvores, forrei com lonas de plastico e deixei ali a minha barraca bem arrumadinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, logo, encontrei o clube Sigma, de São José dos Campos, principalmente porque a Flavia tinha me avisado como seria o portal; e estavam bem próximos a minha barraca. E na primeira visitinha que fiz ali, já me deparei com a Flávia. Ual, a quanto tempo! Desde abril, na trilha não a via. E falando em trilha, ela de logo de cara fez questão de me entregar o cd com as fotos da trilha, e aliás, fez uma capinha toda especial. Claro, fiquei super feliz por receber aquilo, fora que insisti com ela para não esquecer de levar rs. Mas por outro lado, fiquei um pouco triste pois achei que acabei constrangindo ela de algum modo, como se ela estivesse devendo algo; e lógico, que aborrecer alguem por causa de um cd, e umas fotos, é algo que nunca pretendi. Bem, mas devido a correria, o Sigma estavam descarregando o onibus, e eu ainda armando direito minha barraca, logo já tomamos nossos rumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A area de acampamento, um gramado enorme e bem irregular que mais parecia um pasto, estava lotado, vários clubes chegando, motando coisas, muita gente; e poucos portais bons mesmos, que ajudavam a referenciar as coisas; com destaque para o Órion, Luzeiros do Vale, Sigma, Leopardos Azuis, e o dos Águias alguma coisa. Há, naquela região, estavam apenas a AP, APL e MPV; a APO, APS, APLAC. ficavam num terreno separado, também enorme, ao lado e quera muito mais irregular ainda para acampar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, aos poucos praticamente todos os staffs da região estavam já no local, inclusive as Bredas - Natalha e Michele - pessoas que não conhecia muito bem mas já admirava muito, e que não esperava elas ali como staffs, pois pensei que iriam com o Herdeiros do Reino, clube da Central de São Bernardo do Campo; mas foi uma enorme bênção a companhia delas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí tivemos umas reuniões já, a equipe de eventos da 5ªRegião; o Renan e o Henry - as ultimas pessoas que eu esperava ver ali no acampamento - também apareceram. Fomos depois lá para a praça da amisade, onde tem o galpão do almoxarifado, e que ocorriam algumas reuniões com diretoria e staffs. Ali já comecei a conhecer melhor o pessoal, claro, tirando o Renan e Henry que fazem parte do dia-dia na igreja, principalmente no coral - é tudo do baixo. Mas estava um tanto intrigado quanto aos dois. Depois de uma longa demora, pois estava tendo uma reunião geral do pr. Venefrides (Departamental da AP) com os regionais, finalmente tivemos nossas informações. Aí fomos para um Galpão próximo a entrega da área de cozinhas, onde estava sendo um refeitória, e esperamos quase uns 40min, ali até finalmente abrirem para servir o almoço; e nisso conversamos um pouco, naquele papo "que vem a mente", palavras simples e sem muito significado, mas que ajudam a compreender melhor um ao outro, introsar e conhecer o pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do almoço fomos para a área de eventos, e logo para o &lt;span style="color:#333399;"&gt;Resgate Real&lt;/span&gt;, que era o nosso evento, no qual tivemos que arrumar o local. Eu e a Michele ficamos com algo especialmente bem chato de fazer a cerca, e tipo, o perimetro do local é bem grandinho, deve dar uns 600m fácil. É aquela coisa que meio que reclamamos mais por brincadeira, mas que por fim, no fundo gostamos, pois a atividade, o trabalho em si é prazeroso; e logo percebi o gene brincalhão e bem extrovertido da Mi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o tempo passou. E já de noite. Recebemos os vales refeição para comer nos clubes. Eu então jantei lá no Guepardos Reais. Onde também me confraternizei mais com o pessoal do clube. Daí fui para a Arena, o palco, que fica naquele local onde tem o rodeio mesmo, para a abertura do Campori, junto com a Ivete e a Barbara. Teve alguns fogos, um teatrinho, um showzinho, um sermãozinho. Estavam ali grande parte da elite, os astros, da IASD, muitos mesmo, dos mais famosos pastores; e detestei mesmo pela falta de objetividade do evento; que parecia mais uma cerimonia politica de puxa-saquismo, e não estava com cara alguma de Campori; mas de um show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi estranho. Muito estranho. Não fora só eu que tivera tal impressão, conversei com outros lideres que também tiveram a mesma impressão. A maioria em geral, achou a coisa sem sal, sem o sal do toque especial do "espirito de desbravador" e do "Espirito Santo". Particularmente, presencei um cenário conflitante do Grande Conflito. É aquela questão, do cenário espiritual; o mesmo que ocorre quando se vai para um cinema, uma casa de show, um lugar físico, territorial, onde é forte a presença e influencia dos anjos caídos. E vamos para cá, estavamos no palco de um lugar onde ocorre um evento carnal, uma festa, um culto de adoração, só que não há Deus, mas a Satanás. Os rodeios, pessoas bebadas, totalmente entorpecidas pelo emocionalismo, adrenalina e vis emoções e atitudes, desfrutando de cenas de aberrações, ridicularizando e mal-tratando animais. Um lugar totalmente estranho para se adorar a Deus. Pois o próprio lugar, emite essas idéias a nossa mente, pois acessa a memória que temos daquele lugar. Onde toda a arquitetura entre outros, nos sugera aquele cena, que tenta nos estimular e nos influenciar. Eu podia notar facilmente esse confronto, no qual não parecia haver predominancia, vitória de um dos lados, entre anjos de Deus e de Satanás; parecia. E para ser sincero, creio que nos primeiros eventos no palco, o lado do mal teve maior exito. Pois podia-se ver muito o espirito emocional e excitado das pessoas, tanto dos espectadores como daqueles que estavam no palco; e era algo além da empolgação. Fora o "som", as músicas, os efeitos de luses... além de não ter cara de Campori, eram um tiro a razão e a paz espiritual, os principios biblicos da música e adoração doiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho quando se tem essa mistura do santo com o profano. Como também quando se mistura num só lugar, numa mesma situação, um culto de adoração e um evento mais festivo. Israel praticava as duas coisas, tudo bem, principalmente, porque faziam ambos em lugares diferentes, havia um templo especial onde se fazia a parte do culto, e era fora de tal onde havia festas. Mas quando se mistura os dois no mesmo lugar, não dá certo. E sinceramente, no discernimento que Deus me revelou, é uma profanação tal atitude. Abraão levantava altares a Deus onde é que fosse, e de modo algum permitia que em tais locais fossem feito festas. Bem, depois falarei mais sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite passará. E eu estava um pouco cansado para ser sincero. Fui logo para a minha barraca, já eram umas 1:30, lá deitei, me arrumei, orei, e dormi. Aliás, nem teve muita muvuca durante essa noite, pois estava chuviscando um pouco, e chovendo um pouco fraco, o que favoreceu para todos irem logo para suas barracas e dormirem. Mas antes de ir dormir, enrolei um pouco, conversando com aqui e ali que encontrava no caminho, como com o Fred, amigo lá do GEA na USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Quarta-feira, 14 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pouco antes das 6 horas acordo com umas garotas, provavelmente uma unidade, cantando uma música para acordar, que não me lembro muito bem a letra, e não faço a minima idéia de quem eram. Mas só fui acordar mesmo, 6 horas quando começaram a tocar a "musiquinha de acordar", detalhe, uma das caixas de som estava ao lado da minha barraca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, teve uma rádio local, que fizeram para o evento, que não parava de falar e tocar música durante todo o Campori, e até acostumar com o "som do trem", tinha hora que estava ficando estressado de ouvir aquilo. Especialmente porque a maior parte da repertória das músicas eram rock gospel e essas coisas dessa laia de gritaria e emocionalismo elevado, bem ritmico e batido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai fui tomar café-da-manhã com o Guardiões da Mensagem, clube da IASD de Ferrazópolis, acampei com eles em 2005, foi muito bom, muito bem recebido, e compartilhamos rapidamente algumas lembranças daquele inter-unidades que nossos dois clubes fizeram na época. Daí, fui direto para o evento, nem fui para o palco para a meditação, pois fomos instruidos a ir direto para o evento, nos prepararmos para tal que começaria assim que terminasse lá no palco. Lá fizemos uma oração pelo menos, conversamos um pouco. Até que finalmente chega o pessoal para montar o trilho para o nível 3, onde eu cuidaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou 9 horas, e logo o evento estava lotado, cheio de clubes, uma multidão de pessoas. E o primeiro clube, como sempre, foi meio que cobaia. E não demorou muito para percebermos que o trilho não daria certo. Ai no segundo clube tirei o trilho, e então o carrinho foi mesmo puxado apenas sobre a terra, o que ficou bem mais legal. Vários clubes passavam ali. Eu empolgado e sempre tentando empolgá-los, fazia-os gritarem o nome do clube, aquele "BOM DIIIIAAA", mas na prova, não dava moleza, apesar do Vene pedir para facilitar; reprovei a maior parte dos clubes rs. E já perto do meio-dia, já estava um pouco cansado, mais porque não dava tempo de parar, de sentar um pouco, era um "sem parar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das 12:30 - 1:10 almocei lá no Guardiões, que ficavam ao lado do Guepardos. E terminado o almoço, novamente, la vai eu para o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134995401911904882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_FX9F432c2_E/R0MrHJY5KnI/AAAAAAAAAJ0/QzbE-aN8x0Y/s320/155.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A tarde foi mais cansativo ainda, estava um normasso forte, bebia água sem parar. Teve um clube com energia de sobra, que até derrubaram um garotinho gordinho do carrinho, só que ao cair, ele quebrou a grade de proteção, foi engraçado, foi bem animado a prova. Mas daí em diante inicou-se uma dor de cabeça para mim: a "manutenção infitina". Cada clube que passava a grade quebrava ou fica meio solta, ai lá vai eu pegar martelo, prego, e remendar. E sempre de pé, andando para lá e pra cá, falando aldo, empolgando os participantes: "Vai, vai, vai... faltam só 30 segundos!". E no final eu estava bem cansado, minhas pernas gritavam para sentar um pouco. E a felicidade que o pessoal do evento ficou quando terminou era altissima, a endorfina liberada só por saber que havia terminado era demais e que agora tomaríamos um banho e jantaríamos, ual! muita mesmo. Imagine, eram muitos clubes, muita gente, as filas eram enormes. Era sem parar. Mal saia um clube já tinha um próximo, ai enquanto a outra staff explicava a prova, eu arrumava o carrinho, ai começava a prova... das 1:20 - 6:30!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai jantei a noite, se não me engano no Guepardos. E logo em seguida para a arena com eles. Eu sabia que choveria, tinha avisado várias pessoas, que havia previsão de uma chuva de 25mm. E durante o dia houve vários chuviscos leves. Na arena, o show não fora muito diferente do dia anterior, aquela coisa bem show, bem "a la Ivete Sangalo" (aquela música do Levantou Poeira), muito puxa-saquismo de pastor; e estava meio decepcionado com pastor Nelson Milanelli, o qual tenho muita consideração e era um daqueles pelo qual colocava minha no fogo, devido ao que conhecia no passado, quando foi o pastor, professor aqui do Colégio Adventista de Santo André, o sermaõ que fez no casamento do meu primo, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&gt;&gt;&gt; A CHUVA &lt;&lt;&lt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Campori estava estranho, pois não estava com cara de Campori; parecia mais um acampal jovem, ou um encontro jovem. Com a unica diferença que eram desbravadores que dormiam em barracas numa área de acampamento e que cada clube tinha sua cozinha.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o pastor pregava, podia-se ver o céu brilhando por relampagos, anunciando uma chuva. E eu repetia e repetia &lt;span style="color:#000099;"&gt;"vai chover, e vai dar uma tempestade daquelas."&lt;/span&gt; A intensidade em 15min começou a ficar mais forte, e o vento também. Ai disse para o Everaldo "Na primeira gota que cair, vou para minha barraca fechá-la." - e sério, para quem me conhece sabe que é dificil eu ficar cansado; mas naquela noite eu estava, meus pés principalmente, estavam tudo dolorido, cada vez que pisava, era como estivesse enfiando alfinetes em cada osso do pé; a Ivete falou que era os nervos que haviam inflamados ai ele ficava dolorido daquele modo; e realmente, eu não cuidei nada dos meus pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, caiu a primeira gota. Do tipo de um cota-gotas. Ai eu levantei, e falei, "Pessoal, estou indo, vai começar a chover." Cheguei na escadaria para subir a arquibancada, até a parte superior, fui barrado por um staff:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;- Aonde você vai?&lt;br /&gt;- Vou para minha barraca.&lt;br /&gt;- Espera um pouco, já está acabando. (de fato, o sermão já estava terminado, o pastor tinha começado a orar). - Não. Está começando a chover e deixei ela aberta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Assim que terminei o diálogo, começou a chuviscar grosso. E tipo, a intensidade foi aumentando muito aceleradamente. Quando terminei de subir a escadaria, "XUUUUUUUUUUUAA", veio uma chuva com tudo, tempestade mesmo, daquelas muito forte, aí todo mundo começou a correr. Ainda bem que sai um pouco antes, então escapei da muvuca de 13mil pessoas. Mas fui correndo com tudo também. Em segundos, eu estava completamente molhado, inclusive a camisa nova que estava estreiando que minha mãe comprou rs. Na escada externa, na descida, o pessoal descendo correndo, o staff gritava "não corra, a escada está escorregadia." E eu, naquela espirito mais aventureiro e brincalhão, e pouco apressado para que não molhasse minha barraca: "Não corra. Mas anda bem rápido." E então, corri muito rápido mesmo na ruazinha asfaltada, com minha bota que dava uma boa aderencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a chuva ficou tão forte, que a vizibilidade ficou baixissima, eu fiquei desorientado, vi as barracas da cozinha, corri até a cozinha do guepardos. O Fernando, Vitor e o Thiago estavam lá, ai retomei o folego, e corri muito até minha barraca, onde felizmente ainda não havia nada molhado, e fechei ela. Mas logo percebi que ali iria virar uma lagoa. Pois vários lugares do gramado da area de acampamento já estavam alangando. O vento estava tão forte, que vi uns 3 portais cairem. Um deles, bem a minha frente, se eu tivesse corrido um pouquinho mais rápido cairia sobre mim. Também, de repente, deu um trovão muito forte, deu para ver o raio passando pelo para-raio que ficava sobre o acampamento, e foi tão forte o som e a energia, que senti uma forte vibração, como um soco, ouvi um transformador explodir, e temporariamente toda a luz do lugar apagou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para a cozinha, e em poucos minutos o lugar se tornou num grande rio com uma correntesa bem forte, vi vários clubes já alagados. Aquela rua onde se ligava a entreda da area de cozinha, e as duas areas de acampamento, estava um verdadeiro rio corrente, e a água ia até a metade da minha canela. O vento estava muuiiito forte, na area de cozinha, vi algumas barracas cairem, outras, quase, parecia uma cena de filme. Cheguei na cozinha do guepardos, a toda adrenalina e espirito bem aventureiro: "uuhhhuuu... é isso aí... que chuva!!" Quando me deparei com uma cena totalmente contraditória para minha euforia. Todos estava abalados, tristes, sérios, e orando o "Pai nosso" com fevor. O Robert me alertou "O Gustavo levou um choque e está passando mal." Instantaneamente, fiquei totalmente sério, refletindo, controlando minha respiração e acabando com toda aquela euforia. Conversei um pouco com Deus. Fui até o gustavo que estava sentado na cadeira com uma cara bem abatida e com uma toalha branca sobre a cabeça. E perguntei o que ele sentia, e busquei identificar algumas sintomas de algumas coisas que sei de Primeiro Socorros. E então percebi que ele estava bem, apenas um pouco assustado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal do clube estavam extremamente com medo e angustiados com a chuva. Não paravam de orar para que a chuva parasse. Sinceramente, não estava dando bola muito para isso. Ao meu ver eles perderam a cabeça pela emoção e o medo. Ai primeiramente fui até algumas pessoas que tremiam de frio, como a Débora Passarali, aí falei para ela colocar a camisa do Vitor que estava seca, tirava a que estava molhada por baixo, ai torci a camisa, secar o maximo possivel, e etc, para o pessoal aquecer, e evitar uma possivel hipotermia. Apesar que o maior problema ali é que o pessoal estavam muito "apavorados", "assustados". O Lincon estava chorando no colo da Jú, fui averiguar, e era porque ninguém conseguia encontrar o Eliezer, nem pelo radinho nada. E eles estavam com uma visão muito macabra mesmo. Certamente, porque lembraram do Campori ano passado, quando no final uma garota morreu afogada na piscina, e logo em seguida veio uma tempestade bem forte (até mais do que essa e durou muito mais). Tentei acalmá-lo: "Seu irmão sabe se virar. Fica tranquilo. Vamos encontrá-lo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, comecei meio a fazer algo que poucos estavam dando conta. De tirar a água acumulado do teto, pois caso contrário ele certamente tomabaria e molharia muita coisa, como os alimentos, e tudo ali ficaria desprotegido da chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a chuva passou. Ai logo me veio um espirito de solidariedade, de ajudar os outros incontrolável. Logo pensei, no Barão de Mauá, no clube da Jú, que quando voltava para a cozinha já o tinha visto todo inundado. E ai fui em busca de ajudar os clubes. Antes mesmo de sair da cozinha, encontrei a Fafá (do Sigma) e um carinha ajudando uma cozinha inundada, fazendo uma vala, e ajudei eles ali um pouco, e até mesmo conversei um pouco com ela. Depois dali, fui para a área de acampamento. E realmente, o Barão tinha se tornado numa lagoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas já já estavam tomando conta da situação. Depois tinha um portal no meio da rua de barro, da area de acampamento. Ai tirei ele do caminho. Fui até minha barraca, apenas para ver o que sabia que iria acontecer desde terça. Virou uma lagoa, e minha barraca molhou. Felizmente, como tinha colocado tudo dentro e em cima da minha mochila impermeavel, nada havia molhado. Apenas o chão que estava inundado e não teria como dormir ali. Então, simplesmente deixei minhas coisas de lado, ajudei um pouco a Ivete que havia molhado tudo dela. E ai vi um pessoal lá no Sigma olhando as barracas, e fui checar se estava tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá encontro a Flavia e a tia Cida; e ai... percebi ela tom de angustia em suas vozes. Fui tocado a tentar ajudá-las e tentar animá-las. Mas sinceramente, uma pessoa um tanto fria, não muito carismática e sem muita notória como eu; apenas pode ter algum exito nisso, com a ajuda de Jesus. A barraca onde as duas estavam simplesmente molhou tudo. Se não me engano, apenas uma meia e um travesseiro ficaram secos. E estavam impossível de domir ali. Ainda mais que a noite ainda ameaçava mais chuva, e eu conseguia extimar que aqueles 25mm ainda não completara. E ai fiquei ali, ajudando-as no minimo que podia, apenas tentando manter um pouco aquela linha de pensamento "aconteceu mas está tudo bem", e iluminando com a lanterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos foram chegando outras pessoas, como a Fafa, um carinha muito simpático mas que não sei o nome, a Paulinha. E a Fafa em especial estava na linha divisória de entrar em desespero e manter a esperança. Teve um momento que vi ela segurando o choro, que praticamente fizera com que eu chorasse por dentro, não podia vê-la assim. Eles estavam muito abalados mesmo, se percebia até mesmo a dificuldade de raciocinarem, ficando meio perdidos. Só espero tê-los ajudado. Claro, eles estavam liderando o clube, a responsabilidade que carregavam, todos os desbravadores, mães, os mais 3 dias e pouco de Campori; certamente não é nada leve, enquanto que eu apenas estava como staff, e apenas com a minha barraca molhada mas tudo a salvo. E sinceramente admirei muito a atitude deles, foram muito mais pacientes do que costumo ver; já vi cada absurdos e atitudes equivocadas e sem lógica tomadas em situações como tais, que é de dar vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela chuva retomou minhas energias, animo físico. Para mim aquela noite havia acabado, ficaria até quando fosse necessário. Não iria conseguir dormir enquanto todos não estivessem bem e acomodados para dormir. Ah. Nisso eu já tinha noticias de que o Eliezer estava bem, o Gustuvo também, foi apenas um susto mesmo. E que todas as barracas do Guepardos ficaram ilesas da chuva; então fiquei tranquilo quanto a eles. E me focalizei para com o Sigma. Levei umas coisas junto com a Fafá até o galpão onde tinha sido o refeitório no dia anterior, e haviam vários desabrigados ali. Ai o Sigma, já haviam se acalmado, tomaram um objetivo do que fazer, vamos dizer que já estava tudo bem. Ai busquei ajudar alguns outros clubes, mas a grande maioria já estavam sendo ajudados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ver com as Bredas como estavam, e elas conseguiram dar um jeito; se salvaram por ter um colchão a ar. Então, comecei a perceber que não tinha mais muito o que eu podia fazer, e já eram meia-noite, e meu corpo precisava dormir. Abriram um galpão enorme lá no setor azul para os desalojados. E fui para lá. Cheguei lá, uma muvuca de gente, parecia até aquelas imagens que vemos de lugares onde ocorrem tragédias por furacões. Deveria haver umas mil e poucas pessoas ali, talvez mais. Encontrei o pessoal do Sigma lá, aí aproveitei para ficar com eles. Alguns ainda estavam muito traumatizados e com aquele olhar de tristeza que não suporto ver, que me brota o desejo de conforta-lhes. Ali conheci o Fernandinho, que já foi desbravador do Rodrigo, meu primo. E nisso também pensei nele, "que pena que ele não está aqui." A Flavia apareceu lá ainda com a roupa toda molhada, pois não tinha roupa. Ai foi quando pensei em ir na minha barraca e emprestá-la uma roupa para pelo menos dormir, pois só havia levado meu saco de dormir e cantil para lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, fui na barraca, peguei minha mochila logo de uma vez, o isolante térmico também, pois percebi que o chão lá era de concreto e frio. Aproveitei e chamei a Ivete e a Barbara para ir lá também, para não dormirem na barraca molhada. Ai aguardei elas. E fui até lá. O Sigma conseguiu uma lona para forrar o chão, e cobertor para todos ali. A Flavia também conseguiu uma roupa; mas ainda estava para lá e para cá, como muitos outros; apesar que em geral o pessoal já havia se acalmado e rumo ao sono. Foi dado então, lá pelas 1:30 da madrugada o toque de silencio para dormir. Mas eu realmente só fui conseguir dormir, quando a ultima pessoa, pelo menos ali no galpão deitou. E mesmo que aparentemente, na minha concepção, não tenha feito muito; senti uma forte paz, de tranquilidade, e de que por fim tudo aquilo foi até algo bom, e que teríamos, logo, um novo dia, uma nova manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Quinta-feira, 15 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, acordo umas 4 horas da manhã com alguem roncando muito forte na quela galpão, mas depois volto a dormir, até que finalmente acordo e levando ás 5:30. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não houve como escapar, quinta foi um dia diferente. Logo de manhã, a equipe de staffs, diretores foram convocados para uma reunião. A decisão foi tomada uma espécie de "Pause" no Campori, para os clubes e pessoas arrumarem as coisas que foram destruidas pela chuva. Para o pessoal de eventos, teriamos 50min livre antes de inicar as atividades para arrumar nossas coisas. Algumas associações e clubes ficaram encarregados de arrumar as coisas, portal, limpar barracas molhadas, roupa molhada etc. E aqueles em melhores condições, de ajudar a reerguer outros clubes que foram mais danificados, que perderam barracas, caiu portal, caiu cozinha. Houve até mesmo cozinhas que perderam todos os alimentos, e outros clubes contribuiram para que tivessem alimentos até o ultimo dia de Campori.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Logo fui para a minha barraca ver a situação. Tirei as coisas, tirei ela da depressão colocando-a num lugar mais elevado, que era área de um clube. E deixei ao sol para secar. Fui para a cozinha, tomei café da manhã com o Guepardos, e o assunto não foi outro além da chuva. E foi quando tomei conhecimento maior do tipo de evento que acontecia lá no Parque do Pião. Diz que o lugar vira uma pura farra, um exemplar de Sodoma e Gomorra, pessoas bebedas, sexo e urgias para tudo qualquer lado. Há um complexo de piscinas no local, onde vão centenas de pesssoas, homens e mulheres, todos nús, e aí dá para imaginar o que acontece. Os moradores da cidade sofrem muito quando acontecem tais eventos, de modo que fica insuportável ficar ali na cidade; e muitos fogem em tais periodos, indo para outras cidades e lugares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas agora havia não milhares de farrarentos carnais, mas um exército de Desbravadores, servos do Rei dos reis que sempre estão marchando fiéis as Leis de Deus, que buscam ao mundo anunciar as novas da Salvação de que Cristo virá em breve dar o galardão. Que contraste! Que testemunho! Não consigo imaginar o impacto que esse Campori trouxera a cidade. Fico imaginando muito a grandeza e batalha que deve ter ocorrido ali entre os anjos de Satanás e os anjos de Deus. Lembro da cena de Ló, quando os anjos foram a cidade lhe buscar, e as cidade toda lutando contra tais. Contudo. Quantos não foram os justos que estavam ali em Barretos? Certamente muitos. E foi uma batalha tremenda. Como já disse, o lugar estava estranho, o clima estava estranho. Podia-se perceber claramente um status de guerra espiritual e da presença de anjos de Satanás no local pelejando contra os filhos de Deus e os anjos do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No palco na noite anterior, eu estava realmente intrigado com todo aquele show e espirito estranho. Em pensamento orava a Deus, pois me lembrava das histórias de Israel quando fazia as coisas para Deus da forma errada. E pedia a Deus que desse um castigo no pessoal, fizesse algo, para não meramente vingar-se, mas que buscasse reforma, mudar tudo aquilo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deus possui métodos incriveis. Não vou especular, se ela chuva tem por origem Satanás ou Deus. Mas posso afirmar que Deus permitiu que ela caisse. Um crisol temporal, que fora uma "chuva de bênçãos". Podia-se ver um clima, uma espiritualidade muito diferente pela manhã. As pessoas mais serenas, mais dispostas a ajudar, mais caridosas, solidárias para com os outros, compreensivas. Não vi ninguém chorando por barraca molhada, roupa molhada, muito menos desbravadores - talvez tenha tido um ou outro. Com paciência as pessoas estavam arrumando tudo, com Coragem para Vencer, e empolgados para com o Campori que ainda estava pela metade. Pude ver finalmente um ambiente familiar, com espirito de Campori. E principalmente, aquela sensação estranha parecia ter sumido. Se presenciava uma vitória! E os anjos de Satanás foram derrotados. Pode-se ver que Cristo prevalecerá no lugar. E agora as coisas estavam caminhando mais devidamente. Os clubes se uniram mais, pessoas se uniram mais, e foi maravilhoso ver o espirito voluntário de muitas pessoas se oferecendo a ajudar. Até mesmo pessoas que se machucaram, principalmente, porque cairam ou foram atropeladas na saida desesperada do palco na hora da chuva, algumas até mesmo quebrou a perna e o braço, podia-se ver nos olhos delas nenhum rancor para com tais feridas. Muitos desbravadores estavam muito com o espirito de farra, de "ficar" com garotas; e da chuva em diante, percebeu-se que o nivel disso diminuiu muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu passei a manhã toda arrumando e limpando a minha barraca. E principalmente brigando para mudar o local onde ficava, porque se chovesse de novo inundaria novamente; apesar que até onde lembro não choveria mais daquele modo, a previsão agora era de apenas 5mm e não 25. Mas, consegui. Mudei, colocando-a de frente para a barraca das meninas que acabara de chegar da IASD do Riacho Grande, também o Bredão havia chegado. Muitos vieram na quinta-feira que era o inicio do feriado mesmo, devido ao trabalho, como outros de São José dos Campos, o Xicão, pai da Fafá, o Culper. Eu não só limpei, sequei, e arrumei toda a barraca, como dessa vez até fiz umas valas em volta de modo a ficar 90% seguro de que mesmo com um outro temporal daqueles não inundasse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então fui para o evento. Nos quais as meninas do riacho é que estavam comando o evento, mas tinham mudado tudo de como estava sendo feito. Mas como já estava chegando o almoço, deixei. E fui ajudar o staff da APS, fugiu agora o nome dele, a reforçar algumas estruturas da prova do nível 2. Daí fui almoçar, não lembro muitos detalhes, apenas que passei em vários cozinhas observando bem os estragos e concertos feitos, encontrei com um outro, o Fred, a Juliana Bueno. E como foi um almoço mais longo, até as 13:45, no finalzinho fui dar uma olhada, pela primeira vez, na área de acampamento da APS, APO, APLAC que disceram ter sido mais prejudicado pela chuva. E fiquei bem surpreso, o luga deve ter se tornado uma cachoeira! Podia se ver facilmente os estragos; ai tentei achar o clube da Sukita, mas não lembrava qual era o nome do clube.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De volta ao evento do Resgate Real. Fiquei ali com as novas vizinhas. Onde também me introzei mais com elas. E também dei um jeito naquele carrinho. Tirei os apoios, os pregos, e de agora em diante o pessoal o usaria, apenas tendo que ir sentando ou agachado sobre ele. E foi uma tarde bem longa e cansativa; um porque na noite anterior dormi muito pouco. Meus pés estavam muito dolorido, principalmente o direito, onde havia ralado na terça, quando tive que subir num tronco de eucalipto. Passaram muiiiitos clubes, quase uns 20, pois alguns que não vieram de manhã foram de tarde. E foram tantos, que eram 18:30 quando encerramos o evento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tomei um banho. Passei na enfermaria para fazer um curativo no meu pé, pois o machucado havia inflamado, eu naquela altura eu já estava mancando. Ai fui jantar, mas não tenho muitas lembranças quanto a isso. e eram umas 8h e pouco da noite, quando fui para minha barraca, nem fui para o palco; então não sei como foi lá, o que foi dito etc. Cheguei ali na área de acampamento, conversei um pouco com as novas vizinhas, ai entrei na minha barraca. Foi engraçado que elas estavam conversando na barraca delas, e tipo, a menos de 2m da minha barraca, e eu simplesmente ouvia tudo. Ai até teve um momento que uma delas disse: "Esse menino da barraca dá frente não é nada mal hiem. 21 anos, faz usp..." ai eu comecei a dar risada, elas perceberam e começaram a rir também; foi bem discontraido. Mas minha atenção e foco era outro, eu estava meio sedento de estudar a Palavra de Deus, ter aquele momento onde para tudo, e se faz uma meditação particular com Deus. E foi isso que fiz. Ai eram por volta das 9:15 da noite, quando fui realmente dormir. Mas logo acordei, 10h, porque havia acabado o evento lá no palco e os clubes estavam voltando para a área de acampamento. Mas o sono era tamanho, o conforto era tão imenso de finalmente deitar, das pernas descansarem, sobretudo os pés, que meu corpo ficou dominado por seratonina, e praticamente desmaiei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6600;"&gt;Sexta-feira, 16 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Acordei as 6hrs, com o rádio com sua música de acordar. Mas finalmente, uma noite onde dormi 8hrs. E como foi abençoado esse descanço. Acordei muuiiito disposto, revigorado, cheio de energias. Após o café da manhã, ao invés de ir diretamente para o evento como combinado, fui para o palco, pois o Espírito Santo estava me dizendo para ir ali. Chegara um pouco tarde no local. Mas pude ver pela primeira o lugar depois da chuva, e ali deve ter virado uma lagoa também, mesmo um dia depois, havia uma poça enorme de lama. E ao chegar o pastor Silvestre estava começando a fazer a meditação. E foi uma meditação poderosa, muito boa, tocando o fundo da alma, cheia do Espírito Santo. O primeiro sermão que ouvi ali no Campori, melhor, a primeira vez no palco, no qual ouvi, pela primeira vez, a voz de Deus. Mas não esperei terminar e fui para o evento; mas conforme caminhava para lá, ainda meditava na meditação que ainda podia ouvir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No evento, havia um grande desfalque, as Bredas e as vizinhas haviam indo para o parque aquático. Mas não me preocupei com isso, elas tomaram suas decisões. Aí apareceu uma nova figura, um staff da APS me ajudou no evento do nível 3, um Líder Master (que na verdade é um master avançado mas que ainda não se investiu por não querer). E conversei bastante com ele. Ele tem muitos anos de clube, aprendi muito sobre os desbravadores. Ele fez várias observações sobre o Campori também; de como havia-se perdido o foco; que a coisa agora era mais diversão; de sua luta para resgatar os principios do escotismo entre outros. É diretor de um Clube de Líderes etc. Foi realmente muito bom. E vieram vários clubes. E toda aquela maratona novamente. Só que dessa vez eu estava bem disposto, cheio de energias, havia dormido bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No almoço, o pessoal da AP foram para o parque aquático, ai tive que ir almoçar com a MPV, e fui almoçar no Sigma. E a comida lá estava maravilhosa. Grão de bico, strogonof de grão de bico com PVT, entre outros. Estava sentado junto com a fafá e o Xicão, ai conversei bastante com eles. Foi muito 10.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Acabei me atrasando um pouco para o evento, pois como diz meu ditado "pode cair o mundo, eu como em paz" rs. Cheguei, felizmente o meu era o terceiro nível então não atrapalhou nada. E um dos maiores problemas fora o sol da tarde (ah, como previsto na previsão do tempo), estava muito forte, e eu de arregata. A água do cantil logo acabará, falei para o Claudio conseguir alguem para ir encher, pois eu não podia sair dali, pois era um clube atrás do outro. Mas o cantil nem se quer retornou, depois fui achar ele com o pessoal de eventos do Rai. E me queimei muuuuiiiiiiiiiiitttttoooooooooo nessa tarde, principalmente nos ombros, pés e lábio inferior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma das coisas que me chamou a atenção nessa tarde, foi algumas atitudes de alguns clubes. A grande maioria dos clubes não conseguiu passar na minha prova. Contudo, um ou outro no final, tentavam usar do "jeitinho brasileiro", puxando o saco, tentando me convencer a "dar um boi", enfim, estavam pedindo para eu fosse desonesto e lhes pontuasse como se tivessem cumprido a pontuação máxima. Eu estaria mentindo, sendo infiel para com Deus, e todos os demais clubes, que tanto reprovaram como passaram. Clubes que até mesmo tentaram "me comprar" oferecendo a camisa do clube (algumas realmente legais). Mas normalmente era apenas uma "pressãozinha",e e logo iam embora. Mas um clube, não vou citar o nome, realmente insistiu, principalmente a diretoria, não queriam sair da área do evento, até mesmo atrasando os demais clubes na fila. Até que tive que tomar uma atitude mais dura, porém necessário, e peço a Deus que tal possa ter sido uma repreensão construtiva: Chamei o diretor do clube de lado, e disse a ele:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Cadê sua honestidade e sinceridade? Que testemunho e exemplo você está transmitindo para os seus desbravadores?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ele aquietou-se, baixou a cabeça, ficou meio abatido. E sem graça nenhuma, apenas falou: "Clube." e fez aquele sinal de "vamos" com as mãos. E então saira em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não foram poucas as vezes que refleti quanto a esse tipo de atitude. Aquela coisa de "ser fiel no pouco". Parece pouco, e realmente é, "um selinho colorido" de um evento do Campori que testava de forma bem exigente os conhecimentos da história dos desbravadores e a velocidade de raciocinio e movimentação. Mas mesmo uma coisa pequena dessas, podia-se ver aquele espirito de "malandro", de tirar proveito, de até mesmo tentar o outro a ser infiel e desonesto. E o pior de tudo é que era ALGO PEQUENO. E diretores de clubes fazendo isso, mesmo que muitas vezes todo esse diálogo estar envolvido com um espírito brincalhão; mas a questão, numa prisma objetivo é sério. A forma como aquilo influencia principalmente os demais, sobretudo os desbravadores. E depois, essas mesmas pessoas reclamam dos lideres corruptos do nosso pais. Claro, a dimensão material da coisa é incomparável, mas a essencia é a mesma. Esses sutis golpes de Satanás para plantar suas pequenas sementes nas pessoas. E de tudo que eu fiz nos eventos, o que mais me alegro, pelo privilégio de anunciar a transgressão em nome de Deus, foi de repreender esse diretor de clube, e me arrependo de não ter feito o mesmo com outros. Não porque gosto de criticar os outros, ver os outros abatidos etc, mas pela necessidade de tais ouvirem a repreensão do Senhor e mostrar a tais que estão andando em terreno inimigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, o evento, terminou umas 6 horas da tarde. Ai desmontamos todo o lugar, o que deu um trabalho. E só ai fomos dar conta o quanto de madeira havia ali. Creio que mais de 2 toneladas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aí fui tomar um banho, coloquei o uniforme. Comi um lanchinho rapidão, porque estava atrasado para a investidura. Cheguei lá já havia começado. Procurei alguns clubes referência, mas não encontrei nenhum em meio a multidão, ai desci e fiquei lá na frente, ao lado da mesa de som. A investidura foi estranha e muito sem sal, apenas impressionava é que havia mmuuuiiita gente sendo investida, tanto em lider, como lider master, e alguns, acho que uns 12 em master avançado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No palco foi um pocado diferente do que me recordava de antes da chuva. Não sei se era porque havia chegado o sábado. Mas as músicas ficaram mais solenes, a musicalidade, diminuiram um pouco o estérico da coisa, a batida etc. - não que tenha ficado 100%, mas melhorou muito a serenidade. Então de repente, o Pr. Luis Gonçalves entra no palco por uma tirolesa e fazendo rapel. E apesar da infeliz "propaganda do Unasp" - aliás, é quase inacreditável, que fazem do momento de culto ao Senhor, uma propaganda subjetiva... - o pastor fez um grandioso e incrivel sermão; foi o sermão, cheio do Espirito Santo, que tocou o fundo da alma das pessoas, podia-se ouvir o silencio de milhares de pessoas. Foi tão poderoso espiritualmente, que podia-se no final, ver cada um em silêncio analisando o seu coração, em reflexão e objetividade para com o Senhor, com uma tremenda reverência. Logo que encerra o sermão e a oração do pastor, o pastor Nelson foi a frente e fez uma mudança na programação, uma pausa. Disse que não iriam cantar as músicas, não iria ter o teatrinho, nem mesmo cantariam a música tema "Coragem para Vencer" - nas entrelinhas dizia claramente, que tais, iriam destruir tudo isso que fora construido no sermão sereno e cheio do Espirito Santo, por algo show, que agita e carnal e pouco reflexivo. E pediu, para que todos saissem em silencio, aproveitando todo aquele momento de encontro com a Palavra de Deus, fossem diretamente as suas barracas, que não teria a Praça da Amizade, nessa noite; e em suas barracas, fizessem uma meditação mais profunda e terminassem a oração que começaram ali no palco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitos foram diretamente para a barraca. Já outros não. Muitos foram para a área de cozinha. A grande maioria dos clubes foram jantar as 10:30 da noite. Eu mesmo comi algo. Mas se podia ver um espirito muito espiritual nas pessoas, nos clubes em geral. Era totalmente diferente dos primeiros dias, principalmente antes da chuva. Apesar que também vi umas cenas lamentáveis, de pessoas falando sobre coisas que nem mesmo deveria ser conversa de sábado, como "time de futebol"... mas foram casos isolados. Conversei bastante com o Everaldo naquela noite, ouvi muitos conselhos deles quanto a questão de relacionamentos, ele me deu esperança, apesar de eu... Bem, depois encontrei com o Culper, ali no portal do Sigma, conversamos um pouco com ele. Depois encontrei o Fred e conversei um pocado com ele. Até que fui para a minha barraca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu estava muito reflexivo. Com muita carência de estar mais intimo com Deus. Eram umas 11:30 da noite, quando entrei na minha barraca, falei um pouco com meus pais pelo cel. Fiquei sabendo que deu mais um problema com o trabalho da facul, mas deixei isso de lado. Fiz uma breve meditação, e então terminei a oração que iniciamos no palco, e então dormi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6600;"&gt;Sábado, 17 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6 horas da manhã, hora de despertar ao som do "cocó-ricó". Acordei muito animado, talvez, principalmente porque era sábado. Ai fui com a Michele e outro staff, se não me engano era Denis ou Diogo o nome dele, algo assim; lá para a cozinha do Sigma, onde tomamos um delicioso café da manhã e ficamos conversando. Depois, fomos lá uma reunião dos staffs, sobre a atividade que teria sábado a tarde. Nessa reunião também encontrei com a Larrisa, prima da Kelly que até está na capa da Bíblia do Campori Palavra Viva, ela também estava como staff de eventos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;9 horas, fui para o culto. Encontrei com o Sigma lá, ai fiquei lá com eles, do lado da Flávia, Fafa e um carinha do Luzeiros do Vale. Bem, as músicas estavam muito melhores, muito mais serenas e mais ideias para culto e adoração. Foi um quarto de pastores, acho, cantar lá, o Ministry, e os membros são tudo desbravadores também; e cantaram maravilhosas músicas de adoração a Deus. No sábado também foram muitas vizitas lá para Barretos, então, deveria ter pelo menos, mais umas 3mil pessoas e olha lá no lugar. E estava um sol de lascar (exatamente como disse a previsão tempo rs). E nisso, ficou muita muvuca lá no palco, muita gente andando para lá e para cá; e meio que fizeram o lugar onde estávemos sentado de avenida. Mas depois demos um jeito. Mas foi bem dificil com toda aquela muvuca prestar atenção no sermão. Teve um batismo também, que foi meio estranho, mas principalmente, porque não deu para prestar atenção, estava muito muvuca; o sol nem era tanto o problema, água, e fazer uma sombra com a blusa resolvia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Após fui diretamente para a reunião dos staff's novamente, sobre o evento de tarde. Aí, dali, fui rapidão para a escola sabatina, junto ao Guepardos, e uns clubes da APO e APS, que o Everaldo havia me convidado. Mas foi estranho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois almocei com o Guepardos, convidado, teve lasanha vegetariana entre outros. Aliás, um dos problemas foi que comi muito queijo nesse Campori, certamente, depois do Campori meu imunológico cairia. Ai, terminando de almoçar. Inicialmente, meu plano era de ter uma tarde livre, para passear pelo Campori, clubes, conversar com as pessoas, fazer uma meditação aqui e ali. Que nada. Fui para o evento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O evento, em grande parte foi uma muvuca daquelas. Nem sei como era a prova direito, apenas cuidei da recepção. E de repente, entraram milhares de pessoas naquele galpão. Meu, parecia uma bagunça, do tipo, um estádio de futebol pós-jogo, indo para o estacionamento. Ai demorou umas 2 horas, até que finalmente, eu mais uns 3 conseguimos organizar e controlar a coisa para acabar com a muvuca. Mas como não tinha muito o que fazer, fiquei apenas cuidando de uma das portas, onde apenas era para o pessoal sair, ficou meio tranquilo e tedioso. Mas foi bom, que ficou um senhor lá de São Vicente (baixada) comigo, ficamos conversando praticamente a tarde toda, sobre várias coisas, de religião, ao campori, desbravadores, sol, praia... Ali na saida, também foi quando pela primeira e unica vez, encontrei com a Sukita no Campori, o clube dela estava saindo do evento, era o clube Integração. Mas apenas nos cumprimentamos, depois nem mais a vi; o diretor estava pegando no pé dela, mas foi legal, que o clube deles tocaram a fanfarra depois; apesar de terem tocado o hino nacional (muito bem tocado), era tarde de sábado, nem preciso comentar isso rs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Terminou o evento e pude ver a grande maioria correndo para tomar um banho, principalmente depois de uma tarde tão quente quanto aquela, ainda bem que fiquei protegido do sol no galpão. Ainda mais que estava muito queimado, fiquei o dia todo com o lenço apenas para proteger a nuca do sol rs. Bem, mas ao terminar, eu estava mesmo era sendendo de fazer algo que muito pouco fiz no sábado, "conversar com Deus". Estava carente mesmo. E como ainda tinha mais 1h e pouco antes do pôr-do-sol, encontrei uma sombrinha numa praça perto do bosque, sentei numa cadeira, e ali orei e estudei e meditei no sermão da montanha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ali também refleti um pouco sobre algumas coisas, como mulheres, aliás, como tinha gente bonita nesse Campori. Apesar de que esse não era meu foco no Campori, e nem pensei muito nisso. Várias vezes pensava no Renan e no Henry, de como eles me impressionaram, pois apesar de serem bem carismáticos, arranjam dores de cabeça para todos, todos, principalmente por terem uma mentalidade muito criança; mas estava impressionado, que muitas vezes no Campori, os vi muito mais maduros e responsáveis, de modo que nunca esperava deles. Mas algo que mais me atraiu a atenção no momento, foi que tipo, se tirasse "uma foto" do Campori naquele tarde, algo que muito pouco se veria, era alguem estudando a Bíblia, orando... É meio até comum em Campori, mas esse foi mais, ainda mais pela proporção do evento, as pessoas em geral, darem muito pouco tempo para a comunhão "pessoal" com Deus. Quando se for pensar bem, deveria ser o contrário. Cheguei até ver muitos andando para lá e para cá com uma Bíblia na mão, até mesmo alguns com o hinário; mas tão poucos com a Palavra aberta. Isso me fez lembrar do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://muitokako.blogspot.com/2006/11/dias-de-camporee.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Campori da AP - Palavra Viva&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, ano passado, um dos eventos, que era a da leitura da Bíblia. Creio que deveriamos buscar eventos entre outros, que obejtivassem mais insentivar mais a leitura, estudo, meditação, testemunho e oração nas tardes de sábado; ao invés de peder tempo para lá e para cá correndo com coisas vãs, subjetivas, apenas funcionando como um passatempo para suar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ai depois fiz uma caminhada pelo Campori, nuns lugares mais isolados e tranquilos apenas pensando; encontrei um bosque bem isolado. E ali fiz um pôr-do-sol rapidinho. Ai fui para a cozinha. No caminho encontrei com a Ana que foi visitar o Campori, pediu para ir depois lá no clube dela. Na cozinha jantei ali com o pessoal do Guepardos, que tinham me convidado desde o primeiro dia rs. Tinha pizza - para variar, mais queijo - e ai me contaram, que a Ana tinha ficada 1 hora lá me esperando conversando com o pessoal. Depois fui com o Everaldo lá na cozinha deles, mas apenas estavam as cozinheiras, o resto foi para o palco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eram umas 8 da noite, estavam todos no palco. Ah sim. Nisso encontro o Robert, PARALISADO, tretaparapilégico na cozinha. De novo ele travou. Só que não me recordo se não foi na noite anteior, mas no dia seguinte ele já havia recuperado os movimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ai ai. Como detestei aquilo. Foi um show emocional, mas muito mesmo. (tipo, nada a vê, principalmente quando acaba de acabar o sábado). Colocaram um video meio que uma retrospectiva do Campori, mas a semantica, "repertória" (vamos assim dizer) do vídeo não tinha nada a ver com espirito de Campori. Parecia mais um videozinho de Domingão do Faustão, que buscasse algo mais comico e bobo; mostrando pessoas dormindo para lá e pra cá, mimicos imitando sombra. Bem estranho mesmo. E o fim da picada, foi quando no meio do video, para, para ter uma propaganda do DVD do Campori, para comprá-lo. aff. Depois, teve uma propaganda do Unasp. Minha vontade ali foi de "frutas neles" e dizer "sai daí". Depois teve mais um maravilhoso, incrivel sermão do Luis Gonçalves que tocou as pessoas. Mas no final foi muito emocional, pode-se ver várias pessoas chorando. Foi maravilhoso o momento em que eu e toda unidade do Maine Coons abraçou o Gustavo; meio que naquele apelo para ele se batizar. E aí depois, todo mundo se abraçando, confraternizando; já com aquele espirito de "fim de Campori".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dali fora praticamente todo mundo para a Praça da Amizade, a última noite de Campori. Queria comprar uma camisa do evento, hu, mas que facada; e as mais simples não tinha meu tamanho. Ai acabei comprando nada. Fora que o lugar estava uma muvuca que parecia 25 de março em véspera da Natal. Mas o que mais me impressionou foi o espirito "consumista" das pessoas. Deveriam se abster mais disso. Depois tentei procurar algumas pessoas em especial ali, mas não encontrei ninguém. Mas teve uma coisa engraçada que aconteceu. Estava caminhando ali, quando foi abordado por 3 garotinhas, aparentando 10 - 11 anos, uma delas me disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Você tem mais de 20 anos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Tenho 21.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Elas soltaram um grito "eeeee" parecia comemoração de algo muito esperado, foi engraçado. Mas eu me toquei o que era. E logo pensei: "alguma conselheira usando suas desbravadoras." rs&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- E como você trata seus pais?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Nossa! Trato muito, muito mal mesmo. - disse brincando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Ah! Então você não vai ser um bom marido. Tchau!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E viraram as costas e sairam meio bravas. Achei engraçado aquilo, mas sem saber muito o que pensar. Fiquei meio pasmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, já era meia-noite. Fui para a área de acampamento escovar os dentes, na volta, me trombo com a Flavia indo para sua barraca. Converso com ela rapidinho. Ai meio que combino de último hora de acordar 5h no dia seguinte para ir no Desafio Coragem. E aí fui para a minha barraca, uma meditaçãozinha e fui dormir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6600;"&gt;Domingo, 18 de novembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pouco antes das 5hrs, acordo com uma vontade tremenda de ir no banheiro. Aí eu fui. Ainda era noite, o céu estava um pouco estrelado (comparado com a Grande São Paulo era muuuiito estrelado); ainda dava para ver a constelação de Órion, uma nebulosa, os sons noturnos. Cheguei no banheiro de staff, e fiquei meio impressionado, parecia uma cena de filme de alienigena rs. Milhões daqueles bezouros pretos que tinham em tudo qualquer lugar do Campori, e um monte de mariposa voando para lá e para cá; muitos deles se chocando comigo. Mas fui lá, tomei um gostoso banho frio (que de frio não tinha nada, a água lá é morna). Fui para a minha aula de acampamento guardar as coisas, já eram 5:30, bem, percebi que a Flavia deveria estar dormindo e não conseguiu acordar. Aí fui para lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cheguei lá no lugar, na praça da amizade, deveriam haver umas 300 pessoas, e chegando cada vez mais. Cantamos algumas músicas em acapela. E aí, várias pessoas ali começaram a contar solenes e maravilhosos testemunhos, todos relacionados com o Campori. E o que mais me surpreendeu foi de um senhor de 71 anos; mas cheio de vigor, tinha uma voz forte, potente e que transmitia respeito e autoridade; ele era desbravador desde pequeno, contou algumas experiencias, foi mais um testemunho pessoal, incentivando a jamais abandonar os Desbravadores. Foi muito forte mesmo. E junto com ele, um outro senhor, de 71 anos, que estava sentado ali, mas não falou nada, porque fazia pouco mais de 1 semana que havia passado por uma cirurgia, mas que não perderia o Campori por nada. E no final ele deixou um verso de I Samuel, que me tocou tão profundamente, que pela primeira vez algo me retirara lágrimas em muitos, muitos meses:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;"&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;até aqui nos ajudou o SENHOR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;"&lt;/em&gt; I Samuel 7:12&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, o pastor Luis Gonçalves encerrou com algumas palavras e uma oração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como é extraordinário quando buscamos a Deus nas primeiras horas do dia, até mesmo antes, de madrugada, assim como fazia Jó! Não sei direito como é que a coisa funciona, nunca pensei muito sobre isso. Mas é diferente. Tem um tempero diferente. Produz uma força espiritual diferente. Foi simplesmente extraordinário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Umas 6:30 volto para a área de acampamento e já haviam muitos clubes desmontando portais, secas e até mesmo barracas. Eu logo comecei a desmontar a minha barraca e arrumar a mochila. Aí umas 7 e tanto, fui para a cozinha, tomo o café da manhã, algo bem simples e rápido. E aí fui atrás de despedir do pessoal, principalmente daqueles que certamente demoraria muito para ver. E para ser sincero, a maioria não consegui encontrar. Mas pude me despedir do Culper, da Fafá, da Jú Bueno, do Fred, de alguns staff's, algumas pessoas de outros clubes, conhecidos. Depois ajudei o Guepardos em carregar algumas malas e coisas da área de acampamento para a cozinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois, enquanto esperavamos o buzão, um pessoal lá começaram a falar mal do Everaldo, e o Renan falou besteira; e foi a tal ponto que tive que repreender: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Não fala do que não sabe. A história verdade não tem nada a vê.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Não?! Então a minha mãe ta mentindo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Se você quiser acreditar nela...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Então como foi?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;- Isso não é assunto para se tratar com vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aí morreu o assunto. Depois carregamos as coisas para o local onde o onibus estaria. Aì eu, Everaldo e o Francisco carregamos o buzão. Enquanto o resto foi para o palco para o encerramento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cheguei no encerramento umas 10:20. Estava bem estranho. Fiquei com os Guepardos de inicio. Mas foi um encerramento muito estranho mesmo. Aí apareceu a Natalha Breda procurando o resto do pessoal. Mas ninguém encontrava ninguém. Até que alguns staff's começaram a formar uma corrente humana na frente do palanque. Fomos até lá e entramos na corrente. Logo apareceram outros, o Henry, Renan, a Michele. Enquanto estava tendo a entrega dos troféis para os clubes (aliás, a entrega mais sem sal que já vi). Encerrou, o pessoal se espalhou. E eu comecei a tentar encontrar aqueles que ainda não havia me despedido na multidão; não incontrei ninguém. Até que de repente, a fafa me encontra e me chama para tirar foto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nisso aparece o Everaldo, para irmos atrás de algumas pessoas para avisar onde estava o onibús e que iriamos sair ao meio-dia. Aí, já a caminho do buzão, passamos num mercadinho lá dentro, comprei umas águas de coco para tomar no caminho. Aé, outra coisa estranha do Campori, estavam vendendo - até mesmo adventistas - lá: refrigerante, salgadinho, bolacha... - Ai ai ai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegamos no onibus. Depois de mó demora, era 1 e pouco quando realmente fomos sair e pegar estrada. Na estrada, inicialmente só conversa, com Ivete, Bárbara, Ju (aliás, a Ju estava muuiito estranha nesse campori), Lincon e Eliezer. Até que depois de uns lanchinhos (pão com queijo - mais queijo), consegui tirar uma soneca. Umas 2, 3 horas depois acho, me acordaram quando chegamos naquele posto-resturante-mercado de estrada. E para variar, haviam vários clubes lá. Só que tanta gente, que dentro estava loootado, uma fila enorme, que parecia fila de Carrefour em véspera de Natal; só que com caixas lerdos. Comprei um suco de clorofila e um suco de pessego em latinha, alias, ao todo R$ 6,00 - ô lugarzinho caro! Depois de uma fila enorme. Quando voltava para o buzão. De repente, ouço a voz me chamando, quando passei pelo buzão dela, me viro, e lá estava ela na porta do onibus. Ai finalmente, pudemos conversar mais tranquilamente, sem pressa, e nos despedir também. Foi muito bom. Fui para o onibus, visto que não via mais ninguem do Guepardos do lado de fora, achei que estavam me esperando. Cheguei lá, apenas estavam esperando mais uma pessoa que estava na fila. E aí, depois de 20min, o onibús sai, mas ai vai no posto, e fica mais 20min. Até que realmente voltamos para a estrada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já rumo a São Paulo, deveríamos estar na altura de Campinas. Fiquei só conversando com uns poucos acordados ali na frente. A Ivete, o Lincon e o Robert principalmente. Até chegar aqui. Bem, no caminho, naquelas enormes planicies, pude presenciar umas visões maravilhosas, por exemplo, de lugares chovendo no horizonte. Ai chegou em São Paulo, senti a poluição de novo. Mas estava super elétrico; chegou na Av. dos Estados e já acordei todo mundo. Chegamos por volta das 9 horas lá na IASD do Bom Pastor. Descarregamos o onibus, me despedi do pessoal, e vim para casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Algo intrigante aconteceu pouco antes de chegar na igreja, já na av. Pereira Barreto, notei uma certa farra extra com o pessoal atrás do onibus. Quando fui ver, o Henry estava mostrando a bunda pela janela, rindo daquele ato, mais uns 6 de algum modo contemplando aquilo. Olhei para ele e disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Henry, para com isso agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Qual o problema?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Você está mostrando a bunda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Mas ninguém está vendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Não? Deus está vendo. Os anjos estão vendo. Como é que você está testemunhando de Deus e dos desbravadores para aqueles que vêem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aí ele se tocou. Pois é, "vigiai e orai sem cessar". Temos que estar sempre vigilantes que estamos na presença de Deus, e de outros seres, e querendo ou não estamos testemunhando. Vigiando para que não vacilemos em esquecer que há um Deus no Céu que vê todas as coisas e que daremos conta de cada ato nosso. E muitas vezes, necessitamos lembrar os outros disso. Pois possuem uma tendência a esquecer totalmente, principalmente nos momentos de emoção e farra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E ao chegar em casa. Estranhei. Pois meu lar não parecia ser mais ali. Mas estar acapando com os desbravadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, estou com saudades, por incrivel que pareça, de algumas pessoas. Vários já estão me cobrando de fazer uma trilha agora em Dezembro. E assim que a poeira da faculdade e da escola baixar. Vou planejar uma, e vamos fazer sim pessoal, e nos reencontrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É isso aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Até o próximo Campori.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aliás, 2007, desbravadores, promete!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Maranata!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;........&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.camporibarretos.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Site Oficial do Campori&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.camporibarretos.com.br/"&gt;http://www.camporibarretos.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-2259467224115563179?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/2259467224115563179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=2259467224115563179' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2259467224115563179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/2259467224115563179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2007/11/v-campori-de-desbravadores-da-ucb.html' title='V Campori de Desbravadores da UCB - Barretos 2007'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_FX9F432c2_E/R0MrrZY5KoI/AAAAAAAAAJ8/QoginPOzkLo/s72-c/campori_43.png' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-3020874296316798722</id><published>2007-10-29T01:22:00.000-02:00</published><updated>2007-11-11T23:21:07.619-02:00</updated><title type='text'>O gelo está formando rios de vida</title><content type='html'>Há muito tempo não digito para esse blog em especifico, que visa tratar mais os feitos e como anda minha vida. Motivos: falta de vontade de digitar e falta de tempo. Mas visto a necessidade, por se acumular muitas coisas, e não poder deixar para trás. E fora que na próximo semana terá Campori, ou seja, na volta terei que falar sobre o Campori. Então esse post já é lance visando o Campori entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Segundo Semestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que desde abril não digo nada, quando teve a trilha Mogi-Bertioga. Bem, é meio que lógico que muuuiiita coisa acontecera. Numa rapisódia: terminou o primeiro semestre da facul e começou o segundo, peguei uma DP no primeiro semestre. Tive férias, fui para São José dos Campos. Extrai os 2 sizos inferiores. Comecei a estagiar no Colégio Adventista de Santo André. No segundo semestre fiz amizade com uma rapariga lá do sul, na matéria de MAC110 (programação em C). Etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, aconteceu que tive uma certa crise no meio. Fiquei não só decepcionado em geral com a humanidade. Mas cheguei num ponto onde o cordão estava extendido, recebendo tensão extra, e tendendo a romper. Estava chegando naquele ponto de não acreditar mais em ninguém, de que ninguém faz ou busca veemente fazer o certo. De perder totalmente a esperança nas pessoas. Mas qual era a vedadeira raiz disso? Minha comunhão com Deus, estava em certos pontos, em declinio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorou muito suscitar uma atitude de desistir do altruísmo e buscar "cuidar da minha vida". A consequencia disso foi que comecei a correr atrás de dinheiro, de boas propostas de estágio, e tais surgiram; várias, Unibanco, Santander, Pirelli, mas por incrível que pareça, em nenhuma eu fui selecionado. Eu estava um tanto quanto dualista quanto a isso, porém conseguia discernir claramente o caráter das duas frentes, uma era o eu querendo voltar ao controle com idéias de insatisfação, rebeldia, impaciência, ingratidão, temporal. Já a outra, o oposto, e até mesmo sempre me lembrando que eu havia colocado a minha vida nas mãos de Deus, e Ele estava cuidando de mim. E que tudo aquilo eram apenas provações, crisóis para o meu bem; ao mesmo tempo em perceber que essa atitude de ir atrás daquilo que não era o que Ele realmente queria para mim - disso eu tinha clara consciência - vinha-me a tona, e percebia que estava passando por situações descessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, no estágio, o professor Daniel já vinha me falando bastante que eu estava sendo muito observado pela administração, estavam falando bem de mim, e eram grandes as chances de eu já dar aula no próximo ano. Até que no meio de outubro veio uma proposta do colégio para eu dar algumas aulas de matemática no finalzinho desse ano, o que também serviria como um teste para o próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí de repente, simplesmente, toda ansiedade desvaneceu. A promessa de livramento voltará a minha mente ao ver as águas se abrir. E agora, é apenas questão de tempo até chegar ao outro lado e ele se fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso foi algo explêndido. Não só me levou ao arrependimento. Mas a resgatar valores, sonhos, ideais, e acima de tudo a confiança, certeza, a paz. E meio que consequentemente tudo ficou bom, tudo melhorou. Até minha saúde, com novo gaz, no qual esse segundo semestre tenho me exercitado no CEPE na USP e no Duque de Caxias aos domingos e feriados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, comecei a dar aulas no Colégio Adventista de Santo André - incrivelmente onde estudei a vida toda. E o mais engraçado, é que não me saem da cabeça aquelas palavras do diretor Ricardo antes de me expulsar "Quem sabe um dia você ainda não seja professor daqui?" Claro, a bomba foi grande - terceirão, final de ano, professor novo... O desafio é enorme, mas creio que estou até saindo razoável. Apesar de detestar me autoclassificar como razoável, isso me lembra mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na faculdade. Esse semestre foi muito estranho. Ao memso tempo que muuuiito fácil, nas matérias de MAC110 (Programação em C) e em Metodologia de Ensino da Matemática II. Fiquei muito bravo mesmo, quando eu e mais um punhado de gente foram excluídos da disciplina de "Desenho Geométrico...", a primeira matéria que peguei um professor realmente didático, no qual da gosto de assistir aulas como que em cursinho. Motivo: Comissão de Graduação. E também enfrentei duramente a disciplina de Termodinâmica (física), mais uma vez com o horrível professor do IF, nada, nada, nada didático. E estou muito desesperançado de que conseguirei passar, até mesmo acho que não vou conseguir ficar de Rec. Fora o detalhe, que é uma daquelas matérias que é uma aula de terça e outra de sexta, e ai como não posso sexta, o professor me fez ir ver a outra aula, com a disciplina de Termodinâmica lá do IF, que é uma abordagem totalmente diferente, bem para os físicos e não para os matemáticos; e de acordo com o curriculo do curso deles; nem preciso dizer o quanto boiei. Apesar que é uma senhora já de idade, chuto uns 80 anos, muito simpática, e mais didática do que o que dá no IME; eu simplesmente booooooiiiava nas aulas, nas provinhas e provas então!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde agosto começou as aulas de Trompete. E olha, foi dureza as primeiras semanas. Mas de repente, a coisa embalou, comecei a pegar o jeito. Já consigo ler muito bem partitura, não super fluentemente, e com uma idéia de tempo já bem desenvolvida, mas muito a melhorar ainda. E ai, até agora, melhor, até ontem, eu não conseguia alcançar as notas altas. Até que ontem, de repente, puf!, peguei a manhã, simplesmente mudando um pouco a posição do lábio no bocal. E agora já está saindo umas músicas que antes não ia, porque não alcançava as notas altas... mas ainda há muito que melhorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apesar de ter muito mais a dizer, muito mesmo, várias coisas importantes e muito relevantes. Não há tempo, amanhã estarei indo para o Campori.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-3020874296316798722?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/3020874296316798722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=3020874296316798722' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3020874296316798722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3020874296316798722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2007/10/o-gelo-est-formando-rios-de-vida.html' title='O gelo está formando rios de vida'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-3204477634496098017</id><published>2007-04-29T15:18:00.000-03:00</published><updated>2007-04-29T17:38:55.342-03:00</updated><title type='text'>Inundação do Espirito Santo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pessoal, leitor, seja lá quem você for; rogo que com carinho, considerasse todas essas palavras que vos tenho a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que primeiro é indispensável que eu relate algumas coisas sobre a Trilha Mogi-Bertioga que fizemos nos dias 31/mar e 1/abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff6600;"&gt;A TRILHA MOGI-BERTIOGA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, vou ter que abrir um pouco o documentário de minha vida, que normalmente não costumo abrir muito às pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, naquele periodo em que eu estav muito rogando por Deus, cheio do Seu Espirito, em oração etc. Houve um momento, um dia, em que estava estudando as Escrituras e o Espirito de Profecia (O Grande Conflito, se não me engano) e foi quando eu clamei: "Necessitamos urgentemente do reavivamento e reforma! - Está na hora de nos prepararmos para a chuva serôdia! E apenas tenho obtido gotas da temporã!". E dai, fiz um pacto com Deus, roguei a ele, e iniciei um projeto ousado e ultra-dificil, que chamei de "Incendiando Laodicéia". E estava rogando a Deus, conversando com Ele, ouvindo Seus conselhos, acertando os detalhes, me reformando, avivando cada vez mais, preparando tudo, para botar fogo, e iniciar os focos na Igreja para que se incendiasse, e que não ficasse mais MORNA como Laodicéia, e nem QUENTE; mas como um DILUVIO EM FOGO, em fogo divino.&lt;br /&gt;Na virada de ano eu estava já quase explodindo, não aguentando mais segurar aquilo. E de certa forma, confeço que temia pelo o que Satanás tramava, pois certamente ele não deixaria que isso ocorresse facilmente. Então, é quando eu entro na USP. Merda! (sorry! pelo vocab.)&lt;br /&gt;Meu, no começo eu idolatria a USP, a matemática etc. Ficava até as 3 horas da madrugada estudando derivada se preciso. Porém, ao mesmo tempo, houve um precipicio espiritual, ou como um amigo meu disse, um periodo de aridez. Tornaram-se raras as vezes que eu orava, apenas rezava. Mais raras ainda, as vezes, que realmente, tomava-me para estudar as Escrituras e envolver-me no trabalho do Senhor. E a obra de Incendiando Laodicéia, bem, para começar, eu mesmo me tornará um cubo de gelo.&lt;br /&gt;Mas então chegou as férias de julho, e foi quando re-coloquei a cabeça no lugar. QUe me disse: "O que é que estou fazendo?" E mudei te atitude, porem, recomeçar, esquentar o gelo, faze-lo derreter, evaporar, é dureza.&lt;br /&gt;Mas foi indo e indo. Porém, não estava conseguindo voltar como era antes. Até que comprei o livro "&lt;em&gt;O Retorno da Glória&lt;/em&gt;" de Randy Maxwell em dezembro de 2006, e então, as tochas do reavivamento, da reforma, voltaram-se a se acender. E de lá então houve uma continua progressão, porém, ainda longe daquele estado o qual eu estivera no inicio de 2006. Falei com Deus e então finalmente combinei em fazer uma das primeiras coisas do projeto Incendiando Laodicéia, que foi chamar um pessoal, de preferencia jovens, para ir fazer uma trilha (alias, o estopim foi o Renato, quando estavamos no ensaio do coral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamei muita gente, mais de 50 pessoas ficaram de ir. Muitos não adventistas, outros sem religião. Muitos desbravadores, lideres. Orei, clamei, pedi orientação de Deus. Mas o Inimigo de outro lado também trabalhava, e não vou entrar nos detalhes, mas no final, apenas 14 pessoas foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saimos de Santo André umas 18:30, num sábado a noite. E durante as quase 2 horas detrem até Mogi, muita conversa etc, especialmente com o Eliezer, pai do Eliezer (o filho). Um homem de Deus, o qual foi delecioso trocar idéias e coisas do tipo.&lt;br /&gt;Em Mogi, houve um certo desencontro com o pessoal de São José dos Campos (AFlavia e seus amigos), ai uns telefones aqui ali, espera um pouco, e então nos encontramos, pegamos o onibus (alias, lotamos o onibus com nossas pessoas e mochilas). E foi muito bom, foi aquele tempo de introzação, porem, fora muito pouco tempo.&lt;br /&gt;Chegamos lá no barzinho a beira da estrada, houve umas ultimas instruções. Fizemos uma oração rogando por proteção divina e a sua benção para a trilha e tudo mais. E então, já sendo umas 10 horas da noite, caminhamos 1h10min pela estrada, quando conversamos muito, falei bastante com a Flavia que há um tempão não conversava. E estava indo tudo muito bem.&lt;br /&gt;Chegamos no local que é o inicio da trilha, fizemos uma parada, comemos um pouco, e então entramos na mata, e após uns 20min, chegamos ao riachinho. No qual atravessamos (alias, eu estava sendo o guia, e percebi que já fazia um tempo que ninguem ia ali, pela quantidade de teias de aranha que eu engolia.) e então em frente, preparamos a clareira, ajustamos as redes e os demais para dormir, fizemos uma fogueira que foi um pouco dificil de acender. E então houve um dos momentos mais especiais.&lt;br /&gt;Fizemos uma rodinha ali em volta da fogueira, debaixo de estrelas, o som noturno da natureza e do calmo riachinho com suas aguas escorando as pedras, ao nosso lado. Começamos a cantar, era quase 1 hora da madrugada. Oramos, depois fiz uma breve pregação, inspirado no livro O Retorno da Glória, quando fala da história de Israel em que enviara os espias para avistar a Terra Prometida, fiz aquele apelo, e depois orei e orei, pedidos de oração e coisas do tipo, e então mais oração. E foi um momento muito bom, especial mesmo. Incrivel, em que certamente pode-se perceber que o Espirito do Senhor estava entre nós.&lt;br /&gt;Então fomos dormir. O Elton ficou de fazer o primeiro turno da vigia, mas logo dormira. E eu, na minha rede e saco de dormir, confeço que não consegui. Não era por medo. Não era por sons desconhecidos. Mas era uma mente inquieta, que queria ir até as pedras ali no riacho, e clamar a Deus, conversar com anjos, enfim, ter aquela noite. E incrivelmente todo o pessoal começou a dormir. E eu lá deitado pensando. Até que fui impressionado por uns sons estranhos que parecia rugido, e eu sabia que haviam - poucas - onças na Serra do Mar, e ouvi um barulho de água atrás, perto da barraca do Eliezer, e pensei: "será? uma onça?". Orei a Deus. Peguei a minha lanterna, e comecei a investigar, mas nada encontrará, mas o barulho aparecia de vez em quando. Então foi quando percebi que era o Gustavo que roncava. E um pouco depois, o pedrão acordou com um rato que estava entrando no calçado do Robert que estava secando no calor das brazas. E ai, aos poucos começaram a acordar. Ai a Neide acordou pois algo havia nos pés dela, então fui ver, e ali, matei uma caranguejeira (aranha um pouco venenosa). Ai o pessoal que estava dormindo no chão praticamente acordaram todos, menos o Gustavo. E assim, então ficamos a noite conversando etc, até umas 6 horas, quando acordei a todos.&lt;br /&gt;- Acorda. (com aquela voz, para não acordar ninguem no susto). Arrumamos as coisas, então o Eliezer fez o culto matinal ali, e foi muito bom também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, algo aconteceu. Simplesmente, algo incomum. Estava com algum problema digestivo. Não conseguia comer nada, com vontade de vomitar, alias, fiz um belo barro. hehe Mas o mal estar continuava, e me sentia bem fraco, desidratado. Mas bastou, minha lingua sentir o sabor da granola que surgia o problema. Ai, pedi licença, fui até um local mais escondido, e disse: Será que algo está me fazendo mal? E então, forcei para vomitar logo de uma vez. Vomitei e vomitei, mas não havia nada. E a coisa continuava, apenas conseguia beber água numa boa. E então comecei a pensar: Será que não vai dar para eu guiar o pessoal? Estou fraco. MInha mochila está pesada. A caminhada é dura, principalmente a subida. Eu vou deixar o pessoal não mão. etc.&lt;br /&gt;Então, roguei a Deus e disse: "Tu nos conduziu até aqui. Deu-nos uma maravilhosa e inesquecivel noite, tudo o que houve até aqui já fora maravilhoso Senhor. É até aqui que o Senhor quer? Combinei com eles que os levaria até a cachoeira. Alguns ali precisam testemunhar da sua maravilhosa natureza." - Então, aconteceu aquilo, que era já comum que acontecia antes de entrar na USP, antes da "aridez", mas que desde então não havia ouvido mais. Que é aquela "voz" na mente, que não sei explicar direito, mas que é algo incrivel e maravilhoso. Que me dizia assim: "O que você disse?" E então, minha memória, lembrou-se daquele momento qeue eu estava pregando ali na fogueira, na verdade, foi como se estivesse passando um "video" na minha mente, e senti fortemente aquelas palavras de Calebe: "Subamos até lá e vamo conquistas." Não importa se há gigantes. Deus havia-os prometida, tinha dado Sua bênção. Então eu entendi o recado, e disse "Senhor, tomarei a minha mochila e os levarei até a cachoeira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para o grupo, que acho que alguns já estavam meio pensando: "O que aconteceu com o Evandro?" E começamos a caminhada. E logo, tive que pedir ajuda para o Davis, para ele carregar minha polchete. Lá para uns 75% da descida, minhas pernas estavam tremulas, o enjoo continuava, eu sentia aquela fraqueza, mas ao mesmo tempo, estava cheio de energias (engraçado), alias, aquele AR PURO faz uma diferença, que não dá para explicar. Mas estava um pouco melhor, tentei comer algo, mas não dava, assim que eu colocava na boca... E um pouco mais a frente, tive que pedir pro Davis levar as minhas cordas. E já a a uns 150 metros do rio, já no pé da serra, disse para o Davis ir a frente, limpando o caminho etc, e eu apenas ia orientando para onde ele ir etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que chagamos nas pedras, e assim fomos até a cachoeira. Aquela cena magestosa, aquela imagem que não há artista que consiga pintar, ou mente alguma inventar. Aquele som glorioso das fortes águas. E foi uma realização indescritivel, quando cheguei ali, meu coração pulava de alegria e louvava a Deus. E melhor ainda era quando podia ver o "rosto" daquelas 13 pessoas que havia guiado até ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrivel que pareça, fui novamente no banheiro. E tals. sai foi aquele tempo de 2horas para o pessoal se relaxar , divertir etc. Tomar banho de cachoeira, daquele chuveiro natural. A hidromassagem natural etc. E aquilo estava delicioso demais. Maravilhoso mesmo. E encontrei uma clareira ali perto perfeita para acampar, cabe até umas 5 barracas e olha lá, e já comecei a pensar. Agradeci a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já me sentia perfeitamente bem, com as forças restauradas, cheio de energias. Mas eu não conseguia comer NADA. A ultima coisa que havia comido, foi quando estavamos começando a trilha na noite anterior, ao lado da estrada, quando comi uns biscoitos de fibra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então lá para uma hora da tarde, ou um pouco mais, começamos a subir a serra. E foi um momento incrivel onde muitos enfrentaram seus limites como humanos, perceberam que seus corpos podem suportar muito mais do que imaginavam. Sentiram o que estar esgotado, e ter muita coisa pela frente. Aqueles desafios etc. Mas o mais incrivel era que eu não sentia NEM UM PINGO de cansaço e coisas do tipo, pelo contrário, era como se a cada momento eu estivesse mais forte e com mais energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, houveram muitas conversas, coisas que não dá para falar, apenas na hora e que ficaram marcadas em nossas vidas. Amizades que se fotaleceram etc. A confiança que aumentava cada vez mais, principalmente, em que, a cada instante mais necessitava dEle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminamos de subir. Ai tivemos que andar de novo na estrada, muitos estavam esgotados. E foi quando que apareceu uma guincho na estrada e nos ofereceu carona. E então chegamos ao bar onde tivemos que esperar até as 5:20 da tarde o onibus que nos levaria a estação. E nisso, muitas conversas, foi praticamente o momento em que nos relembravamos da trilha, fazia aquela retrospectiva, analises, saboreava tudo, até mesmo as dores eram boas. As cicatrizes tornava-se orgulho.&lt;br /&gt;Ai no onibus praticamente todos dormiram, em alguns momentos apenas eu ficara acordado. Ai pegamos o trem, nos separamos do grupo que iria para São José. E no trem muitas conversas, o melhor de tudo foram as observações do Eliezer sobre a trilha, na questão espiritual etc. E todos por fim disseram: &lt;strong&gt;"TEMOS QUE MARCAR DE NOVO!!! Quando será a próxima?"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E por incrivel que pareça, exatamente quando terminamos a trilha e chegamos na estrada, "num passe de mágica" aqueles meus problemas sumiram. E eu voltei a comer tranquilamente como se nada houvesse acontecido. Não fiquei NADA CANSADO. ALias, cheguei em casa, e fui dormir quase meia-noite, e no dia seguinte, não tive problemas com acido lactivo nenhum, apenas sentia um pouco de dor no triceps do braço direito quando fazia força, mas que até o final da tarde estava 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Bem, RESUMIDAMENTE, essa foi a trilha.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff6600;"&gt;Ontem, sábado, 28 de Abril&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fora o dia Mundial dos Desbravadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeiro, sexta foi trabalhoso, ergumos um portal de 6m de altura, e deu bastante trabalho ajustá-lo. No culto pela manhã, no fim, vamos assim dizer: Deu tudo certo. Mas o melhor de tudo, além da presença de Deus fora dos amigos, e um amigo em especial, o Giancarlo Sorvillo. Simplesmente, aquele tipo de amigo em que você não quer se separar mais. Aquela pessoa que é um profeta de Deus, suas palavras são bençãos. E está dificil encontrar hoje jovens que amem a Deus com todas as forças, com todo o coração, que possui Seu Espirito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Da igreja fomos para a casa da jú onde teve o almoço, e ali conversamos muito. Alias, o Gian fala que fala. Lembra bem a familia do meu pai (que é tudo descendente de italiano, alias, eu sou de terceira geração), falam muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas tipo, a cada segundo que se passava o sábado estava melhor. O JA foi incrivel também. Fizemos uma coisa bem diferente, uma simulação de resgate, descendo o Navas preso numa maca por uma escada da galeria, no meio do sermão, quando o Gian pregava sobre os amigos do paralitico que desceram o teto para ele chegar até Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E então a Ju me convidou para ir no frutaska com eles, e eu exitei bastante, tinha minhas razões, mas por fim eu fui, e não me arrependo nem um pouco!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O frustaka foi praticamente uma reunião de amigos, com o Gian como lider, que por fim foi inspirado pelo Espirito Santo e nos trouxe muitas palavras, algumas até em "off". Que não dá para explicar, dizer, tudo. Mas simplesmente, essa noite renderá muitos frutos. Reavivamento! Poder! Reforma!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Suas palavras, eram em muito, praticamente aquilo que eu estava me preparando no final de 2005 para proclamar, fazer. Porem, ele também trouxe muitas curiosidades teológicas, e certamente, reverei meus pensamentos para com muitas coisas, e estudarei mais a fundo, buscando de Deus revelação mais claras. O mais incrivel de tudo é que o Gian foi a resposta de Deus para muitas de minhas orações!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E quer saber mais. Creio que chegou o momento de colocar fogo nos GRAVETOS (antes estava na isca). Para INCENDIAR LAODICÉIA!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fica com Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-3204477634496098017?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/3204477634496098017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=3204477634496098017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3204477634496098017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/3204477634496098017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2007/04/inundao-do-espirito-santo.html' title='Inundação do Espirito Santo'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-5282459889584539236</id><published>2007-04-24T16:00:00.000-03:00</published><updated>2007-12-04T16:06:46.241-02:00</updated><title type='text'>Trilha Mogi-Bertioga</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;A TRILHA MOGI-BERTIOGA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, vou ter que abrir um pouco o documentário de minha vida, que normalmente não costumo abrir muito às pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, naquele periodo em que eu estav muito rogando por Deus, cheio do Seu Espirito, em oração etc. Houve um momento, um dia, em que estava estudando as Escrituras e o Espirito de Profecia (O Grande Conflito, se não me engano) e foi quando eu clamei: "Necessitamos urgentemente do reavivamento e reforma! - Está na hora de nos prepararmos para a chuva serôdia! E apenas tenho obtido gotas da temporã!". E dai, fiz um pacto com Deus, roguei a ele, e iniciei um projeto ousado e ultra-dificil, que chamei de "Incendiando Laodicéia". E estava rogando a Deus, conversando com Ele, ouvindo Seus conselhos, acertando os detalhes, me reformando, avivando cada vez mais, preparando tudo, para botar fogo, e iniciar os focos na Igreja para que se incendiasse, e que não ficasse mais MORNA como Laodicéia, e nem QUENTE; mas como um DILUVIO EM FOGO, em fogo divino. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na virada de ano eu estava já quase explodindo, não aguentando mais segurar aquilo. E de certa forma, confeço que temia pelo o que Satanás tramava, pois certamente ele não deixaria que isso ocorresse facilmente. Então, é quando eu entro na USP. Merda! (sorry! pelo vocab.) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Meu, no começo eu idolatrava a USP, a matemática etc. Ficava até as 3 horas da madrugada estudando derivada se preciso. Porém, ao mesmo tempo, houve um precipicio espiritual, ou como um amigo meu disse, um periodo de aridez. Tornaram-se raras as vezes que eu orava, apenas rezava. Mais raras ainda, as vezes, que realmente, tomava-me para estudar as Escrituras e envolver-me no trabalho do Senhor. E a obra de Incendiando Laodicéia, bem, para começar, eu mesmo me tornará um cubo de gelo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas então chegou as férias de julho, e foi quando re-coloquei a cabeça no lugar. Que me disse: "O que é que estou fazendo?" E mudei te atitude, porem, recomeçar, esquentar o gelo, faze-lo derreter, evaporar, é dureza.&lt;br /&gt;Mas foi indo e indo. Porém, não estava conseguindo voltar como era antes. Até que comprei o livro "&lt;em&gt;O Retorno da Glória&lt;/em&gt;" de Randy Maxwell em dezembro de 2006, e então, as tochas do reavivamento, da reforma, voltaram-se a se acender. E de lá então houve uma continua progressão, porém, ainda longe daquele estado o qual eu estivera no inicio de 2006. Falei com Deus e então finalmente combinei em fazer uma das primeiras coisas do projeto Incendiando Laodicéia, que foi chamar um pessoal, de preferencia jovens, para ir fazer uma trilha (alias, o estopim foi o Renato, quando estavamos no ensaio do coral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamei muita gente, mais de 50 pessoas ficaram de ir. Muitos não adventistas, outros sem religião. Muitos desbravadores, lideres. Orei, clamei, pedi orientação de Deus. Mas o Inimigo também trabalhava, e não vou entrar nos detalhes, mas no final, apenas 14 pessoas foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saimos de Santo André umas 18:30, num sábado a noite. E durante as quase 2 horas detrem até Mogi, muita conversa etc, especialmente com o Eliezer, pai do Eliezer (o filho). Um homem de Deus, o qual foi delecioso trocar idéias e coisas do tipo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Mogi, houve um certo desencontro com o pessoal de São José dos Campos (A Flavia e seus amigos), aí uns telefones aqui ali, espera um pouco, e então nos encontramos, pegamos o onibus (alias, lotamos o onibus com nossas pessoas e mochilas). E foi muito bom, foi aquele tempo de introzação, porem, fora muito pouco tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegamos lá no barzinho a beira da estrada, houve umas ultimas instruções. Fizemos uma oração rogando por proteção divina e a sua benção para a trilha e tudo mais. E então, já sendo umas 10 horas da noite, caminhamos 1h10min pela estrada, quando conversamos muito, falei bastante com a Flavia que há um tempão não conversava. E estava indo tudo muito bem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegamos no local que é o inicio da trilha, fizemos uma parada, comemos um pouco, e então entramos na mata, e após uns 20min, chegamos ao riachinho. No qual atravessamos (alias, eu estava sendo o guia, e percebi que já fazia um tempo que ninguem ia ali, pela quantidade de teias de aranha que eu engolia.) e então em frente, preparamos a clareira, ajustamos as redes e os demais para dormir, fizemos uma fogueira que foi um pouco dificil de acender. E então houve um dos momentos mais especiais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fizemos uma rodinha ali em volta da fogueira, debaixo de estrelas, o som noturno da natureza e do calmo riachinho com suas aguas escorando as pedras, ao nosso lado. Começamos a cantar, era quase 1 hora da madrugada. Oramos, depois fiz uma breve pregação, inspirado no livro O Retorno da Glória, quando fala da história de Israel em que enviara os espias para avistar a Terra Prometida, fiz aquele apelo, e depois orei e orei, pedidos de oração e coisas do tipo, e então mais oração. E foi um momento muito bom, especial mesmo. Incrivel, em que certamente pode-se perceber que o Espirito do Senhor estava entre nós. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então fomos dormir. O Elton ficou de fazer o primeiro turno da vigia, mas logo dormira. E eu, na minha rede e saco de dormir, confeço que não consegui. Não era por medo. Não era por sons desconhecidos. Mas era uma mente inquieta, que queria ir até as pedras ali no riacho, e clamar a Deus, conversar com anjos, enfim, ter aquela noite. E incrivelmente todo o pessoal começou a dormir. E eu lá deitado pensando. Até que fui impressionado por uns sons estranhos que parecia rugido, e eu sabia que haviam - poucas - onças na Serra do Mar, e ouvi um barulho de água atrás, perto da barraca do Eliezer, e pensei: "será? uma onça?". Orei a Deus. Peguei a minha lanterna, e comecei a investigar, mas nada encontrará, mas o barulho aparecia de vez em quando. Então foi quando percebi que era o Gustavo que roncava. E um pouco depois, o pedrão acordou com um rato que estava entrando no calçado do Robert que estava secando no calor das brazas. E ai, aos poucos começaram a acordar. Ai a Neide acordou pois algo havia nos pés dela, então fui ver, e ali, matei uma caranguejeira (aranha um pouco venenosa). Ai o pessoal que estava dormindo no chão praticamente acordaram todos, menos o Gustavo. E assim, então ficamos a noite conversando etc, até umas 6 horas, quando acordei a todos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Acorda. (com aquela voz, para não acordar ninguem no susto). Arrumamos as coisas, então o Eliezer fez o culto matinal ali, e foi muito bom também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, algo aconteceu. Simplesmente, algo incomum. Estava com algum problema digestivo. Não conseguia comer nada, com vontade de vomitar, alias, fiz um belo barro. hehe Mas o mal estar continuava, e me sentia bem fraco, desidratado. Mas bastou, minha lingua sentir o sabor da granola que surgia o problema. Ai, pedi licença, fui até um local mais escondido, e disse: Será que algo está me fazendo mal? E então, forcei para vomitar logo de uma vez. Vomitei e vomitei, mas não havia nada. E a coisa continuava, apenas conseguia beber água numa boa. E então comecei a pensar: Será que não vai dar para eu guiar o pessoal? Estou fraco. MInha mochila está pesada. A caminhada é dura, principalmente a subida. Eu vou deixar o pessoal não mão. etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, roguei a Deus e disse: "Tu nos conduziu até aqui. Deu-nos uma maravilhosa e inesquecivel noite, tudo o que houve até aqui já fora maravilhoso Senhor. É até aqui que o Senhor quer? Combinei com eles que os levaria até a cachoeira. Alguns ali precisam testemunhar da sua maravilhosa natureza." - Então, aconteceu aquilo, que era já comum que acontecia antes de entrar na USP, antes da "aridez", mas que desde então não havia ouvido mais. Que é aquela "voz" na mente, que não sei explicar direito, mas que é algo incrivel e maravilhoso. Que me dizia assim: "O que você disse?" E então, minha memória, lembrou-se daquele momento qeue eu estava pregando ali na fogueira, na verdade, foi como se estivesse passando um "video" na minha mente, e senti fortemente aquelas palavras de Calebe: "Subamos até lá e vamo conquistas." Não importa se há gigantes. Deus havia-os prometida, tinha dado Sua bênção. Então eu entendi o recado, e disse "Senhor, tomarei a minha mochila e os levarei até a cachoeira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para o grupo, que acho que alguns já estavam meio pensando: "O que aconteceu com o Evandro?" E começamos a caminhada. E logo, tive que pedir ajuda para o Davis, para ele carregar minha polchete. Lá para uns 75% da descida, minhas pernas estavam tremulas, o enjoo continuava, eu sentia aquela fraqueza, mas ao mesmo tempo, estava cheio de energias (engraçado), alias, aquele AR PURO faz uma diferença, que não dá para explicar. Mas estava um pouco melhor, tentei comer algo, mas não dava, assim que eu colocava na boca... E um pouco mais a frente, tive que pedir pro Davis levar as minhas cordas. E já a a uns 150 metros do rio, já no pé da serra, disse para o Davis ir a frente, limpando o caminho etc, e eu apenas ia orientando para onde ele ir etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que chagamos nas pedras, e assim fomos até a cachoeira. Aquela cena magestosa, aquela imagem que não há artista que consiga pintar, ou mente alguma inventar. Aquele som glorioso das fortes águas. E foi uma realização indescritivel, quando cheguei ali, meu coração pulava de alegria e louvava a Deus. E melhor ainda era quando podia ver o "rosto" daquelas 13 pessoas que havia guiado até ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrivel que pareça, fui novamente no banheiro. E tals. sai foi aquele tempo de 2horas para o pessoal se relaxar , divertir etc. Tomar banho de cachoeira, daquele chuveiro natural. A hidromassagem natural etc. E aquilo estava delicioso demais. Maravilhoso mesmo. E encontrei uma clareira ali perto perfeita para acampar, cabe até umas 5 barracas e olha lá, e já comecei a pensar. Agradeci a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já me sentia perfeitamente bem, com as forças restauradas, cheio de energias. Mas eu não conseguia comer NADA. A ultima coisa que havia comido, foi quando estavamos começando a trilha na noite anterior, ao lado da estrada, quando comi uns biscoitos de fibra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então lá para uma hora da tarde, ou um pouco mais, começamos a subir a serra. E foi um momento incrivel onde muitos enfrentaram seus limites como humanos, perceberam que seus corpos podem suportar muito mais do que imaginavam. Sentiram o que estar esgotado, e ter muita coisa pela frente. Aqueles desafios etc. Mas o mais incrivel era que eu não sentia NEM UM PINGO de cansaço e coisas do tipo, pelo contrário, era como se a cada momento eu estivesse mais forte e com mais energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, houveram muitas conversas, coisas que não dá para falar, apenas na hora e que ficaram marcadas em nossas vidas. Amizades que se fotaleceram etc. A confiança que aumentava cada vez mais, principalmente, em que, a cada instante mais necessitava dEle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminamos de subir. Ai tivemos que andar de novo na estrada, muitos estavam esgotados. E foi quando que apareceu uma guincho na estrada e nos ofereceu carona. E então chegamos ao bar onde tivemos que esperar até as 5:20 da tarde o onibus que nos levaria a estação. E nisso, muitas conversas, foi praticamente o momento em que nos relembravamos da trilha, fazia aquela retrospectiva, analises, saboreava tudo, até mesmo as dores eram boas. As cicatrizes tornava-se orgulho.&lt;br /&gt;Ai no onibus praticamente todos dormiram, em alguns momentos apenas eu ficara acordado. Ai pegamos o trem, nos separamos do grupo que iria para São José. E no trem muitas conversas, o melhor de tudo foram as observações do Eliezer sobre a trilha, na questão espiritual etc. E todos por fim disseram: &lt;strong&gt;"TEMOS QUE MARCAR DE NOVO!!! Quando será a próxima?"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E por incrivel que pareça, exatamente quando terminamos a trilha e chegamos na estrada, "num passe de mágica" aqueles meus problemas sumiram. E eu voltei a comer tranquilamente como se nada houvesse acontecido. Não fiquei NADA CANSADO. Alias, cheguei em casa, e fui dormir quase meia-noite, e no dia seguinte, não tive problemas com acido latico nenhum, apenas sentia um pouco de dor no triceps do braço direito quando fazia força (provavelmente, devido a ter que ficar "levando a mochila"), mas que até o final da tarde estava 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Bem, RESUMIDAMENTE, essa foi a trilha.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11031046-5282459889584539236?l=muitokako.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://muitokako.blogspot.com/feeds/5282459889584539236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=11031046&amp;postID=5282459889584539236' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/5282459889584539236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11031046/posts/default/5282459889584539236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://muitokako.blogspot.com/2007/04/trilha-mogi-bertioga.html' title='Trilha Mogi-Bertioga'/><author><name>Evandro Costa de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00248787285229884400</uri><email>evandroeco@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02725725912698936694'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11031046.post-349490130525284239</id><published>2007-02-21T19:09:00.000-02:00</published><updated>2007-02-26T11:56:02.299-03:00</updated><title type='text'>Acampamento de Carnaval</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;O que dizer desse feriado de carnaval? Pois por um lado relatar o os eventos, como algumas crônicas não provocará muita reforma e edificação. E por outro, se for apenas relatar a reflexão, então deixaria de ser um diário do ocorrido. Então farei o seguinte: misturarei os dois. Talvez fique um pocado longo; mas tentarei utilizar uma linguagem o mais envolvente e interessante possível; pois realmente, o conteúdo é longo. E como se diz o ditado: Tudo que é bom é trabalhoso. (obs: até mesmo a "graça", pois Jesus teve que enfrentar a cruz).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, depois de muitos rolos, o Rodrigo, my primo, decidiu que iriamos acampar com o pessoal de Jacareí em Jacareí, mas que iria algumas pessoas de São José dos Campos também. E isto, se não me engano foi uns 8 dias antes do Carnaval. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, ai na sexta foi uma correria daquelas. E eu já estava com o coração pesado por saber que deveria estar fazendo outra coisa (preparando para entrar no Sábado, e não para ir acampar). E também tinha total noção das consequencias desse ato. Mas lá estava eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;SEXTA-FEIRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Umas 16h sai com o Peu (outro primo) da casa da minha vó, rumo a SJC. E eu com a minha "mochila cargueira de 85L" novinha, com apenas 25kg de carga. E conversamos a beça no caminho, como enquanto pegávamos o trem; sobre as expectativas do acampamento, a "familia dele", entre outros. Tudo ia dentro do esperado até que na estação Armenia de metro, ocorre um engarrafamento, e simplesmente ficamos 15min. parados ali. Lá para umas 18h chegamos no Tiete, e ao comprarmos os passaportes do "Passaro Marron" eis que a próxima vaga eram as 19h30min. Bem, então enquanto esperavamos esse "tempo" passar, jogamos uma tranca, jantamos, o peu se stressou quando falou com "a familia da namorada" no tel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então começou as decisões pessoais, minhas, tipo, não quero envolver o Peu nisso, apesar dele estar junto. Mas estou dizendo de forma subjetiva, dentro do meu conhecimento, da minha consciência, de saber o que devia ou não fazer, de qual era a vontade de Deus; eu tomei a decisão de "negar a Jesus". E como essas palavras doem! Pior ainda é quando percebo que não estou chorando ou em agonia por ter ferido ainda mais Jesus; por estar com os "olhos ressecados".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bem, a primeira decisão foi a de ao invés de preparar para o sábado, me preparei para o acampamento. No lugar de estar fazendo um culto de por-do-sol, estava jogando tranca. Mas ali na rodoviária, na porta de embarque notamos que os onibus estavam atrasados, e enquanto isso jogamos 2 partidas de truco com dois carinhas que achamos no bolo ali, mas eles eram "NADA novatos", alias fizeram uns negócios para embaralhar do tipo que "ilusionistas de baralho" fazem. E ai, logo paramos, antes que a derrota fosse "humilhante". E pegamos nosso buzão umas 19:45. E no caminho, fomos jogando truco até São José dos Campos. Era sábado, e ao invés de eu estar com meu coração puramente adorando o Criador, voltado a Ele, desncansando no Seu serviço. Ali estava eu jogando truco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegamos no ap. do Rodrigo umas 21:30. E ali passamos a noite. Ali